Bula Herbipropanin 450 EC - Adama

Bula Herbipropanin 450 EC

Propanil
5599
Adama

Composição

Propanil 450 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Pós-emergência

Frasco metálico e frasco plástico de 1 L; Frasco plástico de 2 L; Bombona plástica de 5, 10, 20 e 50 L; Balde metálico de 5, 10,20 e 50 L; Tambor metálico de 100 e 200 L; Tambor plástico de 100 e 200 L; Tanque portátil metálico em aço inoxidável, tipo carreta container, provido de estruturas metálicas, equipamentos e válvulas de segurança e descarga, com volume de 20.000 L; Tanque metálico em aço inoxidável/container de 25.000 L.

NSTRUÇÕES DE USO

Herbicida utilizado na cultura do arroz de sequeiro e irrigado, para controle de plantas infestantes em pós-emergência.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do herbicida HERBIPROPANIN 450 EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE

O herbicida HERBIPROPANIN 450 EC pode ser aplicado com pulverizador tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que produzam pouca deriva:
- Diâmetro de gotas: usar gotas médias a grandes, acima de 300 micra
- Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²
- Volume de calda: 180 a 360 L/ha.

APLICAÇÃO AÉREA

O HERBIPROPANIN 450 EC pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8 ou core 46 apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando condições mais críticas de evaporação e/ou deriva.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Arroz: 80 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Até 48 horas após a aplicação, caso necessário reentrar na área tratada, utilizar macacão com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO

- Não associar espalhante adesivo à calda do produto.
- Não aplicar sob condições de vento forte.
- Evitar a deriva para áreas vizinhas à área de aplicação.
- O produto não deve ser aplicado em misturas com inseticidas, fungicidas e adubos foliares.
- No caso de utilizar inseticidas do grupo dos carbamatos, esses devem ser aplicados 30 dias antes ou depois da aplicação do HERBIPROPANIN 450 EC.
- Inseticidas fosforados, devem ser aplicados 7 dias antes ou depois da aplicação do HERBIPROPANIN 450 EC.
- Em arroz irrigado a lavoura deve estar sem água na época da aplicação, e deverá ser inundada de 2 a 7 dias após a mesma.
- Após a aplicação, deverá permanecer um período de pelo menos 4 horas sem ocorrência de chuvas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

Corrosivo ao latão e levemente ao ferro.
Produto Inflamável (INFLAMÁVEL 1A).