Bula Clipper Sinon

acessos
Clorimurom-etílico
4214
Sinon

Composição

Clorimurom-etílico 250 g/kg Sulfoniluréias

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas indicadas na fase de 2 a 6 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
50 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas indicadas na fase de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
50 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas indicadas na fase de 2 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas indicadas na fase de 2 a 6 folhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
40 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 2 a 8 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
40 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 2 a 8 folhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
40 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 2 a 8 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
40 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 2 a 8 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
40 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 65 dias. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 2 a 8 folhas
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas na fase de 4 folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha - Único. 65 dias. Pós-emergência da cultura a partir do 3º trifólio e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha - Único. 65 dias. Pós-emergência da cultura a partir do 3º trifólio e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha - Único. 65 dias. Pós-emergência da cultura a partir do 3º trifólio e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha - Único. 65 dias. Pós-emergência da cultura a partir do 3º trifólio e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha - Único. 65 dias. Pós-emergência da cultura a partir do 3º trifólio e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha - Único. 65 dias. Pós-emergência da cultura a partir do 3º trifólio e pós-emergência inicial das plantas infestantes

Frascos metálicos, barricas e caixas/cartuchos de papelão de: 1, 2 e 5 kg. Frascos ou sacos de polietileno de: 60, 70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480, 500g e 1,2,5 kg. Sacos hidrossoliáveis de: 60, 70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480 e 500g. Sacos aluminizados ou metalizados de: 60,70,80, 100, 150,200,240,250,300,320,400,480, 500g e 1,2, 5 kg (Estas embalagens poderão conter 1 ou mais sacos hidrossoliáveis nas capacidades descritas
acima). Cartuchos de papelão de 480 g (contendo 6 sacos hidrossoliáveis de 80 g). Sacos de polietileno de 25 kg. Tambores metálicos de 50 kg. Embalagens "bib bag" de: 100, 200 e 400, 450, 500, 550 e 600 kg.

MODO DE APLICAÇÃO:
Tratorizado: Adicionar a quantidade recomendada de CLORIMURON SINON no tanque pulverizador com 1/4 (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionando em seguida óleo mineral emulsionável na dose de 50mI/100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação: A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a
formação de depósito no fundo do tanque pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda, via tratorizada ou 400 a 600 L/ha de calda, via manual costal.
Pressão de trabalho: 30 a 50Lb/pol2.
ipo de ponta de pulverização: leque. Diâmetro de gotas: 180 a 200 pm
Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm2.
Obs.: no caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas infestantes.
1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA: Soja 65 dias
1.6 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada sobre as plantas esteja seca.
1.7 LIMITAÇÕES DE USO:
O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme as recomendações de uso.
Devido ser altamente fitotóxico, ao atingir plantas que não se deseja controlar pode provocar danos irreversíveis.
Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com Vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros . socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utdizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR CLORIMUROM SINON —
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Sulfoniluréia
Vias de
exposição Oral, dérnnica, ocular e inalatória.
Toxicocinética Os compostos sulfoniluréicos são pouco absorvidos através do trato gastrintestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos ocorre por processo de hidroxilação no anel aromático, desalquilação e conjugação com substâncias endrógenos especialmente com o ácido uridino difosfato glicurônico (UDPGA) e 3-fosfoadenosina-5-fosfossulfato (PAPS). Em grande proporção, são excretados sob a forma inalterada.
Mecanismos
de toxicidade Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e
sinais clínicos Exposição Aguda: há poucos relatos de intoxicação aguda em humanos. Em
animais produziu:
Sinais e sintomas
Irritação leve; não foi sensibilizante
Dérmica
Ocular Irritação leve
!natatória Irritação
Oral Náusea, vômito e diarréia.
Sistêmica Após ingestão de grandes quantidades do produto, pode ocorrer metahemoglobinemia (depressão do SNC e hipoxemia, cianose não responsiva à terapia de oxigênio), alterações hepáticas e no sistema imune.
Exposição crônica: podem ocorrer alterações do metabolismo proteico, moderado
enfisema, perda de peso, irritação das membranas das mucosas respiratórias, com tosse e dificuldade respiratória.
Outros
componentes SILICATO DE ALUMINIO: é uma substância fisiologicamente inerte. Pela sua capacidade obstipante pode causar problemas intestinais como obstrução, se ingerido em grandes quantidades. Em contato com mucosas pode ser irritante. Na exposição crônica, devido a que contém grandes quantidades de sílica livre pode provocar problemas respiratórios como pneumoconiose. ,
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
• Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.
Tratamento O tratamento para uréias substituídas em geral é como segue:
Antídoto: não há antídoto específico.
• Em caso de Metahemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de
Azul de Metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos.
Doses adicionais podem ser necessárias.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte
Exposição Oral
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h) 1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 o de carváo). Dose: 25 a 100 o em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
• Não provocar vômito, se ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Fluidos intravenosos e monitorização de oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc
• Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. e
Expósição Inalatória Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com 32-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou solução salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular inalatório com o produto.
CONTRA-
INDICAÇÕES A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneu monite química.
O uso do azul de metileno para hipóxia esta contra-indicado em pacientes que possuem deficiência da glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD).
Efeitos
sinérgicos Não relatados em humanos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa 08000141149
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos para Animais de Laboratório (produto formulado): preencher com dados do PF.
• DL50oral em ratos: > 2000 mg/Kg
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
• CL50dérmica em ratos: > 3,368 mg/L de ar
• Irritação dérmica: não irritante.
• Irritação ocular: pouco irritante.
• Sensibilização: não sensibilizante.
Efeitos crônicos: em ratos houve diminuição do ganho de peso e alterações hepáticas; em cães, leve anemia hemolítica. presença de pigmento anormal, aumento da eritropoiese, hemossiderose esplênica e atrofia do timo e próstata. Não há evidências de carcinogênese, efeitos endócrinos, reprodutivos ou sobre o desenvolvimento até o momento.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
x Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para algas.
- Evite contaminação ambiental — Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA. - telefone de Emergência: Toxiclin 0800 0141 149.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;
• Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ,
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em loca coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone 51 3023 8181 para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

O uso contínuo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.