Bula Akito

acessos
Beta-cipermetrina
1703
Arysta Lifescience

Composição

Beta-cipermetrina 100 g/L Piretróide sintético

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./100L água 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Iniciar aplicações logo no início do aparecimento dos sintomas
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Acelga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Iniciar o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Agrião Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Iniciar o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Iniciar o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
500 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Quando houver duas lagartas médias por planta e o nível de desfolha de 25%
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
400 a 500 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 7 dias. Baseado nos níveis de dano econômico (10% de infestação)
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
500 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Baseado nos níveis de dano econômico (10% de infestação)
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
300 a 400 mL p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Anonáceas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
300 a 400 mL p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
100 a 150 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
300 a 400 mL p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Chalota Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
300 a 400 mL p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 21 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Kiwi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta - 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Mostarda Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Romã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
200 a 300 mL p.c./ha 12 L de calda / planta 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando houver o aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. O início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico (20 lagartas/metro linear)
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. A pulverização deve ser feita logo após o início da infestação
Percevejo verde
(Nezara viridula)
300 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. O início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico (4 percevejos maiores que 0,5 cm por pano de batida)
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
300 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. O início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico (4 percevejos maiores que 0,5 cm por pano de batida)
Stevia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
40 a 50 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Iniciar aplicações logo no início do aparecimento dos sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
40 mL p.c./100L água 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar aplicações logo no início do aparecimento dos sintomas
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
40 mL/100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar aplicações logo no início do aparecimento da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Iniciar aplicações logo no início do aparecimento da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Iniciar aplicações logo no início do aparecimento da praga
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Iniciar aplicações logo no início do aparecimento da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
60 a 75 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Iniciar aplicações logo no início do aparecimento da praga

Frasco plástico de polietileno: 0,25; 0,5; 1; 2; 4,5; 5 e 20 L.
Tambor metálico: 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
ALGODÃO:
Para o controle do Curuquerê(Alabama argilácea) recomenda-se a utilização da dose de 100-125 mL p.c./ha., e volume de calda de 200-300 L/ha.. O controle deve ser realizado quando houver 2 lagartas médias(2cm) por planta e o nível de desfolha de 25%. O número de aplicações varia de acordo com a infestação podendo ser realizadas no máximo de 4 durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias entre elas.
Para o controle do Bicudo(Anthonomus grandis) recomenda-se utilização da dose de 500 p.c./ha., e volume de calda de 200-300 L/ha.. Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10%. São efetuadas no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo a cada 7 dias ou toda vez que o ataque atingir 10% de botões danificados.
Para o controle da Lagarta-das-maçãs(Heliothis virescens) recomenda-se a utilização da dose de 400-500 mL p.c./ha, e volume de calda de 200-300 L/ha.. O início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico (10% de infestação). O número de aplicações varia de acordo com a infestação podendo ser realizadas no máximo de 4 durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Lagarta-rosada(Pectinophora gossypiella) recomenda-se a utilização da dose de 500 mL p.c./ha, e volume de calda de 200-300 L/ha.. O início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico (5% de maçãs danificadas). Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura a partir dos 80 dias após a emergência das plantas, com intervalos de 7 a 10 dias.
ALFACE, AGRIÃO, ALMEIRÃO, CHICÓRIA, ESPINAFRE, RÚCULA, MOSTARDA, ACELGA, ESTÉVIA:
Para o controle do Pulgão(Brevicoryne brassicae) recomenda-se a utilização da dose de 40-50 mL p.c./100 L de água, e volume de calda de 500-600 L/ha.. Iniciar o tratamento quando do aparecimentos dos primeiros pulgões. Repetir se necessário, realizando no máximo 2 pulverizações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
BATATA, CEBOLA, ALHO, CHALOTA:
Para o controle da Vaquinha-verde-amarela(Diabrota speciosa) recomenda-se a utilização da dose de 300-400 mL p.c./ha, e volume de calda de 500-600 L/ha.. Iniciar a pulverização quando do aparecimento dos primeiros adultos na cultura e repetir se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
CAFÉ:
Para o controle do Bicho-mineiro-do-café(Leucoptera coffeella) recomenda-se a utilização da dose de 100-150 mL p.c./ha., e volume de calda de 400 L/ha.. Iniciar a pulverização quando do aparecimento das primeiras folhas minadas, ou primeiros adultos na lavoura, repetindo se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra com intervalos de 15 dias entre elas.
CITROS:
Para o controle do Bicho-furão(Ecdytolopha aurantiana) recomenda-se a utilização da dose de 200-300 mL p.c./ha , e volume de calda de 12 L/planta. Iniciar as aplicações quando do aparecimentos da praga e antes que esta cause danos nos frutos, e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra com intervalo de 20 dias entre elas.
FEIJÃO:
Para o controle da Vaquinha-verde-amarela(Diabrotica speciosa) recomenda-se a utilização da dose de 150-200 mL p.c./ha., e volume de calda de 300 L/ha.. Iniciar a aplicação quando do aparecimento dos primeiros adultos na cultura, e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias entre elas.
MANGA, ABACATE, CACAU, CUPUAÇU, GUARANÁ, MARACUJÁ, KIWI, ROMÃ, ANONÁCEA, ABACAXI, MAMÃO:
Para o controle do Bicho-furão(Ecdytolopha aurantiana) recomenda-se a utilização da dose de 200-300 mL p.c./ha., e volume de calda de 12 L/planta. Iniciar as aplicações quando do aparecimento da praga e antes que esta cause danos nos frutos, e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle do Pulgão-das-inflorescência(Aphis gossypii) recomenda-se a utilização da dose de 30-40 mL p.c./100 L de água, e volume de calda de 500-600 L/ha.. Iniciar as aplicações quando aparecimento dos primeiros pulgões e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra com intervalo de 7 dias entre elas.
MELÃO, MELANCIA:
Para o controle do Pulgão-das-inflorescências(Aphis gossypii) recomenda-se a utilização da dose de 30-40 mL p.c./100 L de água, e volume de calda de 500-600 L/ha.. Iniciar o tratamento quando do aparecimento dos primeiros pulgões e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
MILHO:
Para o controle da Lagarta-do-cartucho(Spodoptera frugiperda) recomenda-se a utilização da dose de 75-100 mL p.c./ha., e volume de calda de 200-300 L/ha.. Aplicar no período após a germinação até 60 a 70 dias de idade da cultura. O número de aplicações varia de acordo com a infestação podendo ser realizadas no máximo 2 pulverizações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
REPOLHO, BRÓCOLIS, COUVE-FLOR, COUVE-CHINESA, COUVE-DE-BRUXELAS:
Para o controle do Pulgão(Brevicoryne brassicae) recomenda-se a utilização da dose de 40-50 mL p.c./100 L de água, e volume de calda de 500-600 L/ha.. Iniciar as aplicações quando do aparecimento dos primeiros pulgões, e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
SOJA:
Para o controle da Lagarta-da-soja(Anticarsia gemmatalis) recomenda-se a utilização da dose de 50-75 mL p.c./ha., e volume de calda de 200-300 L/ha.. O início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico(20 lagartas/metro linear). O número de aplicações varia de acordo com a infestação podendo ser no máximo de 4 durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Lagarta-falsa-medideira(Pseudoplusia Includens) recomenda-se a utilização da dose de 100-125 mL p.c./ha, e volume de calda de 200-300 L/ha.. A pulverização deve ser feita logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com a infestação podendo ser no máximo de 4 durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle do Percevejo-da-soja(Nezara viridula) recomenda-se a utilização da dose de 300 mL p.c./ha, e volume de calda de 200-300 L/ha.. O início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico(4 percevejos maiores que 0,5 cm por pano de batida). Os danos dos percevejos ocorrem da formação de vagens até a maturação fisiológica. O número de aplicações varia de acordo com a infestação podendo ser no máximo de 4 durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle do Percevejo-verde-pequeno(Piezodorus guildini) recomenda-se a utilização da dose de 300 mL p.c./ha, e volume de calda de 200-300 L/ha.. O início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico (4 percevejos maiores que 0,5 cm por pano de batida). Os danos dos percevejos ocorrem da formação de vagens até a maturação fisiológica. O número de aplicações varia de acordo com a infestação, podendo ser no máximo de 4 durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
TOMATE:
Para o controle da Traça-do-tomateiro(Tuta absoluta) e da Broca-pequena-do-fruto(Neoleucinodes elegantalis) recomenda-se a utilização da dose de 40 mL p.c./ 100 L de água, e volume de calda de 200-300 L/ha.. Para a Traça-do-tomateiro a pulverização deve ser feita a partir do aparecimento da praga, com no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura, e intervalo de 7 dias entre elas. Para a Broca-pequena-do-fruto a pulverização deve ser feita a partir do início do florescimento, realizando no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura, e intervalo de 7 dias entre elas.
TRIGO, AVEIA, CENTEIO, CEVADA, TRITICALE:
Para o controle da Lagarta-do-trigo(Pseudaletia sequax) e da Lagarta-militar(Spodoptera frugiperda) recomenda-se a utilização da dose de 60-75 mL p.c./ha., e volume de calda de 300 L/ha.. As aplicações devem ser iniciadas no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 dias entre elas.

MODO DE APLICAÇÃO:
AKITO pode ser aplicado com equipamento costal manual, equipamento tratorizado com barra ou aeronaves agrícolas.
A escolha da ponta de pulverização deve ser realizada em função da praga a ser controlada, posição e tipo do alvo, densidade de copa entre outros e deve ser considerada a condição local sempre seguindo as recomendações do fabricante.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
- Velocidade do vento: 2-10 Km/h.
- UR: 55%.
- Temperatura ideal: 15º C-30º C.
- Evitar efetuar pulverizações em condições de inversões térmicas ou de calmaria total que podem ocorrer cedo do dia, fim de tarde ou após chuvas prolongadas intensas.
- Durante as pulverizações, observar a direção e intensidade dos ventos.

Milho:
Equipamento tratorizado com barra: volume de calda de 200-300 L/ha. Utilizar bicos leque série 80.02,80.03 ou 80.04 ou equivalentes sobre a linha da cultura.
Pulverizador costal manual: o volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão. A calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade em torno de 1 metro/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba combinado com a vazão do bico. Deve-se usar bicos leque série 80.02,80.03 ou 80.04 ou equivalentes sobre a linha da cultura.

Algodão, Soja e Tomate:
Equipamento tratorizado com barra; volume de calda de 200-300 L/ha, produzindo gotas de 100-120 µ e 30-50 gotas/cm² a uma velocidade de 3-6 km/hora e pressão de 100-150 lbs/pol². Utilizar bicos cônicos tipo JA-1, JD 10-1 ou D2-13. No caso específico do tomate, utilizar um volume de 800 a 1000 litros de calda por hectare.

Pulverizador costal manual: o volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão. A calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade em torno de 1 metro/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba combinado com a vazão do bico. Pode-se usar bicos cônicos tipo JA-2 ou JD 14-2 ou similares.

Batata, Melão, Melancia, Repolho, Brócolis, Couve-flor, Couve-chinesa e Couve-de-bruxelas, Alface, Agrião, Almeirão, Chicória, Espinafre, Rúcula, Mostarda, Acelga, Estévia, Cebola, Alho, Chalota:
Equipamento tratorizado com barra: volume de calda de 500 a 600 L/ha com uma pressão de trabalho de 100-150 lbs/pol² , utilizando bicos cônicos específicos, segundo recomendação dos fabricantes para permitir o volume de calda por ha e uma boa cobertura das plantas.

Pulverizador costal manual: Utilizar pontas da série D, com pressão de trabalho de 40 a 60 lbs/pol² aplicando de 500 a 600 L/ha.

Café:
Aplicação com turbopulverizadores: trabalhar com um volume de calda de 400 L/ha utilizando sempre a rotação do motor recomendada pelo fabricante para se obter na tomada de força 540 rpm e maior uniformidade de funcionamento da bomba do pulverizador. Deve-se obter uma deposição mínima de 50 a 60 gotas/cm² e um tamanho de gotas de 100-120 µ (micrômetros).

Pulverizador costal manual: Utilizar pontas da série D ou equivalentes, proporcionando uma boa cobertura sobre as folhas e um volume de calda de 400 L/ha.

Citros, Manga, Abacate, Cacau, Cupuaçu, Guaraná, Maracujá, Kiwi, Romã, Anonácea, Abacaxi, Mamão:
Pistolas manuais (sob motorização): em função da idade e porte das plantas, trabalhar com um volume de calda de 12 L/planta com uma pressão mínima de trabalho de 80 psi (533 kPa) e máximo de 120 psi (800 kPa).

Turbo-pulverizadores: trabalhar com pontas de pulverização e pressão de trabalho que permitam uma boa cobertura da planta com uma deposição mínima de 50 a 60 gotas/cm² com um diâmetro de gotas de 100-120 µ (micrômetros).

Aplicação com aeronaves agrícolas: utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core), para se obter uma deposição mínima de 50 a 60 gotas/cm² e um diâmetro de gotas entre 100-120 µ (micrômetros) e um volume de calda de 40 a 50 L/ha.

Feijão:
Equipamento tratorizado com barra: volume de calda de 300 L/ha, produzindo gotas de 100-120 µ e 30-50 gotas/cm², a uma velocidade de 3-6 km/hora e pressão de 100-150 lbs/pol². Utilizar bicos cônicos tipo JA-1, JD 10-1 ou D2-13 ou equivalentes segundo recomendação dos fabricantes.

Pulverizador costal manual: o volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão. A calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade em torno de 1 metro/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba combinado com a vazão do bico. Podem-se usar bicos cônicos tipo JA-2 ou JD 14-2 ou similares.

Aplicação com aeronaves agrícolas: utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core), para se obter uma deposição mínima de 50 a 60 gotas/cm² e um diâmetro de gotas entre 100-120 µ (micrômetros) e um volume de calda de 40 a 50 L/ha.

Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, Triticale:
Equipamento tratorizado com barra: volume de calda de 300 L/ha, produzindo gotas de 100-120 µ e 30-50 gotas/cm², a uma velocidade de 3-6 km/hora e pressão de 100-150 lbs/pol². Utilizar bicos cônicos tipo JA-1, JD 10-1 ou D2-13 ou equivalentes segundo recomendação dos fabricantes.

Aplicação com aeronaves agrícolas: utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core), para se obter uma deposição mínima de 50 a 60 gotas/cm², um diâmetro de gotas entre 100-120 µ (micrômetros) e um volume de calda de 40 a 50 L/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança (dias)
Algodão 7
Batata, Cebola, Alho, Chalota 14
Café 21
Citros 21
Feijão 14
Melão, Melancia, Manga, Abacate, Cacau, Cupuaçu,
Guaraná,Maracujá,Kiwi,Romã,Anonácea,Abacaxi,Mamão 7
Milho 14
Repolho,Brócolis,Couve,Couve-flor,Couve-chinesa,Alface,
Couve-de-bruxelas,Agrião,Almeirão,Chicória,Espinafre,
Rúcula,Mostarda,Acelga,Estévia 14
Soja 14
Tomate 3
Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, Triticale 14

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas na cultura só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização aplicada(24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes deste período, é obrigatório utilizar os mesmos equipamentos de proteção individual(EPI) usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula.
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as recomendações de uso.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual(EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante aos olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas calçadas para reduzir o risco de exposição acidental.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for respirado (inalado ou aspirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

-INTOXICAÇÕES POR BETA-CIPERMETRINA-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
•Grupo Químico: Beta-Cipermetrina..........Piretróide tipo II
Outros.............................Hidrocarbonetos aromáticos.
. Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
. Toxicocinética: Beta-Cípermetrina é uma mistura de alfa-cipermetrina e teta-cipermetrina. A
Cipermetrina é a mistura de todos os isômeros, portanto sua toxicocinética é
similar à da beta-Cipermetrina. Embora atualmente não é aceito eticamente,
foi realizado estudo com voluntários que receberam doses únicas (0,25, 0,5
ou 1,5 mg/kg) de Cipermetrina através da via oral. A absorção e excreção
pela urina foram rápidas. Os indivíduos excretaram uma média de 78% da
dose do isômero trans e 49% do isômero cis durante 24 horas. A principal via
de metabolismo no homem foi a clivagem do grupo ester. Como determinado
em espécies animais, o isômero trans foi metabolizado mais rapidamente do
que o cis. A concentração de ambos isômeros na urina, 2 a 5 dias após a
administração foi mínima. O mesmo aconteceu em estudo de dose repetidas
durante 5 dias. Dessa forma, foi concluído que não ocorreu nenhum acúmulo do
material no organismo. A absorção dérmica é pobre.
Hidrocarbonetos aromáticos: solvente composto de hidrocarbonetos aromáti-
cos, contendo nafta de petróleo pesada, naftaleno e óleo mineral. Estudos
conduzidos em ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos
hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória,
atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos) atin-
gem o sistema nervoso central(SNC). A eliminação destes solventes, tanto em
animais como no homem, ocorre principalmente pelo trato respiratório. Em caso
de ingestão, a eliminação ocorre através das fezes.
Mecanismos de
toxicidade Beta-Cipermetrina: a toxicidade depende da apresentação do produto, estru-
tura química e estereoisomeria (isômeros cis mais tóxicos), duração e frequên-
cia da exposição e saúde do individuo. A baixa toxicidade em mamíferos pode
ser explicada pela rápida metabolização destes compostos.
. O sítio primário de ação dos petróides no sistema nervoso dos vertebrados é
o canal de sódio da membrana neural. Os piretróides retardam o fechamento
dos canais de sódio, resultando em uma corrente caracterizada por um lento
influxo de sódio durante o final da despolarização. Isso diminui o limiar para a
para a ativação de mais potenciais de ação(parestesias), conduzindo a uma
excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas e podendo progre-
dir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso. Em concentrações ele-
vadas de piretróides, esse processo pode ser suficientemente elevado para
despolarizar completamente a membrana nervosa, gerando a abertura de
mais canais de sódio e eventualmente causando bloqueio de condução. Pode
ocorrer dano permanente ou por longo tempo em nervos periféricos. Os pire-
tróides do tipo II(com grupo alfa-ciano), como a beta-cipermetrina, são mais
potentes e tóxicos, e podem produzir correntes residuais de sódio mais pro-
longadas que os do tipo I.
. Em concentrações relativamente altas, os piretróides do tipo II ligam-se aos
receptores inotrópicos do ácido y-aminobutírico-GABA (principal neurotrans-
missor inibitório em vertebrados), bloqueando os canais de cloro, o que resul-
ta em hiperexcitabilidade do SNC.
. Agem ainda na inibição da calcineurin, uma proteína fosfatase 2B, dependente
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de
exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respi-
ratórias, tratamento sintomático e de suporte. O solvente pode representar
maior toxicidade do que o próprio ingrediente ativo.
. Não administre ou introduza leite, nata ou outras substâncias contendo gor-
dura animal ou vegetal, pois estas favorecem a absorção de substâncias lipo-
fílicas tais como piretróides.
. Reação alérgica
1- Leve/moderada: anti-histamínicos com ou sem ß, agonistas via inalatória,
corticosteroides ou epinefrina via parenteral.
2- Grave: oxigênio: suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3-0,5 ml
de solução 1:1000 via SC: Criança: 0,01 ml/kg, 0,5 ml no máximo; pode-se re-
petir em 20 a 30 minutos; corticosteroides, anti-histamínicos, monitoramento do
ECG e fluidos intravenosos.
Exposição oral: em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
. Lavagem gástrica não está indicada pela presença dos hidrocarbonetos (eleva-
do potencial de aspiração);
. Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absor-
ção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão(1 hora);
Dose: suspensão de carvão ativado em água(240 ml de água/30 g de carvão)
Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a
12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
. Não provocar vômito;
. Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV Diazepam(adultos= 5-10 mg; crian-
ças= 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4
mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrên-
cia das convulsões em > 5 anos.
Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofági-
ca para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeá-
veis, se necessário através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e ad-
ministrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória,
parada respiratória, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida é neces-
sário. Monitorar oxigenação(oximetria ou gasometria), eletrólitos, creatinina,
ECG, temperatura, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o dessa-
parecimento dos sintomas.
Exposição inalatória: Remova o paciente para um local arejado. Se ocorrer tosse
ou dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigê-
nio e auxilie na ventilação se necessário. Trate broncoespasmos com ß2-agonis-
tas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou
salina ao 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irrita-
ção, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente
para o especialista.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irri-
tação ou dor persistirem.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros:
. Evitar aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto: usar equi-
pamento de reanimação manual(Ambú).
. Usar equipamentos de proteção: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório
com o produto.
Contra-indicações: É contra-indicado provocar vômito em razão do risco potencial de aspira-
ção e do pneumonite química.
Sintomas e Tanto o ingrediente ativo quanto os solventes jogam papel importante na
sinais clínicos toxicidade do produto para o ser humano.
Beta-Cipermetrina: Populações em especial risco: crianças (pela
incapacidade de hidrçlisar os ésteres de "pirethrum" eficientemente) e
indivíduos portadores de doenças respiratórias crônicas (ex: asma),
dérmicas, alérgicas. A toxicidade aguda está mais associada às reações
de hipersensibilidade.
intoxicação Aguda: os efeitos são mostrados no quadro a seguir:
Sistema Sinais e sintomas
Neuroloxicidade Parestesias ocorrem mais frequentemente na face e
periférica são exacerbadas por estimulação sensorial (calor,
sol, fricção, sudorese. Podem ocorrer (1-48)h após a
exposição com duração de (5h-dias). São um sinal precoce de que a exposição ocorreu.
Imunológicas Reações anafiláticas severas (raras): hipotensão,i
(mais freqüentes taquicardia, broncoespasmo, edema de glote, choque
em piretróides que crises de asma, pneumonite e edema pulmonar. Der-
em piretrinas matite alérgica e sensibilização.
Respiratórios Irritação (congestão nasal, inflamação faríngea)
(é a maior via Hipersensibilidade: (espirros, broncoespasmos taqui-
de exposição) pneia)
Gastroiritestinais Náuseas, vômitos, dor abdominal.
Oculares Varia de leve a grave lesão corneal.
Dérmicas Dermatite eritematosa Leve com vesículas, pápulas e
(raro) prurido: dermatite bolhosa e dermatite alérgica.
Toxicidade Sintomas neurológicos graves(vertigem, cefaleia,fa- sistêmica diga, sialorréia, visão turva, fasciculações, coma e (rara: 1-48 h após convulsões). Outros: taquicardia, arritmias, leucocilo-
extensa exposição) se.
. Alterações pulmonares: (rigidez torácica, edema pul-
monar não cardiogênico). O óbito pode decorrer de
insuficiência respiratória ou cardíaca.

Eteitos crônicos: é considerado possível cancerígeno pela EPA (grupo C). Há
suspeita de efeitos endócrinos.
Hidrocarbonetos aromáticos: Fatores de risco: doenças respiratórias e dérmicas pré-
existentes. Altas concentrações de vapor/aerosol irritam os olhos e as vias
respiratórias. Podem causar transtornos no SNC (cefaléia, vertigem, efeitos
anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência) e em menor proporção,
arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito. Estes produtos são
pobremente absorvidos pelo trato gastrointestinal e não causam toxicidade sistêmica importante por esta via de exposição, a exceção de pneumonia aspirativa
que pode progredir, em alguns casos, até o óbito. A presença de naftaleno pode
causar hemólise quando ingerido em grandes concentrações (o que poderá
produzir lesões renais) e cataratas.O naftaleno foi classificado pelo IARC como
possível carcinogênico em humanos (grupo 2B)
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compative].
Obs. : Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda.
trate o paciente imediatamente.
Para confirmação em caso de exposições crônicas ou ocupacionais com
sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa de metabólitos ou dos
ingredientes ativos em material biológico.
Efeitos . Estudos em animais mostraram que a hidrólise de piretróides é inibida por
sinérgicos agentes dialquilfosforiladores tais como inseticidas organofosforados.
. Estudos com galinhas mostraram que a toxicidade de piretróides (permetrina)
também foi ampliada pelo brometo de piridostigmina e pelo repelente de
insetos N,N dietil-m-toluamida. A hipótese é que a competição dos compostos
pelas esterases hepáticas e plasmáticas leva ao decréscimo da quebra de
piretróides e aumento no transporte para os tecidos neurais.
ATENÇÃO Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação — (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa : Arysta LifeScience do Brasil: 0800 014
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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Beta-Cipermetrina: estudos em ratos demonstraram que tanto a absorção, metabolismo e eliminação pelo trato gastrointestinal são bastante rápidos. A absorção oral é maior que a inalatória e a dérmica. A absorção lenta através da pele associada à rápida metabolização geralmente previnem a toxicidade sistêmica. A principal reação metabólica é a clivagem da ligação éster por hidroxilação, oxidação e conjugação. Os produtos do metabolismo são amplamente distribuídos nas primeiras 24 horas, principalmente no tecido adiposo, fígado e rim. A meia vida plasmática foi de 7 dias sendo que (40-60)% da eliminação da porção cilopropano é feita pela urina e 30-50% pelas fezes. A fração fenoxibenzil é eliminada em 30% pela urina e em menor proporção pelas fezes. A excreção biliar é uma via menos significativa de eliminação da fração ciclopropano.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratórío:
Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado AKITO):
DL50 oral: 625 mg/kg
DL50 dérmica: maior que 5000 mg/kg
CL50 inalatória: maior que 2.10 mg/L de ar
Irritação dérmica: o produto provocou irritação moderada para a pele de animais.
Irritação ocular: o produto provocou irritação persistente e opacidade da córnea por mais de 7 dias para os olhos dos animais.
Sensibilização cutânea: o produto não provocou sensibilidade cutânea.
Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto técnico (ingrediente ativo):
Beta-Cipermetrina- tendo em vista a similaridade na estrutura e mecanismo de ação, bem como na equivalência das respostas toxicológicas entre Cipermetrina e beta-Cipermetrina, os estudos para se avaliar a toxicidade crônica e o potencial de carcinogenicidade realizados com a Cipermetrina são considerados válidos para a beta-Cipermetrina. Recente estudo (2009) mostrou que moderadas a altas doses de beta-Cipermetrina causaram deterioro na função reprodutiva em camundongos machos, com danos na estrutura dos testículos e diminuição de espermatozóides. Outro estudo (2010) mostrou que a Cipermetrina produziu efeitos adversos sobre a reprodução em ratos machos e nas ratas fêmeas e tetos.
Cipermetrina causou tumores pulmonares benignos em camundongos fêmeas a altas doses; não em ratos. A altas doses produziu incremento temporário do número de células da medula óssea com micronúcieos.
Hidrocarbonetos aromáticos: O Hidrocarboneto aromático presente no produto Akito induziu em ratos lesões no estômago, fígado, tireóide e bexiga urinária em doses elevadas. Esses efeitos devem ser considerados para indivíduos submetidos à exposição ocupacional.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abasteci-
mento público e de 250(duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias iso-
ladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às ati-
vidades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Arysta Lifescience do Brasil LTDA: telefone de emergência: (15) 3292-1161
-Disk Intoxicação: 0500 580 1000
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

· Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

· Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através da incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Recomendações para o Manejo de Resistência a Inseticidas
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.