Bula Graster

acessos
Famoxadona + Mancozebe
19308
Du Pont

Composição

Famoxadone 62.5 g/kg Oxazolidinadiona
Mancozeb 625 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Bactericida, Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Protetor
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Canela-preta
(Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum)
1,6 kg p.c./ha 300 a 700 L de calda/ha - Máximo de 8 aplicações. Intervalo de 5 a 7 dias entre as aplicações. 7 dias. Aplicação preventiva
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,2 a 1,6 kg p.c./ha 300 a 700 L de calda/ha - Máximo de 8 aplicações. Intervalo de 5 a 7 dias entre as aplicações. 7 dias. Aplicação preventiva
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,2 a 1,6 kg p.c./ha 300 a 700 L de calda/ha - Máximo de 8 aplicações. Intervalo de 5 a 7 dias entre as aplicações. 7 dias. Aplicação preventiva
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
120 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 plicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicação preventiva
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
160 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. Aplicação preventiva
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
1,6 kg p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
1,6 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Máximo de 4 aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1,6 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Máximo de 5 aplicações com intervalo de 14 dias. 14 dias. Aplicações preventivas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
1,4 a 1,6 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Máximo de 9 aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. Aplicações preventivas
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
160 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Máximo de 9 aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. Aplicações preventivas
Requeima
(Phytophthora infestans)
160 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Máximo de 9 aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. Aplicações preventivas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
120 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. Aplicações preventivas

Sacos aluminizados: 0,10; 0,32; 0,40; 0,80;1,0; 1,6; 3,2; 4,0 e 8,0;10 e 20kg.
Frasco plástico: 0,10; 0,32; 0,40; 0,80; 1,6; 3,2; 4,0 e 8,0 kg.
Saco hidrossolúvel: 0,10; 0,32; 0,40;0,80;1,0;1,6;3,2; 4,0; 8,0;10 e 20 kg.
Saco metalizado/plástico: 0,10; 0,32; 0,40; 0,80;1,0; 1,6; 3,2; 4,0; 8,0;10 e 20kg.
Barrica de papelão: 4,0 e 8,0 kg.
Cartucho de papelão: 0,10; 0,32; 0,40; 0,80; 1,6; 3,2; 4,0 e 8,0 kg.
Tambor de Fibra/papelão/metálico:10;25;50;100 e 150 kg
Big bag de plástico:100;150;200;250;300;350;400;450;500;550 e 600 kg

Época de aplicação:

Batata: Realizar no máximo 8 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar a dose maior e o menor intervalo de aplicação, de acordo com os estágios de desenvolvimento da cultura e sob condições climáticas favoráveis às doenças, mantendo sempre as aplicações preventivas. Os volumes de aplicação irão variar de acordo com o desenvolvimento da cultura, visando sempre obter uma boa cobertura das plantas

Cebola: Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura. Realizar aplicações preventivas na dose recomendada respeitando o intervalo de aplicação sempre que houver condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. As aplicações deverão oferecer uma boa cobertura das plantas.

Cenoura: Realizar no máximo 10 aplicações durante o ciclo da cultura. Realizar aplicações preventivas na dose recomendada respeitando o intervalo de aplicação sempre que houver condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. As aplicações deverão oferecer uma boa cobertura das plantas.

Feijão: Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura. Realizar aplicações preventivas na dose recomendada respeitando o intervalo de aplicação sempre que houver condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Os volumes de aplicação irão variar de acordo com o desenvolvimento da cultura, visando obter uma boa cobertura das plantas.

Tomate: Realizar no máximo 9 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar o menor intervalo de aplicação sob condições climáticas favoráveis às doenças, mantendo sempre as aplicações preventivas. A pulverização deve visar sempre obter uma boa cobertura das plantas.

Uva: Realizar no máximo 6 aplicações durante a safra da cultura. Utilizar o menor intervalo de aplicação sob condições climáticas favoráveis às doenças, mantendo sempre as aplicações preventivas. A pulverização deve visar sempre obter uma boa cobertura das plantas.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Condições de uso:

Aplicação terrestre: pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras. A distância da barra à cultura alvo deve obedecer às recomendações dos fabricantes dos equipamentos e bicos, como também estar adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, devendo sempre permitir uma cobertura uniforme das plantas (folhas, caule e frutos), estando em toda a sua extensão na mesma distância. Tipo de bicos: jato cônico ou leque, seguindo as recomendações dos fabricantes.
Mantenha a agitação da calda e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.

Aplicação manual: para tomate tutorado, recomenda-se a utilização de lanças de pulverização apropriadas para esse tipo de aplicação, conforme as recomendações dos fabricantes. Para outras situações, caso se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira que as doses recomendadas para o produto sejam mantidas, bem como, uma cobertura uniforme das plantas.

Preparo da calda:

a)Aplicação tratorizada ou manual com tanque estacionário: O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito da seguinte forma: encha o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantenha o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicione o produto e complete o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare a quantidade necessária de calda para apenas uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a aplicação.

b)Aplicação manual costal: realizar uma pré-mistura em um balde designado exclusivamente para este fim contendo 1/2 de sua capacidade com água, adicionando a quantidade recomendada de Graster® e procedendo a homogeneização. Em seguida adicione o conteúdo do balde no tanque pulverizador e complete o volume com água. Prepare a quantidade necessária de calda para apenas uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a aplicação.

Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1.Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2.Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3.Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4.Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque, usando Equipamento de Proteção Individual (EPI). Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou cobertura vegetal. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Recomendações para evitar deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença de culturas para as quais o produto não está registrado nas proximidades, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc. podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura, e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas- Técnicas gerais

Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar um volume de calda mais alto possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.

Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.

Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor possível para uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento,inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade: Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

Chuva: Graster® não é significativamente lavado das áreas aplicadas nas plantas por chuvas ou irrigação 4 horas após a aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata 7 dias
Cebola 7 dias
Cenoura 7 dias
Feijão 14 dias
Tomate 7 dias
Uva 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Não aplicar o produto curativamente para as doenças.
• Não aplicar o produto através de equipamentos do tipo nebulização (fog) ou através de sistemas de irrigação.
• Não aplicar fungicidas com equipamento utilizado para aplicações de herbicidas e/ou reguladores de crescimento.
• Não usar o produto em plantas ornamentais ou quaisquer outras não recomendadas nesta bula.
• Não usar o produto em culturas hidropônicas ou plantadas em vasos ou outros recipientes, ou em condições de estufa/casa de vegetação.
• Não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

AVISO AO COMPRADOR:
Graster® deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. A DuPont não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado . Consultar um médico imediatamente.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR FAMOXADONA

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Oxazolidinadiona
Classe toxicológica: I-Extremamente Tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética: Estudo em laboratório com animais tratados com FAMOXADONA radiomarcado demosntrou que o produto apresenta baixa absorção, distribuição e biotransformação, empregando como principal via de metabolização a hidroxilação. O produto é rápida e extensivamente eliminado através das fezes (90% - 120 horas) na sua forma inalterada. A eliminação urinária é limitada, tendo sido responsável por menos de 10% da dose administrada. CO2 não foi detectado no ar expirado.
Mecanismos de toxicidade: Vide item Sintomas e Sinais Clínicos.
Sintomas e sinais clínicos: O contato do produto com os olhos pode causar irritação ocular com desconforto, lacrimejamento ou visão embaçada. O contato com a pele pode causar
desconforto ou erupção cutânea.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Não há antídoto específico. Em casos de ingestão, inalação, contato com os olhos e a pele, proceder a tratamento sintomático sob supervisão médica.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão dos risco de aspiração e de: pneumonite química. Se o vômito ocorrer espontaneamente, deite o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
Efeitos sinérgicos: Não foram relatados efeitos sinérgicos relacionados aos diferentes ingredientes.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Telefone de emergência da Du Pont do Brasil: 0800.701.0109

INTOXICAÇÕES POR MANCOZEBE

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Alquilenobis (ditiocarbamatos)
Classe Toxicológica: I- Extremamente Tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética (metabolismo): O metabolismo de Mancozebe foi extenso e complexo. Outros metabólitos além do ETU estavam presentes, geralmente em pequenas quantidades, e eram de natureza altamente polar. Os altos níveis de CS2 nas fezes, associado à baixa porcentagem da dose encontrada na bile, indicam que a atividade de 14C nas fezes não resultam da absorção de Mancozebe. O metabolismo de Mancozebe pode variar nos diferentes níveis de dose. A diferença mais evidente foi a quantidade de ETU encontrada nas fezes e na bile. As fezes do grupo de dose alta continham mais ETU que os outros dois grupos.
Mecanismos de toxicidade: Vide item Sintomas e sinais clínicos.
Sintomas e sinais clínicos: Os ditiocarbamatos são irritantes das mucosas, causando faringite, rinite, laringite, traqueobronquite e conjuntivite; em contato prolongado com a pele podem causar dermatite. Em caso de ingestão causam irritação da mucosa gástrica, com ardor
epigástrico, náuseas, diarréia e vômito. A ingestão de bebidas alcoólicas seguida da exposição aos ditiocarbamatos causa sérios danos à saúde, podendo levar à morte.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento:Recomenda-se tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico e
manutenção das funções vitais. Nos casos de ingestão, utilizar catártico salino e carvão ativado. Avaliar a necessidade de lavagem gástrica até 1 hora após a exposição, sempre protegendo as vias aéreas (esse procedimento só deve ser realizado se a vítima estiver consciente). Casos de acidentes de envenenamento têm causado convulsões, coma e/ou insuficiência renal aguda. Eventuais convulsões podem ser tratadas com benzodiazepínicos IV (Diazepan ou Lorazepan). Se persistir ou recorrer, usar fenobarbital. Para irritação das mucosas e da pele, tratamento sintomático. No caso de risco de colapso, oxigenoterapia e vasoconstritores por via parental.
Contra-indicações:A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite quimica. Se o vômito ocorrer espontaneamente, deite o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo via oral para uma pessoa inconsciente.
Efeitos sinérgicos:Não foram relatados efeitos sinérgicos relacionados aos diferentes ingredientes.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Telefone de emergência da Du Pont do Brasil: 0800.701.0109


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Famoxadona: Estudo em laboratório com animais tratados com FAMOXADONA radiomarcado demonstrou que o produto apresenta baixa absorção, distribuição e biotransformação, empregando como principal via de metabolização a hidroxilação. O produto é rápida e extensivamente eliminado através das fezes (90% - 120 horas) na sua forma inalterada. A eliminação urinária é limitada, tendo sido responsável por menos de 10% da dose administrada. 14C02 não foi detectado no ar expirado.

Mancozebe: o metabolismo de Mancozebe foi extenso e complexo. Outros metabólitos além do ETU estavam presentes, geralmente em pequenas quantidades, e eram de natureza altamente polar. Os altos niveis de CS2 nas fezes, associado à baixa porcentagem da dose encontrada na bile, indicam que a atividade de 14C nas fezes não resultam da absorção de Mancozebe. O metabolismo de Mancozebe pode variar nos diferentes níveis de dose. A diferença mais evidente foi a quantidade de ETU encontrada nas fezes e na bile. As fezes do grupo de dose alta continham mais ETU que os outros dois grupos.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos:
- DL50 oral (ratos)> 5.000 mg/Kg
- DL50 aguda dérmíca (ratos): > 5.000 mg/Kg
- Irritação dérmica: levemente irritante.
- Irritação ocular (coelhos): opacidade de córnea foi observada nos olhos tratados de 5 dos 6 coelhos utilizados no estudo. Também observou-se irite, vermelhidão, quemose da conjuntiva e descarga nos olhos tratados de todos os animais.
- Sensibilização cutânea: não sensibilizante.

Efeitos Crônicos (Famoxadona):
Potencial Embriofetotóxico para ratos: o nível de efeito adverso não observado da toxicidade sobre o desenvolvimento foi de 1000 mg/Kg/dia.
Reprodução e prole: o nível de efeito não observado para ratos adultos e suas proles foi de 200 ppm.
Potencial carcinogênico (ratos): o produto não é um oncógeno em ratos machos ou fêmeas. O nível de efeito não observado é de 200 ppm para ratos machos e fêmeas. Este nivel é equivalente a 8,37 e 10,7 mg/Kg/dia em ratos machos e fêmeas, respectivamente.

Efeitos Crônicos (Mancozebe):
Potencial Embriofetotóxico para coelhos: o nível sem efeito materno (NOEL) foi de 30 mg/Kg. Não foi observada toxicidade aos fetos em quaisquer das doses testadas. Não foi detectado aumento na incidência de mal formações a quaisquer das doses testadas.
Reprodução e prole: Mancozebe quando administrado na dieta de ratos por duas gerações, nas concentração de 0 (controle), 30, 120 e 1200 ppm não produziu nenhum efeito adverso quanto á capacidade reprodutiva, saúde e sobrevivência da prole. Nos animais parentais nenhum efeito relacionado ao tratamento foi observado a 30 ppm.
Potencial carcinogênico (ratos): o nível sem efeito observado (NOEL) foi de 125 ppm.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

• Este produto é:

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

Este produto é ALTAMENTE TOXICO para microorganismos do solo.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
•Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRAVEL em peixes.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da
NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES

•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência 0800 701 0109
•Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'áQua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

• LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do
pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem,
por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar
os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

• EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOlUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL:
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagem Padronizada - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

• DEVOlUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

• DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

•É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

• PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente.

• TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENTES E AFINS
o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando fungicidas com um mesmo modo de ação são usados repetidamente por vários anos na mesma área para controlar o mesmo patógeno, linhagens tolerantes de ocorrência natural podem sobreviver, propagar e se tornar dominantes na área.
Um patógeno é considerado resistente a um fungicida se ele sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais.
O desenvolvimento da resistência de um patógeno pode ser evitado ou retardado pelo uso alternado ou em mistura de ingredientes ativos com diferentes modos de ação.
Graster® é uma mistura pronta de FAMOXADONA e MANCOZEBE, fungicidas que possuem
diferentes modos de ação, agindo em pontos distintos no ciclo dos patógenos, o que torna uma ferramenta extremamente útil no gerenciamento de resistência de fungos.