Bula Adifac - Basf

Bula Adifac

acessos
Bentazona + Imazamoxi
31718
Basf

Composição

Bentazona 600 g/L Benzotiadiazinona
Imazamoxi 28 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Não sistêmico

Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Anileira
(Indigofera hirsuta)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Corda-de-viola
(Merremia aegyptia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Maria preta
(Solanum americanum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Anileira
(Indigofera hirsuta)
1 a 2 L p.c./ha 120 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Maria preta
(Solanum americanum)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 a 2 L p.c./ha 120 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aguapé
(Sagittaria guyanensis)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
1,5 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Arrozinho
(Luziola peruviana)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,25 a 2,5 L p.c./ha 150 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Cruz de malta
(Ludwigia octovalvis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Cruz de malta
(Ludwigia longifolia)
1,25 a 2 L p.c./ha 150 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,25 a 2 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e estreita
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Carrapichão
(Xanthium cavanillesii)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Maria preta
(Solanum nigrum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 43 dias. Aplicar em pós-emergência de plantas daninhas de folha larga e folhas estreitas

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

No plantio convencional, é recomendável um bom preparo do solo, com eliminação de torrões e restos culturais, que podem prejudicar o desempenho do produto. Da mesma forma no plantio direto, uma dessecação (manejo) adequada é fundamental para a obtenção de bons resultados.
A adoção de boas práticas agrícolas é essencial para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da mesma no limpo. Chuvas após duas horas da aplicação não interferem a performance do produto.
Adifac® é recomendado na aplicação única na pós-emergência precoce das plantas daninhas, as quais devem ter de 2 a 4 folhas, o que ocorre em média de 5 a 20 dias após a semeadura, no período em que o feijão e amendoim deverão estar no estágio do 1º trifólio até o 3o trifólio, e o arroz no estágio do 1° até o 3º perfilho.
Aplique Adifac® conforme as recomendações da bula.

Aplicação para controle de plantas daninhas em pós-emergência na dose recomendada:

1. Efetuar o uso de adjuvante não iônico a 0,5%v/v.

2. Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas mono e dicotiledôneas evitando que haja rebrotas de algumas espécies.
3. Potencialize o controle com:
- com uma boa cobertura das plantas;
- aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
- presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
- condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30°C.
4. Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 70%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem stress hídrico nas plantas e favoreçam à deriva da pulverização.
5. Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.

MODO DE APLICAÇÃO:
Este produto deve ser aplicado através de equipamentos terrestres ou aéreos conforme as seguintes recomendações:

PREPARO DA CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendações no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Altura de barras de pulverização:

A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA

- Equipamento de aplicação:

Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):

Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha.

- Seleção de pontas de pulverização:

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de vôo e faixa de aplicação:

Altura de vôo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva

e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Cultura Dias
Amendoim 43
Arroz 43
Feijão 43

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. ADIFAC_bula_rev00_17.10.2018 9/17

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade: o produto é seletivo para as culturas de feijão, amendoim e arroz Clearfield®. Eventualmente poderão ocorrer sintomas de fitotoxicidade como amarelecimento e/ou redução de porte com posterior recuperação da cultura sem prejuízo a produtividade.

Restrições:

Somente as culturas de inverno ou verão abaixo relacionadas poderão ser semeadas em sucessão ou rotação com a cultura do feijão, amendoim e arroz.
Culturas de inverno (sucessão): trigo, ervilha, azevém, cevada, aveia, milho.
Culturas de verão (rotação): milho, algodão, soja, feijão, amendoim, arroz e sorgo.
Durante a aplicação do produto evitar a deriva para as culturas adjacentes e/ou limítrofes à área a ser tratada.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Algumas espécies de plantas daninhas são sensíveis em qualquer estágio; para outras devem ser observadas as recomendações desta bula para que sejam evitadas rebrotas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS:

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C3 HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA

O produto herbicida Adifac® é composto por Benzatona e Imazamoxi, que apresentam mecanismo de ação dos Inibidores da fotossíntese no fotossistema II e Inibidores da ALS (Acetolactato sintase) (ou acetohidroxidoácido sintase HAS) respectivamente, pertencente ao Grupo C3 e B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).