Bula Eminent 125 EW - Arysta Lifescience

Bula Eminent 125 EW

Tetraconazole
3004
Isagro

Composição

Tetraconazol 125 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Sistêmico

Algodão

Phakopsora gossypii (Ferrugem)
Ramularia areola (Ramularia)

Arroz

Bipolaris oryzae (Mancha parda)
Microdochium oryzae (Queima foliar)
Pyricularia grisea (Brusone)
Rhizoctonia oryzae (Mancha das bainhas)

Aveia

Blumeria graminis (Oídio)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Centeio

Blumeria graminis (Oídio)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Cevada

Blumeria graminis (Oídio)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Feijão

Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)

Milheto

Blumeria graminis (Oídio)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Milho

Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose)
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria)
Puccinia polysora (Ferrugem polisora)

Soja

Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Microsphaera diffusa (Oídio)
Septoria glycines (Mancha parda)

Sorgo

Blumeria graminis (Oídio)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Trigo

Blumeria graminis (Oídio)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Triticale

Blumeria graminis (Oídio)
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Frasco plástico ou metálico com volume líquido de 0,25; 0,3; 0,5; 1 ; 1,5; 2 ; 2,5; 3 L.
Bombona ou balde plástico ou metálico com volume líquido de 5, 10, 20, 50 L.
Tambor plástico ou metálico com volume líquido de 100, 200, 250, 500, 1.000, 2.000, 2.500,
5.000 L.
Tanque container estruturado, em aço inox, com proteção anticorrosiva com volume líquido
de 10.000, 15.000, 20.000, 23000, 25.000L L.

INSTRUÇÕES DE USO

EMINENT 125 EW é um fungicida sistêmico indicado para o controle de doenças nas culturas do algodão, arroz, aveia, centeio, cevada, feijão, milho, milheto, soja, sorgo, trigo e triticale.

MODO DE APLICAÇÃO

EMINENT 125 EW é um fungicida que pode ser pulverizado por meio de equipamentos costais manuais, tratorizados, pelo sistema convencional com barras, e aéreo, conforme indicação de uso para cada cultura. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo.

APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO COSTAL MANUAL

Culturas: algodão, arroz, soja, trigo, feijoeiro, milho, milheto, aveia, centeio, cevada, sorgo e triticale. A utilização do pulverizador costal pode ocorrer em pequenas propriedades ou pequenas porções do terreno nas quais equipamentos tratorizados, ou aéreo não tenham acesso. Os equipamentos costais devem ser equipados com pontas de jato cônico, da série “D” ou similares, mantendo uma pressão ao redor de 45 a 60 psi, com cerca de 40 - 60 gotas/cm². Nesta modalidade de pulverização, os parâmetros relacionados à pulverização não são tão precisos, e alguns cuidados devem ser tomados, entre eles:
1. Perfeito ajuste do pulverizador nas costas do aplicador;
2. Nunca comece o preparo da calda e a aplicação sem antes vestir o equipamento de proteção individual;
3. Trabalhe sem fazer movimentos bruscos;
4. Durante as aplicações, manter as passadas e o bombeamento o mais constante possível por que poderá ocorrer uma variação na pressão de trabalho em função deste bombeamento;
5. Manter o bico a uma distância constante das plantas;
6. Verificar a direção do vento e caminhar de forma a não ser atingido pela pulverização;
7. Não caminhar sobre a linha tratada;
8. Fazer aplicações de preferência no início da manhã e no final da tarde; 9. Preparar calda suficiente para evitar sobras.
APLICAÇÃO COM PULVERIZADOR DE BARRAS TRATORIZADO
Culturas: algodão, arroz, soja, trigo, feijoeiro, milho, milheto, aveia, centeio, cevada, sorgo e triticale. O preparo da calda pode ser feito despejando-se o produto diretamente no tanque do pulverizador. Enxaguar a embalagem do produto por três vezes, imediatamente após o uso do conteúdo. A lavagem da embalagem pode ser feita manualmente ou através de equipamento adequado. A água usada para lavagem da embalagem deve ser colocada no pulverizador. No preparo da calda, respeite os seguintes passos:
1. Colocar água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 do seu volume;
2. Adicionar o produto na dose indicada e em seguida completar o volume do tanque, mantendo a calda sob agitação contínua;
3. Com o registro fechado, após completo o tanque, manter sob agitação por cerca de 10 minutos antes de iniciar a pulverização;
4. A agitação da calda deve ser contínua durante todo o processo de pulverização;
5. Durante as paradas e manobras com o equipamento, fechar o registro do pulverizador para evitar sobreposição de calda nas áreas tratadas.
Os pulverizadores devem ser adaptados com pontas de jato cônico da série “D” ou similares, ou segundo especificação dos fabricantes para aplicação de fungicidas, operando com uma pressão de trabalho de 80 a 120 psi, calibrados para um volume de calda por ha, conforme descrito anteriormente, produzindo de 40 - 60 gotas/cm², gotas estas que devem ser de finas a médias. A velocidade ideal do vento para a aplicação está entre 3 a 7 km/h e o máximo é de 10 km/h. A temperatura influencia na evaporação das gotas, na movimentação das massas de ar e na sustentação de gotas no ar. Por isso as aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas, ou seja, no amanhecer ou no entardecer. A temperatura máxima para aplicação varia de 27 a 30°C e a umidade relativa do ar (U.R.%) deve ser de mínimo 55%. No caso da cultura de milho e sorgo, com pulverizadores de barra, observar a altura da cultura até a qual se permite a entrada do trator.

APLICAÇÃO AÉREA

Culturas: algodão, arroz, soja, trigo, feijoeiro, milho, milheto, aveia, centeio, cevada, sorgo e triticale. Uso de barra e/ou atomizador rotativo “micronair”.
Volume de calda: 30 - 40 L/ha
Altura do voo: com barra: 2 - 3 m; com micronair: 3 - 4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m. Condições: - Tamanho e densidade de gotas: 60 -80 µs e densidade de 80 gotas/cm².
- O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora.
- Temperatura abaixo de 30°C e umidade relativa acima de 60%, visando reduzir o mínimo de perdas por deriva e evaporação.
- No caso de barra, usar bicos cônicos pontos D6 e D12, disco (Core), inferior a 45º.
- Usando-se micronair, o número de atomizadores deve ser de 4 (quatro), onde, para o ajuste do regulador de vazão, (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir tabela sugerida pelo Fabricante.
- O sistema de agitação do produto no tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 28 dias
Arroz: 42 dias
Feijão, Soja 7 dias Milho, Sorgo, Milheto: 30 dias
Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, Triticale: 50 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado, antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as recomendações de uso.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção
das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos
patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de
aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e
sociologicamente favoráveis.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de
Ação a Resistência a Fungicidas ) -Qualquer produto utilizado no controle de doenças pode
ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê
Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes
estratégias de manejo de resistência visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e
também manter sua performance:
-Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou com mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas para o mesmo patógeno, no mesmo
ciclo da cultura.
-Utilizar quando conveniente o rodízio de produtos de contato e produtos com modo de ação specífico(sistêmicos).
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrõnomo para orientação sobre as recomendações
locais para o manejo de resistência.

PT - Tetraconazole Técnico Sipcam reg. nº 05999