Bula Dipel

acessos
Bacillus thuringiensis, var. Kurstaki
291
Sumitomo

Composição

Bacillus thuringiensis 33.6 g/L Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida biológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Ingestão
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Intervalos semanais durante 4 semanas. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, iniciar o tratamento no estágio fenológico de florescimento
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Intervalos semanais, durante 4 semanas. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, iniciar o tratamento no estágio fenológico de florescimento
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa do álamo
(Condylorrhiza vestigialis)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha até 30 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - - Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Alfafa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - - Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,8 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado s aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta desfolhadora
(Opsiphanes invirae)
0,6 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos eucalipotos
(Thyrinteina arnobia)
0,5 a 1 L p.c./ha 1500 a 2000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação (máximo de 4% de ocorrência de lagartas)
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,8 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, a intervalos semanais, durante 4 semanas; iniciar o tratamento no estágio fenológico de florescimento
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
1 a 1,5 L/2000 L 1500 a 2000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado Recomenda-se adotar o Manejo Integrado de Pragas (MIP), fazendo-se inspeção visual em 1% da população de plantas por talhão, realizando-se o controle quando detectados até 10 frutos/talhão com sintomas de ataque do Bicho-furão
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
0,6 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Lagarta desfolhadora
(Opsiphanes invirae)
0,6 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Dendê Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
0,6 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos eucalipotos
(Thyrinteina arnobia)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Uso não alimentar. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Intervalos semanais durante 4 semanas. Não determinado Efetuar aplicações preventivas, a intervalos semanais, iniciar o tratamento no estágio fenológico de florescimento
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
0,5 a 1 L de calda/ha (aéreo) 300 a 1000 L de calda/ha - Intervalos semanais durante 4 semanas. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, a intervalos semanais, iniciar o tratamento no estágio fenológico de florescimento
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Intervalos semanais durante 4 semanas. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, a intervalos semanais, iniciar o tratamento no estágio fenológico de florescimento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 300 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Mostarda Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, iniciar o tratamento no estágio fenológico de florescimento
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
100 a 150 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, iniciar o tratamento 20 dias após o transplantio da muda, na dose menor; com o aparecimento das flores, utilizar a maior dose
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, iniciar o tratamento 20 dias após o transplantio da muda, na dose menor; com o aparecimento das flores, utilizar a maior dose
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,8 L p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento sempre que houver infestação. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro ínstares

Frascos plásticos de 1,0 L. Bombonas plásticas de 5,0 e 10 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Dipel é um inseticida biológico, aplicado nas culturas em pulverização, utilizando equipamentos
convencionais de aplicação e quantidade suficiente de água, a fim de dar uma boa cobertura e proteger o cultivo adequadamente.

OBSERVAÇÕES:

ÁLAMO = aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação com as lagartas nos
estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares.

ALGODÃO = aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação com as lagartas nos
estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. Aplicações seqiienciais
proporcionam melhores resultados de controle. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo
não iônico na dose de 0,02% v/v à calda de pulverização.

EUCALIPTO = aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação com as lagartas nos
estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. Utilizar de 4,5 a 9,9 litros de calda/ha.

MELÃO = aplicações preventivas, a intervalos semanais durante 4 semanas; iniciar o
tratamento no estágio fenológico de florescimento.

REPOLHO = utilizar 100 ml de DIPEL em 100L d'água, gastando 300 litros de calda/ha.

TOMATE = aplicações preventivas, com intervalos semanais; iniciar o tratamento 20 dias após
o transplantio da muda, na dose menor; com o aparecimento das flores, utilizar a maior dose.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL com o momento de máxima atividade dos estágios larvais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as principais infestações no cultivo.
As aplicações de DIPEL devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, chuvas e postura de ovos.

MODO DE APLICAÇÃO/ EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Preparo da Calda:
. Encher pela metade o tanque auxiliar;
. Fazer funcionar lentamente o agitador ou mexer manualmente, ir jogando aos poucos a quantidade desejada de DIPEL;
. Completar o volume do tanque, adicionando água lentamente e sempre com uma moderada agitação;
. Durante a pulverização deve-se procurar manter uma agitação mínima

OBS.: Agentes espalhantes- adesivos poderão ser adicionados para melhorar a ação do produto. Neste caso, estes deverão ser adicionados a água somente após a adição de DIPEL.

Aplicação:
Dado que DIPEL atua como veneno estomacal de lagartas, estas devem ingerir uma certa quantidade de folhas tratadas. Desta forma, deve-se observar que ocorra uma total cobertura das folhas, no tratamento.

ALGODÃO:
- Aplicação Aérea:
Avião agrícola equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de vôo de 2 a 4 metros, presssão de 30 a 50 lb/pol 2, volume de calda de 20 a 40 litros/há, velocidade do vento menor que 8 km/hora e UR do ar maior que 70%

- Aplicação tratorizada :
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D2 ou D3 / difusores adequados de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização.Tamanho de gotas indicado é de 100 a 200 !l. Pressão de 80 a 100 lb/po12 e volume de calda de 100 a 120 litros/ha.

ÁLAMO:
- Aplicação Aérea: forma realmente viável de aplicação, em função da extensão das áreas e da altura das árvores, utilizar o volume de calda: 30 L/ ha , aplicados com micronair .
- Aplicação tratorizada: Em algumas situações mais restritas (pequenas infestações em árvores de porte médio), utilizar aplicações localizadas com canhão, em doses de 200 L de calda/ha.

CITROS:
- Aplicação com Pistola:
Pressão = 100 a 300 lb/pol²
Vazão = 1500 a 2000 1 de calda/ha ou seja,
7 a 8 litros de calda/planta, de acordo com a idade e tamanho da copa.
- Aplicação com Turbo Atomizador:
Pressão = 300 lb/pol²
Bicos = JD.2 no meio e JD.3 nas extremidades
Vazão = 2500 1 de calda/ha ou seja,
5 a 10 litros de calda/planta, de acordo com a idade e tamanho da copa.

Os volumes de aplicação deverão ser considerados até além do ponto de escorrimento.

SOJA. TRIGO. REPOLHO. MELÃO E TOMATE:
Pulverizador manual ou Equipamento tratorizado ou motorizado:
Para alto volume, utilizar um mínimo de 200 litros por hectare.
Para baixo volume, utilizar um mínimo de 40 litros por hectare.
Atentar para permanecer, sempre, a dosagem em L/ha do produto comercial.

Regulagem do equipamento de aplicação:
Barra: Bicos = X2, X3, D5, D7, cerâmica
Gotas = 100 a 400 micras
Volume de calda = 50 a 200 L/ha
Canhão: Gotas = 100 a 200 micras
Volume de calda = 40 a 60 L/ha

INTERVALO DE SEGURANÇA:
(1) Não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas, caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar os mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Não há, para as culturas indicadas e nas doses recomendadas.
Outras Restrições: Não há, desde que siga corretamente as instruções da bula.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Utilize o EPI (Equipamento de Proteção Individual = macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara) durante a manipulação, preparação ou aplicação.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.

PRECAUÇÃO APÓS A APLICAÇÃO: Tome banho, troque e lave as suas roupas. Não reutilize a embalagem vazia.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito. Em caso de sintomas de intoxicação, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Olhos: Lave com água em abundância e se houver sinal de irritação persistente procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Inalação: Procure lugar arejado. Em caso de sintoma de intoxicação vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO MÉDICO: Deve ser sintomático.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Nenhum efeito adverso em humanos expostos ao Bacillus thuringiensis foi documentodo.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Toxicidade aguda: Bacillus thuringiensis (Bt). DL50 ORAL: camundongos: > 15.000.000 U.I. de B t/kg; cães: 6.000.000 U.I. de B t/kg. DL50 DERMAL: coelhos: Leve irritação transitória. CL50 INALATÓRIA: camundongos: ausência de toxicidade; ratos: ausência de toxicidade; cobaias: ausência de toxicidade. Irritação primária da pele em coelhos: branda após 24 e 48 horas, ausente após 72 horas. Irritação primária em olhos em coelhos: ausente após 48 horas.
TOXICIDADE CRÔNICA: Resultados microbiológicos, de um estudo de 2 anos, em ratos evidenciaram a ausência total de lesões e mesmo de qualquer efeito fisiológico.

EFEITOS COLATERAIS: Bacillus thuringiensis não é patogênico, não causa infecção nem induz toxicidade sistêmica. Portanto, não há qualquer efeito colateral.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é pouco perigoso ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes nas Instruções em caso de acidentes.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. O local deve ser seco e ventilado, longe da incidência direta dos raios solares. O produto deve ser mantido em temperatura entre 17 e 32°C, para garantir sua eficácia. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara). Em caso de derrame, lave a superfície com alvejante doméstico (Hipoclorito de sódio).

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO: O produto deve ser desativado por qualquer agente desinfetante comum. Por exemplo: alvejantes domésticos (Hipoclorito de sódio).

PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Seletivo: DIPEL nas doses indicadas não apresentou efeitos adversos em gado, pássaros, insetos benéficos ou organismos aquáticos. Produto totalmente biodegradável - Bacillus thuringiensis é uma bactéria de ocorrência natural.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- UtIlIzar somente as doses recomendadas no rotulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não misturar com subst. extrem. alcalinas ou ácidas.