Bula Campestre 240 SL - BRA
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Bula Campestre 240 SL

Picloram
14818
BRA

Composição

Picloram 388 g/L
Equivalente Ácido de Picloram 240 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Tipo: Bombona.
Material: PEAD(polietileno de alta densidade).
Capacidade: 20; 25; 50 L.
Tipo: Bombona.
Material: Polietileno.
Capacidade: 5; 10; 20; 25 L.
Tipo: Frasco.
Material: Polietileno.
Capacidade: 1; 5; 10 L.
Tipo: Stand-up pouch com tampa.
Material: Plástico.
Capacidade: 1.000 L.
Tipo: Tambor.
Material: Aço/Metálico/Plástico.
Capacidade: 200; 500 L.
Tipo: Tamborete.
Material: Metálico.
Capacidade: 200; 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO

CAMPESTRE 240 SL é um herbicida seletivo, sistêmico, do grupo químico do ácido piridinocarboxílico. na formulação Concentrado Solúvel (SL), que contém o ingrediente ativo pidoram, sal de trietanolamina, 388 g/L; equivalente ácido 240 g/L, indicado para o controle de plantas daninhas em pastagens.

INDICAÇÃOO DE USO

CAMPESTRE 240 SL é um herbicida indicado para o controle de plantas daninhas dicotiledôneas de porte arbóreo, arbustivo e sub-arbustivo em áreas de pastagens, especifíco para aplicações no toco, imediatamente após o corte da planta.

MODO DE APLICAÇÃO: CAMPESTRE 240 SL deve ser aplicado somente nas dosagens recomendadas. Diluir 1 a 2 L de CAMPESTRE 240 SL em 98 a 99 L de água. Roçada das plantas daninhas: - Roçar com foice a planta daninha a ser controlada o mais próximo possível do solo. - Em plantas daninhas com roçadas anteriores, faça o novo corte abaixo do engrossamento da raiz (nó) da última roçada. - Em caules mais grossos, rachar em cruz o toco cortado, para uma maior absorção do produto. Aplicação: Após realizada a roçada da planta daninha, aplicar o produto imediatamente após o corte, molhando-se bem todo o toco até atingir o ponto de escorrimento. No caso de rebrota de toco tratado, faça nova aplicação do produto na estação seguinte, até que se elimine completamente a planta daninha.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

CAMPESTRE 240 SL deve ser aplicado através de pulverizador costal manual. Tipo de bico: tipo cone, sem o core interno (jato cone cheio).

Aplicação terrestre: Utilizar um tambor de 200 litros. Encher o tambor com água limpa até metade. Adicionar 2 L do produto (dose 1%) ou 4 L (dose 2,0%). Completar com água até o volume total (200 L). Misturar bem. Volume de calda de aplicação: 200 L/ha. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservador. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Intervalo de segurança não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso seja necessário entrar antes deste período, utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula. Utilizar somente as doses recomendadas. Durante a aplicação do produto, evitar que a deriva atinja outras áreas e/ou culturas visando não causar danos em culturas sensíveis, tais como as culturas dicotiledôneas como algodão, batata, café, feijão, soja, tomate, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas hormonais. Não utilizar o equipamento de pulverização do produto para aplicação de outros produtos nas culturas sensíveis. Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto. Não adicione óleos ou adjuvantes a calda de aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex. controle cultural, biol6gico, etc.).

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.