Bula Eminent 125 EW - Arysta Lifescience

Bula Eminent 125 EW

acessos
Tetraconazole
3004
Arysta Lifescience

Composição

Tetraconazol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Phakopsora gossypii)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 28 dias. A partir dos 45 dias após a emergência das plantas
Ramularia
(Ramularia areola)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 28 dias. A partir dos 45 dias após a emergência das plantas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 42 dias. A primeira aplicação no emborrachamento ou a partir dos primeiros sintomas da doença, e a segunda na emissão da panícula
Mancha das bainhas
(Rhizoctonia oryzae)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 42 dias. A primeira aplicação no emborrachamento ou a partir dos primeiros sintomas da doença, e a segunda na emissão da panícula
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 42 dias. A primeira aplicação no emborrachamento ou a partir dos primeiros sintomas da doença, e a segunda na emissão da panícula
Queima foliar
(Microdochium oryzae)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 42 dias. A primeira aplicação no emborrachamento ou a partir dos primeiros sintomas da doença, e a segunda na emissão da panícula
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 7 dias. Devem ser preventivas e iniciadas ainda na fase vegetativa da cultura
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar no máximo 2 pulverizações, sendo a primeira, preventivamente, ajustada em função do ciclo do material utilizado, aos 15 dias que antecedem a fase de pendoamento e a segunda 15 dias após a primeira
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar no máximo 2 pulverizações, sendo a primeira, preventivamente, ajustada em função do ciclo do material utilizado, aos 15 dias que antecedem a fase de pendoamento e a segunda 15 dias após a primeira
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar no máximo 2 pulverizações, sendo a primeira, preventivamente, ajustada em função do ciclo do material utilizado, aos 15 dias que antecedem a fase de pendoamento e a segunda 15 dias após a primeira
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Realizar de 1 a 2 pulverizações, a primeira em R2 (pleno florescimento) e a segunda em R 5.1(início do enchimento de grãos
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Realizar de 1 a 2 pulverizações, a primeira em R2 (pleno florescimento) e a segunda em R 5.1(início do enchimento de grãos
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Realizar uma pulverização quando a cultura apresentar cerca de 20% de severidade repetindo caso seja necessário
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar no máximo 2 pulverizações, sendo a primeira, preventivamente, ajustada em função do ciclo do material utilizado, aos 15 dias que antecedem a fase de pendoamento e a segunda 15 dias após a primeira
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar no máximo 2 pulverizações, sendo a primeira, preventivamente, ajustada em função do ciclo do material utilizado, aos 15 dias que antecedem a fase de pendoamento e a segunda 15 dias após a primeira
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar no máximo 2 pulverizações, sendo a primeira, preventivamente, ajustada em função do ciclo do material utilizado, aos 15 dias que antecedem a fase de pendoamento e a segunda 15 dias após a primeira
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença

Frasco plástico ou metálico com volume líquido de 0,25; 0,3; 0,5; 1 ; 1,5; 2 ; 2,5; 3 L.
Bombona ou balde plástico ou metálico com volume líquido de 5, 10, 20, 50 L.
Tambor plástico ou metálico com volume líquido de 100, 200, 250, 500, 1.000, 2.000, 2.500,
5.000 L.
Tanque container estruturado, em aço inox, com proteção anticorrosiva com volume líquido
de 10.000, 15.000, 20.000, 23000, 25.000L L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão: realizar 3 aplicações, sendo a primeira apartir dos 45 dias após a emergência das plantas, em função da incidência e severidade da doença repetindo-se a cada 15 dias. A primeira pulverização deve ser realizada com níveis abaixo de 5% de incidência, antes do aparecimento dos sintomas na parte superior da plantas. O volume de calda deve ficar ao redor de 200 L/ha ou ajustado em função da tecnologia de pulverização prorporcionando uma cobertura e distribuição uniforme das partículas na planta.

Arroz: realizar 2 pulverizações, sendo a primeira no emborrachamento ou a prtir dos primeiros sintomas da doença, e a segunda na emissão da panícula considerando um volume de calda de 200 L/ha.

Feijoeiro: As aplicações com Eminent 125 EW devem ser preventivas e iniciadas ainda na fase vegetativa da cultura, sendo que, o período crítico para o controle da Mancha-Angular são as fases que vão do Pré-florescimento ao enchimento das vagens. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 14 dias.

Milho: realizar no máximo 2 pulverizações, sendo a primeira, preventivamente, ajustada em função do ciclo do material utilizado, aos 15 dias que antecedem a fase de pendoamento e a segunda 15 dias após a primeira.

Soja: para DFC ( Mancha-parda, Crestamento-foliar) realizar de 1 a 2 pulverizações, a primeira em R2 (pleno florecimento) e a segunda em R5.1 (início do enchimento de grãos) com um volume de calda de 150 a 200 L/ha. Para controle de oídio, realizar uma pulverização quando a cultura apresentar cerca de 20% de severidade repetindo caso seja necessário. O controle da ferrugem deve ser realizado com 2 pulverizações, a primeira no estádio R2, ou antes dessa fase, no início do aparecimento dos primeiros sintomas ( menos que 5% de incidência). Uma segunda aplicação deve ser repetida 10 a 15 dias da primeira, em função do desenvolvimento da doença. O volume de calda deve ser de 200 L/ha.

Trigo: realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença com um volume de calda de 200 L.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação tratorizada, costal e aérea (vide item referente a "INFORMAÇÕES SOBRE OS
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS").

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Eminent 125 EW deve ser pulverizado utilizando-se equipamento costal, tratorizado ou aéreo.
Utilizar tipo de equipamento mais adequado a cada cultura indicada.
OBS: Em caso de dúvida consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Algodão: 28 dias; Arroz: 42 dias; Soja: 7 dias; Trigo: 50 dias.

LlMITAÇÕES DE USO:
Não há, pois o produto não é fitotóxico as culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDULA COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de vento forte e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

-INTOXICAÇÕES POR TETRACONAZOL-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
•Grupo Químico: Triazol
•Classe toxicológica: II - ALTAMENTE TÓXICO
•Vias de exposição:Oral, inalatória, ocular e dérmica.
•Toxicocinética: Em estudos em animais, o tetraconazole foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e excretado na maior parte pela via urinária. Em 48 horas a excreção urinária foi de 61-76% para a fração 14C-triazole e 51-62% para a fração 14C-fenil, enquanto a excreção pelas fezes foi de 9-26% e 23-26% para a fração triazole e para a fração fenil, respectivamente. O tetraconazol é em grande parte metabolizado e o composto inalterado é detectado em uma porcentagem menor que 9% nas fezes e em pequenas quantidades na urina. O principal metabólito foi o triazole. O principal mecanismo do metabolismo inclui oxidação, redução e conjungação com a glutationa.
•Mecanismos de toxicidade: Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo.
•Sintomas e sinais clínicos: Não são relatados sintomas de alarme em humanos, sendo recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se surgiere, quaisquer sintomas. Em animais, o tetraconazol provocou aumento do peso hepático e aumento das enzimas hepáticas séricas (EPA, 2005).
•Diagnóstico: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposiçõe crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou ingrediente ativo.
•Tratamento: A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deverá ser realizada preferencialmente utilizando-se avental , botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica.
Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido à provavél adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo,medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeltrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.Monitoramento das funções hepáticas e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica.
•Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química.
•Efeitos sinérgicos:Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
•ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação. 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratameto.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT-ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos e notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa: (0**15) 3292-1161

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Em estudos em animais o tetraconazole foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e excretado na maior parte pela via urinária. Em 48 horas, a excreção urinária foi de 61-76% para a fração 14C-triazole e 51-62% para a fração 14C-fenil, enquanto a excreção pelas fezes 9-26% e 23-26% para a fração triazole e para a fração fenil, respectivamente. O tetraconazol é em grande parte metabolizado e o composto inalterado é detectado em uma porcentagem menor que 9% nas fezes e em pequenas quantidades na urina. O principal metabólito foi o triazole .O principal mecanismo do metabolismo inclui oxidação, redução e conjugação com a glutationa.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg
CL50 inalatória para ratos: >6,57 mg/L

Irritação dérmica: Após 1 h e 24 h foi observado eritema fraco em todos os animais testados. Após 48 horas, apenas um animal apresentava eritema fraco. Após 72 horas, não se observava qualquer reação cutânea nos animais testados e o teste foi encerrado. Produto levemente irritante.

Irritação ocular: Não foram observadas reações na córnea em todos os animais testados. Após 1 h e 24 horas, todos os animais apresentaram reações na conjuntiva e um animal apresentou reações na íris. Após 72 horas, um animal ainda apresentava reações na conjuntiva. A reversibilidade de todas as reações foi observada no dia 7. Produto irritante aos olhos.

Sensibilização cutânea: O produto teste foi classificado como não sensibilizante para a pele de cobaias.

Efeitos crônicos
O fígado e os rins são os principais órgãos alvo do tetraconazol. Estudos crônicos, subcrônicos e reprodutivos em cães e camundongos mostraram um aumento no peso hepático, aumento das enzimas hepáticas e alterações macro e microscópicas hepáticas que evidenciam a toxicidade hepática (EPA, 2005).
Em um estudo realizado em cães beagle, o tetraconazole técnico foi administrado na dieta durante 52 semanas. Não foram relatadas mortes, sinais clínicos relacionados com o produto, diferenças no consumo de alimentação e anormalidades nos olhos dos animais. As análises patológicas macroscópicas mostraram áreas de descoloração e marcas lobulares no fígado. Em outro estudo realizado em ratos durante dois anos, prolongadas administrações de tetraconazole aos animais não evocou um potencial carcinogênico. Nenhum aumento de tumores foi notado na maior dose testada em machos (1280 ppm) e em uma dose intermediária (640 ppm) em fêmeas. O grande número de machos que apresentaram tumores benignos em células hepáticas, na dose de 640 ppm não foi estatisticamente significativo. Nenhuma dose resposta foi relacionada com os tumores benignos para tumores mar nos nas células hepáticas. O fígado foi identificado como órgão alvo principal.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

- Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamentos aplicadores em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.
- Mantenha o produto na sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter o piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
-Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a EMPRESA HOKKO DO BRASIL - Telefone de emergência (15) 3292-1161.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPls (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
- Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d' água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, de PÓ QUÍMICO, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL -

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo¬a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO-LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (Embalagem de Transporte):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita por incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção
das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos
patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de
aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e
sociologicamente favoráveis.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de
Ação a Resistência a Fungicidas ) -Qualquer produto utilizado no controle de doenças pode
ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê
Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes
estratégias de manejo de resistência visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e
também manter sua performance:
-Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou com mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas para o mesmo patógeno, no mesmo
ciclo da cultura.
-Utilizar quando conveniente o rodízio de produtos de contato e produtos com modo de ação specífico(sistêmicos).
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrõnomo para orientação sobre as recomendações
locais para o manejo de resistência.