Publicidade

Cosavet/Enxofre 800 SML CI

Geral
Nome Técnico:
Enxofre
Registro MAPA:
16720
Empresa Registrante:
SML
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Enxofre (Sulfur) 800 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Acaricida, Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Contato
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Abóbora Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) veja aqui
Abobrinha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) veja aqui
Açaí Recomendação Dosagem Produtos Similares
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) veja aqui
Azeitona / Oliveira Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Banana Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra) veja aqui
Café Recomendação Dosagem Produtos Similares
Oligonychus ilicis (Ácaro vermelho) veja aqui
Castanha-do-Pará Recomendação Dosagem Produtos Similares
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) veja aqui
Coco Recomendação Dosagem Produtos Similares
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) veja aqui
Dendê Recomendação Dosagem Produtos Similares
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) veja aqui
Goiaba Recomendação Dosagem Produtos Similares
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) veja aqui
Lichia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Aceria litchii (Ácaro da erinose da lichia) veja aqui
Maçã Recomendação Dosagem Produtos Similares
Podosphaera leucotricha (Oídio) veja aqui
Macadâmia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) veja aqui
Manga Recomendação Dosagem Produtos Similares
Oidium mangiferae (Oídio) veja aqui
Pepino Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) veja aqui
Pinhão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) veja aqui
Pupunha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) veja aqui
Soja Recomendação Dosagem Produtos Similares
Microsphaera diffusa (Oídio) veja aqui
Trigo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) veja aqui
Uva Recomendação Dosagem Produtos Similares
Uncinula necator (Oídio) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 1, 5, 20 e 25 KG

INSTRUÇÕES DE USO: COSAVET; ENXOFRE 800 SML é uma formulação de grânulos dispersíveis em água, devendo ser aplicado por pulverização. Caracteriza-se por proporcionar uma rápida ação inicial e curta persistência. É efetivo contra diversas espécies de ácaros e contra fungos patogênicos de desenvolvimento externo, também apresenta efeito desalojante sobre pragas de difícil atingimento, conforme a bula.

EFEITO DESALOJANTE:

O COSAVET; ENXOFRE 800 SML é um produto que possui efeito desalojante, por conta da liberação de gases sulfídricos, ocasionados pela reação do ingrediente ativo com o ar. Esses gases são irritantes para os insetos, resultando em maior locomoção dos mesmos, levando-os a abandonar seus locais de origem e a entrar em contato mais rapidamente com o inseticida aplicado. A utilização de COSAVET; ENXOFRE 800 SML promove o controle das pragas pelos inseticidas recomendados, quando inserido em um programa de manejo adequado.
Em diversos ensaios conduzidos no Brasil, foi constatado que a aplicação conjunta do COSAVET; ENXOFRE 800 SML com inseticidas, resultou em um aumento na produção de mais de 6%.
Em diversas pesquisas no Brasil e no mundo, foi notado que o produto COSAVET; ENXOFRE 800 SML aumenta a mobilidade das pragas, intensificando a ação dos inseticidas recomendados para o controle de Bicudo (Anthonomus grandis) na cultura do algodão e da Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) na cultura do milho, quando utilizado conforme as instruções descritas nesta bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Abacate, abacaxi, anonáceas, cacau, cupuaçu, guaraná, lichia, manga, maracujá e romã:
Para controle de oídio, aplique preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaros, trate no início da infestação. Repita a aplicação conforme a necessidade.
Abóbora e abobrinha:
Iniciar as aplicações preventivamente ou no início da infecção. As Cucurbitáceas são geralmente sensíveis ao enxofre, especialmente em temperaturas elevadas. Não aplicar quando a temperatura excede 25 °C. Repita a aplicação conforme a necessidade.
Açaí, castanha-do-pará, coco, dendê, macadâmia, pinhão e pupunha:
Ácaro da necrose: Realize a inspeção dos frutos, folhas e ramos, focando principalmente na parte externa da planta. Aplique o tratamento quando 10% ou mais das áreas inspecionadas mostrarem a presença de 20 ou mais ácaros por cm2. Repita a aplicação conforme a necessidade.
Azeitona, goiaba e morango:
Ácaros: Para o controle de ácaros, tratar no início da infestação. Repita a aplicação conforme a necessidade.
Banana:
Inicie as aplicações preventivamente. Realize no máximo 5 aplicações com intervalos de 14 dias entre elas. Aumente o número de aplicações e a dose conforme as condições meteorológicas favorecerem o desenvolvimento da doença. Respeite o intervalo de segurança.
Para melhor eficiência do produto recomenda-se a utilização de óleo mineral com sulfonação mínima de 90% e surfactante foliar. Adicionar a dose de COSAVET; ENXOFRE 800 SML recomendada em bula + 5 L de óleo mineral de uso agrícola + surfactante foliar de acordo com as recomendações do fabricante.
Café:
Tratar no início do ataque antes do aparecimento dos sintomas. Se a praga já estiver presente em população alta, usar a dose maior. Monitorar após a aplicação e em caso de reinfestação reaplicar com intervalo de 15 a 21 dias.
Caju:
Para controle de oídio-do-cajueiro, pulverize as plantas preventivamente no início da brotação para evitar que a inflorescência seja infectada pela doença, repetindo com intervalos de 7 a 15 dias até completa formação dos frutos, intervalos menores em condições ambientais favoráveis na presença de muitas fontes de inóculos. Não associe óleos minerais ao produto ou à calda de pulverização. Mexa a calda constantemente e utilize-a no mesmo dia da preparação.
Citros:
Realize inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e 15 dias no inverno. Observe frutos, folhas e ramos, utilizando uma lupa com 10 a 12 aumentos. Trate os talhões com níveis de infestação como os indicados, imediatamente após a constatação:
Ácaro-da-falsa-ferrugem: inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm2. Ácaro-da-Ieprose: inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte interna da planta. Quando 5% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm2, efetuar o tratamento.
Ácaro-branco: inspecionar frutos, folhas e ramos e, uma vez constatada a presença do ácaro, efetuar o tratamento. Não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos.
Feijão:
Para controle de oídio, trate preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaros, trate somente quando observada a presença dos mesmos. Repita a aplicação conforme a necessidade.
Maçã:
Para controle de oídio, trate preventivamente ou no início da infecção.
No período de dormência aplicar, 600 g do produto comercial/100 L de água (480 g de i.a./100 L de água). Após a quebra de dormência, aplicar 300 g do produto comercial/100 L de água (240 g de i.a./100 L de água). Em variedades sensíveis ao enxofre, não aplicar durante o desenvolvimento dos frutos, pois poderá causar Russeting.
Mamão:
Para controle de oídio trate preventivamente ou no início da infecção, para o controle de ácaro- branco, tratar no início da infestação. Repita a aplicação conforme a necessidade.
Melancia e Melão:
Para o controle de ácaros e oídio: Realizar inspeções periódicas quanto a presença inicial dos mesmos, uma vez constatada a presença e em condições favoráveis, efetuar o tratamento em intervalos de 7 a 10 dias. COSAVET; ENXOFRE 800 SML deve ser utilizado no manejo de ácaros e oídios como complementação a acaricidas específicos ou fungicidas específicos para controle de oídios. Dependendo de sintomas de bronzeamento das plantas que podem ser causadas pelo enxofre, os tratamentos devem ser em torno de 1 a 4 aplicações. Não aplicar em variedades sensíveis ao produto. Não aplicar durante o período de floração. Não aplicar em temperaturas acima de 30º C.
Pepino:
Realize as aplicações preventivamente ou no início da infecção. As Cucurbitáceas são geralmente sensíveis ao enxofre, especialmente em temperaturas elevadas. Não aplicar quando a temperatura exceder 25 °C. Repita a aplicação conforme a necessidade.
Pêssego:
Para controle de podridão-parda, trate preventivamente ou no início da infecção.
Ácaros: Para o controle de ácaros, trate no início da infestação. Repita a aplicação conforme a necessidade. Oídio: Para controle de oídio, trate preventivamente ou no início da infecção.
No período de dormência, aplicar 600 g do produto comercial/100 L de água (480 g de i.a./100 L de água). Após a quebra de dormência, aplicar 300 g do produto comercial/100 L de água (240 g de i.a./100 L de água). Repita a aplicação conforme a necessidade.
Soja:
Realizar a aplicação no início dos sintomas, evitar aplicações após o estádio fenológico R6 (final de enchimento de vagens).
Trigo:
Tratar no início da infecção. Repita a aplicação conforme a necessidade.
Uva:
Oídio: Em temperaturas elevadas, reduzir a dose para 200 g/100 L de água (160 g de i.a./100 L água). Em variedades sensíveis ao oídio, efetuar um tratamento quando a brotação atingir 20 a 25 cm de comprimento. Repita a aplicação sempre que ocorrer o início da infecção.

MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve utilizar Equipamento de Proteção Individual (EPI) apropriado para essa finalidade.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador, preenchendo pelo menos 3/4 de sua capacidade ou até que atinja a altura do agitador (ou retorno). Com a agitação ligada, adicione lentamente a quantidade recomendada do produto, mantendo a agitação constante durante todo o processo. A aplicação da calda deve ser feita no mesmo dia de sua preparação.
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos Dispersíveis em Água) é essencial adicionar o produto lentamente no tanque do pulverizador, sempre sob agitação constante, ou pré dissolvidos em recipiente adequado.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Aplicação Terrestre: Seguir as recomendações abaixo para uma aplicação adequada.
Equipamento de aplicação:
Ao aplicar o produto, siga rigorosamente as recomendações da bula. Utilize um equipamento de pulverização equipado com barras adequadas, ajuste o equipamento de aplicação para garantir uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evite sobreposições ou falhas entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia adequada.
Seleção de pontas de pulverização:
A escolha correta da ponta é crucial para obter uma boa cobertura do alvo e reduzir a deriva. Pontas que geram gotas finas aumentam o risco de deriva e perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Desta forma, selecione pontas que proporcionem uma cobertura adequada e produzam gotas de tamanho médio (M) conforme a norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Velocidade do equipamento:
Escolha uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Ajuste o volume de aplicação e a pressão de trabalho conforme necessário. Geralmente, aplicar em velocidades mais baixas resulta em uma cobertura e deposição da calda na área alvo mais eficazes.
Pressão de trabalho:
Sempre seguir as orientações do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, pressões de trabalho mais baixas resultam em gotas maiores. Quando for necessário aumentar o volume de aplicação, é preferível escolher pontas que permitam maior vazão (com orifícios maiores) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, garantir que os parâmetros estejam configurados conforme as recomendações de uso.
Altura de barras de pulverização:
A barra deve ser posicionada a uma distância adequada do alvo, conforme recomendado pelo fabricante do equipamento e das pontas, levando em consideração o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo, maior será a exposição das gotas às condições ambientais adversas, resultando em perdas devido à evaporação e ao transporte pelo vento.
Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Em citricultura, para o controle do Ácaro-da-falsa-ferrugem e do Ácaro-branco, utilizar o equipamento turboatomizador. Para o controle do Ácaro-da-leprose, utilizar o equipamento tipo pistola. Estas aplicações devem atingir muito bem a parte externa e interna das plantas. Em outras frutíferas, utilizar o equipamento turboatomizador, molhando bem as plantas, ou utilizar pulverizadores costais, manuais ou motorizados.

Aplicação Aérea: É permitida a aplicação aérea desse produto somente para a cultura da soja, seguindo as seguintes recomendações:
Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves equipadas com barras apropriadas. Durante a aplicação do produto, seguir rigorosamente as recomendações da bula. Ajustar o equipamento de aplicação para garantir uma distribuição uniforme da solução e uma cobertura eficaz do alvo desejado. Evitar sobreposições ou falhas entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
Seleção de pontas de pulverização:
A escolha adequada da ponta é crucial para garantir uma boa cobertura do alvo e minimizar a deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dessa forma, é recomendado utilizar pontas que proporcionem uma cobertura eficaz das plantas hospedeiras e produzam gotas de tamanho médio (M), conforme a norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à escolha das pontas, pressão de trabalho e tamanho das gotas geradas, é aconselhável consultar as recomendações do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário aumentar o volume de aplicação, é preferível optar por pontas que permitam uma maior vazão (com orifícios maiores) em vez de aumentar a pressão de trabalho.
Altura de voo e faixa de aplicação:
A altura de voo deve ser mantida entre 3 a 6 metros em relação ao alvo, considerando tanto a segurança da operação quanto a cobertura adequada do alvo. É essencial evitar sobreposições ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental. Caso ocorra exposição do produto a qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não relacionados à operação, a aplicação deve ser imediatamente interrompida.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser devidamente calibrados, e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 5 e 10 km/h, dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com esses padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Temperatura e umidade:
Aplicar somente em condições ambientais favoráveis é essencial. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, o que pode reduzir a eficácia do produto e aumentar o potencial de deriva. Evite realizar aplicações quando a umidade relativa do ar for baixa (inferior a 60%) e em condições de altas temperaturas (considerando um limite de temperatura de 30ºC, porém ajustando conforme as necessidades específicas de cada cultura, conforme descrito no item NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO). Não aplique o produto em temperaturas muito baixas ou quando houver previsão de geadas.
Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação podem ser ajustadas conforme decisão do Engenheiro Agrônomo local. O potencial de deriva é influenciado pela interação de vários fatores, incluindo características do equipamento de pulverização e condições climáticas como velocidade do vento, umidade e temperatura. É responsabilidade do aplicador adotar práticas que minimizem a deriva.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, recomenda-se a limpreza competa detodo equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) Realizar a triplice lavagem antes de utili-lo na aplicação de outros produtos/culturas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Pode existir risco de fitotoxicidade nas seguintes situações:
• Algumas espécies ou variedades de plantas podem ser sensíveis ao produto;
• O produto não deve ser aplicado durante o período de floração;
• Citros: não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos.
• Maçã: não realizar aplicações durante o desenvolvimento dos frutos, pois poderá causar Russeting;
• Em temperaturas acima de 30ºC, usar a menor dose recomendada ou suspender o tratamento.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M02 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M02 FUNGICIDA

O produto fungicida COSAVET; ENXOFRE 800 SML é composto por Enxofre, que apresenta mecanismo de ação da atividade de multi-sítio, pertencente ao Grupo M02, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Assine a nossa newsletter e receba nossas notícias e informações direto no seu email

Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.

2b98f7e1-9590-46d7-af32-2c8a921a53c7