Bula Capri

acessos
2,4-D
1696
Adama

Composição

Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 868 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Pós-emergência
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1 a 1,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso em pré e pós emergência até 3 meses após o plantio ou corte. Pós emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso em pré e pós emergência até 3 meses após o plantio ou corte. Pós emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso em pré e pós emergência até 3 meses após o plantio ou corte. Pós emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso em pré e pós emergência até 3 meses após o plantio ou corte. Pós emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso em pré e pós emergência até 3 meses após o plantio ou corte. Pós emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 2,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso desde a fase de pré emergência até o milho atingir uma latura de 25 cm. Pós emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso desde a fase de pré emergência até o milho atingir uma latura de 25 cm. Pós emergência
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso desde a fase de pré emergência até o milho atingir uma latura de 25 cm. Pós emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso desde a fase de pré emergência até o milho atingir uma latura de 25 cm. Pós emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso desde a fase de pré emergência até o milho atingir uma latura de 25 cm. Pós emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso desde a fase de pré emergência até o milho atingir uma latura de 25 cm. Pós emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso desde a fase de pré emergência até o milho atingir uma latura de 25 cm. Pós emergência
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar, no máximo, uma aplicação durante cada safra da cultura. Intervalo de segurança não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Pós emergência

Garrafa plástica de 1 litro. Lata de folha de flandres de 1 e 5 litros. Bombona plástica de 5, 10, 20, 50 e 200 litros. Balde de aço de 20 litros. Tambor de aço de 50, 100 e 200 litros. Frasco plástico de 1L.

DOSES DE APLICAÇÃO (l/ha):

ARROZ IRRIGADO (PÓS-EMERGÊNCIA): 1,00-1,40 l/ha.

CANA-DE-AÇÚCAR (PÓS-EMERGÊNCIA): 1,50-2,00 l/ha.

CANA-DE-AÇÚCAR (PRÉ-EMERGÊNCIA Solos de Textura Média): 2,50 l/ha.

MILHO (PÓS-EMERGÊNCIA): 1,00-1,25 l/ha.

TRIGO (PÓS-EMERGÊNCIA): 1,00 l/ha.

MODO DE APLICAÇÃO: CAPRI deve ser diluído em água e aplicado por pulverização. O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras, bem como do equipamento utilizado.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Arroz: Aplicar em pós-emergência, em pleno perfilhamento da cultura até o estádio de segundo nó caulicular. Cana-de-açúcar: Pré-emergência: aplicar até 10 dias após o plantio, ou antes da rebrotação da soca. Pós-emergência: aplicar quando a cana tiver mais de 30 cm de altura. Milho: Aplicar em pós-emergência, em área total, com o milho até 4 folhas e as plantas daninhas em estádio inicial (de 4 a 6 folhas). Não utilizar plantas tratadas para alimentar animais até sete dias após a aplicação. Trigo: Aplicar em pós-emergência, na fase de perfilhamento, ou seja, a partir de 4 folhas até o primeiro nó visível.

INTERVALOS DE SEGURANÇA: Não especificado devido à modalidade de uso.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO: Uso exclusivamente agrícola. Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, principalmente nos casos de aplicação aérea, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, bananeiras. O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação e para milho, quando a aplicação é feita fora do período recomendado. O produto em contato com sementes inibe a sua germinação. CAPRI não deve ser misturado com adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto. Aplicar apenas sobre plantas daninhas em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer "stress" como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas. Todo equipamento usado para aplicar o CAPRI deve ser descontaminado antes de outro uso. Para uso na cultura do milho, verificar junto as empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D. Não aplicar em plantas daninhas com altura superior a 10 cm.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: O produto deve ser aplicado com equipamentos terrestres, como pulverizadores costais (manuais, pressurizados ou motorizados), tratorizados com barra ou através de aeronaves (avião ou helicóptero).

APLICAÇÃO TERRESTRE: Volume de calda: 200 a 400 l/ha. Bicos: tipo leque da série 80 ou 110. Pressão: 2,15 a 4,3 kg/cm2 (30 a 60 lb/pol2). Tamanho de gotas: 200 a 300 micra. Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm2.

APLICAÇÃO AÉREA: Volume de calda: 30 a 40 l/ha. Pressão: 15 a 30 lb/pol2. Tamanho de gotas: 200 a 400 micra. Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm2. Altura de vôo: 2,5 a 5,0 metros. Largura da faixa de deposição efetiva: 12 a 15 metros. Clima: ventos de no máximo 8 km/h. Bicos: D12-45. As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu impermeável de aba larga, luvas, óculos, botas e máscara protetora.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: CAPRI é absorvido pelas vias oral, dermal e inalatória. O 2,4 D distribui-se por todo corpo, não havendo evidências de efeitos cumulativos. Este composto praticamente não é transformado nos mamíferos, sendo excretado de forma praticamente inalterada principalmente na urina alguns dias após a exposição.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Os efeitos incluem hipersalivação, cólicas estomacais, vômitos e diarréia. Convulsões, depressão do SNC e confusão mental com dificuldades na fala também foram relatados. Foram observados ainda, miotonia seguida de fraqueza muscular, redução na atividade motora, ataxia e incoordenação seguida da perda de reflexos. Algumas pessoas podem apresentar hipotensão, aceleração no pulso e fibrilação ventricular. Exposições prolongadas podem levar a problemas no fígado e rins, além de edema pulmonar. Casos de intoxicação severa podem levar a coma e morte.

EFEITOS COLATERAIS: Descritos no item anterior.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo nariz e boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, avental impermeável e botas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, protetor ocular e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito, lave a boca do intoxicado e dê-lhe bastante água, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância por no mínimo 15 minutos e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure local arejado e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico, tratamento sintomático e de suporte, incluindo oxigenoterapia, quando necessário.

TRATAMENTO MÉDICO: Em caso de intoxicação oral efetuar lavagem gástrica, mesmo que o paciente tenha vomitado. As convulsões podem ser controladas pela administração de DIAZEPAM. Epinefrina e efedrina devem ser evitadas devido a uma possível fibrilação ventricular. Monitorar o ECG. Diurese alcalina forçada pode ser útil, uma vez que aumenta a excreção urinária de 2,4 D. Se ocorrer miotonia, quinidina poderá ser útil.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência: Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparen¬te (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni¬zadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação, pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas espontâneas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.