Bula Cletodim CCAB 240 EC

acessos
Clethodim
11117
CCAB Agro

Composição

Clethodim 240 g/L Ciclohexenona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico, Pós-emergência
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 50 dias. Aplicar em pós-emergência
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Aplicar em pós-emergência
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Aplicar em pós-emergência
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 20 dias. Aplicar em pós-emergência

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 2,5; 5,0; 10; 15; 20; 50 L.

Tipo: Bombona
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 0,05; 0,07; 0,1; 0,2; 0,25; 0,35; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10; 15; 20; 50 L.

Tipo: Frasco
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 0,05; 0,07; 0,1; 0,2; 0,25; 0,35; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
CLETODIM CCAB 240 EC é um herbicida sistêmico e seletivo para as culturas do Algodão, Alho, Batata, Cebola, Cenoura, Feijão, Fumo, Mandioca, Melancia, Soja e Tomate. O produto é recomendado para controle de gramíneas em pós-emergência, conforme recomendação no quadro de Culturas/Plantas infestantes/Doses/Época de aplicação(Vide Bula).
Obs.: Adicionar óleo mineral à calda de pulverização, na concentração de 0,5 a 1,0% v/v. Utilizar as maiores doses sobre plantas infestantes em estádio de desenvolvimento mais avançado. Em aplicação aérea utilizar dose de 0,4 a 0,45 L/ha.

Aplicação única quando houver intensa germinação das gramíneas, não permitindo a competição com a cultura. O solo deve estar úmido. Não aplicar em períodos de seca prolongada.
Soja- para cultivares de ciclo curto e médio, realizar a aplicação após 21 a 28 dias da semeadura. Para cultivares de ciclo longo, aplicar após 21 a 40 dias da semeadura.

MODO DE APLICAÇÃO:
O CLETODIM CCAB 240 EC é aplicado na forma de pulverização, diluído em água, através de equipamentos terrestres ou aéreos.

Condições climáticas recomendadas durante a pulverização:
. Umidade relativa do ar acima de 55%
. Temperatura abaixo de 30°C
• Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h

Preparo da calda:
• De acordo com a cultura, o tamanho das plantas e o equipamento de pulveração, utilizar volume de calda, conforme a indicação de uso da bula;
. Verificar se os equipamentos estão limpos, descontaminados e funcionando normalmente;
• Encher parcialmente o tanque do pulverizador com 3/4 da quantidade de água necessária;
• Colocar a quantidade determinada do produto, conforme a indicação de uso da bula;
o Adicionar o óleo mineral à calda;
• Com o sistema de agitação ligado, colocar o restante da água no tanque do pulverizador;
• No caso de pulverizador costal, realizar o preparo em um balde próprio e exclusivo para esta finalidade, adicionando o produto na água, depois o óleo mineral e homogeneizando (não utilizar as mãos para realizar a mistura) a calda. Completar o tanque com a quantidade de água determinada.
. Preparar somente a quantidade de calda necessária à aplicação, a ser consumida numa mesma jornada de trabalho;
o Evitar a contaminação ambiental;
o Utilizar os EPIs (Equipamento de Proteção Individual) recomendados para o preparo da calda.

TERRESTRE
Utilizar pontas que proporcionem uma boa cobertura sobre as plantas infestantes conforme as recomendações do fabricante.

Pulverizador costal manual - utilizar volume de calda de 200 a 300L/ha.

Pulverizador tratorizado com barra - utilizar volume de calda entre 100 a 200L/ha.

AÉREA
O produto é aplicado através de aeronaves agrícolas, com um volume de calda de 30 a 5OL/ha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas da pulverização por influência dos vórtices.
Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 km/h porque ocorrerá o fenômeno de inversões térmicas, causando maior permanência das gotas no ar, contaminado o avião, bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição das gotas. Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes. O fator climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual
determinará uma maior ou menor deriva das gotas pelo vento.
Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação, deixando entre as faixas efetivas de aplicação, uma faixa de aproximadamente 2 m, como margem de segurança, pois a deriva cobrirá esta área.
OBS: assegurar que a pulverização ou a sua deriva não atinjam culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.

Gerenciamento de deriva
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possíveis para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e a cobertura das plantas. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicacões forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, umidade relativa do ar e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas:
• Volume - Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
• Pressão - Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quanto maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de bico - Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas em aplicação aérea:
o Número de bicos - Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
- Orientação dos bicos - Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
• Tipo de bico - Bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
- Comprimento da barra - O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
• Altura da barra - Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos.
- Ventos - O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 2 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.
OBS: As condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e Umidade: Aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores e reduzir o efeito da evaporação.

Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formada ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. Formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersada com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

LAVAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Tríplice Lavagem;
1. Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador;
2. Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
3. Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
4. Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
5. Faça esta operação 3 vezes;
6. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

CULTURA DIAS
Algodão 50
Alho 40
Batata 40
Cebola 40
Cenoura 40
Feijão 40
Fumo UNA
Mandioca 180
Melancia 20
Soja 60
Tomate 20
*UNA = Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: não utilizar o produto em condições onde culturas monocotiledôneas possam ser atingidas. Para as culturas indicadas o produto não causa fitotoxicidade. Em sojá pode ocorrer uma pequena redução no porte das plantas, em condições ambientais adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa.

RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Uso exclusivo agrícola.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
• Use protetor ocular: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a enibalaqem, faça de modo a evitar respinqos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas de borracha, máscara cobrindo o nariz e a boca, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Não aplique o produto contra o vento.
• Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.
• Use luvas de borracha, máscara apropriada, óculos ou viseira facial.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Não reutilize a embalagem vazia, destrua-a após realizar a tríplice lavagem.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho, troque e lave suas roupas, separadas das demais roupas.

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo ou receituário agronômico do produto.
Olhos: Lave-os com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo ou receituário agronômico do produto.
Pele: Lave com água e sabão em abundância, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo ou receituário agronômico do produto.
Inalação: Procure lugar arejado.
ANTÍDOTO: Não há antídoto específico para o produto.
SINTOMAS DE ALARME: Não se têm relatos. Não são conhecidos no ser humano.
TRATAMENTO MEDICO: Recorrer ao tratamento sintomático e lavagem estomacal, purgantes salmos, oxigênio e respiração artificial.

- INTOXICAÇÕES POR CLETODIM CCAB 240 EC -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Cíclohexariodionas
Classe toxicológica:[A ser definida]
Modo de ação: Sistêmico, pós-emergente
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Clethodim é moderadamente tóxico por via oral e praticamente não tóxico pela via dérmica ou inalatóría. (EXTOXNET, 1996).

Toxicocinética:Cletodim:
O cletodim é um herbicida rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal.
Aproximadamente 90% da dose administrada é absorvida. É rapidamente metabolizado e eliminado principalmente como metabóiitos sulfóxidos, aproximadamente 63%. Cerca de 87 - 93% é eliminado na urina, 9 -17% eliminado nas fezes e 0,5 - 1% é expirado como dióxido de carbono. Menos de 1 % do clethodim é eliminado inalterado.
Solvente Aromático:
Exercícios físicos aumentam a quantidade dos solventes absorvidos pelos pulmões. O produto passa ao sangue logo após a entrada no organismo. Em pessoas e animais de laboratório os solventes são quebrados em outros produtos químicos especialmente no fígado. Estes metabólitos deixam rapidamente o organismo, principalmente através da urina e também pelo ar expirado.

Mecanismos de Toxicidade: Não é conhecido o mecanismo de toxicidade em humanos.
Os herbicidas do grupo das ciclohexanodionas são inibidores da enzima Acetil Coenzima-A Carboxilase (ACCase) nas plantas, inibindo assim a síntese de ácidos graxos, que são constituintes dos lipídios das membranas de células e organelas. Esta enzima também é encontrada em prokariotes e mamíferos, entretanto, a ACCase em humanos não é sensível à ação das ciclohexanodionas (Shaner DL. 2003). A ACCase encontrada em parasitas como o Toxoplasma gondii é sensível à ação das ciclohexanodionas.
Solvente Aromático:
Resultados de estudos em animais indicam que estes produtos causam mudanças no fígado e efeitos deletérios nos rins, pulmões, coração e sistema nervoso.
Sintomas e Sinais Clínicos:
Cletodim:
Não são relatados sintomas de alarme em humanos, sendo recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se surgirem quaisquer sintomas.
Sinais e sintomas agudos:
Olhos: o produto é moderadamente irritante em contato com os olhos e produz visão borrada que pode durar por algumas semanas.
Pele: é levemente irritante em contato com a pele.
Inalação: inalação por spray pode causar irritação faríngeo e pulmonar produzindo tosse, dificuldade respiratória, rinorreia e dor.
Ingestão: pode acusar náusea, irritação gastrointestinal, vômitos e diarreia. Ingestão de 10 ml ou mais pode ser perigoso.
Efeitos retardados: clethodim em altas doses em animais levou ao aumento do tamanho do fígado, diminuição de peso corporal e anemia (EPA, 1997).
Evidências de malformações esqueléticas em animais, mas parecem ser improváveis em humanos (EXTONET, 1996).
Não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade ou mutagenicidade em humanos.

Solvente Aromático:
A intoxicação por ingestão maciça pode ser mortal, causando irritação gastrointestinal e diarreia, vômitos e dores abdominais. Ulcerações severas da mucosa podem ser vistas em caso de ingestão mássica. Se a mistura for aspirada, pneumonite química com opacidades flocosas nas áreas dos lóbulos mediano e inferior do pulmão direito, tosse, dispneia, febre, que regridem em 2 a 3 dias se não houver infecção secundária.
Sintomas após inalação: irritação da árvore respiratória. Na pele, tem efeito desidratante e desengordurante, provocando descamação e dermite. E irritante para os olhos e o trato respiratório. O efeito depressor sobre o SNC é consecutivo tanto à ingestão, como à inalação e a contaminação cutânea, e causa euforia, ataxia, cefaleias, vertigens e náuseas, seguidas de fadiga, incoordenação motora, tremores e confusão. Em um estado mais avançado, encontra-se coma e risco de morte. A síndrome psico-orgânica, reversível ou não, é um efeito tóxico crônico de misturas de solventes, entre os quais os derivados de petróleo. Associa efeitos neurológicos centrais do tipo distúrbios do sono, da concentração, da memória, da personalidade, irritabilidade, e até diminuição do desempenho intelectual.
Este quadro se vê em exposições prolongadas sem relação dose-efeito estabelecida e só são parcialmente reversíveis ao final da exposição. Anomalias do EEG e dos débitos sanguíneos cerebrais, podendo causar até atrofia cerebral.
Mulheres expostas mostraram aumento dos distúrbios do ciclo menstrual, menometrorragias e abortos espontâneos. Estudos mostraram um aumento significativo da frequência de câncer do pulmão e da próstata de sujeitos expostos há mais de 20 anos, assim como de linfomas de Hodgkin. A responsabilidade de cada solvente isoladamente não pode ser determinada a partir de um único estudo.
Diagnóstico : O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos na urina.

Tratamento: Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento sintomático e de prevenção de absorção:
A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados.
Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido à provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender especialmente medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.
Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Deverão ser controlados o estado de consciência, presença de anomalias do sistema nervoso periférico, ionograma sanguíneo, enzimas hepáticas, crase sanguínea e função renal. Verificar o histórico neurológico e estado nutricional (principalmente em relação à carência proteica e vitamínica) do paciente e investigar possibilidade de alcoolismo. Realizar eletrocardiograma por 4 a 6 horas após a exposição aguda. A remoção extracorpórea (diálise, hemoperfusão e diurese forçada) não são eficazes. Oxigenação e ventilação mecânica, se necessárias em caso de
taquicardia, administrar propanolol.

Contra -indicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar.

Efeitos Sinérgicos: Não se conhecem em humanos.

Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Atenção
TELEFONES DE EMERGÊNCIA da Empresa:
CCAB AGRO S.A - telefone de emergência: 3889-5600
SOS COTEC: 0800-011767 10800-7071767
Píanitox: 0800-70-10-450

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Não são conhecidos os mecanismos de ação, absorção e excreção no homem. Estudos de absorção e excreção realizados com animais demonstraram que o produto após a sua administração oral é rapidamente absorvido pelo trato gastro intestinal. A excreção é rápida, 94 a 98% da dose administrada foi excretada dentro de 48 horas após o tratamento, principalmente pela urina (87-93%) e em menor quantidade pelas fezes (9-17%) e como dióxido de carbono (0,5— 1%), não apresentando evidências de acúmulo no organismo.

Efeitos Agudos:
Estudos agudos efetuados com o produto formulado em animais indicam uma DL50 oral para ratos fêmeas de 5000 mg/kg e uma DL50 dérmica para ratos machos e fêmeas como maior que 2000 mg/kg. Os principais sintomas de intoxicação aguda nos animais tratados foram: piloereção, cifose e apatia leve.
O produto poderá ser irritante aos olhos. Em testes realizados em coelhos, observou-se severa irritação da conjuntiva persistindo até 14 dias da administração.
Estudos de longo prazo (crônicos) feitos em animais não demonstraram efeitos adversos significativos, a não ser, principais alterações observadas em camundongos como hipertrofia e um aumento dos pigmentos nas células hepáticas nas doses mais elevadas. Em ratos foi observado um aumento no peso do fígado somente nas fêmeas no grupo de dose mais elevada. Os machos não apresentaram alterações patológicas

Efeitos Colaterais:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto na sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter o piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A. - Telefone de emergência (11) 3889-5600.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
- Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d' água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

a) Tríplice lavagem (Lavagem Manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

b) Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizados;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfura

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita, por incineração em fornos rotativos/câmara de combustão a 1.200°C, por um tempo de até 30 minutos até a sua completa combustão.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual ou mecânico, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de manejo integrado de plantas daninhas, quando disponível.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.