Cabby 480 SC / Prize Flux
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Captana
Registro MAPA:
49025
Empresa Registrante:
Sharda |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Captana | 480 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Tratamento de Sementes
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Preventivo
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phytophthora infestans (Requeima) | veja aqui | |||
| Cebola | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Botrytis squamosa (Queima das pontas) | veja aqui | |||
| Peronospora destructor (Míldio) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) | veja aqui | |||
| Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Venturia inaequalis (Sarna da maçã) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum graminicola (Antracnose) | veja aqui | |||
| Fusarium moniliforme (Fusariose) | veja aqui | |||
| Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) | veja aqui | |||
| Stenocarpella maydis (Podridão branca da espiga) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Phytophthora infestans (Requeima) | veja aqui | |||
| Uva | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Elsinoë ampelina (Antracnose) | veja aqui | |||
| Plasmopara viticola (Míldio) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÕES DE USO:
PRIZE FLUX é um fungicida não sistêmico com ação preventiva à base do ingrediente ativo captana (480 g/L), do grupo químico dicarboximida, na formulação Suspensão Concentrada (SC), indicado para aplicação foliar para o controle de doenças fúngicas nas culturas da batata, cebola, maçã, tomate e uva e para tratamento de sementes das culturas de algodão, feijão, milho e soja.
MODO DE APLICAÇÃO:
PRIZE FLUXdeve ser aplicado através de pulverizadores costal manual ou pressurizado, pulverizador tratorizado convencional, ou aeronave agrícola, nas dosagens recomendadas para pulverização via foliar.
Manter a calda de pulverização sob agitação continua e o registro do pulverizador, fechado durante as paradas e manobras' com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Para tratamento de sementes deve ser utilizado equipamentos específicos, tais como tambor rotativo ou betoneira.
PULVERIZAÇÃO FOLIAR (via terrestre):
Equipamentos de aplicação:
Pulverizador tratorizado de barra equipado com bicos cônicos Teejet X2 ou X3, com um diâmetro de gotas de 50 a 200 micra, densidade de 50 a 70 gotas/cm2 e com pressão de 40 a 60 libras.
Outros equipamentos: procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da cultura. Condições climáticas: temperatura inferior a 27°C, umidade relativa do ar superior a 60%. Velocidade do vento: máximo 15 km/h.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Instruções para preparo da calda de pulverização (pulverização foliar):
Encher 3/4 do volume do tanque de pulverização com água e adicionar PRIZE FLUX, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
TRATAMENTO DE SEMENTES:
Aplicar produto na dose e diluição recomendada, distribuindo homogeneamente sobre as sementes.
Equipamentos de aplicação:
Tambor rotativo com eixo excêntrico, máquinas apropriadas para tratamento de sementes e o tratamento industrial de sementes.
Observar os critérios específicos de calibragem das respectivas máquinas a fim de proporcionar uma boa cobertura das sementes nas doses recomendadas.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade do produto na diluição recomendada, girar o mesmo algumas vezes e, em seguida colocar o restante do produto, girando novamente até que haja uma perfeita distribuição e cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para a semente e colocar o produto na diluição recomendada no reservatório, calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e proceder a semeadura.
Tratamento de Sementes Industrial (TSI):
Com equipamentos de tratamento de sementes por batelada ou lotes:
- Colocar um peso determinado de sementes.
- Adicionar o produto na diluição recomendada para este peso de sementes.
- Proceder â agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme do produto sobre as sementes durante um tempo de 1-2 minutos por batelada.
- Realizar um tratamento piloto (pequena quantidade) para avaliar a qualidade do tratamento com relação à liberação de poeira, determinação do ativo e recobrimento ou uniformidade do tratamento.
Equipamentos de tratamento de sementes com fluxo contínuo: seguir as instruções do fabricante.
- Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período de tempo.
- Regular o volume de calda recomendado para este peso de sementes, no mesmo período de tempo.
- Realizar um tratamento piloto (pequena quantidade) para avaliar a qualidade do tratamento com relação à liberação de poeira, determinação do ativo e recobrimento ou uniformidade do tratamento.
Volume de calda:
Algodão, feijão, milho e soja: diluir a dose recomendada até o volume máximo de 600 mL/100 kg de sementes;
Adicionar corante específico para tratamento de sementes ao PRIZE FLUX. O corante deve ser adicionado na água com o produto, misturando-se com as sementes que serão plantadas logo em seguida. O corante denominado Vermelho Sun, deve ser adicionado em água com o fungicida, misturandose com as sementes que serão plantadas Iogo em seguida.
Recomenda-se utilizar 15 mL de corante/100Kg sementes.
Instruções para preparo da calda de pulverização (tratamento de sementes):
Deve-se colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda.
Em seguida, adicionar, gradativamente, o volume requerido de água, para formar uma pré-mistura homogênea. Completar com a quantidade de água, diluindo a pré-mistura até atingir o volume de calda recomendado para cada cultura. É importante manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação durante o processo de tratamento de sementes.
Precauções para tratamento de sementes:
Evite o máximo possível o contato com as sementes tratadas. Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação.
Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas atividades que envolvam o tratamento das sementes.
Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepeIente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila para a aplicação do produto, manuseio e plantio das sementes tratadas.
Manutenção do equipamento de aplicação:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
Lavagem dos equipamentos de pulverização e de tratamento de sementes:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Somente utilizar as doses recomendadas.
- Seguir as recomendações da bula.
- Não aplicar o produto através de sistemas de irrigação, nem através de aeronaves agrícolas.
- Não aplicar o produto em dias nublados ou na probabilidade de ocorrência de chuvas e ventos fortes.
- Evitar aplicações via terrestre, sob condições de orvalho na cultura, aplicando somente após seu desaparecimento.
- As sementes tratadas destinam-se única e exclusivamente para o plantio, não podendo ser utilizadas para o consumo humano ou animal.
- É OBRIGATÓRIO O USO DE CORANTE PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam melhorar o equilíbrio do sistema.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M4 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponí- veis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).