Bula Êxito 215 SL

acessos
Metomil
4516
Helm

Composição

Metomil 215 g/L Diversos

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Sistêmico, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
0,8 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações. 14 dias. Aplicar quando a infestação atingir 10% dos botões atacados até 80 dias e 15% após 80 dias
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Reaplicar a cada 10 dias quando necessário. 14 dias. Aplicar quando a infestação atingir 4% dos ponteiros
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Reaplicar a cada 10 dias quando necessário. 14 dias. Aplicar quando a infestação atingir 4% dos ponteiros
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
1,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - No máximo duas aplicações. 14 dias. Aplicar quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm para cada 5 plantas amostradas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação. 14 dias. Aplicar preventivamente até 30 dias após a emergência da planta
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação. 14 dias. Aplicar preventivamente até 30 dias após a emergência da planta
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Reaplicar em caso de reinfestação. 14 dias. Aplicar preventivamente até 30 dias após a emergência da planta
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 a 125 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. 9 dias. Iniciar aplicação quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
75 a 125 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. 9 dias. Iniciar aplicação quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 100 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,6 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença das primeiras lagartas nas plantas
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar quando verificar presença de 40 lagartas por metro linear ou quando ocorrer 30% de desfolha antes da floração, ou 15% de desfolha após a floração
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar quando verificar presença de 40 lagartas por metro linear ou quando ocorrer 30% de desfolha antes da floração, ou 15% de desfolha após a floração
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Aplicar quando verificar presença de 40 lagartas por metro linear ou quando ocorrer 30% de desfolha antes da floração, ou 15% de desfolha após a floração. 14 dias. Presença de 40 lagartas por metro linear
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar quando verificar presença de 40 lagartas por metro linear ou quando ocorrer 30% de desfolha antes da floração, ou 15% de desfolha após a floração
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar quando verificar presença de 40 lagartas por metro linear ou quando ocorrer 30% de desfolha antes da floração, ou 15% de desfolha após a floração
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
100 a 150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar aplicações quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
100 a 150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar aplicações quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 a 150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar aplicações quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. 3 dias. Iniciar aplicações quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 1,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar aplicação assim que observar os primeiros focos de infestação na lavoura
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
0,5 a 1,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Nos primeiros focos de infestação na lavoura
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar aplicação assim que observar os primeiros focos de infestação na lavoura

Tambor de polietileno de alta densidade - 1 Litro
Bombona de polietileno de alta densidade - 5; 10 e 20 Litros
Tambor de polietileno de alta densidade - 50 e 100 Litros

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O número de aplicações varia conforme necessidade em casos de reinfestação da praga (quando o nível populacional da praga atingir o nível de dano econômico).
As doses mais altas devem ser aplicadas quando ocorrer maior intensidade no ataque das mesmas. Caso seja necessário realizar mais aplicações do quê o número máximo recomendado, deve-se utilizar inseticidas de grupo químico e modo de ação diferentes, intercalando as aplicações.
Algodão:
Para lagartas, aplicar quando infestação atingir 4% dos ponteiros, repetindo a aplicação com intervalos superiores a 10 dias, quando necessário. Para o controle da lagarta-falsa-medideira quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Não realizar mais que 2 aplicações para a lagarta-falsa-medideira na cultura do algodão.
Para pulgões e tripes, aplicar preventivamente até 30 dias após emergência da planta, ou logo que observar os primeiros insetos na cultura, reaplicando em caso de reinfestação.
Para bicudo, iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 10% dos botões atacados até 80 dias e 15% de ataque após os 80 dias.
Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 100 a 200 L/ha via terrestre (para bicudo aplicar um volume de calda de 300 L/ha).
Batata:
Iniciar aplicação quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha via terrestre.
Couve / Brócolis / Repolho:
Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação.
Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha via terrestre.
Milho:
Aplicar quando verificar a presença das primeiras lagartas nas plantas, reaplicando quando ocorrer reinfestação.
Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 300 L/ha via terrestre.
Soja:
Para lagartas, iniciar aplicações quando verificar presença de 40 lagartas por metro linear ou quando ocorrer 30% de desfolha antes da floração, ou 15% de desfolha após a floração.
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 100 a 300 L/ha via terrestre e de 10 a 30 L/ha via aérea.
Tomate:
Iniciar aplicações quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas, reaplicando em casos de reinfestação. .
Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha via terrestre.
Trigo:
Iniciar aplicação assim que observar primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se ocorrer reinfestação.
Realizar no máximo 3 aplicaç.es durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 100 L/ha via terrestre.

MODO DE APLICAÇÃO:
Preparar a calda de aplicação na quantidade adequada no tanque de pulverização, conforme volume indicado para cada cultura, mantendo-a sob constante agitação.
Aplicação terrestre:
Pulverização da calda na parte aérea da planta, através de equipamentos terrestres, manual ou tratorizado, visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos.
Aplicação aérea:
Pulverização da calda na cultura da soja através de aeronaves agrícolas dotadas de barra ou bicos rotativos 'micronair", observando equipamentos e condições adequadas.
Observar condições climáticas favoráveis à aplicação, compreendendo velocidade de vento inferior a 10 km/h, temperatura abaixo de 27°C (horas mais frescas do dia) e umidade relativa do ar acima de 70%.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado de barra
Tipo de bico: Leque (série XR ou DG), Cônico (série D ou XT)
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
Densidade das gotas: 40 gotas/cm2
Pressão: 30 a 60 lb/pol2 (equipamento costal) ou 80 a 100 lb/pol2 (tratorizados)
Aplicação aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos do tipo micronair, ou com barras dotadas de bicos cônicos 04, D5 ou D6.
Altura de voo: 3 a 4 m.
Largura faixa de deposição: 15 a 20 m
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
Densidade das gotas: mínimo 40 gotas/cm2
Pressão da barra: 30 a 50 lb/pol2
Regulagem: Bicos rotativos (4 a 8 unidades) com pá da hélice do atomizador a 300 ou 35° para obter gotas menores; Barras com bicos (20 a 60 unidades) com ângulo destes em relação à direção de voo de 135°.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 48 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado
conforme instruções de uso e doses recomendadas.
- Compatibilidade: Incompatível com produtos de reação alcalina, tais como calda bordalesa
ou sulfocálcica. Uma vez que as formulações podem ser alteradas e novas formulações
podem ser introduzidas, recomenda-se que seja testada a compatibilidade previamente.
- Outras limitações: Não aplicar o produto através de equipamentos do tipo nebulização (fog)
ou através de sistemas de irrigação. Não usar o produto em plantas ornamentais ou
quaisquer outras não recomendadas na bula. Não usar o produto em culturas hidropônicas ou
plantadas em vasos ou outros recipientes. No aplicar o produto em qualquer cultura sob
stress resultante de seca, excesso de água, temperaturas muito baixas (ex.: geadas),
deficiências de nutrientes ou quaisquer outros fatores que interfiram negativamente no
desenvolvimento das plantas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme
modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; touca árabe, máscara apropriada, botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

'PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto muito bem fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR METOMIL
- INFORMACÕES MÉDICAS
- Grupo químico: Carbamato
- Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
- Toxicocinética: Inibem reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando no acúmulo de acetilcolina nos receptores muscarínicos (efeito em células colinérgicas), nicotínico (junções
neuromusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão
espontânea (ao controle dos organofosforados), com ação breve e auto-limitada. Usualmente a severidade é leve a moderada.
A absorção é rápida por todas as vias: oral, respiratória, dérmica e pelas mucosas. Fatores
como altas temperaturas e dermatites pré-existentes aumentam a absorção.
Possuem rápida distribuição em tecidos e órgãos e não se acumulam no organismo. A metabolização é hepática e rápida, através de três mecanismos básicos: hidrólise, oxidação e conjunção. 90% é excretado pelos rins em até 3 dias, mas também são eliminados pelas fezes. Não atravessam a barreira hematoencefálisa, sendo os sintomas do SNC decorrentes de hipóxia.
- Mecanismos de Toxicidade: Inibem reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando no acúmulo de acetilcolina nós receptores muscarínicos (efeito em células colinérgicas), nicotínicos (junções neuromusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao controle dos organofosforados), com ação breve e auto-limitada. Usualmente a severidade é leve a moderada.
- Sintomas e sinais clínicos: Os efeitos são imediatos, geralmente em 30 minutos a 1-2 horas após a exposição, e cessam logo após o término da exposição. As manifestações clínicas ocorrem usualmente em menor grau que no caso dos produtos organofosforados e as manifestações neurológicas são também de menos intensidade, devido à menor penetração no SNC.
As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): são predominantes na intoxicação por carbamatos.
Vômito, diarreia, cólicas abdominais, anorexia, náuseas, incontinência urinária, incontinência
fecal, tenesmo, broncoconstrição, dispneia, cianose, edema pulmonar, hipersecreção(sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), bradicardia, hipotensão, bloqueio
atrioventricular, miose e visão borrada.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver
paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): cefaleia, ansiedade, agitação, confusão mental,
ataxia, depressão de centros cardiorrespiratórios, convulsões e coma.
Também podem ocorrer manifestações tardias.
Exposição dérmica: pode causar irritação ocular e dérmica, dermatite de contato, hiperpigmentação.
Manifestações tardias: Não há evidências da síndrome de neuropatia retardada, como ocorre com os organofosforados.
- Diagnóstico: O diagnóstico pré estabelecidos pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não à queda na atividade das colinesterases. O decréscimo de 25% ou mais da atividade da colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda
de 505 é geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da pseudocoli neste rase é um indicador sensível, mais não específico. Ambas podem demorar de
3-4 meses para se normalizar, mas este teste não é de grande utilidade porque a inibição da
acetilcolinesterase é rapidamente reversível. A identificação da substância e seus metabolitos
no sangue e na urina podem evidenciar a exposição, mas não são largamente utilizados.
Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas
hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), radiografia de tórax (edema pulmonar e
aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros tóxicos,
o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
- Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontam inação. Utilizar luvas e avental durante a descontam inação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com solução de bicarbonato (os carbamatos são instáveis em
meio alcalino).
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro.
fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Pode-se usar algumas gotas de anestésico, previamente, para facilitar o procedimento.
3. Em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica. No caso de pequenas doses de
produto tóxico, se o intervalo entre a ingestão e a medição for curto, administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, .na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático:
1. Monitorização respiratória e aspiração de secreções. Nos casos de edema pulmonar,
broncoespasmo ou pneumonia de aspiração, usar atropina, entubar e ventilar o paciente
compressão positiva e realizar RX de tórax para avaliar o nível de exsudação.
2. Monitorização cardíaca.
3. Administração de Diazepam: indicado nos casos de gravidade moderado ou alta, reduzida
a ansiedade e algumas manifestações ao nível do SNC.
4. Controle hidroeletrolítico: repor perdas para evitar o risco de edema pulmonar.
Nos casos de Aldicarb ou Carbaril pode ser usado CARVÃO ATIVADO em doses repetidas,
após esvaziamento gástrico, para reduzir o ciclo entero-hepático.
5. Manter medidas sintomáticas e de manutenção.
Obs: todo paciente assintomático, mas com história de exposição (dérmica, inalatória ou
ingestão) deve ser observado por 6-8 h.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não os
nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e de 0,01 a 0,05 mg/kg em
crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina
disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 a 0,50 mg/ml. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clinico, e se baseia na reversão da
ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase
hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão
não contra-indica a atropinização. Manter em observação por 72 horas, com monitorização
cardio-respiratória e oximatria de pulso. A ação letal dos carbamatos pode ser comumente
atribuída a insuficiência respiratória, pelos, mecanismos de: broncoconstrição, secreção
pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e consequente depressão do centro
respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.
- Contraindicações: A diálise e a hemopérfusão são contra indicadas.
O vômito é contraindicado em razão de risco potencial de aspiração.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade
de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).
- Efeitos sinérgicos: Com outros carbamatos ou organofosforados.
- ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722 6001 para notificar o caso e obter informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT
ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (SI NAN!MS)
TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
• HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA: (11) 51 85.4099
• Emergências Toxicológicas: 0800 7010 450 (24 horas)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇAO:
Em animais de laboratório o metomil foi rapidamente absorvido do trato gastrintestinal e rapidamente eliminado em 24 horas após a administração. A excreção urinária ocorreu para 53% da dose administrada em ratos e 29% em macacos. A excreção por via respiratória foi responsável pela eliminação de 33% e 39% da dose administrada em ratos e macacos, respectivamente. A meia-vida de excreção. foi de 5 horas no rato e entre 12 a 24 horas no macaco. Não houve diferenças relativas ao sexo na absorção, taxa de eliminação ou na distribuição e concentração de resíduos teciduais nos ratos. Não foi evidenciado potencial de bioacumulação. O metabolismo é extenso tanto nos ratos quanto nos macacos, mas há certas diferenças nos mecanismos e padrões metabólitos.
DL50: oral 200mg/Kg pc
DL50: > 4000 mg/kg pd
CL50: 1,90 mg/L/4h
Irritação ocular: o produto causou opacidade da córnea em um animal reversível em 24 horas Irritação dérmica: o produto não causou irritação na pele

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto ê;
(x) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas,
Este produto é ALTAMENTE TOXICO para micro crustáceos,
- Evite a contaminação ambiental Preserve a Natureza
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A declinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes; às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada,
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível,
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência tarai os dizeres. CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NSR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT,
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3 - INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Helm do Brasil Mercantil Ltda, telefone de emergência: (11) 5185-4099.
Utilize, o equipamento de proteção individual EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, ocular, proibiste máscara com filtro)
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de urna pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de, pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

INFORMAÇOES SOBRE MANEJO DE RESISTENCIA:
Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
• Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser
utilizado em gerações consecutivas da praga;
• Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.