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acessos
Indoxacarb
1415
Du Pont

Composição

Indoxacarb 150 g/L Éster metílico do ácido...

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
400 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada até 1 lagarta por planta
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
400 a 800 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
600 a 800 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
600 a 800 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
600 a 800 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura
Percevejo manchador
(Dysdercus spp)
500 a 800 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 250 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 250 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 150 a 250 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
400 mL p.c./ha 150 a 250 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada a praga na cultura

EMBALAGEM MATERIAL CAPACIDADE
Bombona Plástico 1,6; 3,2; 4; 5; 6,4; 8; 9,2; 10; 12; 16; 20 e 24 L

Frasco Plástico 1,6; 3,2; 4; 5; 6,4; 8; 9,2; 10; 12; 16; 20 e 24 L

Tambor Plástico 10; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 300; 400 e 500 L
Metálico 10; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 300; 400 e 500 L
Fibra 10; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 300; 400 e 500 L

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre: utilizar pulverizadores tratorizados com tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou deposição da calda de pulverização a culturas vizinhas.
• Condições climáticas:
Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30°C e ativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver rajadas de ventos.
Aplicação aérea:
• Antes da aplicação de AVATAR® o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
• Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jatos cônicos cheio da série D ou CP que produzam gotas de 200 a 400 micra, altura de vôo 2 a 4 m sobre a cultura,
densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm2, volume de aplicação: 20 a 50 litros de calda/ha.
• Não sobrepor as faixas de aplicação.
• Condições climáticas:
• Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior que 30°C e umidade relativa superior a 55 %, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação
• Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento
Aplicação via Pivô Central: Aplicar através de equipamento de pressão central bem regulado para melhor distribuição da calda. A injeção deve ser positiva, na base do equipamento, com calda suficiente para boa distribuição no cartucho da planta. Para equipamentos que injetam diretamente o produto na tubulação e para equipamentos que necessitem necessário que a agitação seja efetuada para melhor distribuição do inseticida no fluxo de água da tubulação.
Observação: A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) ~ fundamental para o sucesso do controle das pragas independente do equipamento utilizado.
Preparo da calda:
• Aplicação Terrestre / Pivô Central:
Iniciar colocando água no tanque do pulverizador ate a 1/2 (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o conteúdo da(s) embalagem(ns) de AVATAR®. Em seguida, complete com água ate a capacidade do tanque.
Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda antes de reutilize-la.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
• Aplicação Aérea:
No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose de AVATAR® recomendada. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave completando o volume com água.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
3. Após o término da aplicação em pivô central, manter a irrigação por um período adicional de 15 minutos, a fim de evitar a deposição do produto no equipamento de irrigação.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. o aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para equipamentos de pivô central, não aplicar com ventos acima de 15 km/h, para evitar perda da eficiência da aplicação.
As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, etc., nas proximidades de organismos não-alvo e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ 0 POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
Tipo de bico:
Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos:o potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
• Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
• Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam ate a manha seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
• INTERVALO DE SEGURANCA: Algodão: 14 dias
Milho: 30 dias
Soja: 14 dias
• INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS)
• LIMITAÇÕES DE USO:
• Utilizar somente pulverizadores em perfeitas condições de uso e sem resíduos de aplicações anteriores.
• Não usar o produto em plantas ornamentais ou quaisquer outras não recomendadas na bula.
• Não usar o produto em culturas hidrop6nicas ou plantadas em vasos ou outros recipientes.
• Não aplicar o produto em qualquer cultura sob stress resultante de seca, excesso de água, temperaturas muito baixas (ex.: geadas), deficiências de nutrientes ou quaisquer outros fatores que interfiram negativamente no desenvolvimento das plantas.
• AVATAR®, quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, não é fitotóxico as culturas do algodão, milho e soja.
• O uso de AVATAR® esta restrito ao indicado em seu rótulo e bula.
• Produto perigoso para abelhas.
• AVATAR® deve ser aplicado nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou a noite..
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICACAO A SEREM USADOS: Vide item "Modo de Aplicação"

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
• RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Quando inseticidas com um mesmo modo de ação são usados consecutivamente, no mesmo ciclo da cultura para controlar as mesmas pragas, populações tolerantes, de ocorrência natural, podem ser selecionadas, propagarem-se e tornarem-se dominantes na área.
Uma praga é considerada resistente a um inseticida se ela sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais.
O manejo da resistência pode ser feito através da utilização de várias estratégias. No que diz respeito ao controle químico, uma boa prática de manejo é a utilização de produtos com diferentes modos de ação. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a inseticidas.
• INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência a inseticidas, incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.
• AVISO AO COMPRADOR:
Avatar® deve somente ser utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. A Du Pont não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Eng° Agrônomo. 0 usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
Precauções gerais:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos, de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na .seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Precauções na preparação da calda:
• Caso ocorra contato acidental com o produto SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faca-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, mascara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie,o produto em local aberto e ventilado.
Precauções durante a aplicação:
• Evite o máximo possível contato com a área tratada. *
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe intervalo de segurança (intervalo entre a Ultima aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, mascara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. •
Precauções após a aplicação:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto, antes do termino do intervalo de reentrada, utilize equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o use durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar o equipamento de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• 'Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeável.
• Faca a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção ap6s cada aplicação do produto.
• Fique atento_ ao período de vida útil dos filtros respirat6rios, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Faca a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação longe de fontes d'água para consumo.
• Não reutilize a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual — EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vôrnito ocorra naturalnnente deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou córner.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundancia durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire, a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.
INFORMACOES MEDICAS
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Grupo Químico Indoxacarbe: Oxadiazina
Classe toxicológica Classe III — Medianamente Tóxico
Vias de absorção Oral, dermal e inalatória.
Toxicocinética Estudos de metabolismo mostraram que indoxacarbe é rapidamente absorvido a partir
do trato gastrointestinal e extensivamente biotransformado, utilizando como principal
via metabólica a hidroxilação. A excreção ocorre principalmente através da urina (35
45%) e das fezes (33-47%) dentro de 72-96 horas. A porcentagem de dose retida na
em tecido adiposo 2,6-8,8% da dose administrada.
Mecanismos de Os sintomas agudos de neurótoxicidade são causados pelo bloqueio dos canais de
toxicidade sódio no sistema nervoso. Os efeitos hematológicos associados à exposição a doses
repetidas são devido à hemólise e, consequentemente, aumento na renovação celular
das células vermelhas do sangue.
Sintomas e sinais Indoxacarbe: Pode causar irritação dérmica e erupção cutânea e irritação ocular. Com

clínicos base em observações em animais de laboratório, foi observada alteração da
bioquímica. sérica (aumento da destruição dos glóbulos vermelhos causando
diminuição no número de células vermelhas do sangue).
Oral: ataxia e postura arqueada. Sinais geralmente ocorrem após o dia 5, incluído
espasmos gerais, palidez, secreção ocular, imobilidade, incoordenaçao motora,
letargia, piloereção,,tremores, salivação e morte.
Dérmica: Vermelhidão e prurido.
Inalatória: secreção nasal e ocular, as fêmeas apresentaram alopecia, postura
arqueada, andar anormal e letargia.
Diagnóstico 0 diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações
disponíveis. Além disso, deve-se realizar exame sanguíneo com a contagem de células
vermelhas no sangue, hemoglobina e/ou hernatócrito e metahemo lobina.
Tratamento Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos.
0 tratamento é sintomático e depende da via de exposição e sintomas.
Exposição oral: Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25
50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo
pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo
menos 15 minutos.
Exposição ocular. Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as
pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem contamine o outro•olho. Retire lentes
de contato quando for o caso.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Manter

internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas,
ADVERTENCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminacao, deverá estar protegida por luvas
e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicação O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite
quimica.
Efeitos Sinérgicos ‘Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substancias.
ATENÇÃO As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de
Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0109
Empresa: DuPont do Brasil S.A.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório Vide item Toxicocinética.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos Agudos:
• Dose Letal 50% (DL50) oral (camundongos): > 2000 mg/kg
• Dose Letal 50% (DL50) oral (ratos): > 550 mg/kg
• Dose Letal 50% (DL50) dermica (ratos): > 5000 mg/kg de peso corpOreo
• Concentração Letal 50% (CL50) inalatória (ratos): > 5,2 mg/L
• Irritação dérmica: irritação leve
• Irritação ocular: em estudos em animais foram observados efeitos reversíveis em ate 72 horas
• Sensibilização cutânea: não sensibilizante dérmico de contato.
Efeitos crônicos:
Em ratos o estudo crônico mostrou alopecia em fêmeas, redução da eficiência alimentar e anemia leve. Em estudo subcrônico foi observado redução na contagem de eritrócitos, hemoglobina, hematócrito; e aumento de volume corpuscular médio e contagem de reticulócitos.
• SINTOMAS DE ALARME: Em ,estudos com animais de experimentação expostos a uma alta dose do produto, através da via oral, observou-se dificuldade na respiração, incoordenação, hipoatividade, derrame ócular, hipotermia, tremores ou convulsões.
ATENCAO: As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as enfermidades de notificação compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGENCIAS PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS — Disque Intoxicação: 0800 580 1000

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE: PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( X ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação de abelhas.
• Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes à atividades aero agrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência 0800- 701 0109.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO² ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência a inseticidas, incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Quando inseticidas com um mesmo modo de ação são usados consecutivamente, no mesmo ciclo da cultura para controlar as mesmas pragas, populações tolerantes, de ocorrência natural, podem ser selecionadas, propagarem-se e tornarem-se dominantes na área.
Uma praga é considerada resistente a um inseticida se ela sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais.
O manejo da resistência pode ser feito através da utilização de várias estratégias. No que diz respeito ao controle químico, uma boa prática de manejo é a utilização de produtos com diferentes modos de ação. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a inseticidas.