Acetamiprid 250 g/kg + Bifenthrin 250g/kg WG / Trabuco WG / Cripta TR CI

Geral
Nome Técnico:
Acetamiprido; Bifentrina
Registro MAPA:
39125
Empresa Registrante:
Inovatis
Produtos associados:
Acetamiprid 250 g/kg + Bifenthrin 250 g/kg WG;
Trabuco WG;
Cripta TR
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Acetamiprido 250 g/kg
Bifentrina 250 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Almeirão Dosagem Calda Terrestre
Myzus persicae (Pulgão verde) veja aqui veja aqui
Chicória Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde) veja aqui veja aqui
Citros Dosagem Calda Terrestre
Diaphorina citri (Psilideo) veja aqui veja aqui
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Terrestre
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui veja aqui
Espinafre Dosagem Calda Terrestre
Myzus persicae (Pulgão verde) veja aqui veja aqui
Estévia Dosagem Calda Terrestre
Myzus persicae (Pulgão verde) veja aqui veja aqui
Mostarda Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde) veja aqui veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 2 / 5 / 10 / 20 / 25 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 2 / 5 / 10 / 20 / 25 KG
Não Lavável Big bag Plástico Flexível Sólido 200 / 500 KG

INSTRUÇÕES DE USO

ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG é um inseticida sistêmico de contato e ingestão, dos grupos químicos Neonicotinóides e Piretróides, recomendados para o controle de pragas nas doses, culturas e alvos.


MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Recomendações gerais:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou com pré-orifício, ou jato cônico, visando à produção de gotas médias a finas, para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de
diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante.
Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.

Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Recomendações específicas:

Via terrestre para a cultura do Abacate, Café, Citros, Eucalipto, Mamão, Manga e Pastagem: Devese utilizar pulverizador costal ou turbo atomizador montado ou de arrasto, com assistência de ar, podendo-se utilizar pistola conectada ao pulverizador. Para todas as culturas, utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos
deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea:
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Aveia, Batata, Café, Centeio, Cevada, Citros, Ervilha, Eucalipto, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação
terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada como dura, ou com pH acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG.
Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da prédiluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, devese proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Fitotoxicidade: ausente para as culturas, nas doses e condições recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de manejo Integrado, proveniente da pesquisa pública ou privada, recomenda-se estes programas sejam implementados.

O produto inseticida ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG é composto por dois ingredientes ativos, ACETAMIPRIDO, que apresenta mecanismo de ação Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina, pertencente ao Grupo 4A, e BIFENTRINA que apresenta mecanismo de ação Moduladores de canais de sódio, pertencente ao Grupo 4A, segundo classificação internacional do IRAC (Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas).
O uso sucessivo de inseticidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de insetos causadores de pragas resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos inseticidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de inseticidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos 3A e 4A para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população da praga, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como: rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos dos Grupos 3A e 4A para o controle da mesma praga alvo, quando apropriado.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG ou outros produtos dos Grupos 3A e 4A quando for necessário.
- Usar ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas de ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais susceptíveis das pragas a serem controladas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de inseticidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser consultados e, ou, informados para o Comitê Brasileiro de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC-BR: www.irac- br.org) ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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