Bula DOLPHIN - Pilarquim

Bula DOLPHIN

Tiofanato-metílico
37619
Pilarquim

Composição

Tiofanato-metílico 500 g/L

Classificação

Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão

Ramularia areola (Ramularia)

Banana

Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Citros

Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce)
Phyllosticta citricarpa (Mancha preta)

Feijão

Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose)

Maçã

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Milho

Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria)

Morango

Diplocarpon earlianum (Mancha de diplocarpon)
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar)

Soja

Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia)
Septoria glycines (Mancha parda)

Tomate

Septoria lycopersici (Septoriose)

Tipo: Bombona
Material: PEAD (Polietileno de alta densidade)
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 50 L
Tipo: Frasco
Material: PEAD (Polietileno de alta densidade)
Capacidade: 1 L
Tipo: Tambor
Material: PEAD (Polietileno de alta densidade)
Capacidade: 100; 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

DOLPHIN é um fungicida sistêmico indicado para as culturas de algodão, banana, citros, feijão, maçã, milho, morango, soja e tomate.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

ALGODÃO

Iniciar as aplicações preventivamente, antes do fechamento da cultura, repetindo-as com intervalo de 10 a 15 dias, com o número máximo de 4 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença (com chuvas intensas e com período prolongado de alta umidade relativa do ar).
Volume de calda indicado: 200 L/ha.

BANANA

Realizar até 3 aplicações durante o período chuvoso, com intervalo de 30 a 45 dias entre as aplicações.
Volume de calda indicado: 400 a 600 L/ha.

CITROS

Verrugose: Efetuar 2 aplicações no estágio de florescimento, sendo a primeira aplicação no estágio “palito de fósforo” e a segunda aplicação quanto 2/3 das pétalas tiverem caído.
Volume de calda indicado: 700 a 1000 L/ha.

Pinta-preta: Iniciar as aplicações a partir de frutos com 1,5 cm ou aos primeiros sinais de doença e repetir com intervalo de 40 dias, não ultrapassando o número máximo de 4 aplicações por ciclo.
Volume de calda indicado: 700 – 1000 L/ha.

FEIJÃO

Realizar até 3 aplicações, iniciando a primeira pulverização aos 20 dias após a emergência da planta, e as demais em pré e pós florada. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença (no plantio “das águas”, sob temperaturas moderadas e alta umidade relativa do ar).
Volume de calda indicado: 400 – 500 L/ha.

MAÇÃ

Iniciar os tratamentos aos primeiros sinais da doença (lesões foliar avermelhadas sem margem definida, distribuídas ao acaso no limbo) ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis (com chuvas consecutivas seguidas de molhamento foliar superior a 10 horas), principalmente entre os meses de novembro a janeiro. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 10 dias.
Volume de calda indicado: 700 – 1000 L/ha.

MILHO

Efetuar a primeiro pulverização no 4° par de folhas, e a segunda no início da florada. Realizar no máximo 2 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença (com alta precipitação, com alta umidade relativa do ar e com baixas temperaturas noturnas).
Volume de calda indicado: 400 – 500 L/ha

MORANGO

Realizar uma pulverização a cada período de florescimento ou frutificação, totalizando 4 aplicações.
Volume de calda indicado: 700 – 1000 L/ha.

SOJA

Crestamento-foliar e Mancha-parda: Para o controle de doenças de final de ciclo, realizar até 2 aplicações, sendo a primeira no estágio fenológico R5.1 (início da formação dos grãos) e a segunda 10 dias após a primeira aplicação. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença (chuvas freqüentes e temperaturas entre 22-30°C).
Volume de calda indicado: 700 – 1000 L/ha.

Septoriose: Fazer até 2 aplicações, sendo a primeira no início da floração (estágio fenológico R1) e a segunda na floração plena (estágio fenológico R2).
Volume de calda indicado: 700 – 1000 L/ha.

TOMATE

Iniciar as aplicações aos primeiros sinais dos sintomas da doença (observados nas folhas mais velhas, através de numerosas manchas circulares e elípticas, com as bordas escurecidas e o centro cor de palha com pontuações). Efetuar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 10 dias.
Volume de calda indicado: 700 – 1000 L/ha.

MODO DE APLICAÇÃO

A dose recomendada de DOLPHIN deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de equipamentos terrestres do tipo costal (manual, pressurizado ou motorizado) ou tratorizado, equipados com filtros adequados ao tipo de bico cônico, com densidade mínima de 50 -70 gotas/cm2 e tamanho de 250 micra, de forma que se obtenha uma perfeita cobertura da parte aérea da planta visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos.
Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/hectare) para proporcionar adequada densidade de gotas, obedecendo a ventos de até 10 km/h, temperatura (máxima de 35°C) e umidade relativa (= 65%), evitando perdas por deriva e evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, Banana, Citros, Feijão, Morango e Tomate: 14 dias;
Maçã: 7 dias
Milho: 3 dias
Soja: 21 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individuais (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas na dose e condições recomendadas. Não aplicar com produtos altamente alcalinos.
Outras restrições a serem observadas: O produto não apresenta restrições ao uso se utilizado de acordo com as instruções.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças, quando disponível e apropriado (tais como resistência genética, controle biológico, controle cultural, etc). O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, plantio em época adequada, adubação equilibrada, manejo da irrigação melhor mantém o equilíbrio do sistema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC – BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas – Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.