Bula Atrazina 500 SC Alamos - Alamos

Bula Atrazina 500 SC Alamos

Atrazina
17918
Alamos

Composição

Atrazina 500 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Commelina diffusa (Trapoeraba)
Desmodium tortuosum (Carrapicho beiço de boi)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Hyptis lophanta (Catirina)
Hyptis suaveolens (Cheirosa)
Indigofera hirsuta (Anileira)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Nicandra physaloides (Joá de capote)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Commelina diffusa (Trapoeraba)
Desmodium tortuosum (Carrapicho beiço de boi)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Hyptis lophanta (Catirina)
Hyptis suaveolens (Cheirosa)
Indigofera hirsuta (Anileira)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Nicandra physaloides (Joá de capote)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Commelina diffusa (Trapoeraba)
Desmodium tortuosum (Carrapicho beiço de boi)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Hyptis lophanta (Catirina)
Hyptis suaveolens (Cheirosa)
Indigofera hirsuta (Anileira)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Nicandra physaloides (Joá de capote)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Tipo: Balde.
Material: Plástico.
Capacidade: 20 L.
Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 10; 20; 5 L.
Tipo: Frasco.
Material: Plástico.
Capacidade: 1 L.
Tipo: Mini bulk.
Material: Plástico com estrutura metálica.
Capacidade: 500 L.
Tipo: Tambor.
Material: Metálico e Plástico.
Capacidade: 100; 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

ATRAZINA 500 SC ALAMOS é um herbicida com eficiência no controle da maioria das plantas daninhas, tanto em aplicação de pré-emergência como em pós-emergência precoce a inicial, nas culturas de milho, cana de açúcar e sorgo. ATRAZINA 500 SC ALAMOS tem sua ação especifica sobre as espécies de folhas largas anuais, O ingrediente ativo ATRAZINA é absorvido pelas plantas através das raízes (após a germinação) e se transloca via xilema até as folhas onde provoca a inibição da fotossíntese, cujos sintomas de manifestam através da clorose, necrose e morte das invasoras. Quando o produto é aplicado na pós-emergência das plantas daninhas é absorvido através das folhas, onde penetra rapidamente, neste caso atua por contato, e praticamente não sofre nenhuma movimentação. Nos cultivos de variedades comerciais para as culturas de cana-de-açúcar e sorgo. Na cultura da cana-de-açúcar nos campos de multiplicação de variedades. Na cultura do milho nos cultivos de híbridos duplos comerciais, nos sistemas de plantio convencional e plantio direto.
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Recomenda-se aplicar de preferência pela manhã antes das 10 horas ou no final da tarde, a partir das 16 horas quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós-emergente, principalmente pela maior Umidade Relativa (UR) do ar. Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da chuva ou orvalho muito forte. Não aplicar ATRAZINA 500 SC ALAMOS com solo seco, principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao estado de “stress” por deficiência hídrica, comprometendo o controle. O solo deve estar úmido durante a aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO

ATRAZINA 500 SC ALAMOS pode ser aplicado através de aplicações terrestres convencionais (costais ou tratorizados) e aplicação aérea. Para as culturas indicadas, aplica-se ATRAZINA 500 SC ALAMOS tomando-se o cuidado necessário para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caules jovens ainda não suberizados). Para preparo da calda para a pulverização, despejar a quantidade pré-determinada do produto diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio, e em seguida, completar o volume com o sistema de agitação em funcionamento. Uso de adjuvantes/espalhantes nas aplicações pós-emergentes: A maior eficiência no controle pós-emergente das plantas daninhas com ATRAZINA 500 SC ALAMOS é obtido com adição de espalhantes adesivos não iônicos ou óleos minerais ou vegetais, nas doses indicadas pelos respectivos fabricantes. a) Quando da adição de óleos minerais ou vegetais, no preparo da calda, proceder da seguinte forma: Colocar água até ¾ da capacidade do tanque. Acionar a agitação do pulverizador. Adicionar o óleo na quantidade recomendada. Aguardar a completa homogeneização do óleo na calda. Adicionar a quantidade indicada do ATRAZINA 500 SC ALAMOS. Completar o tanque com água. b) Quando da adição de espalhante adesivo, este deve ser adicionado como último componente com o tanque quase cheio e o sistema de agitação em funcionamento.
1) EQUIPAMENTOS TERRESTRES
Costal manual ou pressurizado, tratorizado
Tipo de bico: 80.02 a 80.04 110.02 a 110.04 Teejet (ou similares)
Vazão (L / hectare): 150 a 400
Pressão: 30-60 lb/pol²
Tamanho de gotas (?m): Médio a grande
Densidade de gotas (gotas/cm²): 20 – 30
As aplicações pré-emergentes poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva do tipo “FULL JET”, como o FL5; FL6.5; FL8 e com pressão de 20-25 lb/pol2 , quando os ventos estiverem entre 10-14 km/hora.
2) APLICAÇÃO AÉREA
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema (qualquer modelo)
Bicos: 80.10; 80.15; 80.20.
Volume de aplicação: 40-50 l/ha
Altura de vôo: 3-4 metros do topo da cultura
Largura da faixa de deposição: 15 metros
Tamanho e densidade de gotas: pré-emergência: até 400 ?m.
Pós-emergência: 200-400 ?m.
NOTA: Sobre outros equipamentos, deve-se providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Condições climáticas:
Temperatura do ar (Máxima): 27°C
U.R. Mínima de 55%
Velocidade do vento (Máxima): 10 Km/h (3 m/s)

INTERVALO DE SEGURANÇA

Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO

O produto deve ser utilizado somente para as culturas que estão registradas, seguindo as instruções de uso aprovadas. Na cultura do sorgo, não aplicar em solos arenosos. O produto não deve ser aplicado em solos secos, mal preparados, com torrões. Nas infestações predominantemente de gramíneas como Capim colchão, Capim carrapicho, tanto em pré como na pós-emergência o produto não deve ser recomendado. Efetuar teste de sensibilidade antes de aplicar nas linhagens de milho. No sistema de plantio direto não aplicar em áreas mal dessecadas (manejo inadequado). Nos tratamentos pós-emergentes evitar aplicações nas horas quentes do dia, com umidade do ar inferior a 60% e plantas daninhas em “stress” hídrico. Precipitações excessivas nas 2 primeiras semanas após a aplicação do produto poderão comprometer a atividade residual do herbicida.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas daninhas a ele resistentes.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C1 HERBICIDA

O produto herbicida ATRAZINA 500 SC ALAMOS é composto por atrazina, que apresenta mecanismo de ação – inibidores da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).