Bula Invest - Basf

Bula Invest

acessos
Cyclosulfamuron
2698
Basf

Composição

Ciclossulfamurom 700 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Água pé mirim
(Heteranthera reniformis)
57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Aguapé
(Sagittaria guyanensis)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Capim macho
(Ischaemum rugosum)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Cruz de malta
(Ludwigia longifolia)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Tiririca
(Cyperus difformis)
57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Tiriricão
(Cyperus esculentus)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Água pé mirim
(Heteranthera reniformis)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Aguapé
(Sagittaria guyanensis)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
até 57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Capim macho
(Ischaemum rugosum)
57 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Cruz de malta
(Ludwigia longifolia)
57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Tiririca
(Cyperus difformis)
até 57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência
Tiriricão
(Cyperus esculentus)
57 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 111 dias. Pós emergência

Frasco plástico: 285; 855 g. Saco aluminizado: 114 g (2 sacos hidrossolúveis de 57 g); 285 g (5 sacos hidrossolúveis de 57 g); 855 g (3 sacos hidrossolúveis de 285 g).

INSTRUÇÕES DE USO: Herbicida seletivo recomendado para o controle de plantas daninhas de folhas largas e cyperáceas na cultura do arroz irrigado.

INTERVALO DE SEGURANÇA: 111 dias.

MODO DE AÇÃO DO PRODUTO: O Herbicida INVEST( age inibindo a síntese do ácido acetohidróxido (SAAH), enzima responsável pela síntese dos aminoácidos da cadeia ramificada, valina, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção das proteínas vegetais interferindo na divisão celular causando a morte da planta. INVEST( é rapidamente absorvido através das raízes e folhas e se transloca por toda a planta. Após a aplicação pós-emergente, a planta daninha suscetível paralisa o crescimento, se torna clorótica e morre. A morte total da planta pode levar vários dias, dependendo das condições climáticas.

INSTRUÇÕES DE USO: INVEST é um herbicida sistêmico do grupo das Sulfonilureias, seletivo para a cultura do arroz, de absorção foliar e radicular, que aplicado em pós-emergência controla plantas daninhas.Indicadas no caso de Heteranthera reniformis (Água pé-mirim) aplicação em pós-emergência até 4 folhas.

CULTURA, DOSES E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Arroz: 57 g/ha: Pós-emergência. Recomenda-se adição de surfactante (CICOL) a 0,25% v/v, isto é, 250 ml de surfactante por 100 litros de água.

FORMA DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTO: INSTRUÇÕES DE APLICAÇÃO: INVEST( pode ser aplicado em semeadura direta de arroz irrigado convencional em pulverização, em sistema pré-germinado, no método de benzedura ou pulverização ou em transplante em pulverização.

APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA (PÓS): Aplique o INVEST( em Pós-emergência das plantas daninhas. Nas dicotiledôneas quando a planta tiver até 4 folhas e as Cyperaceas quando a planta tiver até 6 folhas. Obs.: Na época da aplicação, as plantas daninhas devem estar em fase de crescimento e a umidade relativa do ar acima de 55%.

APLICAÇÃO TERRESTRE: Aplique uniformemente com equipamento terrestre, manual ou motorizado, corretamente calibrado. Para aplicação, use volume de calda de 200 a 300 litros por hectare. Utilizar bicos do tipo leque 80.02 e 80.03 ou 110.02 e 110.03, com espaçamento entre bicos de 50 cm, altura da barra de 30 a 50 cm, respectivamente. A pressão de trabalho deve ser de 40 a 60 libras por polegada quadrada. A densidade de gotas deve ser de 40-80 gotas por cm², de tamanho entre 200-300 micra.

APLICAÇÃO AÉREA: Aplicar volume de calda de 40-50 litros/ha, bicos D-10 ou D-12 com core 45, altura de vôo de 2 a 3 metros do solo, faixa de aplicação de 12 a 15 metros e ângulo do bico de 90 em relação à direção de vôo. Evite derivas para as culturas vizinhas. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite superposição de faixa de pulverização durante a aplicação. A boa prática agrícola recomenda a aplicação sem vento ou vento não superior a 8 km/h. Obs.: É muito importante iniciar a irrigação até 7 dias após a aplicação do INVEST( e manter a lamina d'agua para melhor funcionamento do produto. Em arroz pré-germinado pode ser aplicado no método de "benzedura" ou em pulverização por cima da lámina d'agua.

PREPARAÇÃO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO: Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade. Com o agitador (retorno) acionado, adicione a quantidade recomendada de INVEST(, complete o volume do tanque com água.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicação única por safra em Pós-emergência das plantas daninhas.

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NA CULTURA E ÁREA TRATADA: De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana AVISA/MS

LIMITAÇÕES DE USO: FITOTOXICIDADE: O produto é seletivo para a cultura do arroz.

NOTA: "Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas à este produto e produtos correlatos, com mesmo modo de ação, deverão ser aplicados em sequência a este, herbicida devidamente registrado para a cultura da arroz, com diferente modo de ação. Para maiores esclarecimentos consulte representante da Empresa."

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: SELETIVIDADE: A seletividade de INVEST( em arroz é devido a rapidez com que a cultura metaboliza o composto (vida média < 4 horas).

BIOACUMULAÇÃO, VOLATILIDADE, MOBILIDADE NO SOLO E ECOTOXICOLOGIA DO INVEST( NO MEIO AMBIENTE: Bioacumulação - O coeficiente de partição n-octanol/água do produto é de: 733 em pH 5; 70,4 pH 6; 37,6 em pH 7; 3,96 em pH 8 e 1,05 em pH 9. Baseado nesses valores conclui-se que CYCLOSULFAMURON* tem baixo potencial de bioacumulação em valores de pH superiores a 6. Volatilidade - Não ocorre volatilização do produto CYCLOSULFAMURON* do solo e planta. Mobilidade no solo - A baixa mobilidade no solo é uma característica desejável para todo herbicida. Foram realizados ensaios de lixiviação com CYCLOSULFAMURON em diferentes tipos de solo e os resultados mostraram que o produto permaneceu nos 2 cm superiores do solo. Esses resultados com a excelente atividade residual observada no campo, demonstram que o herbicida permanece no perfil do solo, podendo controlar eficazmente as plantas daninhas de emergência tardia. Ecotoxicologia do produto - o ciclosulfamuron é praticamente não tóxico para aves, minhocas, abelhas, organismos aquáticos e algas. Ciclosulfamuron tem baixo potencial de bioacumulação em organismos aquáticos.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto; Não utilize equipamento com vazamento; Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Evite contato com a pele, olhos e roupas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente, veja PRIMEIROS SOCORROS; Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão, veja PRIMEIROS SOCORROS; Use macacão de mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Não aplique o produto contra o vento; Use macacão de mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas. Evite inalar o produto.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia, destrua-a e enterre-a; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe de alcance de crianças e animais; Tome banho, troque e lave suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: beba 2 copos grandes de água. Provoque vômito e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado e vá ao medico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO e TRATAMENTO MÉDICO: tratamento sintomático.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Considerando a toxicidade oral, dérmica e irritação cutânea do produto formulado, nenhum caso de ação tóxica foi observada em seres humanos. Em caso de ingestão acidental, o produto é excretado por via urinária e não se observa nenhum acúmulo em qualquer órgão.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: DL50 oral em ratos maior do que 5.000 mg/kg. DL 50 dérmica em ratos maior do que 2.000 mg/kg; Em testes de longa duração, o ingrediente ativo não mostrou nenhum efeito toxicológico significante.

EFEITOS COLATERAIS E SINTOMAS DE ALARME: Devido ao tipo de formulação e a toxicidade do produto, é pouco provável que alguma intoxicação possa ocorrer. Em caso de ingestão acidental provoque vômito e consulte imediatamente um médico. Não há registro de sintomas de alarme por não haver nenhum caso de intoxicação com o produto.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO (CLASSE II) ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Este produto é ALTAMENTE IRRITANTE aos olhos de mamíferos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidentes, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: Contacte as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o vazamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais; siga as instruções: Piso Pavimentado: Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens devem ser enxaguadas 3 (três) vezes e a calda resultante acrescentada a preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens vazias. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio são os mais utilizados e eficazes.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados, alternadamente herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.