Bula Eminent Excell - Isagro

Bula Eminent Excell

acessos
Tetraconazole + Azoxistrobina
3814
Isagro

Composição

Azoxistrobina 100 g/L Estrobilurina
Tetraconazol 80 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 a 14 dias 30 dias Iniciar o controle na ocorrência dos primeiros sintomas de Ramulária. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão da doença
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,5 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações com intervalo de 15 dias. 42 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente, durante o estádio de emborrachamento da cultura, com 1 a 5 % de panículas emitidas. A segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,5 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações com intervalo de 15 dias. 42 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente, durante o estádio de emborrachamento da cultura, com 1 a 5 % de panículas emitidas. A segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Realizar três aplicações do fungicida sendo a primeira aplicação no estágio fenológico V5, e a partir daí, deve-se repetir preventivamente a segunda e a terceira aplicação com intervalos médios de 14 dias
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Realizar três aplicações do fungicida sendo a 1ª aplicação no estágio fenológico V4, e a partir daí, deve-se repetir preventivamente a segunda e a terceira aplicação com intervalos médios de 14 dias
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 42 dias Realizar a aplicação preventivamente próximo a fase de pendoamento ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,5 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 15 dias 21 dias Realizar a primeira aplicação no estádio R5.1 e a segunda 15 dias após
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 50 dias. Começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A primeira aplicação deve ser efetuada preventivamente ou a partir dos primeiros sintomas da doença. Caso necessário reaplicar o produto após 10 a 15 dias
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 50 dias. Começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A primeira aplicação deve ser efetuada preventivamente ou a partir dos primeiros sintomas da doença. Caso necessário reaplicar o produto após 10 a 15 dias

Frasco - metálico e plástico - 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 e 3,0L
Bombona - metálico e plático - 5,0; 10,0; 20,0; 25,0 e 50,0L
Balde - metálico e plástico - 5,0; 10,0; 20,0; 25,0 e 50,0L
Tambor - metálico e plástico - 100,0; 200,0; 250,0; 500,0; 1.000,0; 2.000,0; 2.500,0 e 5.000,0L
Tanque - aço-inox - 10.000,0; 15.000,0; 20.000,0; 23.000,0 e 25.000,0L

ALGODÃO:
Iniciar o controle na ocorrência dos primeiros sintomas de Ramulária. Repetir a aplicação a cada 7-14 dias, utilizando o menor intervalo em condições climáticas e de infecção muito favorável ao fungo. Normalmente, são suficientes 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão da doença.
MILHO:
Realizar a aplicação preventivamente próximo a fase de pendoamento ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
SOJA:
Para crestamento-foliar realizar 2 pulverizações durante o ciclo da cultura, a primeira em R5.1 e a segunda 15 dias após com um volume de calda de 120-200 L/ha.
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
EMINENT EXCELL é um produto formulado com base em dois princípios ativos, sendo um sistêmico do grupo dos triazóis, e outro mesostêmico do grupo das estrobilurinas, com modo de ação preventivo e curativo. Diluir EMINENT EXCELL em água, acrescentar óleo mineral como adjuvante na dose de 0,5% v/v na calda e aplicar por pulverização sobre as plantas, de modo a proporcionar uma boa cobertura, principalmente do terço inferior em função de ser um produto sistêmico acrópeta e local. Aplicação terrestre: Diluir o produto em 120 a 200 litros água/ha para as culturas da soja e 100 a 200 litros água/ha para as culturas do algodão e do milho. Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Aplicação aérea: Para as culturas do algodão, milho e soja utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação. Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Algodão ....................................................................... 30 dias
Milho ............................................................................ 42 dias
Soja .............................................................................. 21 dias
* os intervalos de segurança foram definidos como os mais elevados conforme já estabelecido entre os dois ingredientes ativos para a modalidade de aplicação foliar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 24 horas. A entrada na cultura pode ser realizada utilizando-se EPI – Equipamento de Proteção Individual adequado.
LIMITAÇÕES DE USO:
Desde que seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas indicadas.
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Durante o manuseio, preparação da calda e aplicação, use Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, chapéu impermeável de aba Iarga ou chapéu árabe, avental impermeável, óculos protetores ou viseira facial, mascara descartável provida de filtros contra eventuais vapores orgânicos cobrindo o nariz, a boca, e Luvas e botas de borracha.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EM) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual
- EPI: macacão de algodão hidrorrepelenle com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

Grupo Químico: Tetraconazol .................................................................. Tríazol
Azoxistrobina.................................................................. Estrobilurina
Etileno glicol ....................................................................Alcoóis
Poloxalene.......................................................................Poliglicol

Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética: Tetraconazol: Em estudos em animais, foi rapidamente absorvido pelo trato
gastrointestinal e excretado em 48 horas pela via urinária (61-76)% e pelas fezes (9-26)%. As maiores concentrações foram encontradas no trato gastrointestinal e no fígado. O Tetraconazol foi em grande parte metabolizado e o composto inalterado foi detectado em uma porcentagem menor que 9% nas fezes e em pequenas quantidades na urina. O principal metabólito encontrado nas fezes e na urina foi o triazol. O principal mecanismo do metabolismo incluiu oxidação, redução e conjugação com a glutationa. No ar expirado foi encontrado (0,13-0,23)% da dose administrada. Após 7 dias a concentração tisular foi mínima encontrando-se no fígado e rins.
Azoxistrobina: Entre 86% a 86% do total da dose administrada de azoxistrobina foi excretada em 48 horas. A maior parte do produto foi excretada pelas fezes (via biliar) com cerca de 17% pela urina. O ingrediente ativo foi extensiva e completamente metabolizado tendo sido identificados pelo menos 15 diferentes metabólitos. A biotransformação não foi afetada pela dose. Os autores sugerem que a absorção é dose-dependente. A absorção oral na dose de 1 mg/Kg p.c. foi praticamente completa (100%) desde que não foi detectado o composto parental. A absorção oral da maior dose (100 mg/Kg p.c.) foi estimada em cerca de 74-81% desde que cerca de 19-26% da dose do composto parental foi detectado. Há 2 principais vias metabólicas: hidrólise a metoxiacido, seguido da conjugação do ácido glucurônico e conjugação da glutationa do anel do cianofenil seguido de outros metabolismos ao metabólito do ácido mercaptúríco.
Os maiores níveis de resíduos foram encontrados nos rins e fígado. Não há evidência de bioacumulação.
Etilenoglicol: Etilenoglicol é pouco absorvido pela pele (25% da dose de exposição), precisando cobrir grandes áreas cutâneas para provocar efeitos na saúde do trabalhador, e sua baixa volatilidade faz com que a absorção pela via respiratória seja pouco significativa. Em troca, ele é bem e rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (90 a 100% da dose de exposição) com pico sanguíneo em unia a quatro horas após a ingestão. Ele não se acumula no organismo. Seu metabolismo começa no fígado: o etilenoglicol é transformado pela enzima álcool desidrogenase (ADH) em glicoaldeído. O glicoaldeído é rapidamente convertido em ácido glicólico e um dialdeído (glioxal) pela aldeído desidrogenase. Ambos reagem lentamente para formar o ácido glioxílico, em presença da desidrogenase láctica (ou ácido glicólico oxigenase), que se decompõe rapidamente em ácido oxálico e em pequenas quantidades de lactato e formato. O ácido oxálico reage com o cálcio e se precipita sob a forma de cristais de oxalato de cálcio nos túbulos renais proximais, no cérebro, miocárdio, pâncreas e parede dos vasos sanguíneos. Eles causam dilatação, necrose, fibrose e depósito de cristais nos túbulos renais Alguns efeitos são mediados pelos receptores GABA. Ácido oxálico e seu sal de cálcio são responsáveis por uma acidose metabólica grave.
Tetraconazol: Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos.
Azoxistrobina: Nos fungos atua inibindo a respiração mitocondrial pelo bloqueio da transferência de elétrons entre o citocromo b e citocrorno cl.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS
Tetraconazol:
Intoxicação aguda: ainda não há relatos sobre efeitos clínicos de indivíduos expostos ao Tetraconazol.
Indivíduos expostos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clínico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
-> Tetraconazol é irritante ocular e do trato respiratório.
-> Não é irritante nem sensibilizante dérmico.
Exposição crônica: em estudos crônicos em animais, os órgãos-alvo foram o fígado, com incremento na atividade da fosfatase alcalina, e os rins. É provavelmente carcinogênico para humanos (EPA, L2) com base na indução de tumores hepáticos em camundongos. Não foi genotóxico nem mutagênico. Em estudos em ratos, o Tetraconazol induziu a formação de hidrouréter nos fetos e carência de espermatozoides no epidídimo de camundongos machos.
Azoxistrobina:
Intoxicação aguda: Há relatos limitados sobre efeitos clínicos de indivíduos - expostos ao Azoxistrobina. Foram descritos irritação ocular, prurido, eritema, fraqueza, cefaleia, tontura e dores no trato respiratório (após inalação).
Exposição crônica: em estudos crônicos em animais, o órgão-alvo foi o fígado, houve redução do ganho de peso corporal em cães e ratos e alterações nos ductos biliares (ratos machos). No estudo de toxicidade reprodutiva foi relatado redução no ganho de peso corporal de mães e filhotes. Nos estudos de teratogênese foi observado retardamento na ossificação dos filhotes de ratos cujas mães apresentaram redução de peso corporal (doses materno tóxicas).
Etilenoglicol: O início do quadro clínico está relacionado à acidose metabólica e segue um período de latência, até a formação de seus metabólitos tóxicos. 30 minutos após ingestão de 1 mg/kg, os sintomas são os de intoxicação alcoólica com depressão do SNC e ataxia, vertigens, fala pastosa, agitação, nistagmo, ataxia, náusea e vômito. A depressão pode se agravar, associando hipotonia, arreflexia, coma e, eventualmente, edema cerebral. Em 12 a 24 h aparece, em geral, unia falência cardiorrespiratória, com dispneia, hiperventilação, taquicardia, cianose e elevação da pressão sanguínea. A radiografia de tórax mostra infiltrações bilaterais extensas e evoca risco de morte. Os sintomas são olígúria, dores lombares e urinas ricas em cristais de oxalato de cálcio, evoluindo para a anúria. Disritmias cardíacas podem aparecer devido a uma hipocalcemia resultante da formação de cristais de oxalato de cálcio e, em 1 a 2 semanas após intoxicação severa notam-se: paralisia facial, zumbidos, fala pastosa, distúrbios oculares motores e anomalias visuais, relacionados com lesões de nervos cranianos VII, IX e X (VII - nervo facial: IX - nervo glossofaríngeo: X - nervo vago), após a exposição em pacientes com intoxicação severa, que pode ser devido a formação de cristais de oxalato de cálcio no cérebro. Após exposição inalatória a 140 mg/m3, algumas pessoas podem apresentar irritação de garganta, dor de cabeça e dores torácicas; concentrações > a 200 mg/m3 produzem irritações severas e dores mais intensas. A exposição cutânea ocupacional provoca desidrose, irritação, dermatites e eczema. Uma ceratoconjuntivite pode ser encontrada nas contaminações oculares.
Poloxalene: a absorção é baixa com rápida excreção na bile e urina e pouca retenção nos tecidos. Administração intravenosa em humanos provocou dor, anormalidades no local de injeção e náuseas. Pose ser irritante de pele e mucosas.

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Etilenoglicol: O diagnóstico baseia em noção de exposição associada a quadro
clínico compatível com a indicação por etilenoglicol.
Exame de urina: dosagem de etilenoglicol > 20 mg/ml revela uma intoxicação, mas valores inferiores são compatíveis com casos mais distantes. A elevação significativa da osmolalidade sérica pode ser um bom indicador, ainda que não específica e possivelmente ausente após a primeira hora. O cálcio sérico vai diminuindo com a formação de oxalato e a dosagem de eletrólitos mostra um intervalo aniônico anormal (AG=Na+-(CI-+HCO3-) > 12 mEq/L). Ureia e creatinina aumentam com a insuficiência renal. A presença de cristais de oxalato de cálcio também é útil. Hernatúria e proteinúria são comuns. Monitore o fluxo urinário.
Obs: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

TRATAMENTO:
Antídoto: não há antídoto especifico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontam inação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere jogo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em
adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
• Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
• Corrigir a acidose metabólica com solução de bicarbonato de sódio. O gluconato ou cloreto de cálcio intravenoso só deve ser aportado em caso de hipocalcemia grave, pelo risco de aumentar a precipitação de oxalato.
• A vit 136 endovenosa poderia facilitar a transformação do ácido glioxílico em glicina, e reduzir a formação de ácido oxálico.
• O 4-metilpirazol (4-MP ou Fomepizol), antagonista competitivo da desidrogenase láctica, bloqueia a enzima e evita a formação de glicoaldeído, ácidos glicólico e oxálico. Ele é o antídoto de referência para o tratamento da intoxicação por etilenoglicol e prolonga a meia-vida desses produtos.
• Hemodiálise é indicada, sobretudo após o aporte de 4-MP, removendo eficientemente o etilenoglicol e seus metabólitos, e corrigindo rapidamente a acidose, os eletrólitos e anormalidades dos fluidos.
• Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Exposição Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou
Inalatória pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com Beta2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com produto.
Contra-indicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISAIMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação - (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 2165-2383 /73

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
- Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
- Efeitos agudos (PF)
DL50 oral para ratos (fêmeas): superior a 300 mg/Kg de peso corpóreo.
DL50 dérmica para ratos: superior a 4.000 mg/Kg de peso corpóreo.
CL50 inalatória para ratos: > 2,26 mg/L de ar (4 h).
Irritação ocular em coelhos: o produto foi considerado pouco irritante para os olhos. Irritação dérmica em coelhos: o produto foi considerado pouco irritante para a pele. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não provo ou sensibilização cutânea.
Efeitos crônicos
Vide item sintomas e sinais clínicos no quadro acima.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

( X )- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e doar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a urna distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre recipientes disponíveis para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada,
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISAGRO BRASIL COMÉRCIO DE
PRODUTOS AGROQUÍMICOS LTDA. - Telefone de emergência (11) 2165-12383 /73
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha (PVC), óculos protetores e máscara com filtros).

Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, ou PÓ QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, ou P0 QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÂO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos;
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;
• lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia. com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem cm até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, cm caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem cm até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações. animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENT() DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou cm desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A incineração é o método indicado para a desativação do produto, realizada em fornos apropriados, alimentados com urna mistura de ar e metano à 1100 1200°C. A formação HF e HCI deve ser levada para um sistema de absorção com 18 - 20% de Ca(OH)2 em solução de água.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, hem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, a dose, ao modo de aplicação e a tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e socialmente favorável.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos G1 (Triazóis) e C3 (Estrobilurinas) para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), EMINENT EXCELL Bula Completa – 12.12.2017 Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida (EMINENT EXCELL) é composto por (Tetraconazol) e (Azoxistrobina), que apresentam modo de ação das C14- desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51) e Complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, pertencentes aos Grupo G1 e C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.