Bula Herbipropanin 450 EC - Adama

Bula Herbipropanin 450 EC

acessos
Propanil
5599
Adama

Composição

Propanil 450 g/L Anilida

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Não Classificado

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim arroz
(Echinochloa cruz-pavonis)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim arroz
(Echinochloa colona)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Erva de bicho
(Polygonum punctatum)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Maria preta
(Solanum americanum)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Tiriricão
(Cyperus esculentus)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim arroz
(Echinochloa cruz-pavonis)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim arroz
(Echinochloa colona)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Erva de bicho
(Polygonum punctatum)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Maria preta
(Solanum americanum)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas
Tiriricão
(Cyperus esculentus)
6,4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 80 dias. Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas

Frasco metálico e frasco plástico de 1 L; Frasco plástico de 2 L; Bombona plástica de 5, 10, 20 e 50 L; Balde metálico de 5, 10,20 e 50 L; Tambor metálico de 100 e 200 L; Tambor plástico de 100 e 200 L; Tanque portátil metálico em aço inoxidável, tipo carreta container, provido de estruturas metálicas, equipamentos e válvulas de segurança e descarga, com volume de 20.000 L; Tanque metálico em aço inoxidável/container de 25.000 L.

1. INDICAÇÕES DE USO AGRÍCOLA.

1.1. INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO.

Herbicida utilizado na cultura do arroz de sequeiro e irrigado, para controle de plantas infestantes em pós-emergência.


1.1.2. Doses.

O HERBIPROPANIN 450 EC deve ser aplicado na dose de 6,4 a 8,0 L/ha.

1.1.4. Número, Época e Intervalo de aplicação.

Fazer uma aplicação por ciclo da cultura do arroz, em pós-emergência, quando as plantas infestantes tiverem de 2 a 3 folhas.
No arroz de sequeiro, por não ser utilizada a inundação (que inibe a nova infestação) pode ser necessário fazer nova aplicação.



1.1.5. Modo de aplicação.

O HERBIPROPANIN 450 EC pode ser utilizado em modalidade terrestre ou aérea.

1.1.5.1. Aplicação Terrestre.
Aplicar em pulverização, em mistura com água, através de pulverizador de barra tratorizado, com as seguintes indicações:

PULVERIZADOR TRATORIZADO DE BARRA
Bico Pressão (lib/pol2) Velocidade (Km/h) Espaçamento entre bicos (m) Água (L/ha)
8002 40 5 0,5 180
11002
8004 40 5 0,5 360
11004

Observações:
- No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas infestantes a serem controladas.
- Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização.

1.1.5.2. Aplicação Aérea

Volume de calda
Aplicação/ha Tamanho da gota
(micras) Densidade
(gotas/cm2)
30 Litros Média 200 70 gotas
40 Litros Média 200 95 gotas

Tipo de bico:
- É proibido o uso de bicos rotativos tipo micronair nas aeronaves quando da aplicação do HERBIPROPANIN 450 EC.
- Utilizar bicos D.10 ou equivalentes.

Número de Bicos:
- Aviões Ipanema (todos os modelos) o número de bicos deve ser de 40-42 bicos por barra, sendo obrigatório o uso de todos os bicos (08 bicos) existentes na barra sob a fuselagem (barriga) do avião e com a mesma angulação do restante da barra.
- Para outros modelos de aeronaves ainda em uso no Brasil, deverão ser efetuadas correções no equipamento para atender os parâmetros aqui exigidos: quanto ao tipo de bico, ângulo a utilizar, vazão por hectare e pressão de trabalho.

Pressão de Trabalho:
- Mínimo 15 psi (1 Bar) e máximo 30 psi (2 Bar)

Faixa de aplicação:
- Avião Ipanema (qualquer modelo): 15 m.
- No caso de serem utilizados outros tipos e modelos de aeronaves, a faixa de deposição estará condicionada ao desempenho aerodinâmico da mesma.

Altura de Vôo:
- Aviões do tipo de Ipanema (qualquer modelo): a altura de vôo deve ser de 4 m em relação ao alvo de deposição, sendo que, se possível, manter sempre a mesma altura para evitar a deriva e evaporação.
- Operações conduzidas fora dos limites acima indicados, ocasionarão dispersão ou deriva da trajetória prevista para as gotas de pulverização, bem como, perdas por evaporação ou deriva não controlada, resultando em baixa ou nenhuma eficiência, assim como, contribuindo para a poluição do meio ambiente.
Condições climáticas:
- Durante operações com aeronaves os parâmetros climáticos deverão ser observados periodicamente com instrumentos adequados, cujos limites são:
- Temperatura máxima: 27ºC.
- Umidade relativa do ar: mínima de 55%
- Vento: inferior a 8 km/h.

- Observações:
- Os valores climáticos deverão ser interrelacionados, de modo que, o valor mais influenciante em relação a maior ou menor velocidade de evaporação da gota, seja a umidade relativa do ar. Atentar para o fato de que a segurança de vôo da aeronave e piloto são prioritárias.
- Em operações comerciais recomenda-se o abastecimento da aeronave através do sistema de engate rápido existente na mesma, utilizando-se moto bombas e mangueiras sem vazamentos.
- Verificar sempre o sistema de filtragem principal da aeronave e se não está ocorrendo vazamento pelos bicos devido a defeito ou dano no diafragma dos mesmos.
- Ao final de cada período de pulverização efetuar sistematicamente a limpeza do equipamento com água limpa.
- Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização.

1.2. Intervalo de segurança para as culturas indicadas.

Arroz...................... 80 dias.

1.3. Intervalo de reentrada em áreas tratadas

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.4. Limitações de uso.

- Não associar espalhante adesivo à calda do produto.
- Não aplicar sob condições de vento forte.
- Evitar a deriva para áreas vizinhas à área de aplicação.
- O produto não deve ser aplicado em misturas com inseticidas, fungicidas e adubos foliares.
- No caso de utilizar inseticidas do grupo dos carbamatos, esses devem ser aplicados 30 dias antes ou depois da aplicação do HERBIPROPANIN 450 EC.
- Inseticidas fosforados, devem ser aplicados 7 dias antes ou depois da aplicação do HERBIPROPANIN 450 EC.
- Em arroz irrigado a lavoura deve estar sem água na época da aplicação, e deverá ser inundada de 2 a 7 dias após a mesma.
- Após a aplicação, deverá permanecer um período de pelo menos 4 horas sem ocorrência de chuvas.
1.5 - Informações sobre os equipamentos de proteção individual a serem utilizados:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS)

1.6 - Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:

(Vide Modo de Aplicação)

1.7 – Descrição dos Processos de Tríplice Lavagem da Embalagem ou Tecnologia Equivalente:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA)

1.8 – Informações sobre os Procedimentos para a Devolução, Destinação, Transporte, Reciclagem, Reutilização e Inutilização das Embalagens Vazias:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA)
1.9 – Informações sobre os Procedimentos para a Devolução e Destinação de Produtos Impróprios para Utilização ou em Desuso:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA)

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

2 - PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO SE INALADO OU ASPIRADO E IRRITANTE PARA OS OLHOS, UTILIZE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA SEU MANUSEIO.

2.1 - PRECAUÇÕES GERAIS:

- não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
- ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos;
- não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) e de aplicação danificados e/ou defeituosos;
- não desentupa bicos, orifícios, tubulações e válvulas com a boca;
- não manipule e/ou carregue embalagens danificadas;
- aplique somente as doses recomendadas pelo fabricante;

2.2 - PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara apropriada, luvas e botas de borracha, macacão com mangas compridas e avental impermeável;
- mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe do local de trabalho;
- não entre em contato direto com o produto;
- distribua o produto da embalagem original do fabricante e procure evitar sobras;
- mantenha as eventuais sobras do produto somente em suas embalagens originais;
- evite derrames ou a contaminação do equipamento durante o seu abastecimento.

2.3. PRECAUÇÕES DURANTE O USO:

- use botas de borracha e macacão com mangas compridas na pulverização tratorizada; além destes, use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara cobrindo o nariz e a boca; luvas de borracha e chapéu de aba larga e avental impermeável na pulverização com equipamento manual;
- não aplique o produto nas horas mais quentes do dia, contra ou na presença de ventos fortes e evite sua deriva;
- mantenha pessoas, principalmente crianças, e animais domésticos longe da área de aplicação.

2.4 PRECAUÇÕES APÓS O USO:

- não reutilize embalagens vazias;
- após o uso e esgotamento, certifique-se de que as embalagens foram lavadas três vezes (tríplice lavagem); inutilize-as e dê destino adequado às mesmas;
- mantenha as embalagens com sobras de produtos adequadamente fechadas, em local de armazenamento próprio e trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- recolha, limpe e guarde os Equipamentos de Proteção Individual utilizados;
- tome banho, troque e lave as suas roupas;
- evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- mantenha pessoas, principalmente crianças, e animais domésticos longe da lavoura até a secagem completa da calda de aplicação;
- fora deste período, utilize protetor ocular (óculos ou viseira facial), luvas e botas de borracha, macacão com mangas compridas e avental impermeável.

2.5 – DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

Absorção e Excreção:

Depressor do SNC, o Propanil pode ser absorvido por todas as vias, em testes “in vitro”, foi rapidamente metabolizado pelos microssomos hepáticos e convertido ao 3,4-dicloroanilina (DCA), que é uma substância metahemoglobinizante, excretado pelas fezes e urina.

Sintomas de alarme:
A ocorrência de irritação da pele, olhos e mucosas, náuseas e tonturas, associados à confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação.

Primeiros Socorros:

Ingestão: não provoque vômito, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou
receituário agronômico do produto.

Olhos: lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou
receituário agronômico do produto.

Pele: lave-a com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

Inalação: procure local arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário
agronômico do produto.

Medidas Terapêuticas:
A critério médico, utilizar antídotos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). O tratamento deve ser instituído a critério médico e envolve a lavagem gástrica e a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).


Cuidados de Suporte:
Fornecer oxigênio umidificado e, caso haja depressão respiratória, proceder entubação orotraqueal com ventilação mecânica, corrigir alterações hidroeletrolíticas, metabólicas e de equilíbrio ácido-básico se presentes: caso ocorra uma cianose importante dosar o nível sanguíneo de metahemoglobina que, caso se apresente superior a 30% indica a necessidade de Azul de Metileno endovenoso.


Telefones de Emergência:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter mais informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da Empresa: 0800-400-7505

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:


1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- ? - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO a organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A pelo telefone de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.




RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃOS COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

1.10 - Informações sobre manejo de resistência:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.