Bula Agritone - Nufarm

Bula Agritone

MCPA
2110
Nufarm

Composição

MCPA 585,6 g/L
Equivalente ácido de MCPA 480 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Hormonal

Frasco plástico:
1 L.

Galão plástico:
5 e 20 L.

Bombona plástico:
10 L.

Balde metálico:
20 L.

Tambor metálico ou plástico:
100 e 200 L.

Tanque (tipo carreta container) metálico em aço inox:
20.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
MCPA NUFARMA é um herbicida hormonal seletivo do grupo dos fenoxiacéticos, concentrado solúvel, que contém 585,6 g/L do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2-metil-4-cloro fenoxiacético, utilizado em pós-emergência das culturas e plantas daninhas.

CULTURAS:
O produto é indicado para culturas de aveia, cana-de-açúcar, cevada e trigo, sempre com aplicação em pós-emergência da cultura e plantas daninhas.

DOSE DE APLICAÇÃO:
(Vide indicações de uso / Dose)

OBS:
As doses menores são indicadas para plantas daninhas na fase de plântula (2 a 3 folhas), enquanto que as doses maiores são para plantas na fase de 4 a 6 folhas.

MODO DE APLICAÇÃO:
MPCA NUFARM deve ser diluído em água e aplicado por pulverização. O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras, bem como do equipamento utilizado.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES:
Aveia, cevada e trigo: Aplicar uma única vez, em pós-emergência das plantas daninhas, com no máximo 6 folhas, e da cultura, no período entre o estádio de 5 folhas e o início do emborrachamento.

Cana-de-açúcar: Aplicar em jato dirigido na pós emergência das plantas daninhas, estando as mesmas com, no máximo 6 folhas, e quando a cana atingir o estádio a partir de 4 a 5 folhas. Repetir a aplieaçêo após cade corte da cana em pós-emergêncía da cultura.


LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por de espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
• Todo equipamento usado para aplicar o MCPA NUFARM deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham MePA ou herbicidas hormonais.
• O produto pode apresentar fltotoxieidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do perlodo reCOJ"l'lef1dado.
• O produto em eentato com sementes pode inibir as sua germinação.
• MCPA NUFARM não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
• Aplicar apenas sobre plantas daninhas em bom estado de vigor vegetativo, evitando períodos de estiagem, horas de calor, umidade relativa inferior a 60%, excesso de chuva ou qualquer "stress" como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
• Evitar a aplicação do produto no caso que as culturas estejam em precárias condições vegetativas, fitossanitárias ou cobertas de orvalho, por reduzir-lhes a tolerância ao produto.
• Para uso na cultura do milho, verificar junto as empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao MCPA.
• Não aplicar em plantas daninhas com número de folhas maior que 6 para evitar diminuição na eficácia do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DA APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado com equipamentos terrestres, como pulverizadores costais (manuais, pressurizados ou motorizados), tratorizados com barra, de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Volume de calda: 200 a 400 L/ha.
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110.
Pressão: 2,15 a 4,3 kg/cm² (30 a 60 Ib/pol²) Tamanho de gotas: 200 a 300 micrômetros. Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm². Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instuções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do
mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).