Bula Glifosato Atar - Albaugh

Bula Glifosato Atar

acessos
Glyphosate
312
Albaugh

Composição

Glifosato 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes

INSTRUÇÕES DE USO:
Glifosato Atar é um herbicida sistêmico não seletivo de ação total para a aplicação em pós emergência do grupo químico glicina substituída.
Recomendado para controle não seletivo de plantas daninhas nas seguintes situações:
Eliminação de plantas daninhas em áreas cultivadas nas seguintes situações: pós-emergência da culturas e das plantas daninhas, na cultura de citros, café e cana-de-açúcar(cana-soca).
Aplicação em área total em pré-plantio. Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas para a eliminação da vegetação antes do plantio — sistema de plantio direto para as culturas de soja, milho, arroz e trigo.
Na eliminação da soqueira de cana-de-açúcar.

PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS POR GLIFOSATO ATAR: Vide sessão Indicações de Uso/Doses

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Glifosato Atar, aplicado no período adequado, controla as plantas daninhas com uma Única aplicação. O Glifosato Atar, não tem ação sobre sementes existentes no solo. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as plantas daninhas anuais, o período adequado, situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Importante: aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca).
Na eliminação da soqueira de cana-de-açúcar:
A dose indicada pode variar com o cultivar, e recomenda-se a aplicação de 3 a 6 I p.c./ha. A aplicação deve ser feita quando a media das folhas estiver entre 0,6 m a 1,5 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 0,70 a 0,90 cm do solo. A aplicação somente deve ser feita após a rebrota e antes da formação de colmos na soqueira.

MODE DE APLICAÇÃO:
Glifosato Atar pode ser aplicado através de aplicações terrestres em citros, café, cana-de-açúcar (cana-soca) e aplicações terrestres e aéreas em soja, milho, arroz e trigo.

1) EQUIPAMENTOS TERRESTRES: A seguinte tabela devera ser observada antes da
aplicação.

Equipamento Costal Manual:
Tipos de bico: 80.01 a 80.04; 110.01 a 110.04 defletor (TK.05) (e equivalentes)
Vazão (L/ha): 100 a 400
Pressão (kg/cm²): 2,78
Tamanho de gotas (µm): 200 - 400
Densidade de gotas (gotas/cm²): 20 - 30

Equipamento Tratorizado:
Tipos de bico: 80.01 a 80.04; 110.01 a 110.04 defletor (TK.05) (e equivalentes)
Vazão (L/ha): 100 a 250
Pressão (kg/cm²): 2,78
Tamanho de gotas (µm): 200 - 400
Densidade de gotas (gotas/cm²): 20 - 30

2) APLICAÇÃO AÉREA
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa — Ipanema (qualquer modelo)
Volume de aplicaçãoo: 40-50 L/ha
Altura de vôo: 4-5 metros do topo da cultura
Largura da faixa de deposição: 15 metros
Tamanho e densidade de gotas: 110-120 µm - mínimo de 20 gotas/cm² (DMV de 420 a 450 µm)
Barras de pulverização: poderão ser utilizadas barras de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos de extremidade da asa, em número de 4-5 em cada uma delas, deverão ser fechados afim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga, em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo do bicos utilizados nas asas.

Bicos de pulverização: utilizar bicos de jato cônico, vazão da série D ou similar com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento de produto, de forma a pbter uma deposição mínima sobre o alvo.

NOTA: Sobre outros equipamentos, deve-se providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

Condições climáticas:
Temperatura do ar (Máxima): 35°C
U.R Mínima de 55%
Velocidade do vento (Máxima): 10 Km/hora (3 m/s)

Para as culturas indicadas, de citros, café e cana-de-açúcar (cana-soca), aplica-se o Glifosato em jato dirigido ou protegido tomando-se o cuidado necessário para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caules jovens).
Em plantio direto, das culturas soja, milho, trigo e arroz, aplicar antes do plantio da cultura.
Aplica-se o Glifosato Atar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva-de-nível ou o somente onde houver manchas da planta daninha alvo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja: O intervalo de segurança para a cultura da soja e não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Milho: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Citros: 30 dias
Café: 15 dias
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Arroz: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Trigo: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto deve ser utilizado somente para as culturas que estão registradas, seguindo as instruções de uso aprovadas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Aguardar o secamento por completo do produto sobre as áreas tratadas. Aguardar no mínimo 24 horas. Evitar que pessoas alheias ao trato com a cultura e também animais domésticos circulem pela área tratada.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

DADOS RELATIVOS ÀS PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto irritante aos olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
• Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Não reutilize a embalagem vazia.
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomite ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
Informações Médicas

Grupo Química: Glicina substituída
Classe Toxicológica: Classe III
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Mecanismos de toxicidade: Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos.
Toxicocinética: Após a exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas, Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é bio-transformado e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.
Sintomas e Sinais clínicos: As manifestações clinicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e a quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em caso de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia, e ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaleia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica.
Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato
(eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização
(eritema, queimacao, prurido e vesiculas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária.
Em casos de exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
E necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos diversos do glifosato.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da substância no material gástrico.
Tratamento: NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito nesse caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente as medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder a lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para o nível de consciência e proteger as vias aéreas do risco de aspiração (intubação).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (p02) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da aspiração (PEEP).
Monitorar alterações na pressão e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento especifico. Manter acesso venoso de bom calibre para a infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
Lesões na mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de
fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em caso de risco de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato.
A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória.

Efeitos sinérgicos: Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para a pele e podem aumentar a absorção do produto.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica — RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informac5o de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (24) 3354 1176

Mecanismo de ação, absorção e excreção:
O Glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os estudos científicos demonstram que o Glifosato e muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal, ocorrendo um retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em varies espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e rápida eliminação, demonstram que o Glifosato não e acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado.

Efeitos agudos:
- A DL50 aguda oral e dérmica do Glifosato, e acima de 2.000 mg/kg. Nos animais de laboratório foram observados sinais clínicos e alterações comportamentais, tais coma: tontura, diarréia, apatia, tremores, lacrimejamento, e tempo de morte.
Inalação: causou irritação leve a moderada das mucosas nasal e da garganta.
Pele: causou fraca irritação como vermelhidão da pele. O produto testado em animais de laboratório não apresentou sinais de comprometimento quanta a irritação da pele.
Olhos: pode causar irritação forte, reversível em 72 horas.

Efeitos crônicos: Em estudos realizados com animais de laboratório com Glifosato, não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso e as exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidencias de efeitos relacionados a administração do produto.
No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução de peso corpóreo e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento sem a maior dose. Está alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo a substância teste.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ATAR DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA - telefones: (0XX24) 3354-1176
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparen¬te (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni¬zadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas daninhas que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas daninhas, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, sendo a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados,alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consultar um Engenheiro Agrônomo.