Decorum / Aminespray / Cadma / Hedonal / Herbaking CI

Geral
Nome Técnico:
2,4-D, sal de dimetilamina
Registro MAPA:
115
Empresa Registrante:
Rainbow Defensivos
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Equivalente ácido de 2,4-D 670 g/L
2,4-D, sal dimetilamina 806 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Seletivo, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Milheto Recomendação Dosagem Produtos Similares
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) veja aqui
Aeschynomene rudis (Angiquinho) veja aqui
Ageratum conyzoides (Mentrasto) veja aqui
Alternanthera tenella (Apaga fogo) veja aqui
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) veja aqui
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) veja aqui
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) veja aqui
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) veja aqui
Amaranthus viridis (Caruru comum) veja aqui
Bidens pilosa (Picão preto) veja aqui
Brassica rapa (Mostarda) veja aqui
Commelina benghalensis (Trapoeraba) veja aqui
Conyza bonariensis (Buva) veja aqui
Conyza sumatrensis (Buva) veja aqui
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) veja aqui
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) veja aqui
Galinsoga parviflora (Picão branco) veja aqui
Glycine max (Soja voluntária / soja tiguera) (Soja voluntária / Soja tiguera) veja aqui
Gossypium hirsutum (Algodão) veja aqui
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea purpurea (Corda de viola) veja aqui
Leonurus sibiricus (Rubim) veja aqui
Lepidium virginicum (Mastruço) veja aqui
Physalis angulata (Joá de capote) veja aqui
Portulaca oleracea (Beldroega) veja aqui
Raphanus raphanistrum (Nabiça) veja aqui
Richardia brasiliensis (Poaia branca) veja aqui
Senecio brasiliensis (Maria Mole) veja aqui
Senna obtusifolia (Fedegoso branco) veja aqui
Senna occidentalis (Fedegoso) veja aqui
Sida cordifolia (Malva branca) veja aqui
Sida rhombifolia (Guanxuma) veja aqui
Solanum sisymbriifolium (Joá bravo) veja aqui
Sonchus oleraceus (Serralha) veja aqui
Milho Recomendação Dosagem Produtos Similares
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) veja aqui
Aeschynomene rudis (Angiquinho) veja aqui
Ageratum conyzoides (Mentrasto) veja aqui
Alternanthera tenella (Apaga fogo) veja aqui
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) veja aqui
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) veja aqui
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) veja aqui
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) veja aqui
Amaranthus viridis (Caruru comum) veja aqui
Bidens pilosa (Picão preto) veja aqui
Brassica rapa (Mostarda) veja aqui
Commelina benghalensis (Trapoeraba) veja aqui
Conyza bonariensis (Buva) veja aqui
Conyza sumatrensis (Buva) veja aqui
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) veja aqui
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) veja aqui
Glycine max (Soja voluntária / soja tiguera) (Soja voluntária / Soja tiguera) veja aqui
Gossypium hirsutum (Algodão) veja aqui
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea purpurea (Corda de viola) veja aqui
Leonurus sibiricus (Rubim) veja aqui
Lepidium virginicum (Mastruço) veja aqui
Physalis angulata (Joá de capote) veja aqui
Portulaca oleracea (Beldroega) veja aqui
Raphanus raphanistrum (Nabiça) veja aqui
Richardia brasiliensis (Poaia branca) veja aqui
Senecio brasiliensis (Maria Mole) veja aqui
Senna obtusifolia (Fedegoso branco) veja aqui
Senna occidentalis (Fedegoso) veja aqui
Sida cordifolia (Malva branca) veja aqui
Sida rhombifolia (Guanxuma) veja aqui
Solanum sisymbriifolium (Joá bravo) veja aqui
Sonchus oleraceus (Serralha) veja aqui
Spermacoce latifolia (Erva quente) veja aqui
Soja Recomendação Dosagem Produtos Similares
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) veja aqui
Ageratum conyzoides (Mentrasto) veja aqui
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) veja aqui
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) veja aqui
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) veja aqui
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) veja aqui
Amaranthus viridis (Caruru comum) veja aqui
Bidens pilosa (Picão preto) veja aqui
Brassica rapa (Mostarda) veja aqui
Commelina benghalensis (Trapoeraba) veja aqui
Conyza bonariensis (Buva) veja aqui
Conyza sumatrensis (Buva) veja aqui
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) veja aqui
Galinsoga parviflora (Picão branco) veja aqui
Glycine max (Soja voluntária / soja tiguera) (Soja voluntária / Soja tiguera) veja aqui
Gossypium hirsutum (Algodão voluntário) (Algodão voluntário) veja aqui
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea purpurea (Corda de viola) veja aqui
Leonurus sibiricus (Rubim) veja aqui
Lepidium virginicum (Mastruço) veja aqui
Physalis angulata (Joá de capote) veja aqui
Portulaca oleracea (Beldroega) veja aqui
Raphanus raphanistrum (Nabiça) veja aqui
Richardia brasiliensis (Poaia branca) veja aqui
Senecio brasiliensis (Maria Mole) veja aqui
Senna obtusifolia (Fedegoso branco) veja aqui
Senna occidentalis (Fedegoso) veja aqui
Sida cordifolia (Malva branca) veja aqui
Sida rhombifolia (Guanxuma) veja aqui
Solanum sisymbriifolium (Joá bravo) veja aqui
Sonchus oleraceus (Serralha) veja aqui
Spermacoce latifolia (Erva quente) veja aqui
Sorgo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) veja aqui
Aeschynomene rudis (Angiquinho) veja aqui
Ageratum conyzoides (Mentrasto) veja aqui
Alternanthera tenella (Apaga fogo) veja aqui
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) veja aqui
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) veja aqui
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) veja aqui
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) veja aqui
Amaranthus viridis (Caruru comum) veja aqui
Bidens pilosa (Picão preto) veja aqui
Brassica rapa (Mostarda) veja aqui
Commelina benghalensis (Trapoeraba) veja aqui
Conyza bonariensis (Buva) veja aqui
Conyza sumatrensis (Buva) veja aqui
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) veja aqui
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) veja aqui
Galinsoga parviflora (Picão branco) veja aqui
Glycine max (Soja voluntária / soja tiguera) (Soja voluntária / Soja tiguera) veja aqui
Gossypium hirsutum (Algodão) veja aqui
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea purpurea (Corda de viola) veja aqui
Leonurus sibiricus (Rubim) veja aqui
Lepidium virginicum (Mastruço) veja aqui
Physalis angulata (Joá de capote) veja aqui
Portulaca oleracea (Beldroega) veja aqui
Raphanus raphanistrum (Nabiça) veja aqui
Richardia brasiliensis (Poaia branca) veja aqui
Senecio brasiliensis (Maria Mole) veja aqui
Senna obtusifolia (Fedegoso branco) veja aqui
Senna occidentalis (Fedegoso) veja aqui
Sida cordifolia (Malva branca) veja aqui
Sida rhombifolia (Guanxuma) veja aqui
Solanum sisymbriifolium (Joá bravo) veja aqui
Sonchus oleraceus (Serralha) veja aqui
Spermacoce latifolia (Erva quente) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 / 10 / 20 L
Não Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1.000 L

INSTRUÇÕES DE USO:

DECORUM® é um herbicida seletivo indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de arroz de sequeiro e arroz irrigado (pré-plantio e pós-emergência); aveia, centeio e cevada (pré-plantio e pós-emergência); café (pré-plantio e pós-emergência); cana-de-açúcar (pré-emergência e pós-emergência); duboisia (pós-emergência); milho e milheto (pré-plantio e pós-emergência); milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D (dessecação pré-plantio, pré-emergência e pós-emergência); pastagem (pós-emergência); soja (pré-plantio); soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D (dessecação pré-plantio, pré-emergência e pós-emergência); sorgo e trigo (pré-plantio e pós-emergência); e triticale (pré- plantio e pós-emergência). O produto também é indicado para o manejo outonal pós-colheita de plantas voluntárias de soja e algodão e para o controle pós-colheita de soqueiras de algodão rebrotadas após roçada mecânica.
Adição de Adjuvante:O acréscimo de adjuvante, como espalhantes-molhantes ou óleos emulsionáveis, pode aumentar a eficácia do herbicida contra determinadas invasoras, mas também diminui a seletividade nas culturas. Quando o herbicida é usado em culturas, não deve ser adicionado adjuvante na calda.

MODO DE APLICAÇÃO:

DECORUM® é um herbicida de ação hormonal, que provoca distúrbios diversos, levando espécies sensíveis à morte. Sua atividade mais intensa se manifesta em plantas em fase de ativo crescimento.
Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas como dicotiledôneas, havendo, todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns usos seletivos.
Pós-emergência: quando aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas menos sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR
AS ATIVIDADES DE MISTURA, ABASTECIMENTO E APLICAÇÃO TRATORIZADA DE 2,4-D NÃO PODEM SER REALIZADAS CUMULATIVAMENTE PELO MESMO INDIVÍDUO.
TODA A PULVERIZAÇÃO DE PRODUTOS FEITA FORA DAS CONDIÇÕES OPERACIONAIS E METEOROLÓGICAS ADEQUADAS PODE GERAR DERIVA DE GOTAS E ATINGIR CULTIVOS VIZINHOS.
PROIBIDO O USO E A APLICAÇÃO DE HERBICIDAS HORMONAIS COM PRINCÍPIO ATIVO 2,4-D (ÁCIDO 2,4- DICLOROFENOXIACÉTICO) EM TODO O TERRITÓRIO DA REGIÃO DA CAMPANHA GAÚCHA, BEM COMO A UMA DISTÂNCIA INFERIOR A 50 (CINQUENTA) METROS DE LAVOURAS DE UVA (VIDEIRAS) E MAÇÃ (MACIEIRAS) EM TODAS AS DEMAIS REGIÕES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
DECORUM® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização via terrestre, através de pulverizadores manuais, costais, motorizados, tratorizados O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras.

PREPARAÇÃO DA CALDA:

Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.

Aplicação Terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar gotas grossas e extremamente grossas, calibrado para volume de calda de conforme indicado, capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas alvo com densidade adequada de gotas.
Em hipótese alguma é recomendada aplicação do DECORUM® com volume de calda inferior a 100 L/ha.
De modo geral, na recomendação de tecnologia de aplicação do DECORUM® os pulverizadores tratorizados devem estar equipados com pontas de gota plana com indução de ar, tal como AIXR 110.05, espaçadas de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metros acima do alvo, com taxa de 150 a 300 litros de calda de pulverização terrestre. A pressão de trabalho e velocidade do pulverizador deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe das gotas.
Na pulverização com DECORUM® utilizar técnicas que proporcionam maior cobertura do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas daninhas
Observação: Tomar o máximo de cuidado nessas aplicações com culturas sensíveis nas proximidades (algodão, hortaliças, uva, etc.), evitando-se qualquer tipo de deriva.

Aplicação aérea:
“De acordo com a Instrução Normativa do MAPA Nº02, de 03 de Janeiro de 2008, proíbe a aplicação aérea a menos de 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de água para abastecimento da população e a menos de 250 metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamento de animais.”
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e provida de barras apropriadas.
Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado.
Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: Utilize gotas grossas a extremamente grossas. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: Utilizar preferencialmente, bicos de jato cônico vazio ou bicos de jato sólido com discos de orifício compatíveis com o tamanho de gota a ser produzida e tipo de aeronave utilizada, sempre utilizar a condição de ângulo de 0° (na direção do fluxo de ar). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. O operador deve ajustar os fatores operacionais para obter uma gota grossa a muito grossa e entender que a velocidade de voo e a pressão de trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma cobertura uniforme. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do comprimento do rotor - Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura do vôo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 30 – 50 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Gerenciamento da deriva:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos de pulverização e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Consulte um engenheiro agrônomo.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como:

Controlar o diâmetro de gotas- Técnicas gerais
Volume: Use ponta de pulverização de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando necessidades práticas. Pontas de pulverização com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas de pulverização, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de pulverização de baixa deriva.
Classe de gotas: Utilize gotas grossas a extremamente grossas. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Altura da barra: A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a altura da barra.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 3km/h.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 55%.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Condições climáticas:
• Temperatura ambiente abaixo de 30 °C.
• Umidade relativa do ar acima de 55 %.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora
NUNCA APLIQUE O HERBICIDA DECORUM® QUANDO:
O vento estiver no sentido das culturas sensíveis
A velocidade do vento estiver menor que 3 km/h, pois pode haver inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
A velocidade do vento estiver acima de 10 km/h, devido ao potencial de deriva pelo movimento de ar.

Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
No momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo com a menor evaporação possível das gotas no trajeto entre orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação. A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do engenheiro agrônomo.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões e ventos locais e como eles afetam a deriva.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D:
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Conforme tabela na bula.

LIMITAÇÕES DE USO:

- Uso exclusivamente agrícola.
- Para aplicação tratorizada as atividades de mistura, abastecimento e aplicação não podem ser realizadas pelo mesmo indivíduo.
- É proibida a aplicação tratorizada com turbina de fluxo de ar.
- São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura do café no caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 55%.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de segurança para cada cultura.
- Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
- Todo equipamento usado para aplicar o DECORUM® deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham 2,4-D.
- O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
- O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
- DECORUM® não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
- Aplicar apenas sobre plantas infestantes em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer “stress” como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
- Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D.
- Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
- Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
- Não aplicar em plantas infestantes com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.
- Para aplicação em cereais durante o inverno, em temperatura baixa, o efeito do produto é muito lento, o que pode levar a resultados insatisfatórios, especialmente em época chuvosa.
AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de danos ao meio ambiente.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas.
Como prática de manejo da resistência de plantas daninhas e para evitar alguns problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado;
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com as recomendações descritas na bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo da resistência, bem como para orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultadas e, ou, informados para a Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), para a Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA

O produto DECORUM® é composto por 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação dos mimetizadores de auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

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