Bula Glifosato Atanor

acessos
Glyphosate
1502
Albaugh

Composição

Glifosato - Sal de Isopropilamina 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico

Arroz S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não deetrminado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
até 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
até 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não deetrminado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
até 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
até 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não deetrminado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
até 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Trigo S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
até 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não deetrminado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
até 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência

Plástico (PET/COEX/PE) de 1,0 L. Bombona plástica de 5 L. Baldes (plástico/aço) de 20 L. Tambores (plástico/aço) de 50 L.

GLIFOSATO ATANOR é um herbicida sistêmico não seletivo de ação total para a aplicação em pós-emergência do grupo químico glicina substituída.

Recomendado para controle não seletivo de plantas daninhas nas seguintes situações:

Eliminação de plantas daninhas em áreas cultivadas nas seguintes situações: Pós-emergência das culturas e das plantas daninhas, na cultura de citros, café e cana-de-açúcar (cana-soca).
Aplicação em área total em pré-plantio: Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas para eliminação da vegetação antes do plantio - sistema de plantio direto para as culturas de soja, milho, arroz e trigo.

CULTURAS/PLANTAS DANINHAS/DOSES

Vide a seção “Indicações de uso/dose”

(*) = Dependendo do estágio de desenvolvimento da planta daninha, utilizar as menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, e as maiores doses para a fase adulta.

Para plantio direto nas culturas de Soja e Milho, a dose máxima recomendada é de 1,5 L p.c./ha. Portanto, efetuar somente o controle das plantas daninhas que requerem somente até 1,5 L p.c./ha para seu controle.

Para o plantio direto das culturas de Arroz e Trigo a dose máxima recomendada é de 4,0 L p.c./ha. Portanto efetuar somente o controle das plantas daninhas que requerem somente até 4,0 L p.c./ha para seu controle.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
GLIFOSATO ATANOR, aplicado no período adequado, controla as plantas daninhas com uma única aplicação. O GLIFOSATO ATANOR, não tem ação sobre sementes existentes no solo. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as plantas daninhas anuais, o período adequado, situa-se entre a fase jovem até a formação dos botõesflorais.
Importante: aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca).
- Na eliminação da soqueira de cana-de-açúcar:
A dose indicada pode variar com o cultivar, e recomenda-se a aplicação de 3 a 6 l p.c./ha. A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,5 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 0,70 a 0,90 cm do solo. A aplicação somente deve ser feita após a rebrota e antes da formação de colmos na soqueira.

MODO DE APLICAÇÃO:
GLIFOSATO ATANOR pode ser aplicado através de aplicações terrestres em citros, café, cana-de-açúcar (cana-soca) e aplicações terrestres e aéreas em soja, milho, arroz e trigo.

1) EQUIPAMENTOS TERRESTRES: Os seguintes dados deverão ser observados antes da
aplicação.

Costal manual:
-Tipos de bicos: 80.01 a 80.04, 110.01 a 110.04, defletor(TK.05) (e equivalentes);
-Vazão: 100 a 400 L/ha;
-Pressão: 2,78 Kg/cm²;
-Tamanho de gotas: 200-400µm;
-Densidade de gotas: 20-30 gotas/cm².

Equipamento tratorizado:
-Tipos de bicos do tipo: 80.01 a 80.04, 110.01 a 110.04, defletor(TK.05)(e equivalentes);
-Vazão: 100 a 250 L/ha;
-Pressão:2,78 Kg/cm²;
-Tamanho de gotas: 200-400µm;
-Densidade de gotas: 20-30 gotas/cm².

2) APLICAÇÃO AÉREA:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo)

Volume de aplicação: 40-50 L/ha
Altura de vôo: 4-5 metros do topo da cultura
Largura da faixa de deposição: 15 metros
Tamanho e densidade de gotas: 110-120 µm - mínimo de 20 gotas/cm² (DMV de 420 a 450 µm)

Barras de pulverização: poderão ser utilizadas barras de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos de extremidade da asa, em número de 4-5 em cada uma delas, deverão ser fechados afim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga, em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.

Bicos de pulverização: utilizar bicos de jato cônico, vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto, de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo.

NOTA: Sobre outros equipamentos, deve-se providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

Condições climáticas:
Temperatura do ar (Máxima): 35°C.
U.R. Mínima de 55%
Velocidade do vento (Máxima): 10 Km/hora (3 m/s)

Para as culturas indicadas, de citros, café e cana-de-açúcar (cana-soca), aplica-se o GLIFOSATO ATANOR em jato dirigido ou protegido tomando-se o cuidado necessário para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caules jovens).
Em plantio direto, das culturas de soja, milho, trigo e arroz, aplicar antes do plantio da cultura.
Aplica-se o GLIFOSATO ATANOR em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva-de-nível ou então somente onde houver manchas da planta daninha alvo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura/Período de carência (dias)
Soja: (2)
Milho: (1)
Citros: 30
Café: 15
Cana-de-açúcar: (1)
Arroz: (1)
Trigo: (1)

(1 ): Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
(2): O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto deve ser utilizado somente para as culturas que estão registradas, seguindo as
instruções de uso aprovadas.

DADOS RELATIVOS ÀS PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS
QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO NO QUE DIZ
RESPEITO À SAÚDE HUMANA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão de algodão hidrorepelentes, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e
luvas de nitrila.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Produto irritante aos olhos.
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
m primeiros socorros e procure um serviço médico de emergência.
•Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelentes
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro
mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
•Manuseie o produto em local arejado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.Evite o máximo possível o
contato coma área de aplicação.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
6
•Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos
de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Não reutilize a embalagem vazia.
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados par o
uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual, lave as luvas calçadas para
reduzir o risco de exposição acidental.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
•Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
•Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação longe de fontes d’água
para consumo.
•Fique atento ao período de vida útil dos filtros respiratórios, seguindo corretamente as
especificações do fabricante.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
Primeiros socorros: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vomito. Caso o vomito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeável, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
-Informações MédicasGrupo
químico Glicina substituída
7
Classe toxicológica Classe III
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica
Mecanismos de
toxicidade
Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e
olhos
Toxicocinética Após a exposição oral única, aproximadamente 35% do volume
ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5%
após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14-29% é excretado pela urina,
e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é
eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é
biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico
Sintomas e sinais
clínicos
As manifestações clinicas decorrentes da exposição são diretamente
proporcionais à concentação e à quantidade do produto, assim como
ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas,
epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia, e, ocasionalmente, íleo
paralítico e insuficiência hepática aguda, alterações na pressão
sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico, pneumonite, edema
pulmonar não cardiogênico, insuficiência renal por necrose tubular
aguda, cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do
controle motor, convulsões e coma, acidose metabólica
Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato
(eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e
fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de
aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem
ser agravados por uma infecção bacteriana secundaria.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação , dor e queimação
ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento d
freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular
pulmonar.
É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos
utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua
aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos
adversos do glifosato.
Diagnóstico O diagnostico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clinico compatível, e, nos casos de ingestão,
confirmado pela presença de substância no material gástrico.
Tratamento Não existe antídoto para glifosato e a atropina não tem nenhum
efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é
basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve
ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de
descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas
de nitrila e botas de borracha, para evitar contaminação pelo agente
tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios, e preceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades,
orifícios) e cabelos com água fria abundante e sabão. Se houver
exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou
água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da
solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão
recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar
carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em
crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão
ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 250 mL
de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
8
risco de aspiração (intubação).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas
desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar O2 a 100%). Observar
atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra
edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com
controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio
(pO2) não possam ser mantidos, introduzir ventilaçao mecânica com
pressão positiva no final de expiração (PEEP).
Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas
(ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso
venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão.
Se necessário associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve
ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos
refratários, com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico
(tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2
(cimeditina, renatidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de
próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos,
elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência
de usar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em
observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.
Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de
fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
Contra – indicações O vomito é contra – indicado em razão do risco de aspiração .
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra – indicada em razão do
aumento da superfície de contato.
A utilização de morfina é contra – indicada porque pode comprometer a
pressão arterial e causar depressão cardiorespiratória.
Efeitos sinérgicos Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para
pele e podem aumentar a absorção do produto.
ATENÇÃO Ligue para o Disque – intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre o diagnostico e
tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: (51) 3019 3125 ou (51)3019
3058
Mecanismo de ação, absorção e excreção:
O glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os
estudos científicos demonstram que o glifosato é muito lentamente absorvido através da
membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retenção mínima nos tecidos com rápida
eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou
terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no
9
caso de exposição repetida, a não retenção e rápida eliminação demonstram que o
glifosato não é acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães
Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo
prolongado.
Efeitos agudos:
-A DL50 aguda oral e dérmica do glifosato é acima de 2000 mg/kg. Nos animais de
laboratório foram observados sinais clínicos e alterações comportamentais, tais como:
tontura, diarréia, apatia, tremores, lacrimejamento e tempo de morte.
Inalação: causou irritação leve e moderada das mucosas nasal e da garganta.
Pele: causou fraca irritação como vermelhidão da pele. O produto testado em animais
de laboratório não apresentou sinais de comprometimento quanto à irritação da pele.
Olhos: causou irritação da mucosa ocular, reversível em 72 horas.
Efeitos crônicos:
Em estudos realizados com animais de laboratório com glifosato, não foram observadas
reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento.
O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de
peso e os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não
revelaram quaisquer evidencias de efeitos relacionados à administração do produto.
No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução de peso corpóreo e
hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34 %dos machos no tratamento sem a
maior dose.
Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à
substancia teste.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
[ ] – altamente perigoso ao meio ambiente (CLASSE I)
[ ] – muito perigoso ao meio ambiente (CLASSE II)
[X] – perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
[ ] – pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Evite a contaminação ambiental – preserve a natureza.
-Não utilize equipamentos com vazamentos.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Não execute aplicação aérea do agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior
a 500 metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
publico e de 250 metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água.
-Descarte corretamenteas embalagens e restos do produto.
10
INSTRUÇÃO DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR
9843.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ATANOR DO BRASIL LTDA. -
telefone de emergência: (51) 587-1973.
-Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
-Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou cursos de água naturais, siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado – coloque material absorvente (por exemplo serragem ou terra)
sobre o conteúdo derramado, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Neste caso, contate o distribuidor ou qualquer representante da Empresa
na região. O produto deverá ser desativado conforme orientações de destinação de
resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;
•Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e
adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação
adequada;
•Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e
animal e contate o centro de emergência da Empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico
em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
LAVAGEM DA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
-Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda
do produto.
TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL):
-Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
11
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a., por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
LAVAGEM SOB PRESSÃO:
1.Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.]
2.Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
-Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
-Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
-O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
-No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá
ocorrer até o fim do seu prazo de validade.
-O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
-As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
12
-A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
-A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e
a saúde das pessoas.
PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
-Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
-A desativação do produto é através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas daninhas que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas daninhas, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área do plantio os mais utilizados e eficazes.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consultar um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.