Bula Imidacloprid 700 WG HELM

acessos
Imidacloprid
1510
Helm

Composição

Imidacloprido 700 g/kg Nicotinóide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
70 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 30 dias. A aplicação deve ser feita quando existirem pulgões vivos e as folhas estiverem começando a deformar, principalmente no período da emergência das plantas até 50-60 dias após
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 30 dias. Aplicar o produto logo após o aparecimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Uma aplicação. 21 dias. O controle é feito preventivamente logo após a emergência das plantas
Tripes
(Thrips palmi)
100 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Uma aplicação. 21 dias. O controle é feito preventivamente logo após a emergência das plantas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Heterotermes tenuis)
400 g.p.c./ha 30 g/100 L de água - Uma aplicação. - Pulverizar os toletes no sulco de plantação, utilizando volume de calda suficiente para uma boa cobertura. O controle dos cupinzeiros deve ser feito diluindo 30 g/100L de água, colocando 1 L da calda preparada diretamente no cupinzeiro, através de um buraco aberto do topo ao núcleo, com auxílio de uma barra de aço de 25 mm de diâmetro
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Uma aplicação. 21 dias. Aplicar o produto logo após do aparecimento da praga
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Uma aplicação. 21 dias. Logo no início das brotações, direcionando o jato para as novas brotações, principalmente entre o 1° e 2° instar
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
150 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 21 dias. A aplicação deve ser feita logo no aparecimento da praga na cultura, ou quando for observado uma média de 2 insetos/folíolo
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
250 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 21 dias. A aplicação deve ser feita logo no aparecimento da praga na cultura, ou quando for observado uma média de 2 insetos/folíolo
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 21 dias. A aplicação deve ser feita logo no aparecimento da praga na cultura, ou quando for observado uma média de 2 insetos/folíolo
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
360 g.p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - Duas aplicações com intervalo de 45 dias. UNA Para o controle no canteiro, tratamento de solo, aplicar o produto logo após a semeadura e a segunda aplicação após 45 dias, utilizando volume de calda de 40 L/ha. o controle na lavoura, aplicar logo após o transplante com jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo, utilizando volume de calda de 180 a 240 L/ha
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - Duas aplicações com intervalo de 45 dias. UNA Para o controle no canteiro, tratamento de solo, aplicar o produto logo após a semeadura e a segunda aplicação após 45 dias, utilizando volume de calda de 40 L/ha. o controle na lavoura, aplicar logo após o transplante com jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo, utilizando volume de calda de 180 a 240 L/ha
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 g.p.c./ha 500 a 1000 L/ha - Uma aplicação. 7 dias. Aplicar o produto com jato dirigido logo após o transplante, de modo que a calda atinja o caule e escorra até o solo
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Uma aplicação. 7 dias. Aplicar o produto com jato dirigido logo após o transplante, de modo que a calda atinja o caule e escorra até o solo
Tripes
(Thrips palmi)
200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Uma aplicação. 7 dias. Aplicar o produto com jato dirigido logo após o transplante, de modo que a calda atinja o caule e escorra até o solo

Saco de polietileno ou aluminizado de 0,030; 0,100; 0,300 ou 1,0 kg
Tambor fibra ou metálico: 25 ou 50 Kg
Frasco plástico 0,100 Kg

Instruções de Uso:
Vide "Indicações de Uso/Doses"

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Realizar 1 aplicação. Para controle do Pulgão-do-algodoeiro, a aplicação deve ser feita quando existirem pulgões vivos e as folhas estiverem começando a deformar, principalmente no período da emergência das plantas até 50-60 dias após; Para Tripes, aplicar o produto logo após o aparecimento da praga. Utilizar volume de calda de 200 a 300 L/ha em pulverização terrestre.

Batata: Realizar 1 aplicação. O controle é feito preventivamente logo após a emergência das plantas. Utilizar volume de calda de 500 a 1.000 L/ha.

Cana-de-açúcar: Realizar 1 aplicação. Pulverizar os toletes no sulco de plantação, utilizando volume de calda suficiente para uma boa cobertura.

O controle dos cupinzeiros deve ser feito diluindo 30 g/100L de água, colocando 1 L da calda preparada diretamente no cupinzeiro, através de um buraco aberto do topo ao núcleo, com auxílio de uma barra de aço de 25 mm de diâmetro.

Citros: Realizar 1 aplicação. Para o controle da Larva-minadora-das-folhas, o tratamento deve ser feito logo no início das brotações, direcionando o jato para as novas brotações, principalmente entre o 1° e 2° instar. Para a Cochonilha-Orthezia, aplicar o produto logo após do aparecimento da praga. Utilizar volume de calda de 2.000 L/ha.

Recomenda-se adicionar óleo mineral ou vegetal na calda de aplicação para melhorar a eficiência no controle, garantindo uma boa cobertura da planta tratada.
Feijão: Realizar 1 aplicação. A aplicação deve ser feita logo no aparecimento da praga na cultura, ou quando for observado uma média de 2 insetos/folíolo. Utilizar volume de calda de 200 a 300 L/ha.

Fumo: Realizar até 2 aplicações. Para o controle no canteiro, tratamento de solo, aplicar o produto logo após a semeadura e a segunda aplicação após 45 dias, utilizando volume de calda de 40 L/ha. Para o controle na lavoura, aplicar logo após o transplante com jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo, utilizando volume de calda de 180 a 240 L/ha.

Tomate: Realizar 1 aplicação. Aplicar o produto com jato dirigido logo após o transplante, de modo que a calda atinja o caule e escorra até o solo. Utilizar volume de calda de 10 a 15 mL/planta, correspondendo aproximadamente a 500 a 1.000 L/ha.


MODO DE APLICAÇÃO:

Antes da aplicação deve-se preparar a calda, diluindo o produto na dose recomendada em quantidade de água suficiente para uma boa cobertura da área a ser tratada.

Nos tratamentos foliares ou de solo, a aplicação é feita via pulverização terrestre através de pulverizadores costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados, utilizando bicos para aplicação dirigida.

No tratamento de viveiros, canteiros e bandejas, a aplicação deve ser feita através de pulverizadores manuais, regadores ou via gotejamento (sistema de irrigação).

Para o controle de cupinzais, identificar e localizar os ninhos, perfurar seu centro, do topo ao núcleo, com auxílio de uma barra de aço com aproximadamente 25 mm de diâmetro, e introduzir um litro da calda preparada (30 g produto/100L de água)através deste buraco.

Os volumes de calda recomendados variam de acordo com a cultura, estágio de crescimento e condições climáticas, devendo seguir as instruções de um Engenheiro Agrônomo.

As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, evitando-se momentos de ventos fortes.


INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA:

Culturas Intervalo de Segurança
(dias)
Algodão 30
Batata 21
Cana-de-açúcar (1)
Citros 21
Feijão 21
Fumo --
Tomate 7
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem os equipamentos de proteção individual (EPI) por um período de 24 horas, ou até que a calda de pulverização esteja seca nas plantas.


LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso.

Compatibilidade: Não foi observada nenhuma incompatibilidade de Imidacloprid 700 WG HELM com outros produtos. Antes de misturar produtos recomenda-se a realização de testes prévios de compatibilidade física, química e biológica.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Produto extremamente irritante aos olhos.
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descrita em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
•Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas macacão, luvas e máscaras
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR IMIDACLOPRIDO
Informações médicas
Grupo químico: Neonicotinóide
Classe toxicológica: I Extremamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética: Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma, a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se como média 75% da excreção via urina e o restante via fezes, pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos do que em fêmeas. Somente entre 10 a 16% do composto parental é encontrado na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-c1oronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como os dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido cloronicotínico, que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes; 2- Hidroxila ão do anel imidazolina entre as posições 4-5.
Mecanismos de toxicidade: Inseticidas neonicotinóides interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos. Devido a pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são es erados em níveis baixos de exposições.
Sintomas e sinais clínicos: A ingestão de imidacloprido pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados. Sintomas após exposição aguda ao produto [ formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram falta de i coordenação, tremores, diarréia e perda de peso. Estudos crônicos com ratos mostraram que a tireóide é especialmente sensível ao imidacloprido. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvidos por via oral.

A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinóides também pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos. Devem-se tratar os sintomas.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento:Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte. Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão.
Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos e, se necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem. , Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente! para o possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago OU! trato gastrintestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritaçãol ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar ai extensão do dano. , Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes: volumes) e no período máximo de 2 horas.
Administre carvão ativado (240 ml de água / 30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos), e 1 g / Kg em crianças com menos de 1 ano de idade.
Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarréia.
Contra indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
Atenção:Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefones de Emergência da empresa:
HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA: (11) 5185.4099 Emer ências Toxicoló icas: 08007010450 24 horas

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: Perigoso ao meio ambiente ( classe III)
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL L TDA. -Telefone de emergência: (11) 5185.4099.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima .
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Para embalagem rígida lavável
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem ( lavagem manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;
Lavagem sob pressão
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebi animais e pessoas.
Para embalagem FLEXíVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas ¬modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADAS) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
•Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
•Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
•Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
•Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.