Bula Êxito 215 SL - Helm
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Bula Êxito 215 SL

Metomil
4516
Helm

Composição

Metomil 215 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Alabama argillacea (Curuquerê)
Anthonomus grandis (Bicudo)
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Caliothrips brasiliensis (Tripes)
Frankliniella schultzei (Tripes)
Heliothis virescens (Lagarta da maçã)
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha)

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)
Epinotia aporema (Broca das axilas )
Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho)
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Frankliniella schultzei (Tripes)
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas)
Myzus persicae (Pulgão verde)
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia adultera (Lagarta do trigo)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Tambor de polietileno de alta densidade - 1 Litro
Bombona de polietileno de alta densidade - 5; 10 e 20 Litros
Tambor de polietileno de alta densidade - 50 e 100 Litros

INSTRUÇÕES DE USO

ÊXITO® 215 SL é um inseticida a base de METHOMYL indicado no controle de pragas na parte aérea nas culturas de algodão, batata, brócolis, couve, milho, repolho, soja, tomate e trigo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

O número de aplicações varia conforme necessidade em casos de reinfestação da praga (quando o nível populacional da praga atingir o nível de dano econômico).
As doses mais altas devem ser aplicadas quando ocorrer maior intensidade no ataque das mesmas. Utilizar inseticidas de grupo químico e modo de ação diferentes intercalando as aplicações quando for necessário realizar mais aplicações do que o número máximo recomendado.

Algodão:
Para lagartas, aplicar quando infestação atingir 4% dos ponteiros, repetindo a aplicação com intervalos superiores a 10 dias, quando necessário. Para o controle da lagarta-falsa-medideira quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso.
Não realizar mais que 2 aplicações para a lagarta-falsa-medideira na cultura do algodão.
Para pulgões e tripes, aplicar preventivamente até 30 dias após emergência da planta, ou logo que observar os primeiros insetos na cultura, reaplicando em caso de reinfestação.
Para bicudo, iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 10% dos botões atacados até 80 dias e 15% de ataque após os 80 dias.
Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 100 a 200 L/ha via terrestre (para bicudo aplicar um volume de calda de 300 L/ha).

Batata:
Iniciar aplicação quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha via terrestre.

Couve / Brócolis / Repolho:
Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação.
Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha via terrestre.

Milho:
Aplicar quando verificar a presença das primeiras lagartas nas plantas, reaplicando quando ocorrer reinfestação.
Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 300 L/ha via terrestre.

Soja:
Para lagartas, iniciar aplicações quando verificar presença de 40 lagartas por metro linear ou quando ocorrer 30% de desfolha antes da floração, ou 15% de desfolha após a floração.
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 100 a 300 L/ha via terrestre e de 10 a 30 L/ha via aérea.

Tomate:
Iniciar aplicações quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas, reaplicando em casos de reinfestação.
Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha via terrestre.

Trigo:
Iniciar aplicação assim que observar primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se ocorrer reinfestação.
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 100 L/ha via terrestre.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparar a calda de aplicação na quantidade adequada no tanque de pulverização, conforme volume indicado para cada cultura, mantendo-a sob constante agitação.

Aplicação terrestre:
Pulverização da calda na parte aérea da planta, através de equipamentos terrestres, manual ou tratorizado, visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos.

Aplicação aérea:
Pulverização da calda na cultura da soja através de aeronaves agrícolas dotadas de barra ou bicos rotativos “micronair”, observando equipamentos e condições adequadas.
Observar condições climáticas favoráveis à aplicação, compreendendo velocidade de vento inferior a 10 km/h, temperatura abaixo de 27°C (horas mais frescas do dia) e umidade relativa do ar acima de 70%.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado de barra
Tipo de bico: Leque (série XR ou DG), Cônico (série D ou XT)
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
Densidade das gotas: 40 gotas/cm²
Pressão: 30 a 60 lb/pol² (equipamento costal) ou 80 a 100 lb/pol² (tratorizados)

Aplicação aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos do tipo micronair ou com barras dotadas de bicos cônicos D4, D5 ou D6.
Altura de voo: 3 a 4 m.
Largura faixa de deposição: 15 a 20 m
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
Densidade das gotas: mínimo 40 gotas/cm²
Pressão da barra: 30 a 50 lb/pol²
Regulagem: Bicos rotativos (4 a 8 unidades) com pá da hélice do atomizador a 30° ou 35° para obter gotas menores; Barras com bicos (20 a 60 unidades) com ângulo destes em relação à direção de voo de 135°.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA

Algodão, Milho, Soja e Trigo: 14 dias
Batata: 9 dias
Brócolis, Couve, Repolho e Tomate: 3 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem os equipamentos de proteção individual (EPI) por um período de 24 horas, ou até que a calda de pulverização esteja seca nas plantas.

LIMITAÇÕES DE USO

- Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso e doses recomendadas.
- Compatibilidade: Incompatível com produtos de reação alcalina, tais como calda bordalesa ou sulfocálcica. Uma vez que as formulações podem ser alteradas e novas formulações podem ser introduzidas, recomenda-se que seja testada a compatibilidade previamente.
- Outras limitações: Não aplicar o produto através de equipamentos do tipo nebulização (fog) ou através de sistemas de irrigação. Não usar o produto em plantas ornamentais ou quaisquer outras não recomendadas na bula. Não usar o produto em culturas hidropônicas ou plantadas em vasos ou outros recipientes. Não aplicar o produto em qualquer cultura sob stress resultante de seca, excesso de água, temperaturas muito baixas (ex.: geadas), deficiências de nutrientes ou quaisquer outros fatores que interfiram negativamente no desenvolvimento das plantas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.