Bula GrandeBR

acessos
Clomazone
10716
Ouro Fino

Composição

Clomazone 500 g/L Isoxazolidinona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico, Seletivo condicional
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Cana-de-açúcar (soqueira) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/cova - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/cova - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. Não determinado devido a modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência das plantas espontâneas e da cultura

Balde Plástico 5,0; 10; 20 L
Bombona de Plástico 5,0; 10; 20 L
Container Plástico - 1.000 L
Contentor intermediário (IBC) Plástico com estrutura metálica - 500; 1000 L
Frasco Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 1,0 L
Isotanque metálico - 20.000; 28.000 L
Tambor plástico - 20,0; 100; 200L.

INSTRUÇÕES DE USO:
GRANDEBR é um herbicida seletivo condicional de ação sistêmica, do grupo químico da isoxazolidinonas, aplicado na forma de pulverização terrestre em pré-emergência das plantas infestantes e das culturas de cana-de-açúcar e soja.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES:
CANA-DE-AÇÚCAR:
Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Para cana planta e cana soca, aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura.
SOJA:
Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura.

MODO, EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA:
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo de solo pela gradagem. GRANDEBR pode ser aplicado na cultura de soja plantada tanto pelo sistema convencional orno plantio direto.
No plantio direto, observar a seguinte sequência:
1) Dessecação de ervas (manejo químico);
2) Plantio;
3) Aplicação do produto, sempre na dose de 2 L/ha.
É necessária uma quantidade mínima de umidade no solo para ativação do produto. Na ausência Ge umidade no solo, aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm) para que ocorra esta ativação. Caso as plantas infestantes comecem a germinar antes da ativação do produto pela umidade, efetuar controle mecânico através de cultivo superficial tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial.
GRANDEBR deve ser aplicado na forma de pulverização terrestre (manual ou tratorizada), conforme recomendação a seguir:
Bicos de jato plano (leque) com ângulo de jato de 110° e dos tipos (TK, TF, TTI e ADI).
Todos os bicos da barra de aplicação deverão estar à mesma altura em relação ao topo das plantas. Pressão:
• Pulverizadores costais manuais e tratorizados: de 30 a 45 psi.
• Equipamentos com bicos de jato plano convencional: não ultrapassar a pressão de 45 psi.
Volume de calda 150 a 300 L/ha
Diâmetro e densidade de gotas: DMV de 450 a 650 pm e densidade mínima de 20 gotas/cm2.
Faixa de deposição: utilizar a recomendada para um bico ou barra completa que apresente maior uniformidade de distribuição de gotas sem falhas ou áreas com excesso.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de nos e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
Importância do diâmetro da gota:
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200µ). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.

Controlando diâmetro de gotas - Técnicas gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda o mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro das gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bico de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada, na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação dos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea dos jatos dos bicos. Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura me relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e poucos ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado, Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água Limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseia (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 Litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Modo de preparo de calda:
Preparo de calda: Colocar água Limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar GRANDEBR na dose previamente calculada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: Máximo 28C.
Umidade relativa do ar: Mínima 55%.
Velocidade do vento: 2 a 10 km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Cana-de-açúcar: N.D. - Não determinado devido à modalidade de emprego
Soja: N.D. - Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Não se recomenda aplicar o produto a menos de 800m da cultura de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas), jardins, videiras, arvoredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas.

APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subsequentes à aplicação de GRANDEBR poderão apresentar leve clorose em locais se houver erro de aplicação como doses duplicadas ou sobreposição de barra. Entretanto, estas plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção nestas condições. Aguardar um período mínimo de 150 dias após a última aplicação do produto para a instalação de culturas subsequentes.
Para aplicações em cana soca já brotada, poderá ocorrer clorose localizada pela ação do contato com o produto, havendo recuperação total da planta. Deve-se evitar aplicação em área total em cana soca com mais de 20 cm de altura, caso necessário, realizar a pulverização com jato dirigido.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Evite entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI5) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EM), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR GRANDEBR -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
- Grupo químico: Isoxazolidinona
- Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral.
- Toxicocinética: Clomazona - Estudos conduzidos em animais experimentais mostraram que a clomazona foi rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal. A excreção foi rápida e ocorreu principalmente através da urina (63-79%), na forma de produtos de biotransformação. Não foi observada bioacumulação.
Solvent Nahta (Petroleum), Light Aromatic (CAS 64742-95-6) - Estudos conduzidos em ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos), atingem o sistema nervoso central. A eliminação destes solventes, tanto em animais como no homem, ocorre principalmente pelo trato respiratório. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
- Mecanismos de toxicidade: Clomazona - possível efeito através do estresse oxidativo e inibição da atividade da acetilcolinesterase em eritrócitos, provocados por seus metabólitos tóxicos.
Solvente aromático pesado de nafta - irritação da pele e mucosas por deslipidificação, depressão do sistema nervoso central.
Solvent Naphta (Petroleum), Light Aromatic (CAS 64742-95-6) - É um depressor do sistema nervoso central.
- Sintomas e sinais clínicos: Clomazona - Pode causar cefaleia, náuseas e tontura. É moderadamente irritante para a pele e para os olhos.
Lesão ocular duradoura em caso de contato com a córnea e conjuntiva, com dor local e lacrimejamento; irritação de vias aéreas superiores com tosse e secreção brônquica; irritação cutânea localizada às áreas de contato. Náuseas e vômitos, vertigens, confusão. Nas exposições importantes pode haver paralisia respiratória e morte.
Solvent Naphta (Petroleum). Light Aromatic (CAS 64742-95-6) - Em caso de exposição respiratória, altas concentrações de vapor/aerossol irritam os olhos e as vias respiratórias. Podem causar transtornos no SNC (cefaleia, vertigem, efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência) e em menor proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito. Em caso de exposição oral, se ingeridos, não causam toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos, até o óbito. Em caso de exposição dérmica, o contato frequente ou prolongado pode causar leve irritação e dermatite, podendo agravar uma lesão pré-existente. Quanto á toxicidade crônica, quando doses elevadas são administradas a ratos, o produto produz lesões no estomago, fígado, tireoide e bexiga urinária, é suspeito de produzir efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento (em animais produz abortos pós-implantação, redução do peso fetal e do tamanho da ninhada.
- Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
- Tratamento: Exposição Oral:
A) O tratamento é sintomático e de suporte.
B) Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a ingestão de grande quantidade do herbicida.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida. Contraindicações: Perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência, após a ingestão de compostos corrosivos ou hidrocarbonetos (alto potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
D) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano.
Exposição Inalatória:
Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
- Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
- Efeitos sinergéticos: Aparecem nas associações com outros ingredientes ativos com órgãos alvo similares e com os adjuvantes que facilitam a absorção (ex: óleos, solventes e tensoativos).

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa:
0800 701 0450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Clomazona
Clomazone foi rapidamente absorvido quando administrado via oral a ratos. A observação dos dados de absorção indica claramente que o clomazone é bem absorvido após a administração oral. A maior parte do produto (63-79% da dose administrada) foi excretada na urina. A maioria dos metabólitos foi eliminada na urina e fezes dentro das primeiras 24 horas. As principais reações são hidroxilação aromática e do C-5. No ocorre praticamente retenção de resíduos nos tecidos, principalmente dos rins e fígado, órgãos ativamente envolvidos no metabolismo, distribuição e excreção de substâncias estranhas.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos fêmeas foi 2500 mg/kg peso corporal;
DL50 dérmica em ratos > 4000 mg/kg;
CL50 inalatória em ratos > 3,067 mg/L;
Irritação ocular em coelhos: Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 72 horas; Irritação dérmica em coelhos: Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura de 24 horas; Sensibilização cutânea: Não sensibilizante para cobaias.
Efeitos crônicos:
Os efeitos agudos, ou seja, sintomas de alarme são aqueles causados pela intoxicação por xileno, ou seja, dor de cabeça, náuseas, vômito, desconforto epigástrico, tonturas, fadiga, sonolência, distúrbios cardiovasculares, dispneia, conjuntivite e hemorragias nasais; em casos graves pode ocorrer coma e morte.
Os efeitos do CLOMAZONE não são cumulativos. Um aumento no fígado e nas taxas de colesterol foram notados em animais de laboratório que ingeriram altas doses de CLOMAZONE durante toda a vida. Em estudos realizados em animais de laboratório, o CLOMAZONE não demonstrou efeitos neurotóxicos, mutagênicos ou carcinogênicos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
-Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[X] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
[ ] - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3 - INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUIMICA LTD&, pelo telefone de Emergência 0800 0111767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotados das dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão é a quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇAO, TRANSPORTE E DESTINA¬ÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RIGIDA LAVAVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar Pulverizadores dotados equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente Dara lavagem sob pressão adotar seguintes Procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA)
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes

E PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FE¬DERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÉNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.