Bula Gulliver - FMC

Bula Gulliver

acessos
Azimsulfuron
2401
FMC

Composição

Azinsulfurom 500 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
10 a 12 g.p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. Quando as plantas infestantes estiverem entre os estádios de plântula até 4 folhas. Não realizar a aplicação de Gulliver® após o final do perfilhamento da cultura do arroz irrigado (30 dias após a emergência da cultura). Sempre usar óleo mineral emulsionável como surfactante na dose de 100 mL/100L (0,1%v/v)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
10 a 12 g.p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. Quando as plantas infestantes estiverem entre os estádios de plântula até 4 folhas. Não realizar a aplicação de Gulliver® após o final do perfilhamento da cultura do arroz irrigado (30 dias após a emergência da cultura). Sempre usar óleo mineral emulsionável como surfactante na dose de 100 mL/100L (0,1%v/v)
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
10 a 12 g.p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. Quando as plantas infestantes estiverem entre os estádios de plântula até 4 folhas. Não realizar a aplicação de Gulliver® após o final do perfilhamento da cultura do arroz irrigado (30 dias após a emergência da cultura). Sempre usar óleo mineral emulsionável como surfactante na dose de 100 mL/100L (0,1%v/v)
Tiriricão
(Cyperus esculentus)
10 a 12 g.p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. Quando as plantas infestantes estiverem entre os estádios de plântula até 4 folhas. Não realizar a aplicação de Gulliver® após o final do perfilhamento da cultura do arroz irrigado (30 dias após a emergência da cultura). Sempre usar óleo mineral emulsionável como surfactante na dose de 100 mL/100L (0,1%v/v)

Frascos e tambores metálicos de 25, 50, 75, 100 e 200 Kg. Sacos de polietileno de 25, 50, 75, 100 e 200 Kg. Barricas de papelão ou de fibra de 25, 50, 75, 100 e 200 Kg. Frascos ou sacos de polietileno de 10, 12, 20, 30, 36, 40, 50, 60, 100, 120, 200 e 240 g. Sacos hidrossolúveis de 10, 12, 20, 30, 36, 40, 50, 60, 100, 120 e 240 g. Sacos aluminizadoscartucho de papelão de 10, 12, 20, 30, 36, 40, 50, 60, 100, 120, 200 e 240 g. Big bag de 100 e 200 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
Gulliver® é um herbicida pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias, seletivo para a cultura do arroz irrigado e de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Gulliver® aplicado em pós-emergência é recomendado para o controle de plantas infestantes.

Modo de ação do produto:
Gulliver® é absorvido pelas folhas e raízes das plantas infestantes e por ser sistêmico transloca-se pelo xilema e floema. Age inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese de aminoácidos valina, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para o controle das plantas infestantes na cultura do arroz irrigado, realizar a aplicação, quando as plantas infestantes estiverem entre os estádios de plântula até 4 folhas. Não realizar a aplicação de Gulliver® após o final do perfilhamento da cultura do arroz irrigado (30 dias após a emergência da cultura). Realizar somente uma aplicação por ciclo da cultura. Sempre usar óleo mineral emulsionável como surfactante na dose de 100 mL/100L (0,1%v/v).

MODO DE APLICAÇÃO: Aplicação terrestre:
Utilizas volumes de 150 a 200 litros de calda/ha para pu erizador manual costal ou para pulverizador tratorizado. Diârnetro de gotas de 180 a 200 micra e densidade mínima de gotas de 40 gotas/cm2. Utilizar a pressão recomendada para cada tipo de bico, compatível com o
volume a ser aplicado.
Tipos de bico: Leque (ex.: Teejet, XR Teejet, DG Teejet, Twinjet, TK ou TF) ou cone (ex.: Fulljet); utilizar de acordo com a recomendação do fabricante.

Obs.: No caso de uso de outros equipamentos pulverizadores estes devem proporcionar boa cobertura das plantas infestantes.

Aplicação aérea:
Utilizar volumes entre 30 e 40 litros/ha; aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos cônicos (D9 ou D 10, core 44 a 46) ou bicos rotativos (MICRONAIn; altura de vôo de 3 a 4 m sobre a cultura, largura da faixa de deposição efetiva:13 a 15 m; diâmetro de gotas: 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30
gotas/cm2.
Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 lcm/hora e não aplicar na ausência de ventos; temperatura entre 15 °C e 25 °C e umidade relativa do ar maior que 70%, visando reduzir ao máximo perdas por deriva e evaporação.

Preparo da calda herbicida: Manual ou tratorizada:
Iniciar o preparo colocando água limpa no tanque do pulverizador até a 1/2 (metade) de sua capacidade e, com o agitador em movimento, adicionar Gulliver® na quantidade recomendada. Para embalagens hidrossoliweis, abra a embalagem externa, retire o saquinho hidrossoliwel e jogue-o diretamente no tanque do pulverizador sem abri-lo. Para frascos, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da adição no tanque do pulverizador. Após adição do produto, completar o volume com água até % (três quartos) da capacidade do tanque, mantendo a agitação da calda para completa dissolução do produto.
Acrescentar o adjuvante antes de completar o volume final. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda herbicida antes de reutilizá-la.
Para previnir problemas de acúmulo de resíduos no tanque do equipamento pulverizador, este deverá ser esvaziado o mais completamente possível, antes do preparo de nova calda herbicida.

Aeronave:
Fazer uma pré-mistura em recipiente apropriado, adicionanclo a quantidade recomendada de Gulliver® e água. Misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase o óleo mineral emulsionável. Colocar água no reservatório da aeronave até atingir % (três quartos) do volume desejado. Adicionar a pré-mistura de Gulliver® e deixar o agitador ligado até que se forme uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada em reservatório separado.

Limpeza do equipamento de pulverização:
Antes da aplicação, certificar-se de que todo o equipamento está limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de resíduos sólidos. Após aplicação do Gulliver® , lavar o pulverizador procedendo da seguinte maneira:
1.Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e circular ág-ua limpa pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Soltar e remover os depósitos visíveis de produto.
2.Completar o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco doméstico (certificar-se de que este produto contenha no mínimo 3% de amônia) na proporção de 1 litro para 100 litros de água (1%). Circular esta solução através dos componentes do equipamento. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvaziar o tanque.
3.Remover e limpar bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4.Repetir o passo 2.

Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permitir que a deriva proveniente da aplicaç'á atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 ism). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas, podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICAÇÃO DE GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Ver instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais Volume: usar bicos de maior vazão para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex.: XR Teejet). Pressão: usar a menor pressão indicada para cada bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USAR BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO. Tipo de bico: usar o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Preferencialmente, usar bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea Número de bicos: Usar o menor número de bicos com maior vazão possível, que proporcione uma cobertura uniforme.

Orientação dos bicos: Direcioná-los de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.

Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos.

Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder % (três quartos) da asa ou do comprimento do rotori barras maiores aumentam o potencial de deriva.

Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 4 metros acima da cultura ou do alvo aumentam o potencial de deriva, ao mesmo tempo que vôos muito razantes prejudicam a eficiência da aplicação podendo prejudicar o controle das plantas daninhas.

Altura da barra — Aplicações tratorizadas
Regular a altura da barra para a menor altura possível a fim de obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Preferencialmente, utilizar bicos com ângulo do jato de 110°.

Ventos
O potencial de deriva varia em função da velocidade do vento (ventos com velocidade superior a 10 lan/h ou situações em que a ausência de ventos oc ne a inversao térmica, aumentam o potencial de deriva). Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS. NO CASO DE APLICAÇÃO AÉREA NÃO APLICAR EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade
Evitar aplicações em condiç��es extremas de temperatura e umidade. Regular o equipamento para produzir gotas maiores reduzindo o efeito da evaporação.

Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fiunaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, quanto que a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente indica um bom movimento vertical do ar.

Gerenciamento da resistência
Quando herbicidas com o mesmo mecanismo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida, propagar e tomar-se dominante. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, rotação de culturas, variação de métodos de controle de plantas daninhas, manejo integrado de plantas daninhas, eliminação de escapes para que não cheguem a sementear e uso de herbicias com diferentes mecanismos de ação na mesma safra ou entre safras, podem ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Arroz irrigado ...............................15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem equipamento de proteção individual até que a calda herbicida aplicada esteja seca na superfície das plantas.

LIMITAÇÕES DE USO:
•Fitotoxicidade: quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, Gulliver® não causa fitotoxicidade à cultura do arroz irrigado.
•Não aplicar em plantas infestantes ou cultura-alvo com "stress" causado, por exemplo, por frio, período de seca, excesso de chuvas, seqüência de dias nublados, etc.
•O melhor horário para aplicação de Gulliver® é pela manhã, até as 10 horas, ou à tarde, a partir das 16 horas, quando as condições climáticas são mais favoráveis ao bom funcionamento do produto.
•Na aplicação de Gulliver® devem ser respeitadas as condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura entre 15°C e 25° C e umidade relativa do ar acima de 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
•Não aplicar Gullivere após o final do perfilhamento do arroz irrigado (30 dias após a emergência da cultura).
Não aplicar quando houver orvalho ao ponto de escorrimento nas folhas, ou quando elas estiverem excessivamente molhadas pela chuva.
•Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
•Não aplicar Gullivere através de sistema de irrigação.

AVISO AO COMPRADOR:
Guffiver® deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. A Du Pont não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um
engenheiro agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A
PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS, NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:

Precauções gerais:
•Uso exclusivamente agrícola;
•Ao abrir a embalagem, evite respingos ou formação de poeira;
•Leia e siga as instruções comidas na bula e rótulo;
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas;
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto;
•Ao utilizar o equipamento de aplicação verifique o seu estado de conservação - Não utilize equipamento com vazamentos ou com defeitos;
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
•Não use equipamentos de proteção individual danificados;
•Não distribua, não prepare a calda e não aplique o produto sem o uso de todos os equipamentos de proteção individual, abaixo qualificados.

Precauções no manuseio:
•-Durante o manuseio do produto, nas operações que envolvam: a abertura da embalagem, preparação da calda, aplicação do produto, armazenagem, descarte de embalagens - utilize todos os equipamentos de proteção individual para o nariz, os olhos, a boca, os pés, a cabeça e o restante do corpo, conforme qualificados no item "Precauções na abertura da embalagem, na preparação e na aplicação da calda".

SE HOUVER CONTATO DO PRODUTO COM QUALQUER PARTE DO CORPO, LAVE-A IMEDIATAMENTE E VEJA AS INSTRUÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS.

•Produto perigoso se inalado, aspirado ou ingerido:
Para proteger o nariz e a boca, use máscara protetora. Se o produto for inalado, aspirado ou acidentalmente ingerido, veja instruções de "Primeiros Socorros" e, se possível, ligue para o Centro de Informações Toxicológicas, cujo telefone consta nesta bula.
•Produto levemente irritante para os olhos:
Para proteger os olhos, use o protetor ocular . Se houver contato com os olhos, lave-os imediatamente com água e veja instruções de "Primeiros Socorros"; se possível, ligue para o Centro de Informações Toxicológicas, cujo telefone consta nesta bula.

•Produto levemente irritante para a pele: Para proteger mãos, pés, cabeça e restante do corpo, use luvas impermeáveis (por ex.: nitrílicas ou de neoprene), botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, macacão de mangas compridas e avental impermeável. Se houver contato com a pele, veja instruções de "Primeiros Socorros" e, se possível, ligue para o Centro de Informações Toxicológicas, cujo telefone consta nesta Bula.

Precauções na abertura da embalagem, na preparação e aplicação da calda:
•Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual.
•Proteja-se utilizando os seguintes equipamentos: macacão com mangas compridas, avental impermeável, protetor ocular e máscara facial (proteja os olhos, boca e nariz),
chapéu impermeável de abas largas, luvas impermeáveis (por ex.: nitrflicas ou de neoprene) e botas de borracha.
•Evite a inalação ou aspiração do produto. Não inale ou aspire a nuvem de pulverização. Evite o contato com a pele e olhos. Caso ocorra alguma exposição ao produto, procure um local arejado e procure o médico. Vide instruções de primeiros socorros.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes. Se houver ventos durante a aplicação, evite a exposição ao produto ficando a favor do vento.

Precauções após a aplicação:
•.Após a utilização do produto remova as roupas protetoras e tome banho. Lave as roupas utilizadas na aplicação separadamente de outras roupas da família, bem como, faça a limpeza dos equipamentos de proteção individual utilizados.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original e, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Não reutilize a embalagem vazia.
•Evite o contato com a área onde o produto foi aplicado. Obedeça o intervalo de reentrada na cultura: 24 horas após a aplicação.
•Caso seja necessário entrar na área tratada antes do término do intervalo de reentrada, utilize todos os equipamentos de proteção individual indicados acima.

PRIMEIROS SOCORROS:
SE INGERIDO: Em caso de ingestão acidental provoque vômito a fim de diminuir a absorção pelo organismo e procure imediatamente o médico, levando a embalagem, o
rótulo e/ou a bula do produto. Não provoque vômito e nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente.
SE INALADO: Em caso de inalação procure local are' do eprocure o médico, levando a embalagem, o rótulo dou a bula do produto.
CONTATO COM A PELE: Em caso de contato com a pele, lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão em abundância e procure o médico, levando a embalagem, o rótulo e/ou a bula do produto. Lave as roupas contaminadas antes de usá-las novamente.
CONTATO COM OS OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente por 15 minutos e procure o médico, levando a embalagem, o rótulo e/ou e a bula do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Não existem antídotos específicos para AZIMSULFURON. Em caso de ingestão, inalação, contato com olhos ou pele, proceder a um tratamento sintomático, de acordo com o quadro clínico. Sob supervisão médica, adotar medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto ou intensificar sua eliminação.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
•Du Pont do Brasil S.A - Tel.: 9 (0)0C24) 322-2475
•Centro de Controle de Intoxicações: Tel.: (0XX19) 788.7573 -UNICAMP/Campinas- SP

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Os estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que Azimsulfuron é
altamente absorvido com rápida distribuição sistêmica pelos tecidos, sendo excretado principalmente através da urina e fezes. Cerca de 90 - 95% da dose administrada em
animais foi absorvida em 24 horas, sendo que as maiores concentrações no plasma foram observadas nos períodos de 0,5 - 3 h após a aplicação, dependendo da dose. A maior parte do produto administrado foi excretada principalmente através da urina (73 - 80%) e fezes (18 - 24%), no intervalo de 72 horas após a administração. Azimsulfuron foi fracamente
metabolizado durante o processo. As principais vias de metabolização foram a O-demetilação da fração dimetoxipirimidina e hidroxilação do anel pirimidina.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Em testes com animais, Gulliver® apresentou baixa toxicidade quando administrado por via oral, dérmica ou inalatória, sendo levemente irritante para pele e olhos dos animais.
A administração repetida de Azimsulfuron, em altas doses, produziu em animais de
laboratório: redução de massa corporal, alterações nos índices eritrocitários e aumento da massa de fígado e pâncreas.
Não são esperados efeitos crônicos em seres humanos, uma vez que estes efeitos foram
observados em animais tratados com doses e tempo de exposição que excedem em muito os níveis a que serem humanos são expostos.

EFEITOS COLATERAIS: Por não se tratar de produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar possíveis efeitos colaterais.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

- Este produto é: - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
-Não utilize equipamento com vazamentos.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. - Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

2 - INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES
- Mantenha o produto em sua embalagem original.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas e outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3 - INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A.
-telefone de emergência: Empresa 9(0**24) 322-2475
-Utilize o EPI ( macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
-Isole e sinalize a área contaminada.
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado - Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate o fabricante ou o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto
deverá ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;
. Solo - retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;
. Corpos d'água - interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das
proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4 - DESTINAÇÁO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS
- Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas de maneira a torná-las
inadequadas para outros usos. ( Obs: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa)
- As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (triplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização.
- Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o ÓrgãoEstadual de Meio Ambiente.
- Para a desativação de restos do produto contate a empresa DU PONT DO BRASIL S.A e o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em
fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Quando herbicidas com o mesmo mecanismo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida, propagar e tomar-se dominante. Esses biotipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, rotação de culturas, variação de métodos de controle de plantas infestantes, manejo integrado de plantas infestantes, eliminação de escapes para que não cheguem a sementear e uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação na mesma safra ou entre safras, podem ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.