Bula Canion - Adama

Bula Canion

acessos
Hexazinone
6413
Adama

Composição

Hexazinona 900 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Sistêmico, Seletivo, Pré-emergência, Pós-emergência

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Buva
(Conyza canadensis)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Milhã
(Digitaria ciliaris)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,3 a 0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. 150 dias. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, libre de torrões e restos de culturas. Para as aplicações em pós-emergência inicial as plantas infestantes devem estra com, no máximo, 4 folhas. Recomenda-se utilizar 0,5% de óleo mineral

- Saco externo com ou sem saquinho hodrossolúvel -
Aluminizado: 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 gramas de peso líquido.
- Saco externo com ou sem saquinho hodrossolúvel -
Plásticos: 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 gramas de peso líquido.
- Saco externo com ou sem saquinho hodrossolúvel -
Papel com revestimento interno plastificado ou aluminizado: 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 gramas de peso líquido.
- Caixa secundária -
Cartão ou de plástico: 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 gramas de peso líquido.
- Caixa Secundária -
Papelão ou de plástico: 5, 10, 15, 20 e 25 Kg de peso líquido.
- Frasco, pote, galão, balde ou bombona -
Plástico ou Metal: 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 gramas de peso líquido.
- Tambor -
Metálico ou de Plástico: 50, 100, 150 e 200 Kg de peso líquido.
- Big-bag -
Plástico estruturado: 100, 200, 500 e 1000 kg de peso líquido.
- Container/Retornável -
Metálico: 500, 1000, 5000, 10000, 1700, 1800 e 20000 kg de peso líquido.

MODO DE APLICACÃO

A aplicação do herbicida CANION poderá ser efetuada através de pulverização terrestre (manual ou tratorizada) e aeronaves agrícolas.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
O herbicida pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barra, equipado corn pontas do tipo leque jato piano, em volume de calda de 200L/ha, com pressão de trabalho variando conforme tipo de pulverizador e bicos utilizados. A altura da barra deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extinção esteja na mesma altura.
É necessária continua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento, evitando-se desperdícios e sobreposições das faixas de aplicação que podem duplicar a dose aplicada.

APLICAÇÃO AÉREA:
CANION pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo pontas do tipo cônicas D8, D 10 ou D12, proporcionando um volume de 30 a 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com tamanho de gotas médias a grossas, preferencialmente. Pode também ser aplicado com atomizadores rotativos Micronair ou semelhante.
Altura de vôo: 3 a 5 metros sobre o alvo.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
- Temperatura ambiente ate 30°C;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da regido, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

PREPARO DA CALDA:
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque ate 1/3 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar o produto, completando por fim o volume com água. Caso indicado óleo mineral, este deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.

1.5. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar.....................150 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
• As aplicações em cana-soca devem ser feitas após o enleiramento da palha.
• Não aplicar em solos arenosos com menos de 2% de matéria orgânica ou em qualquer solo com menos de 1% de matéria orgânica em cana planta.
• Para cana-planta, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio, para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim major seletividade à cultura e uniformidade de controle nas entrelinhas.
• Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injúria à cultura, especialmente se a aplicação for feita em solo seco.
• Não aplicar através de sistemas de irrigação.
• A aplicação do CANION em pós-emergência inicial em plantas que estão em estresse devido à estiagem prolongada, poderá reduzir a eficiência dos resultados.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado ( filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, Óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faca a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

- Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou corner.
- Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
- Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
- Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


INTOXICAÇÕES POR HEXAZINONA (HEXAZINONE)
- INFORMAÇÕES MÉDICAS -

Grupo Químico - Triazinona

Vias de Exposição - Oral, dérmica, ocular e inalatória.

Toxicocinética - Em estudos em ratos, a hexazinona foi prontamente absorvida após a exposição oral, e rapidamente metabolizada e excretada na urina e nas fezes. A taxa de absorção dérmica parece ser muito menor do que a absorção via exposição oral. As transformações metabólicas são limitadas à hidroxilação, desmetilação e oxidação, que tornam os metabólitos mais hidrosolúveis e aumentam a taxa de excreção pelos rins.
Tanto a excreção urinária (48h) quanto a fecal (72h) são rápidas. Menos do que 1% da hexazinona original foi detectada na urina e fezes; sendo encontrados quase que somente metabólitos. Não tem potencial de bioacumulação.
Exposições por períodos longos não diminuem o rápido metabolismo e eliminação.

Mecanismos de toxicidade - Há pouca informação disponível. Embora a hexazinona seja classificada como um herbicida pertencente ao grupo químico triazinona, a hexazinona é estruturalmente diferente e parece não compartilhar o mecanismo de toxicidade do grupo.

Sintomas e sinais clínicos - Hexazinona é pouco tóxica para mamíferos por via oral, inalatória, e
dérmica, mas pode causar sérios danos oculares. Pode causar:
Sinais e sintomas:
Dérmica - _ .
Ocular - É altamente irritante para os olhos. CORROSIVO.
Inalatória - Irritante, náuseas e vômitos.
Oral - Náuseas e vômitos.
Sistêmica - Em estudos com animais empregando-se doses muito elecadas, são frequentemente observados: lacrimejamento, salivação, tremores, vômito, ataxia, fraqueza, diarréia e freqência respiratória elevada e/ou dificuldade respiratória.
Exposição crônica: não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade, neurotoxicidade nem de efeitos endócrinos em humanos.

Diagnóstico - O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sintomas e sinais indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Dosagem de Hexazinona pode ser feita em amostras de sangue e urina, mas são de pouca relevância para o tratamento de emergência.

Tratamento - Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição oral:
*Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1.Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2.Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
*Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1h)
1.Dose: suspensão (240ml de água/30g de carvão). Dose: 25 a 100g em adultos, 25 a 50g em crianças de 1-12 anos e 1g/kg em < 1a;
*Não provocar vômito, se ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
*Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos. Manter internação por no mínimo 24horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com ß2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou solução salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: k .,
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto, usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Exigência da empresa: 0800 400 7505.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos (produto formulado):
• DL50oral em ratos: > 300 mg/Kg
• DL50dérmica em ratos: >2000 mg/Kg
• CL50dérmica em ratos: >2,008mg/L
• Irritação dérmica: levemente irritante.
• Irritação ocular: extremamente irritante. Sensibilização: não sensibilizante.

Efeitos crônicos: pode produzir diminuição do ganho de peso; alterações hematológicas, bioquímicas e nos níveis enzimáticos sanguíneos; aumento do peso do fígado e alterações hepáticas. Estudos em animais não demonstraram evidencias de mutagenicidade, carcinogenicidade, neurotoxicidade, imunotoxicidade, mas sim de genotoxicidade. Elevadas doses de hexazinona em ratas prenhas produziram efeitos no desenvolvimento, mas não a doses baixas.

PRECAUÇÕES RELATIVAS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada..
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Milenia Agrociências S.A. – Telefone de emergência: 0800111767 ou 08007071767.
- Utilize equipamentos de proteção individual – EPI (macacão, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem, a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operacao tres vezes;
- Inutilize a embalagem plastiea ou metalica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente_para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem RIGIDA NÃO-LAVÁVEL:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo o usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


Para embalagem FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÂO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, atÉ sua devolução pelo usuário , deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Para embalagens SECUNDARIAS (NÃO CONTAMINADAS)

ESTA EMBALAGEM NÄ0 PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RACICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação deste produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.


TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com os mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produdos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.