Bula Dipel - Sumitomo
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Bula Dipel

Bacillus thuringiensis, var. Kurstaki, linhagem HD-1
291
Sumitomo

Composição

Bacillus thuringiensis var. kurstaki cepa HD-1 33,6 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida biológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Ingestão

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania hyalinata (Broca das cucurbitáceas)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania hyalinata (Broca das cucurbitáceas)

Álamo

Calda Terrestre Dosagem
Condylorrhiza vestigialis (Mariposa do álamo)

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Alfafa

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Alabama argillacea (Curuquerê)
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)
Heliothis virescens (Lagarta da maçã)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Opsiphanes invirae (Lagarta desfolhadora)

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Thyrinteina arnobia (Lagarta dos eucalipotos)

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)

Chicória

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania hyalinata (Broca das cucurbitáceas)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão)

Coco

Dosagem
Brassolis sophorae (Lagarta das palmeiras)
Opsiphanes invirae (Lagarta desfolhadora)

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Dendê

Dosagem
Brassolis sophorae (Lagarta das palmeiras)

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)

Espinafre

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Eucalipto

Calda Terrestre Dosagem
Thyrinteina arnobia (Lagarta dos eucalipotos)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira)

Feijão vagem

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)

Fumo

Calda Terrestre Dosagem
Heliothis virescens (Lagarta da maçã)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania hyalinata (Broca das cucurbitáceas)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania hyalinata (Broca das cucurbitáceas)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)

Mostarda

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania hyalinata (Broca das cucurbitáceas)

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Rúcula

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia)
Tuta absoluta (Traça do tomateiro)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)

Frascos plásticos de 1,0 L. Bombonas plásticas de 5,0 e 10 L.

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DiPel com o momento de máxima atividade dos estágios larvais, o qual se determina com o monitoramento de pragas, a fim de se detectar a tempo as principais infestações no cultivo.
As aplicações de DiPel devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do desenvolvimento da cultura, chuvas e postura de ovos.

• ALFACE, ALFAFA, ESPINAFRE, FUMO, MOSTARDA, RÚCULA: As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento;

• ALGODÃO: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento do primeiro ao terceiro instares. Aplicações sequenciais proporcionam melhores resultados de controle. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo não iônico na dose de 0,02% v/v à calda de pulverização;

• ÁLAMO E EUCALIPTO: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares;

• AMENDOIM, ERVILHA, FEIJÃO, FEIJÃO-VAGEM, SOJA: Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico, com adição de espalhante adesivo na dose de 0,2% v/v;

• ARROZ, AVEIA, CEVADA, MILHO, SORGO, TRIGO: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. Repetir o tratamento sempre que houver infestação;

• BANANA: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares;

• CAFÉ: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento. Repetir o tratamento sempre que houver infestação;

• CANA-DE-AÇÚCAR: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação (máximo de 4% de ocorrência de lagartas); repetir o tratamento sempre que houver infestação;

• ClTROS: Recomenda-se adotar o Manejo Integrado de Pragas (MIP), fazendo-se inspeção visual em 1% da população de plantas por talhão, realizando-se o controle quando detectados até 10 frutos/talhão com sintomas de ataque do bicho-furão;

• COCO E DENDÊ: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento. Repetir o tratamento sempre que houver infestação;

• CUCURBITÁCEAS (ABÓBORA, ABOBRINIHA, CHUCHU, MELANCIA, MELÃO, PEPINO): efetuar aplicações preventivas, a intervalos semanais, durante 4 semanas: iniciar o tratamento no estágio fenológico de florescimento;

• CRUCÍFERAS (BRÓCOLIS, CHICÓRIA, COUVE, COUVE-CHINESA, COUVE-DE-BRUXELAS, COUVEFLOR, REPOLHO): As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento;

• SOLANÁCEAS (TOMATE): efetuar aplicações preventivas, com intervalos semanais, iniciar o tratamento 20 dias após o transplantio da muda, na dose menor; com o aparecimento das flores, utilizar a maior dose.

MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo da Calda:
• Encher pela metade o tanque auxiliar;
• Fazer funcionar lentamente o agitador ou mexer manualmente, ir jogando aos poucos a quantidade desejada de DiPel;
• Completar o volume do tanque, adicionando água lentamente e sempre com urna moderada agitação;
• Durante a pulverização deve-se procurar manter uma agitação mínima.

OBS.: Agentes espalhantes-adesivos poderão ser adicionados para melhorar a ação do produto. Neste caso, estes deverão ser adicionados à água somente após a adição de DiPel.

Aplicação:
DiPel atua destruindo a parede estomacal das lagartas, ou seja, começa agir após a ingestão. Desta forma, devese observar que ocorra uma total cobertura das folhas, no tratamento.

ÁLAMO, BANANA E EUCALIPTO:
• Aplicação aérea: Forma realmente viável de aplicação, em função da extensão das áreas e da altura das árvores: utilizar o volume de calda de 30 L/ha, aplicados com micronair.
• Aplicação terrestre: Em algumas situações mais restritas (pequenas infestações em árvores de porte médio), utilizar aplicações localizadas com pulverizadores tratorizados com canhão, em doses de 200 L de calda/ha.


ALGODÃO, SOJA E TRIGO:
• Aplicação aérea: Avião agrícola, equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de voo de 2 a 4 metros, pressão de 30 a 50 lb/pol2, volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/hora e UR do ar maior que 70%.
• Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio da série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm², de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200µ. Pressão de 80 a 100 lb/pol² e volume de calda de 100 a 200 L/ha.


CAFÉ E CITROS: Recomenda-se o uso de pulverizador tipo Turbo Atomizador ou com pistola, calibrando-se o equipamento para proporcionar uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.
• Aplicação com Turbo Atomizador:
- Pressão = 300 lb/pol2
- Vazão = 2000 L de calda/ha, ou seja. 5 a 10 litros de calda/planta, de acordo com a idade e tamanho da copa.
• Aplicação com Pistola:
- Pressão = 100 a 300 lb/pol2
- Vazão = 1500 a 2.000 L de calda/ha, ou seja, 5 a 10 litros de calda/planta, de acordo com a idade e tamanho da copa.


CANA-DE-AÇÚCAR, MILHO E SORGO:
• Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou bicos leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 200 micra, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Recomenda-se utilizar 300 L/ha de volume de calda.


CRUCÍFERAS, CUCURBITÁCEAS, TOMATE, ALFACE, ALFAFA, AMENDOlM, ARROZ, AVEIA, CEVADA, ERVILHA, ESPINAFRE, FEIJÃO, FEIJÃO-VAGEM, FUMO, MOSTARDA, RÚCULA:
• Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm2 de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 µ. Pressão de 80 a 100 lb/pol2 e volume de calda de 300 a 1.000 L/ha.


COCO e DENDÊ:
• Aplicação terrestre: Recomenda-se o uso de pulverizador tipo Turbo Atomizador, calibrando-se o equipamento para aplicar até o ponto de escorrimento e proporcionar uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.
Usando-se outros tipos de equipamentos, é importante obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.


Condições climáticas:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir perdas por deriva e/ou evaporação.
Regulagem de Equipamentos de aplicação aérea:
Barra: Bicos = D2, D10, Flat fan nozzles-8002 e 8006
Pressão = 30 a 60 psi
Volume de calda = 20 a 50 L/ha
Altura do voo = 1 a 3 metros
Faixa de deposição = aproximadamente 20 metros
Tamanho das gotas = 100 a 200 micra
Micronair:
Ângulo da pá RPM Faixa Tamanho da Gota
35º 7600 12 a 20 m 100 micra
45º 5500 12 a 20 m 125 micra
55º 3500 12 a 20 m 175 micra

Observe as condições climáticas para a aplicação aérea:
• Evitar aplicações em dias de muito calor e umidade muito baixa;
• Aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer;
• O vento deverá ter velocidade inferior a 8 km/hora.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na área só pode ser feita depois da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).


LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: DiPel não é fitotóxico às culturas, nas doses recomendadas.
Incompatibilidade: DiPel não deve ser misturado com substâncias extremamente alcalinas ou ácidas, como Cal, Calda Bordalesa, nutrientes foliares ou fertilizantes líquidos ou em mistura com herbicidas ou fungicidas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticida - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre o manejo de Resistência a Inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.