Bula Alion

acessos
Indaziflam
3116
Bayer

Composição

Indaziflam 500 g/L Alquilazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico, Pré-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 20 dias. Início do período das chuvas, em pré-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 20 dias. Início do período de chuvas, em pré-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 20 dias. Início do período chuvoso, em pré-emergência das plantas daninhas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 165 dias. Pré-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 165 dias. Pré-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 165 dias. Pré-emergência da cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 35 dias. Início do período das chuvas, pré-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 35 dias. Início do período das chuvas, pré-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Única aplicação. 35 dias. Início do período das chuvas, pré-emergência das plantas daninhas

Frasco de Polietileno - 0,05 0,10; 0,5; 0,25; 0,50 e 1 L
Frasco PET/COEX - 0,05 L
Bombona de polietileno - 5; 10 e 15 L
Bombona de plástico PET/COEX - 20; 50; 100 e 200 L
Balde de Aço - 20; 50; 100 e 200 L
Tambor de aço - 20; 50; 100 e 200 L
Container de polietileno - 500 L
Container de aço - 500 L

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA INSTRUÇÕES DE USO:
ALION é um herbicida à base do ingrediente ativo Indaziflam, indicado para o controle pré-emergente das plantas daninhas nas culturas da cana-de-açúcar (cana planta e cana soca), café e citros.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Cana-de-açúcar: O produto deve ser pulverizado sobre o solo úmido, bem preparado e livre de torrões, em cana-planta e na cana-soca, na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Aplicar somente em solo médio e pesado.
Café: o produto deve ser aplicado em pulverização sobre o solo úmido, nas entrelinhas da cultura, e em pré-emergência das plantas daninhas. Aplicar em lavouras a partir de 3,0 anos de idade, ou seja, com plantas em início de produção comercial. Aplicar em solo leve, médio e pesado.
Citros: o produto deve ser aplicado em pulverização sobre o solo úmido, nas entrelinhas da cultura, e em pré-emergência das plantas daninhas. Aplicar em lavouras a partir de 3,0 anos de idade, ou seja, com plantas em início de produção comercial. Aplicar somente em solo médio e pesado.
É aconselhável que se aplique o produto sob condições climáticas adequadas, com o solo úmido e antes da germinação das plantas daninhas. Não aplicar corno solo seco ou com rachaduras.
Uma (1) aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas.

MODO DE APLICAÇÃO:
Cana-de-açúcar e Citros: utilizar pulverizadores tratorizados dotados de barra, com bicos adequados para a aplicação de herbicidas de jato plano (leque) com pressão de 15 a 60 Lb/po12 e com volume de 200 litros de calda por hectare. Na aplicação evitar.
sobreposições, pois isso poderá causar aumento na concentração do produto acima do recomendado.
Café: Utilizar pulverizadores tratorizados dotados de barra com bicos adequados para a aplicação de herbicidas de jato plano (leque) com pressão de 15 a 60 Lb/po12 e com volume de 200 litros de calda por hectare.
Para aplicação com pulverizadores costais manuais a calibração deverá ser feita individualmente, para acertar a velocidade de deslocamento em razão do bico que está sendo utilizado e do acionamento da alavanca de bombeamento, considerar o voluine de calda de 200 litros de calda por hectare
Atentar para as condições do tempo, observando principalmente a temperatura no momento da aplicação, devendo ser esta superior a 10°C e inferior a 30° C e a umidade relativa' do ar que deverá estar acima de 60% e ventos não superiores a 10 km/hora.
Aplicar o produto de modo que este atinja sempre da melhor forma toda a superfície do solo, com uma cobertura uniforme da parte da área tratada, seguindo todas estas instruções., caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

PROCEDIMENTO PARA LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO.
Após utilizar o herbicida Alion, e com o equipamento de aplicação vazio, enxágue com água' o pulverizador fazendo circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e filtros. A água utilizada nesta lavagem deverá ser pulverizada na área tratada com o respectivo produto..
Após esta primeira limpeza com água, limpe novamente todo o equipamento de pulverização, incluindo tanque, bombas, mangueiras, filtros, telas e bicos fazendo 'circular no circuito do equipamento, durante 15 minutos, agua juntamente com um produto de limpeza de tanque à base de surfactante (detergente).
Em seguida, esvazie novamente o tanque na área tratada.
Estando o sistema do equipamento drenando, enxague novamente com agua limpa todo o sistema.
Após esta limpeza, inspecione visualmente os filtros, telas, paredes do tanque, para assegurar-se que não restaram resíduos do produto.
O uso de pulverizadores com resíduos de Alion poderão causar danos em outras culturas.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo a nascentes e outros corpos de agua como lagos e rios. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café.........................................................20 dias
Cana-de-açúcar.......................................165 dias
Citros.......................................................35 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Alion não provoca efeitos negativos quando utilizado de acordo com as instruções de uso.
Como se trata de um herbicida para aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, os melhores resultados são obtidas quando o solo se encontra em condições favoráveis de germinação das sementes das invasoras, com boa umidade, no período das chuvas.
Não aplicar em solos secos ou em solos que apresentem drenagem excessiva.
Em lavouras de café estabelecidas em solos leves, não aplicar em solos desta natureza com menos de 1% de matéria orgânica.
Não aplicar em solos com drenagem prejudicada e/ou encharcados,
Deve-se evitar a aplicação de Alion, em áreas sujeitas à erosão e ao escoamento superficial da agua.
Em citros e café, não aplicar Alion em lavouras que tenham plantas jovens (com menos de 3 anos).
Nos replantios das falhas em lavouras de café e citros em que foi aplicado Alion anteriormente, deve-se no momento do replantio de novas mudas, durante a abertura das covas, retirar os 10 cm superficiais do solo e descarta-lo de tal forma que este solo não venha a ser utilizado no enchimento das covas do plantio da muda.
Em plantas adultas, não aplicar o produto sobre as plantas, evitar o contato do
produto com as folhas, flores, frutos e principalmente o contato com raízes expostas superficialmente.
Em café, citros e cana não exceder a dose indicada de aplicação dentro do mesmo ano ou dentro da mesma safra.
Não aplicar ALION em áreas de cultivo de café ou citros que se encontram em sua ultima safra e que serão eliminadas e substituídas por um novo plantio na mesma área.
Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 (um) ano após a ultima aplicação de Alion, para o plantio de uma nova cultura nesta mesma área.
Não aplicar mais do que 200 mi/ha por ano em qualquer cultura ou tipo de solo.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores 'orgânicos e filtro mecânico classe P2/P3); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇAO:
- INTOXICAÇÕES POR ALION -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

- Grupo químico: Alquilazina
- Classe Toxicológica: III - MEDIANAMENTE TÓXICO
- Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
- Toxicocinética: Após a exposição por via oral em ratos, o indaziflam foi rapidamente absorvido atingindo concentrações sanguíneas máximas 40-60 minutos após a administração. As fêmeas apresentaram uma absorção ligeiramente maior, que os machos. Aprox. 87% da dose administrada foi excretada nas primeiras 24h, principalmente pelas fezes em machos e
igualmente distribuída entre urina e fezes nas fêmeas. Mostrou baixo potencial de acumulação no organismo, escassos resíduos se observaram no trato gastrointestinal, fígado e pele. A biotransformação do indaziflam foi rápida e completa, ocorrendo principalmente por via oxidativa. O principal metabólito formado é o AE1170437 - acido carboxílico, achado
tanto ria urina como nas fezes.
- Mecanismo de toxicidade: O mecanismo de toxicidade do indaziflam ainda não foi elucidado.
- Sintomas e sinais clínicos: Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos.
Em animais de laboratório quando administrado por via oral foram observados postura curvada, diminuição de atividade, dispneia, marcha descoordenada, olhos fechados e lacrimejamento; quando administrado por via dérmica não foram observados sintomas;, quando administrado por via inalatória foram observados piloereção, bradipneia, dificuldade
respiratória, diminuição de atividade, marcha escarvante e hipotermia. O produto foi ligeiramente irritante aos olhos, não irritante à pele e não sensibilizante.
- Diagnóstico: Sendo que não são conhecidos os sintomas de intoxicação em humanos, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela presença de, sintomas e sinais clínicos compatíveis com o quadro de intoxicação.
- Tratamento: Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos.
Exposição oral: O esvaziamento gástrico irá diminuir a absorção do produto em caso de ingestão. Não induzir o vômito. Poderá ser realizado através de lavagem gástrica até uma hora após, a exposição e dependendo da severidade do quadro clinico na maioria dos casos a lavagem gástrica não é necessária. O material proveniente destas manobras deverá ser colhido para eventuais diagnósticos laboratoriais. O carvão ativado pode ser utilizado para diminuir a absorção do produto ainda presente no trato digestivo.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco
eminente de vida e procurar contorná-lo. Deverão ser mantidas
as condições respiratórias do paciente através da
permeabilidade das vias aéreas (aspiração de secreções), a oferta de ar de boa qualidade, em ambiente ventilado e a realização de respiração artificial quando necessário, desde o boca a boca a utilização de ventilação assistida a nível hospitalar.
As condições circulatórias devem ter atenção no combate a quadros de hipotensão e choque. O paciente deve ser mantido, com os membros inferiores elevados, aquecido e com a utilização hospitalar de vasopressores, se necessário.
Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente de lesões traumáticas, mantê-lo com vias aéreas permeáveis, a administração de medicamentos anticonvulsivàntes por via endovenosa deve ser indicação do médico.
O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser efetivado através de medidas o que resultem em aumento da diurese, porém se forem observados distúrbios hidroeletrolíticos, esses deverão ser corrigidos com prioridade, bem como os distúrbios acidobásicos.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a no se contaminar com o agente tóxico.
- Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
- Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

-
ATENÇAO
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação

(SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-701-0450

Empresa: BAYER S.A.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
DL-50 oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada.
irritação ocular em coelhos: levemente irritante, causando eritema e quemose da conjuntiva, reversíveis em 24 horas após a exposição.
Irritação dérmica em coelhos: não irritante.
Sensibilização dérmica: nas condições do estudo, o produto foi considerado não sensibilizante.
Efeitos Crônicos
Os efeitos crônicos do indaziflam foram avaliados em ratos, camundongos e cães. Ratos e camundongos apresentaram uma redução no consumo de alimento e diminuição no peso corpóreo. Adicionalmente, no estudo realizado em camundongos, foram observados efeitos nos rins e fígado Os órgãos alvo comuns -para ratos e cães foram fígado, tireóide e sistema nervoso. Sinais clínicos de neurotoxicidade foram observados nas duas espécies, porém, as alterações histopatológicas no sistema nervoso central e periférico foram observadas apenas em cães. Não houve indícios de alterações neurocomportamentais ou neuropatológicas no estudo de neurotoxicidade para o desenvolvimento conduzido em ratos. Não foram observados tumores relacionados ao tratamento em ratos e camundongos. O indaziflam não apresentou atividade mutagênica em testes in vitro e in vivo. O Indaziflam dão mostrou evidências de teratogencidade em ratos ou coelhos. O estudo da reprodução em duas gerações em ratos mostrou diminuição no peso corpóreo dos filhotes em presença de toxicidade materna com consequente atraso na maturidade sexual em machos e fêmeas.
Estudos crônicos/carcinogênicos mostraram que os efeitos tóxicos em ratos e camundongos foram diminuição do peso corpóreo e efeitos no fígado e rins, com degeneração renal.
Neurotoxicidade: a neurotoxicidade parece ser o principal efeito toxicológico nos testes realizados em mamíferos. Cães foram a espécie mais sensível, baseando-se na degeneração axonal, as lesões foram consideradas relacionadas ao tratamento e dose-dependente, nos estudos subcrônicos (15 mg/kg/dia) e nos estudos crônicos (67 mg/kg/dia). Lesões similares foram observadas em ratos, porém em doses notavelmente mais altas que nos estudos em cães.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( )- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( )- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
(X)- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
( )- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou rias horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES, DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre 'fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. - telefone de emergência: 0800-0243334.
• Utilize equipamento de proteção individual - P1 (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado no deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir as seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos: - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO, DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultaria a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pela prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuária, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIO
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pela estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou aro desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro Agrônomo.