Bula Fumi-Cel - Degesch

Bula Fumi-Cel

acessos
Fosfeto de Magnésio ( Fosfina)
796
Degesch

Composição

Fosfeto de Magnésio ( Fosfina) 560 g/kg Inorgânico

Classificação

Inseticida fumigante
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Inflamável
Corrosivo
Fumigante em Tablete (FT)
Fumigante, Ação Total

Geral Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça
(Pyralis farinalis)
2 g i.a. / m³ - - O intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem. 4 dias. A época entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Besouro castanho
(Tribolium castaneum)
2 g i.a. / m³ - - O intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem. 4 dias. A época entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem
Gorgulho dos cereais
(Rhyzopertha dominica)
2 g i.a. / m³ - - O intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem. 4 dias. A época entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem
Traça
(Sitotroga cerealella)
2 g i.a. / m³ - - O intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem. 4 dias. A época entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem
Traça da farinha
(Anagasta kuehniella)
2 g i.a. / m³ - - O intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem. 4 dias. A época entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem
Traça indiana da farinha
(Plodia interpunctella)
2 g i.a. / m³ - - O intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem. 4 dias. A época entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem

Envelope de alumínio com capacidade para 1 tablete de 117 gramas.
Balde de aço com capacidade para 120 tabletes de 117 gramas(14.040g)

INSTRUÇÕES DE USO
Os tabletes de DEGESCH-FUMICEL, após serem deslacrados dos respectivos invólucros, iniciam lentamente a liberação do gás Fosfina, cuja taxa de maior ou menor grau de desprendimento, varia com a temperatura e umidade do ambiente e do produto armazenado a ser expurgado. Este detalhe é determinante para estabelecer a dosagem e o tempo de exposição. Geralmente, os tabletes são consumidos em 3 dias durante uma fumigação normal.
Os produtos tratados não são afetados pela Fosfina, quanto a sua qualidade, sabor, coloração e propriedades organolépticas.

PERÍODO DE FUMIGAÇÃO:
O período mínimo de fumigação ou expurgo depende de inúmeros fatores, dentre os quais podemos citar os principais:
1 – Do tipo de produto a ser fumigado (expurgado);
2 – Da espécie de praga e de seu nível de infestação;
3 – Da temperatura da massa de grãos, produtos ou do espaço a ser fumigado (expurgado);
4 – Do teor de umidade da massa de grãos, produtos ou do espaço a ser fumigado (expurgado).

ÉPOCA DE APLICAÇÃO E FREQUÊNCIA
Em se tratando de produtos armazenados, o momento de aplicação e sua frequência dependerão do monitoramento realizado, tendo em vista o nível de infestação presente,
considerando sempre que a adoção do procedimento de fumigação (expurgo) sempre deverá ter o caráter preventivo.

MODO DE APLICAÇÃO
Para a fumigação (expurgo) com DEGESCH-FUMICEL, recomendamos os seguintes procedimentos:
• Fumigação de grãos ensacados, farinha (preparada a partir dos grãos de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja, sorgo e trigo) e folhas de fumo, armazenados em
armazéns convencionais e depósitos:
- Verificar as condições gerais de vedação dos locais (Armazéns Convencionais, Depósitos, etc.) e das lonas a serem utilizadas para o processo de fumigação (expurgo), lembrando que as mesmas devem ser próprias para essa operação (NUNCA UTILIZAR LONAS RECICLADAS), procedendo a correção de todas as falhas que possam levar a vazamentos de fosfina e que possam comprometer o resultado da fumigação (expurgo), além dos riscos de segurança com os trabalhadores.
- Os materiais a serem utilizados para a vedação e correção dos locais que permitam o vazamento do gás Fosfina devem garantir essa vedação adequada.
- Para a vedação das “câmaras de expurgo”, feitas com lonas plásticas próprias para essa operação, utilizar cobras de areia, fitas adesivas ou outro método que apresente o mesmo resultado de eficácia na vedação.
- Calcular a dosagem a ser utilizada na operação de fumigação (expurgo), em função do volume (m3) de produto ou espaço a ser fumigado. Lembrando que as condições de armazenamento como a temperatura dos produtos e espaços a serem fumigados, bem como o teor de umidade dos mesmos, devem ser observados, tendo em vista estabelecer o período de fumigação.
- Para a fumigação de grãos ensacados, fumo em fardo, em caixas, em barricas ou em engradados, armazenados em armazéns convencionais sob “câmaras de expurgo”, formadas por
lonas plásticas apropriadas para essa operação, distribuir os tabletes de DEGESCH-FUMICEL previamente deslacrados por entre as pilhas de sacarias, fardos, paletes, etc, tomando o cuidado de dispor os tabletes de DEGESCH-FUMICEL no interior de caixas de papelão ou madeira,
secas, ou mesmo sobre o piso.
• Fumigação Espacial (Armazéns Convencionais, Silos, Depósitos, Moinhos, etc)
- Verificar as condições gerais de vedação dos locais (Armazéns Convencionais, Depósitos, etc.), procedendo à vedação de todas as aberturas e entradas, para evitar a fuga do gás;
- Calcular a área e o volume do armazém/depósito/moinho, bem como anotar a temperatura e o teor de umidade do ar interno, para determinar a dosagem (nº de tabletes) a ser usada, de acordo com a Tabela de Dosagem;
- De acordo com a dose calculada, distribuir os tabletes deslacrados no chão;
OBS: Quando da distribuição dos tabletes no chão do armazém ou depósito, sob nenhuma hipótese, estes devem entrar em contato com a água, sob pena de entrarem imediatamente em combustão e liberarem o gás;
- Distribuir os tabletes de tal forma que, após a fumigação, possam ser facilmente recuperados e contados;
- Afixar avisos na parte externa do armazém/depósito/moinho: PERIGO - ÁREA SOB FUMIGAÇÃO.
RECOMENDAÇÕES GERAIS
• Todas as áreas que estiverem sob fumigação (expurgo) devem estar devidamente identificadas por meio de avisos de advertência: “PERIGO-ÁREA SOB FUMIGAÇÃO (EXPURGO)”
.• A entrada de pessoas nestas áreas DEVE SER EXPRESSAMENTE PROIBIDA. Caso haja absoluta necessidade de entrada de pessoas, fazê-lo sempre em duplas de profissionais, devidamente equipados e protegidos com Equipamentos de Proteção Individual, indicados para operações de fumigação (expurgo).
• Encerrado o período de fumigação as áreas isoladas deverão ter as vedações removidas, observando o período mínimo de aeração, conforme indicado no item referente a Período de Aeração. Essa operação deve ser realizada sempre em duplas de profissionais, devidamente equipados e protegidos com equipamentos de Proteção Individual, indicados para operações de fumigação (expurgo).
• Caso as placas DEGESCH-FUMICEL sejam dispostas no piso, tomar cuidados adicionais para que as mesmas não entrem em contato com água ou qualquer tipo de umidade, sob qualquer pretexto.

RESTRIÇÕES DE USO
• Os tabletes de DEGESCH-FUMICEL são de uso restrito apenas para a fumigação de grãos, farinha (preparada a partir dos grãos de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja, sorgo e trigo) e folhas de fumo armazenado em silos, armazéns, depósitos, etc., e para a fumigação espacial das mesmas dependências vazias, devidamente vedadas. O LOCAL DE ARMAZENAGEM DEVE SER SINALIZADO COM O SÍMBOLO DA CAVEIRA E ESCRITO PRODUTOS TÓXICOS;
• Os tabletes de DEGESCH-FUMICEL, quando expostos ao ar livre, liberam gás venenoso;
• O produto dever ser manipulado somente por pessoal treinado e bem familiarizado com o uso e com as medidas de segurança para fumigantes tóxicos;
• Guardar o produto na sua embalagem original, em dependências frescas, bem ventiladas e trancadas a chave, fora do alcance de crianças, animais ou pessoas não autorizadas;
• MANTENHA O PRODUTO LONGE DE ÁGUA, FOGO OU LÍQUIDOS AFINS;
• Não abra as embalagens, exceto para uso imediato;
• NÃO INALE O GÁS;
• As instalações sob fumigação somente devem ser adentradas em caso de absoluta emergência e somente com proteção de máscara contra gases;
• Dependências adjacentes à depósitos, armazéns, silos sob fumigação devem ser mantidas ventiladas;
• A FUMIGAÇÃO NUNCA DEVE SER FEITA EM PRÉDIOS HABITADOS.

INTERVALO DE SEGURANÇA
O intervalo de segurança para fumigação (expurgo) indicado é de:
Arroz - 4 dias
Café - 4 dias
Farinha - 4 dias
Feijão - 4 dias
Fumo - 4 dias
Milho - 4 dias
Trigo - 4 dias
Sorgo - 4 dias
INTERVALO DE REENTRADA
- A reentrada deve ser realizada exclusivamente por trabalhadores habilitados e protegidos da mesma forma que para as operações anteriores (veja DISTRIBUIÇÃO DOS TABLETES).
São necessários, no mínimo, um operador e um assistente para socorro.
- Faça a aeração do local.
- Use exaustores para facilitar a aeração do local.
- O retorno dos outros trabalhadores só poderá ser permitido após o fim do processo de aeração.

LIMITAÇÕES DE USO
Os tabletes de DEGESCH-FUMICEL são de uso restrito apenas para a fumigação de grãos, farinha (preparada a partir dos grãos de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja, sorgo e trigo) e folhas de fumo armazenados em silos, armazéns, depósitos, etc., e para a fumigação espacial das mesmas dependências vazias, devidamente vedadas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
A DEGESCH FUMICEL é um inseticida altamente tóxico, de uso restrito apenas para a Fumigação (expurgo) de produtos agrícolas armazenados.
Mantenha o produto longe de água e líquidos afins.
Sinalizar as dependências sob fumigação com avisos de advertência.
Dependências adjacentes a depósitos, armazéns, etc., sob fumigação devem ser mantidas ventiladas.
A fumigação nunca deve ser efetuada em prédios habitados.
Conservar o produto na sua embalagem original, em local fresco, ventilado, trancado à chave, fora do alcance de crianças e animais.
Mantenha as embalagens hermeticamente fechadas, longe do calor, fogo ou água.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
O produto deve ser usado e manipulado somente por pessoal experiente e familiarizado com o uso e com as medidas de segurança.
Não abra as embalagens, exceto para uso imediato.
Antes de aplicar o produto, assegurar a completa vedação do depósito, armazém, silo, encerados e lonas plásticas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
As DEGESCH FUMICEL, quando expostas ao ar, liberam gás venenoso.
Usar roupas e luvas secas, evitando qualquer contato com água.
Usar máscara facial contra gases.
Não inale o gás.
Não comer, beber ou fumar durante o manuseio e aplicação do produto.
Manter ao alcance, equipamento de respiração apropriado e de primeiros socorros, no caso de emergência.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO:
Lave as mãos após o trabalho.
Não adentrar dependências sob fumigação, sem máscara contra gases.
Após o período de fumigação indicado para cada situação, arejar a dependência pelo período de aeração indicado, abrindo portas, janelas e aberturas, ou acionar ventiladores e exaustores.
Antes de re-entrar na dependência fumigada, medir à concentração de fosfina com auxílio de um detector de gás.

PRIMEIROS SOCORROS:
No caso de envenenamento agudo pela Fosfina, os sintomas imediatos são insuficiência respiratória, pressão no peito, náusea, vômitos e diarréia.
Se qualquer destes sintomas forem notados, a pessoa afetada deverá ser imediatamente levada para o ar livre, deitada em posição confortável e mantida quieta e agasalhada.
No caso de uma leve intoxicação, o paciente se recuperará rapidamente dentro de 1-2 horas.
Sob nenhuma hipótese, o paciente deve voltar ao trabalho nas próximas 24 horas.
A exposição repetida a curtos intervalos pode ser perigosa.
Não são conhecidos casos de envenenamento crônico pela fosfina.
Se ocorrerem severos sintomas de envenenamento, como vômitos duradouros e repetidos, extrema fraqueza, períodos de semi ou completa inconsciência, chamar imediatamente um médico ou hospital mais próximo, levando a embalagem ou o rótulo do produto.

MECANISMO DE AÇÃO DA FOSFINA:
Embora não haja ainda estudos conclusivos sobre o exato mecanismo de ação da Fosfina. sua ação é essencialmente citotóxica. provocando. conforme o grau de intoxicação, de leves a profundas alterações no metabolismo enzimático das células de vários tecidos e órgãos, tais como a perda da integridade e viabilidade da membrana celular, que resultam em disfunções basicamente nos pulmões (efeito bronquiolítico, hemorrágico com formação de edema); no fígado (alterações no metabolismo das gorduras e aumento das enzimas hepáticas); nos rins (aumento difuso das células tubulares renais, com aumento na concentração das porfirinas); no miocárdio (lesões hemorrágicas petequiais); no cérebro (anoxe vasomotora) e alterações nas enzimas séricas.

ABSORÇÃO:
A absorção do gás de Fosfina se dá principalmente pela via respiratória, onde é prontamente absorvido nos pulmões e hidrolisado nos tecidos. A absorção pela via oral somente é relevante no caso de ingestão acidental ou deliberada do produto na forma de fosfeto metálico, onde é absorvido no trato gastrointestinal e hidrolisado pela ação do suco gástrico em fosfina ácido-hidrolisável no sangue e no fígado. A fosfina e fosfetos metálicos não são absorvidos pela via dermal.

EXCREÇÃO:
Fosfetos metálicos são hidrolisados em fosfina e nos seus correspondentes cátions metálicos.
A fosfina é parte eliminada pela expiração, contudo a maior parte é excretada pela urina, desdobrada, principalmente em hipofosfito.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Os efeitos da intoxicação acidental pela fosfina são descritos como sendo essencialmente agudos, não havendo comprovação na literatura especializada, de quaisquer efeitos crônicos. Quatro grupos de sintomas são descritos pela intoxicação aguda da Fosfina, segundo Childs e Coates (1971), variáveis conforme o grau de exposição: Sintomas Nervosos: dor de cabeça, vertigem, tremores, ataxia, evoluindo para severos casos de convulsão, coma e morte. Sintomas gastro-intestinais: perda de apetite, sede, náuseas e vômitos, diarréia e severa dor epigástrica. Sintomas respiratórios: pressão e dor no peito, dificuldade respiratória evoluindo para apnéia. Sintomas circulatórios: queda da pressão sanguínea, arritmia e parada cardíaca.

EFEITOS COLATERAIS:
As alterações em importantes sistemas enzimáticos e conseqüentes disfunções orgânicas observadas na intoxicação aguda pela Fosfina, são todos reversíveis com tratamento médico adequado, não se observando efeitos colaterais.

ANTÍDOTO:
Não há antídoto contra o envenenamento da fosfina. Contudo, se as precauções de uso forem o não há perigo na manipulação e aplicação do produto.

TRATAMENTO MÉDICO:
Administrar cardiotônicos, bronquiolfticos ou drogas estimulantes da circulação sanguínea. No caso de edema pulmonar tóxico, administrar doses maciças de glucocorticóides, efetuar vaso-secção e, no caso de edema pulmonar progressivo, intubar imediatamente para remoção contrnua do fluído edematoso e aplicar oxigênio sob alta pressão, como também tomar medidas para o tratamento de choque, transfusão de sangue ou outras medidas de tratamento intensivo.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

(x) ALTAMENTE PERIGOSO ao meio ambiente.

Este produto é EXTREMAMENTE TÓXICO para mamíferos (principalmente por via inalatória).
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Este produto deve ser manuseado somente por aplicadores treinados.
Evite a contaminação ambienta Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Aplique somente as doses recomendadas.
Os equipamentos e terminais elétricos devem ser protegidos pois a fosfina é corrosiva ao cobre e a maioria dos metais.
O produto pode se inflamar espontaneamente quando atingir a concentração de 26 glm3.
Em contato com o calor e umidade o produto libera vapores inflamáveis, que podem elevar a temperatura no local e causar auto-ignição.
Em contato com o fogo pode haver ruptura das embalagens lacradas e o produto reagir com a umidade atmosférica produzindo o fosfeto de hidrogênio ou fosfina.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Descarte corretamente as embalagens e restos do produto -siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada e em lugar ventilado, longe da luz do sol, agentes oxidantes, ácidos e líquidos.
Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre disponibilidade de máscaras de proteção respiratória com filtro próprio para fosfeto de hidrogênio.
Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa.
Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara de proteção respiratória com filtro para fosfeto de hidrogênio).
NÃO RESPIRE O GÁS.
Isole e sinalize a área contaminada.
Evitar qualquer fonte de fogo.
Em caso de incêndio, isole a área e despeje sobre o fogo areia seca, CO2 ou efetuar ventilação com ar, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
Nunca combata o fogo com água.
Corpos d'água -interromper imediatamente o consumo humano e animal e contatar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS:
Não reutilize embalagens vazias.
As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico.
O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo.
O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água.
O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico.
Abrir um fosso de 1 a 2 m de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 m, de acordo com as necessidades.
Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita.
Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas.
Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade.
Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas.
Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO.
Antes de iniciar o uso do fosso, e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização.
Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem.
Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno.
Não descartar o pó residual em fosso quando este estiver parcialmente reagindo.
Observar legislação Estadual e Municipal especIfica.
Fica proibido o enterro de embalagens em áreas inadequadas, consulte o órgão estadual de meio ambiente.
Eliminação do pó residual pelo método líquido: Usar aparelhos de proteção respiratória e luvas.
Nunca fechar o recipiente onde estiver sendo feita uma desativação.
O trabalho deve ser realizado em ambiente aberto ou junto a adequados exaustores.
Coletar os Tabletes em saco de aniagem, de algodão ou em cestas de arame. Encher um tambor com 2/3 de água.
Mergulhar os sacos ou cestas contendo os Tabletes coletados na água, mantendo-os no fundo do tambor com um peso adequado, não permitindo que flutuem.
Assim que terminar a formação de bolhas gasosas, despejar a água do tambor no esgoto e enterrar os resíduos sólidos em fosso para lixo tóxico seguindo as instruções contidas nestes itens.

CONSERVAÇÃO:
Conservar o produto na sua embalagem original, em local fresco, ventilado e trancado à chave, fora de alcance de crianças e animais.
Mantenha as embalagens hermeticamente fechadas, longe do calor, fogo ou água.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.