Bula Classic

acessos
Chlorimuron-ethyl
938801
Du Pont

Composição

Clorimurom-etílico 250 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Buva
(Conyza bonariensis)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Calopogônio
(Calopogonium mucunoides)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Catirina
(Hyptis lophanta)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Erva de touro
(Tridax procumbens)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Erva palha
(Blainvillea latifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Feijão de corda
(Vigna unguiculata)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Flor amarela
(Melampodium perfoliatum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
40 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS
Rabanete
(Raphanus sativus)
40 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. POS

Frascos metálicos, barricas e caixas/cartuchos de papelão de: 1, 2 e 5 kg. Frascos ou sacos de polietileno de: 60, 70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480, 500g e 1,2,5 kg. Sacos hidrossolúveis de: 60, 70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480 e 500g. Sacos aluminizados ou metalizados de: 60,70,80, 100, 150,200,240,250,300,320,400,480, 500g e 1,2, 5 kg (Estas embalagens poderão conter 1 ou mais sacos hidrossolúveis nas capacidades descritas acima). Cartuchos de papelão de 480 g (contendo 6 sacos hidrossolúveis de 80 g). Sacos de polietileno de 25 kg. Tambores metálicos de 50 kg. Embalagens "bib bag" de: 100, 200 e 400, 450, 500, 550 e 600 kg.

Modo de ação:
CLASSIC é um herbicida seletivo de ação sistêmica pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias, recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas largas na cultura da soja, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.

Aplicar as doses de 60 a 80 g/ha do produto formulado (15 a 20 g/ha do ingrediente ativo) em pós-emergência da soja e das plantas infestantes abaixo indicadas, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas daninhas em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações:
Carrapicho-rasteiro - Acanthospermum australe
Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum
Mentrasto - Ageratum conyzoides
Caruru - Amaranthus hybridus,
Caruru-roxo - Amaranthus viridis
Picão-preto - Bidens pilosa
Erva-palha - Blainvillea latifolia
Erva-quente - Spermacoce latifolia
Trapoeraba - Commelina benghalensis
Desmodio - Desmodium tortuosum
Picão-branco - Galinsoga parviflora
fazendeiro - Hyptis lophanta
Cheirosa - Hyptis suaveolens
Corda-de-viola - Ipomoea aristolochiaefolia
Estrelinha - Melampodium perfoliatum
Losna-branca - Parthenium hysterophorus
Nabo - Raphanus raphanistrum
Feijão-miúdo - Vigna unguiculata

Aplicar a dose de 80 g/ha do produto formulado (20 g/ha do ingrediente ativo) em pós-emergência da soja e das plantas infestantes no estádio de 2 a 4 folhas, indicadas abaixo:
Fedegoso-branco - Senna obtusifolia
Calopogônio - Calopogonium mucunoides
Leiteira - Euphorbia heterophylla
Falsa-serralha - Emilia sonchifolia
Erva-de-touro - Tridax procumbens

Aplicar a dose de 40 g/ha do produto formulado (10 g/ha do ingrediente ativo) em dessecação das seguintes plantas infestantes:
Nabo, nabiça - Raphanus sativus
Maria-mole - Senecio brasiliensis

OBSERVAÇÕES/LIMITAÇÕES DE USO:

ESTÁGIO DE APLICAÇÃO: aplicar a partir do 3º trifólio para a soja e quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6 folhas.

FITOTOXIDADE: nas doses recomendadas CLASSIC é seletivo a cultura da soja. Óleo Mineral emulsionável a 0,05% (50 ml/100 L de calda) deve ser adicionado à calda herbicida.
Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.
Aplicar no máximo 80 g/ha de CLASSIC por ciclo da cultura.
O controle de Euphorbia heterophyla, Spermacoce latifolia e Calopogonio mucunoides é verificado por uma paraçisação do seu crescimento sendo complementado pelo fechamento rápido (porte alto e rápido crescimento).
Nas aplicações para controle de Senna obtusifolia e Hyptis suaveolens, observar o estágio máximode 2º folha composta e 4 folhas, respectivamente. Melhores resultados são observados em cultivar de fechamento rápido (porte alto e rápido crescimento).
Após a aplicação na modalidade de manejo na dose de 40 g/h CLASSIC apresenta ação residual sobre as seguintes plantas daninhas: Picão preto (bidens pilosa), Leitera (euphorbia heterophyla), nabo (raphanus sativus), nabo (raphanus raphanistrum), rubim (leonorus sibiricus).
Não use restos da cultura tratada com CLASSIC para alimentação animal. Não aplicar CLASSIC em períodos de seca prolongada ou em condições de baixa umidade relativa do ar. Chuvas após 2 horas da aplicação não prejudicam o feito de CLASSIC.
Para rotação de cultura com a soja, observar o prazo de 60 dias após a plicação do CLASSIC para feijão, trigo, algodão e milho. Para outras culturas, realizar bio-ensaio antes do plantio em rotação.
Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior.

• MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Preparo da calda:

* Tratorizado:
Adicionar a quantidade recomendada de CLASSIC® no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionando em seguida óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/ 100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
* Aeronave:
Fazer uma pré-mistura em balde adicionando a quantidade recomendada de CLASSIC® e misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100 litros de água. Colocar água no reservatório (Hopper) da aeronave até atingir ¾ (75%) do volume desejado. Adicionar a pré-mistura de CLASSIC® e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada em reservatório separado.

Equipamentos de aplicação:
* Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda, via tratorizada; ou
400 a 600 L/ha de calda, via manual costal

Pressão de trabalho: 30 a 50 Lb/pol²

Tipos de ponta de pulverização: leque

Diâmetro de gotas: 180 a 200 µm

Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm².

Obs.: no caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas infestantes.

* Aplicação aérea:

CLASSIC® deve ser aplicado com um volume de calda de 20 a 40 litros/ha. Para um volume de aplicação de 20L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR - AU-5000-2), com altura de vôo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2-3 m (bicos cônicos), e largura da faixa de deposição efetiva de 13 m.

Para volumes de aplicação entre 30 e 40 litros/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas com barra equipada com bicos tipo cônico (D8 ou D10, core 44 a 46), com altura de vôo de 2-4 m, e largura da faixa de deposição efetiva de 13-15 m.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 25º C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo perdas por deriva e evaporação. Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados.

Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Recomendações para evitar a deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.

Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.

Tipo de bico: Use o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.

Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.

Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.

Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos.

Ventos O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente há indicação de um movimento vertical do ar.

• INTERVALO DE SEGURANÇA: 65 dias (soja)

• INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximandamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.

• LIMITAÇÕES DE USO:

* Estágio de aplicação: aplicar a partir do 3º trifólio para a soja, e quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6 folhas.

* Fitotoxicidade: nas doses recomendadas CLASSIC® é seletivo a cultura da soja. Óleo Mineral mulsionável a 0,05% (50 mL/100 litros de calda) deve ser adicionado à calda herbicida.

• Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.

* Aplicar no máximo 80 g/ha de CLASSIC® por ciclo da cultura.

* O controle de Euphorbia heterophylla, Spermacoce latifolia e Calopogonio mucunoides é verificado por uma paralisação do seu crescimento sendo complementado pelo fechamento da cultura. Melhores resultados são observados em cultivares de fechamento rápido (porte alto e rápido crescimento).

* Nas aplicações para controle de Senna obtusifolia e Hyptis suaveolens, observar o estágio máximo de 2ª folha composta e 4 folhas,
respectivamente. Melhores resultados são observados em cultivares de fechamento rápido (porte alto e rápido crescimento).

* Após aplicação na modalidade de dessecação nas doses de 40 a 80 g/ha (vide quadro acima), CLASSIC® apresenta ação residual sobre as seguintes plantas daninhas: Picão-preto (Bidens pilosa), Leiteira ou amendoim bravo (Euphorbia heterophylla, Nabo (Raphanus sativus), Nabo (Raphanus raphanistrum), Buva (Conyza bonariensis)

• Não use restos da cultura tratada com CLASSIC® para alimentação animal.

* Não aplicar CLASSIC® em períodos de seca prolongada ou em condições da baixa umidade relativa do ar. Chuvas após 2 horas da aplicação não prejudicam o efeito de CLASSIC®.

* Para rotação de cultura com a soja, observar o prazo de 60 dias após a aplicação do CLASSIC® para feijão, trigo, algodão e milho. Para outras culturas, realizar bio-ensaio antes do plantio em rotação.

* Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior.

CLASSIC® deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. A DuPont não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

PRECAUÇÕES GERAIS: Leia e siga as instruções contidas na bula. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Mantenha a embalagem longe do fogo.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual. Use luvas impermeáveis. Durante a manipulação e preparação da calda, use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, botas, avental impermeável e luvas impermeáveis e óculos ou protetor facial.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite a inalação ou aspiração do produto ou seu contato com a pele e olhos. Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto na presença de ventos. Não utilize equipamentos com vazamentos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Após a utilização do produto remova as roupas protetoras e tome banho. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado e em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Não reutilize a embalagem vazia. Obedeça ao intervalo de reentrada.

PRIMEIROS SOCORROS: SE INGERIDO: Em caso de ingestão acidental provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando o rótulo e a bula do produto. SE INALADO: Em caso de inalação procure local arejado e se houver sinais de intoxicação procure o médico, levando o rótulo e a bula do produto. CONTATO COM A PELE: Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão em abundância e se houver sinais de irritação procure um médico levando o rótulo e a bula do produto. CONTATO COM OS OLHOS: Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os com água em abundância e procure o médico, levando o rótulo e a bula do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Não são conhecidos sintomas típicos causados por intoxicação pelo produto. Em caso de ingestão, inalação, contato com os olhos e pele, proceder a um tratamento sintomático sob supervisão médica.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800-170 450.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: o produto é rapidamente metabolizado e excretado pela urina e fezes, com uma meia-vida biológica de cerca de 50 horas.

EFEITOS AGUDOS, CRÔNICOS E COLATERAIS: não têm sido constatada sintomatologia relacionada ao uso de Chlorimuron ethyl.

PRECAUÇOES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO A PROTEÇAO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe III). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é altamente móvel apresentando suto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, grupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto. Evite contaminação da água.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: Du Pont do Brasil S.A. - Telefone de emergência: 0800-701 0109. Utilize o equipamento de proteção individual -EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto desse modo não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótolo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminapa até atingir o solo não contaminado recolha esse material e cloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

•LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's
Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes intemas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou 'no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Casdo o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagem Padronizada - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagem Padronizada - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENTES E AFINS

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.

• O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
• Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
• Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.