Bula Clorimuron Master Nortox

acessos
Chlorimuron-ethyl
902
Nortox

Composição

Clorimurom-etílico 250 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não Classificado
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas entre 10 a 12 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Picão preto
(Bidens pilosa)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento, predominando de 4 a 6 folhas definitivas para Biden pilosa. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 a 8 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 6 a 10 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 a 8 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
40 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Picão preto
(Bidens pilosa)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de até 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 2 folhas até o início do florescimento. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. UNA Aplicar em pós-emergência nas estrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, no estádio de 4 folhas. Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 L de água ou 500 a 1500 mL/ha)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 3 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 3 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 3 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 3 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na fase inicial de cresimento (até 4 folhas). Recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,05% v/v como adjuvante (50 mL/100 L de água ou 50 a 150 mL/ha)

Sacos alumizado de 300 g (contendo 3 sacos hidrossolúveis ou não de 100 g cada ou 6 sacos hidrossolúveis ou não de 50 g); caixa papelão com 14,4 kg contendo 12 embalagens de 1,2 kg (4 sacos de 300 g); Bombona plástico com 7 e 15 kg

MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado quando as plantas daninhas apresentarem um bom desenvolvimento vegetativo, evitando período de estiagem prolongada, respeitando as condições de velocidade do vento inferior a 10 Km/hora, temperatura menor que 25°C e umidade relativa do ar superior a 60 %.
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do herbicida CLORIMURON MASTER NORTOX em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água e aplique de imediato sobre o alvo biológico.
Para se obter uma distribuição uniforme de CLORIMURON MASTER NORTOX, recomenda-se utilizar pulverizadores de barra, equipados com bicos de jato em leque, com angulo 80° ou 110°. Os bicos regulados que proporcionem densidade de 20 gotas / cm2 com tamanho de 200 a 400 micra. O volume de aplicação é de 100 a 300 litros de calda por hectare. Em aplicações aéreas deve-se obedecer vazões entre 30 a 50 L/ha de calda e observar ventos de até 10 km/hora. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
1.7 - INTERVALO DE SEGURANÇA: Café, Citros e Soja: 65dias
Eucalipto e Pinus: Uso não alimentar (UNA)
1.8 - INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Mantenha afastadas das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 24 horas após a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Não há evidência de fitotoxicidade para a cultura da soja quando usada as doses recomendadas a partir do estádio de 3° trifólio, no entanto pode ocorrer leve clorose nas folhas apicais, sem prejuízo para a produtividade;
• O produto necessita de 2 horas sem chuva após a aplicação para não ter seu efeito reduzido por lavagem do produto.
• Não aplicar o produto em períodos de estiagem prolongada, nas horas mais quentes e com umidade relativa inferior a 60%.
• Aguardar o prazo de 60 dias após a aplicação do CLORIMURON MASTER NORTOX para o plantio de trigo, feijão, algodão e milho.

-DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

-PRECAUÇÕES GERAIS
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio;
-Antes de utilizar os equipamentos de aplicação, verifique seu estado de conservação. Não use equipamentos com vazamentos ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas;
-Uso exclusivamente agrícola;
-Não transporte este agrotóxico junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
-Não use equipamentos de proteção individual (EPI) danificados;
-Use todos os EPI que estão qualificados neste rótulo/bula.

- PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
-Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
-Para usar este agrotóxico (carga e descarga de embalagens cheias fechadas, abertura de embalagens, manipulação de embalagens em uso, preparação e manuseio da calda, aplicação do agrotóxico, na reentrada de pessoa na área tratada antes do término do intervalo de reentrada, armazenagem do agrotóxico, descarte da embalagem, limpeza e manutenção dos equipamentos de aplicação, lavagem dos EPI contaminados) use todos os EPI recomendados;
-Na carga e descarga de embalagens cheias fechadas use: macacão com mangas compridas, avental, luvas e botas impermeáveis.
-Na abertura de embalagens, manipulação de embalagens em uso, preparação e manuseio da calda, armazenagem do agrotóxico, descarte de embalagens vazias use: macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores ou viseira facial,respirador com filtro combinado: mecânico P2 mais filtro para vapores orgânicos Classe 1.

- PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Na aplicação use: macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores ou viseira facial, capuz ou chapéu, respirador com filtro combinado: mecânico P2 mais filtro para vapores orgânicos Classe 1.

- PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
-Evite o máximo o contato com a área já aplicada peloagrotóxico até o término do intervalo de reentrada;
-Não entre na área tratada até que a calda de pulverização se apresente totalmente seca pois há graves riscos de intoxicação;
- Caso necessite entrar na área tratada antes do término do intervalo de reentrada use: macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores ou viseira facial, capuz ou chapéu, respirador com filtro combinado: mecânico P2 mais filtro para vapores orgânicos Classe 1.
-Não reutilize a embalagem do agrotóxico para outros fins;
- Mantenha o restante do agrotóxico, de preferência em sua embalagem original, adequadamente fechado, guardado em local apropriado, longe do alcance de crianças e animais domésticos;
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do agrotóxico. Na limpeza e manutenção de equipamentos de aplicação contaminados use: macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores ou viseira facialresNd4g. com filtro combinado: mecânico P2 mais filtro para vapores orgânicos Classe 1.
- Troque imediatamente após a aplicação todos os EPI contaminados e lave-os separadamente das demais roupas da família. Na lavagem dos EPI contaminados use: macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis.

- PRIMEIROS SOCORROS INGESTÃO: não provoque vômito, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula, ou o receituário agronômico do produto.
OLHOS: lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto.
PELE: lave-a com água e sabão neutro em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: procure local arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronómico do produto.

- TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA
O tratamento deve ser instituído a critério médico e envolve a lavagem gástrica e ahigienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).

- ANTÍDOTO
A critério médico, utilizar antídotos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o carvão ativado (adsorção digestiva) e purgativos salinos (catarse).

- MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO Intoxicação: oral, dérmica e respiratória durante a aplicação ou ingestão acidental.
Excreção : estudos com animais de laboratórios (ratos), dão conta de que a excreção da radioatividade na urina e fezes foi rápida, com uma meia vida biológica de aproximadamente 50 horas sob todas as condições de dosagem. Quantidades aproximadamente iguais deClorimuron-etil foram excretadas na urina e fezes. A retenção de somente 2 a 3% da radioatividade administrada após 168 horas, indica que a excreção é a rota primária de eliminação e que a incorporação do Clorimuron-etil ou de seus metabólitos nos tecidos é insignificante.

- EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS
Efeitos agudos: estudos de toxicidade aguda com animais de laboratório com esteagrotóxico ou seja o produto formulado, apresentou DL50 aguda oral e dérmica acima de 2000 mg/kg. Os animais submetidos à administração do produto não apresentaram, morte, sintomas clínicos, lesões e nenhuma alteração clínica digna de nota após a exposição. O produto produzkeritema e edema fraco o que o classifica como levemente irritante para a pele. Quanto a irritabilidade para os olhos dos animais, o produto não foi irritante.

Efeitos crônicos: em estudos de toxicidade crônica com animais de laboratório, o ingrediente ativo deste agrotóxico, administrado em diversas doses a camundongos, ratos e cães, em vários experimentos, foi possível o estabelecimento da dose de não efeito tóxico observado aos níveis de 125 ppm para camundongos e de 250 ppm para ratos e cães.
Não ocorreram efeitos toxicológicos importantes ou sinais clínicos de laboratório relacionados ao composto, bem como, no peso dos órgãos, sinais macroscópicos, ou sinais histológicos não neoplásicos.
Não há casos conhecidos ou relatados de intoxicação aguda e crônica envolvendo seres com a formulação.

- EFEITOS COLATERAIS
Por não ser o agrotóxico de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais

- TELEFONE DE EMERGÊNCIA
- Centro de Controle de Intoxicações - Londrina - PR : (0xx43) 371-2244

- DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo IBAMA)

- DADOS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS
• GARANTIA: NORTOX S.A. garante as propriedades físicas e químicas de seus produtos e o teor de substância ativa indicada no rótulo e bula, devidamente registrada no Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Uma vez que a manipulação e a aplicação do produto estão fora de seu alcance, a NORTOX não assume qualquer outra responsabilidade por danos e prejuízos decorrentes do mau uso do mesmo e/ou por condições adversas.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

-PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
-Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposiçôes constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser iso e alimentos, bebidas,
rações ou outrís materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a empresa NORTOX S/A., pelo telefone de emergência: (OXX) 43 274-8585.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeavel, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
-Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
.Piso pavimentado: recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado
e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água;
.Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
.Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, econtate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 , PÓ QUÍMICO, ETC, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
oqual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado a nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Obs.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo ae operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENTES E AFINS:
O transporte de agrotóxicos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser tran ados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- DADOS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO OU DO DISTRITO FEDERAL

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.