Bula Gramoking

acessos
Dicloreto de Paraquate
6115
Rainbow Defensivos

Composição

Dicloreto de Paraquate 276 g/L Bipiridílio

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Não sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes ou dessecação

Balde Metálico com revestimento PVF - 10; 20; 50 L
Balde Metálico / Plástico - 5,0;8,0; 10; 15; 18;20;25;50L
Bombona metálica - 5,0; 8,0; 10; 15; 18; 20; 25; 50 L
Bombona Metálico e Plástico - 2,5: 5,0; 8,0: 10; 15; 18; 20; 25; 50L
Frasco COEX/PET - 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5;1,0; 5,0L
Frasco metálico/plástico - 0,1; 0, 15 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,5; 2,0; 3,0 L
Tambor Metálico Plástico - 50; 100; 200; 250; 500; 1.000 L
Tanque Aço-inox: 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 23.000; 25.000L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PARAQUAT 200 SL RA1NBOW é um herbicida não seletivo de ação não sistêmica (ação de contato), apresentado na forma de concentrado solúvel, utilizado em pulverização com jato dirigido ou em área total antes do plantio, para o controle em pós-emergência de plantas infestantes nas culturas de algodão, arroz, banana, batata, café, cana-de-açúcar, couve, citros, feijão, maçã, milho, seringueira, soja e trigo. Também utilizado em dessecação das culturas de batata, cana-de-açúcar e soja.

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
Culturas Perenes:
Banana, café, cana-de-açúcar, citros, maçã e seringueira: utilizar 1,5 a 2,0 L/ha.
Culturas Anuais:
Plantio Direto: algodão, arroz, batata, couve, feijão, milho, trigo e soja: utilizar 1 2,0 L/ha.
Aplicações entrelinhas: algodão e milho: utilizar 1,5 a 2,0 L/ha.
Dessecação de culturas:
Batata, cana-de-açúcar e soja: utilizar 1,5 a 2,0 L/ha.
Obs.: na dessecação de batata, não usar espalhante e não pulverizar quando a folhagem estiver murcha.
É recomendada a adição de espalhante adesivo na proporção de 0:05% v/v a 0,1% v/v exceto para uso na cultura de batata.
NOTA:
As doses maiores são recomendadas para controle de ervas em estádio mais adiantado de desenvolvimento ou em condições de vários fluxos de plantas daninhas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Normalmente, uma aplicação é suficiente para controle das plantas infestantes já emergidas. Como PARAQUAT 200 SL RAINBOW não tem efeito residual no solo, fazer nova aplicação, com outro herbicida pós-emergente, para controlar as plantas daninhas que germinarem após a aplicação. Para uso de PARAQUAT 200 SL RAINBOW em dessecação de culturas, aplicar o produto quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica. Quando utilizado na dessecação de culturas, recomenda-se uma única aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
PARAQUAT 200 SL RAINBOW pode ser aplicado através de pulverizadores terrestres costais
manuais, tratorizados e aeronaves agrícolas.
Pulverizadores terrestres (equipamentos costais manuais e tratorizados):
Manter pressão constante entre 30 e 40 libras por polegada quadrada (207 e 276 quilopascal) e utilizar, no mínimo, 200 litros de solução por hectare para equipamentos tratorizados e 300 litros de solução por hectare para equipamentos costais manuais. Utilizar pontas jato plano (leque) da série 80 ou 110 com vazão de 0,3 a 0,4 galões por minuto (1,14 a 1,51 litros por minuto).
Nas culturas perenes e semi-perenes, fazer as pulverizações em jato dirigido à entrelinha e à projeção da copa das culturas, sem atingi-las. Nas aplicações nas entrelinhas em algodão e milho, fazer as pulverizações em jato dirigido.
Fazer cobertura uniforme das plantas infestantes a serem controladas. Para preparo da calda de aplicação, adicionar a quantidade recomendada de PARAQUAT 200 SL RAINBOW no pulverizador, já contendo água - ao menos, metade do volume de água do pulverizador. Agitar e adicionar o espalhante adesivo aniônico/não-iônico na dose de 50 a 100 mililitros (mL) para cada 100 litros de solução. Completar o pulverizador com água e agitar a calda, antes de iniciar a pulverização.
Obs.: Devido às características do produto e para evitar a deriva, não se recomenda aplicação de PARAQUAT 200 SL RAINBOW através de equipamentos costais motorizados nem através de aplicadores de gotas controladas (CDA).
É indicada a aplicação terrestre para as culturas de algodão, milho, batata, soja, banana, citros, maçã, café, cana-de-açúcar e seringueira.
Aplicação aérea (avião e helicóptero)
Pontas: Usar sistema de pontas "Reglo-Jet" (laranja/marrom) ou pontas de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) de número 46, permitindo a geração e a deposição de um mínimo de 40 gotaslcrn2 com um DMV (VMD) de 280 a 350 p (micrômetros).
Nunca efetuar uma aplicação de PARAQUAT 200 SL RAINBOW com aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas do tipo MICRONAIR ou similares.
É indicada a aplicação aérea para as culturas de algodão, milho, batata, soja, arroz, couve, feijão e trigo.
Número de pontas na barra de pulverização:
Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar sempre a quantidade de pontas na barra, fixados até 65 % do comprimento da mesma. Fechar adequadamente ou retirar as pontas nas extremidades próximas às pontas das asas.
Manter em operação as oito pontas originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo das pontas das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, dispor as pontas de maneira a se obter uma deposição de gotas com a maior homogeneidade e uniformidade de distribuição na faixa de deposição. Utilizar somente as pontas que estiverem no máximo de 65 % do comprimento das barras de pulverização.
Retirar ou fechar convenientemente as pontas inativas, não permitindo pingamentos ou vazamentos.
NOTA: o fechamento das pontas das extremidades das asas, não diminuí a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas, ao contrário, evita o arraste do produto pelos vórtices de ponta das asas e sua dispersão inadequada.
Ângulo das barras de pulverização: Iniciar a aplicação com as barras de pulverização e as pontas em condições de umidade relativa do ar acima de 75%, com o ângulo de 1350 em relação à linha de voo da aeronave (o bico pulverizando na direção aposta à linha de vão estará posicionado a 1800). Variar o ângulo da barra à medida que a umidade relativa do ar decresça observada pelo equipamento medidor e visualmente pelas gotas que demoram mais tempo para sua deposição. As pontas "Reglo-Jet" devem operar na posição vertical.
Altura de voo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas na faixa de deposição, é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou à cultura.
Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de voo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo das pontas, para manter o padrão de deposição e gotas recomendadas.
Não aplicar o produto corri alturas de voo inferiores a 3 m.
Volume de aplicação: Utilizar sempre volumes de 30 a 40 litros/hectare e pressão hidráulica entre 18 e 25 libras por polegada quadrada (124 e 172 quilopascal).
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros.
Condições climáticas: Temperatura ambiente: abaixo de 32°C;
Umidade relativa do ar: mínima de 60 %;
Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h.
NOTA: As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto, avaliando periodicamente a indicação da umidade relativa do ar, sendo este fator o responsável direto pela continuidade ou interrupção do processo de pulverização.
Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h, devido à possibilidade de ocorrência do fenômeno de inversões térmicas.
Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas, pois causarão perdas das gotas devido à ação das correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção).
NOTA: Monitorar durante todo o processo de aplicação dos produtos, as condições climáticas, dando sempre maior importância à umidade relativa do ar.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Fítotoxicidade para as culturas indicadas: PARAQUT 200 SL RAINBOW não é fito tóxico às culturas quando aplicado nas modalidades e doses recomendadas
- PARAQUAT 200 SL RAINBOW é fito tóxico às culturas ou vegetações próximas, caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem, caules ou ramos verdes.
- PARAQUAT 200 SL RAINBOW não apresenta atividade residual, ou seja, não controla plantas infestantes que germinam após a aplicação
- O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme a recomendação.
- Não é recomendada a aplicação do produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
- Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos acima de 10 km/h, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva).
- Não se deve utilizar água com coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) para preparo da calda, pois pode reduzir a eficácia do produto.
- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para o outro pode reduzir a eficiência do produto.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:, macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: -
• Produto extremamente irritante para os olhos e para a pele.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente em serviço médico de emergência.,
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas/botas de borracha, máscara com filtro mecânico cobrindo o nariz e a boca, óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
• Mantenha afastados das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a não entrar em contato com a névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente (com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas), luvas/botas de borracha, touca árabe, máscara com filtro mecânico cobrindo o nariz e a boca, e óculos de segurança com proteção lateral.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os. equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto, distante de fontes de água para consumo. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Ele deve ser trocado quando o cheiro do agente odorante se fizer sentir com a máscara posta ou quando o usuário começar a ter dificuldades para encher os pulmões usando a máscara.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Em caso de ingestão acidental TRANSFERIR IMEDIATAMENTE A PESSOA PARA O SERVIÇO MEDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, o rótulo ou bula do produto. Esta formulação contém um agente emético, portanto não controle o vômito em pessoas recém-intoxicadas por via oral até que o líquido estomacal venha a ser claro e -transparente.
EVITE QUE O ACIDENTADO ASPIRE O PRODUTO VOMITADO, DEITANDO-O DE LADO, COM A BOCA ABERTA. O corante e odorizante devem evitar que haja ingestão acidental do produto.
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente em água corrente, durante 15 minutos, evitando que o líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
PELE: O produto concentrado pode causar irritação dérmica. Em caso de contato, remova a roupa contaminada e lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão neutro em abundância, durante 15 minutos. Dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
INALAÇÃO: Em caso de inalação ou aspiração, procure um local arejado/ventilado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica de urgência mais próxima, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.

- INTOXICAÇÕES POR PRODUTO COMERCIAL (PARAQUATE)
INFORMAÇÕES MÉDICAS

- Grupo Químico - Bipíridílio
- Vias de exposição Oral, dérmica e respiratória
- Sintomas e sinais clínicos: Efeitos clínicos dependem da dose e da via de absorção. Ingestão Pode causar sensação de queimação n, boca e na região retroesternal, náusea, vômito, dor abdominal e diarreia. Se o produto contiver um agente emético, o vômito pode ser severo e repetido, e causar distúrbios hidroeletrolíticos. Em algumas horas aparecem inflamação e ulceração na boca, garganta e trato gastrointestinal. Pode ocorrer disfunção renal e hepática. Uma dispneia se desenvolve em alguns dias, assim como uma fibrose pulmonar progressiva e
massiva que causa a morte em 2-4 semanas. Em altas doses, a toxicidade é muito mais severa e morte pode acontecer em 24-48 horas por falência múltipla de órgãos: perfuração esofágica, insuficiência renal aguda, arritmias cardíacas, convulsões e coma. Os sintomas gastrointestinais iniciais são parecidos, mas mais intensos, com considerável perda de fluido. A morte ocorre rapidamente, por asfixia, sem perda de lucidez. Inalação O paraquate
não é volátil, mas a maioria das formulações líquidas contém um agente de odor, desagradável que pode, ocasionalmente, causar náuseas e dor de cabeça. Em aparelhos de aplicação agrícola, as gotas costumam ser muito grandes para serem levadas pelo ar inspirado até os pulmões. A inalação do paraquate pode resultar em úlcera no nariz e na garganta e sangramento nasal. Alguns casos de toxicidade sistêmica severa já foram reportados. Via Ocular Respingos concentrados podem causar irritação ocular importante e
perda extensiva do epitélio da córnea e da conjuntiva. Áreas de ulceração apresentam um risco de infecção secundária. O edema da córnea pode persistir 3 a 4 semanas, com visão temporariamente nublada. Pele O produto concentrado é irritante para a pele e, se o contato for prolongado, causa lesões dérmicas. A absorção pela pele alterada pode levar a um
envenenamento sistêmico e resultar em toxicidade grave. A morte se dá por asfixia.
- Toxicocinética: O paraquate absorvido é distribuído, via corrente sanguínea a praticamente
todos os órgãos e tecidos do corpo, concentrando-se nos rins, fígado, cérebro e, em particular, nos pulmões. O pico plasmático ocorre de alguns minutos a 2 h após a ingestão. O produto é rapidamente excretado pelos rins. De 80 a 90% é excretado nas primeiras seis horas e, quase 100%, dentro de 24 horas, na ausência de doença renal induzida por paraquate. No entanto, paraquate pode causar necrose tubular, a qual pode prolongar a excreção de 10 a 20 dias. Em caso de ingestão, a eliminação será feita pelas fezes, em
até 7 dias.
- Mecanismos de toxicidade: O catabolismo do paraquate pelo citocromo P450 provoca a formação de superóxidos que reagem com os lipídios celulares (peroxidação lipídica). Nos
pulmões, que constituem o órgão-alvo do paraquate, a ação dos superóxidos resulta em modificações da permeabilidade da membrana celular e morte das células parenquimatosas e endoteliais. Elas são acompanhadas de alterações oxidativas acumulativas em moléculas de colágeno e do desenvolvimento de fibrose pulmonar irreversível. A reconstituição do paraquate por um processo enzimático cíclico faz com que a fibrose progrida, numa ação espontânea e independente ao aporte de novas moléculas de paraquate. Tudo isto tem por consequência a asfixia progressiva do intoxicado, que é agravada quando se fornece oxigênio ao paciente.
- Diagnóstico: O diagnóstico se baseia essencialmente na anamnese e se confirma pelos
sinais clínicos. Monitorar sinais vitais, funções renal e hepática por meio de testes. Obter dados básicos de urianálise e monitorar a urina e dados de testes de função pulmonar, raio-x torácico, gasometria e monitorar os valores séricos por diversos dias.
Não existem provas laboratoriais específicas para confirmação da intoxicação. Pode ser efetuada pesquisa de paraquate nos fluidos corporais (sangue e urina) do intoxicado, no caso de confirmação de contato do paciente com o pesticida.
- Tratamento: Instituição rápida para uma boa eficácia. Lavar copiosamente pele e mucosa,
se estas foram expostas. Se houve ingestão, empregar Terra de Füller ou, se não houver, carvão ativado em suspensão aquosa a 15% (15 g/100 mL), na dose de 1 a 2 g/Kg de peso corporal. Em ausência desses quelantes e se o paciente ainda não reagiu ao agente' emético, provocar vômito, evitando imperiosamente a aspiração do conteúdo gástrico que aceleraria o processo de fibrose pulmonar. Manter hidratação e fluxo renal adequados. Hemodiálise e hemoperfusão podem aumentar a eliminação. Reduzir a reação inflamatória pulmonar com corticosteroides. A utilização de compostos que previnam a formação de radicais livres, como vitamina C e a vitamina E, pode ser útil.
Não existe antídoto.
- Contra-indicações: O aporte de oxigênio pode potencializar os efeitos do paraquate - só deve ser realizado nos casos em que a hipoxemia é limitante para vida.
- ATENÇÃO
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇOES MEDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISAI/MS
Telefone de Emergência da Empresa: (51) 3062-2848

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O paraquate sofre extensas reações de reduções e oxidações cíclicas. Após passar por uma redução a elétron livre nos tecidos, o radical livre resultante é rapidamente oxidado pelo oxigênio molecular ao composto original. Isto leva a uma excreção principalmente de paraquate não alterado após a administração a atos.
Em testes com animais de laboratório, após administração oral, paraquate foi pouco metabolizado e fracamente absorvido. Após absorção, houve rápida distribuição para os tecidos, especialmente para os pulmões e rins. Quando o produto radiomarcado foi administrado via oral em ratos, na dose de 250 mg/Kg, a análise de tecidos demonstrou a presença de pequenas concentrações de paraquate em todos os tecidos, com exceção do cérebro. As maiores quantidades foram encontradas no intestino, grosso (3 a 13 ug/g), um nível um pouco inferior no intestino delgado (1,8 a 4,5 ug/g), o estômago e pulmões (1,0 a 2,4 ug/g), e no fígado e cérebro (<0,20 ug/g). Após 7 dias depois de suspender a administração de paraquate na ração, o bipiridílio já não poderia ser detectado (< 0,01 ug/g), em nenhum órgão analisado.
O produto marcado quando administrado por gavagem em dose única,, em ratos, é eliminado, em sua maior parte da dose (93%), pelas fezes, mas também pode ser excretado em menor escala através da urina.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos:
O produto pode ser fatal se ingerido.
• DL50 oral em ratos: 500 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos: 2937 mg/kg o CL50 Inalatória: <0,076 mg/L
Irritação Dérmica Severamente irritante. o Irritação Ocular: Severamente irritante.
o Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

Em estudo com animais de experimento que foram expostos a doses extremamente altas de paraquate mostraram sinais de perturbações neurológicas, como atividade motora diminuída, falta de coordenação, ataxia, e arrastamento dos membros (Clayton & Clayton, 1994).
Foram observados efeitos reprodutivos adversos em humanos e animais experimentais após ingestão de paraquate. Estudo conduzido com ratos e camundongos via peritoneal, foram observadas anormalidades específicas no desenvolvimento do sistema músculo esquelético; mortalidade pós-implantação também foi notável em rato e camundongo (RTECS, 1999).

Efeitos crônicos:
Repetidas exposições podem causar irritação na pele, sensibilidade ou ulcerações em contato. Em estudos com animais, os ratos não mostraram nenhum efeito após serem expostos durante 2 anos ao paraquate, nas doses de 1,25 mg/kg/dia. Os cães, no entanto, apresentaram problemas pulmonares desenvolvidos após exposição por 2 anos com doses elevadas (acima de 34 mg/kg/dia). Em um estudo com 296 trabalhadores que utilizaram paraquate na pulverização e com a exposição da pele por um período prolongado, apresentaram danos às unhas, indicado pela descoloração, deformidades ou perda de unhas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMAJMMA)
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é
( )Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( )Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
(X)Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( )Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. —telefone de Emergência: (51) 3062-2848.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d'água e siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado, Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Orientações para embalagem RIGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados nas precauções no manuseio do produto.

• TRIPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume:
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos:
- Despeje a água da lavagem rio tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador:
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30
segundos.
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA
- NÃO CONTAMINADA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
É recomendável utilizar outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas 'a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo - produtos alternativos, recomenda-se a. rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.