Bula Jump

acessos
Diuron + Hexazinona
8808
Adama

Composição

Diurom 533 g/kg Uréia
Hexazinona 67 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico, Seletivo

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3,5 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca

Saco externo com ou sem saquinho interno hidrossolúvel, material aluminizado; Saco externo com ou sem saquinho interno hidrossolúvel, material plástico; Saco externo com ou sem saquinho interno hidrossolúvel e Caixa secundária, material cartão ou plástico: 100; 200; 250 e 500 g; 1,0; 2,0; 2,5; 5,0; 10; 15; 20 e 25 kg de peso líquido.

Frasco, pote de plástico ou metal: 100; 200; 250 e 500 g; 1,0 e 2,0 kg de peso líquido.

Tambor metálico ou de plástico: 20; 25; 50; 100; 150; 200; e 250 kg de peso líquido.

Big-bang de plástico estruturado: 100; 150; 200; 250; 300; 400; 500; 750; 1.000; 2.000; 5.000; 10.00 kg de peso líquido.

Container/Retornável metálico: 500; 1.000; 5.000; 10.000; 17.000; 18.000 e 20.000 kg de peso líquido.

Baldes e bombonas plásticos: 2,5; 5,0; 10; 15; 20 e 25 kg de peso líquido.
Barrica: Papelão/papel multifolhado:10;20;30;40;50;60;70;80;90;100;200;300;400;500;600;700 kg
Container :Aço/ aço inox/fibra/metálico :500;1.000;2.000;5.000;10.000;15.000;20.000;25.000;30.000 kg

Container intermediário: Plástico com estrutura metálica: 100;200;300;400;500;600;700;800;900;1000;2000;5000;10000 kg
Sachê: Aluminizado /plástico0,1;0,2;0,25;0,5;1;2;2,5;3;3,5;4;4,5;5 kg
Saco: Hidrossolúvel/aluminizado/plástico:0,1;0,2;0,25;0,5;1;1,5;2;2,5;3;5;10;15;20;25;30;40;50 kg
Stand up pouch com tampa :Aluminizado/ Plástico 1;1,5;2;2,5;3;5;10;15;20;25;30;40;50 kg
Tambor:Plástico/metálico/aço/aço inox/folha de flandres : 1;2;2,5;3;5;10;15;20;25;30;40;50;100;150;200;250;300;400;500 kg

INSTRUÇÕES DE USO:

O JUMP é um herbicida de ação sistêmica, seletivo para a cultura da cana-de-açucar, podendo ser aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantas infestantes, em cana planta ou em cana soca.

1.1 CULTURA:
Cana-de-açucar.

1.2 PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
Vide Indicações de Uso/Doses.

PRÉ-EMERGÊNCIA
Na modalidade em pré-emergência o herbicida JUMP pode ser aplicado em cana planta e cana soca em solos de textura arenosa, areno-argiloso e argiloso com teores de matéria orgânica a partir de no mínimon 1,3%. O solo deve estar úmido, bem preparado, livre de torrões, de restos culturais, ou plantas infestantes. As aplicações em cana soca devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo.

PÓS-EMERGÊNCIA
Em pós-emergência da cultura, em estádios mais avançados ou quando o tamanho da cana soca dificultar o molhamento de plantas infestantes, recomenda-se a aplicação em jato dirigido para evitar possíveis interceptações pela cultura, devendo-se observar as seguintes condições para obtenção dos melhores resultados: solo úmido, boa umidade relativa do ar, temperaturas ideais e velocidade do vento.

1.3 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O JUMP deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura da cana-de-açúcar, podendo ser realizada uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta ou em pré ou pós-emergência após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca.

1.4 MODO DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO TERRESTRE
O JUMP pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2). A altura da barra deve permitir boa cobertura do solo e/ou da parte aérea das plantas infestantes. Observar que a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura. Na pré e pós-emergência usar bicos de jato plano; na pós-emergência podem ser usados também bicos de jato cônico de acordo com as recomendações do fabricante. O volume de aplicação deve ser de 100 a 400 L.
Obs.: É necessária contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar sobreposição das faixas de aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA
O JUMP pode ser aplicado via aérea, em pré e pós-emergência das plantas infestantes, através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo pontas tipo D8, D10 ou D12, core 46; ou atomizadores rotativos. Pressão de trabalho de 20 a 40 lb/pol2, proporcionando um volume de calda de 30 a 50 L1ha. Altura de vôo de 2 a 4 m sobre o solo. Faixa de deposição efetiva de 10 a 15 m, dependendo do tipo de aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
•Não aplicar com temperaturas altas (superiores a 30° C).
•Umidade relativa mínima 55%.
•Ventos: de 3,0 a 10 km/hora.

1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar 150 dias

1.6 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

1.7 LIMITAÇÕES DE USO:
•Fitotoxicidade para a cultura registrada: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
•Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por estiagens prolongadas, observando sempre o estádio recomendado.
•Não aplicar com ventos superiores a 10 km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas. Verificar no momento da aplicação, em pré ou pós-emergência, a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis que não sejam a cana-de-açúcar.
•Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 55%.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize EquipamentOs de Proteção Individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de temo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, avental, botas, macacão, luvas e máscaras.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR DIURON E HEXAZINONA
INFORMAÇÕES MÉDICAS

•Grupo químico: Uréia Substituída e Triazona
•Classe toxicológica: I- Extremamente Tóxico
•Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica;
•Toxicococinética:
Diurom:
Absorção:
O diuron é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato respiratório. Contudo, não se sabe se o diuron também é absorvido pela pele.
Metabolismo
A maior parte dos metabólitos do diurom, que são excretados na urina, mantêm a configuração da uréia e resultam de hidroxilação e dealquilação do diuron.
Excreção
É rapidamente excretado pelo rim, na forma original ou metabólitos, após breve armazenamento nos tecidos corporais.
Em ratos e cachorros alimentados com diurom, a excreção dos metabólitos ocorreu tanto nas fezes quanto na urina.
Hexazinona:
A hexazinona é rapidamente absorvida após exposição oral e é rapidamente metabolizada e excretada. A taxa de absorção dérmica parece ser muito menor do que a absorção via exposição oral.
As transformações metabólicas são limitadas a hidroxilação, desmetilação e oxidação; que são processos relativamente simples e comuns no metabolismo de muitos agrotóxicos e no de outros compostos que ocorrem naturalmente no organismo. Todos esses passos tendem a tomar os metabólitos mais solúveis em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins.
Tanto a excreção urinária quanto a fecal são rápidas: a excreção urinária é completa em 48 horas e a excreção fecal em 72 horas.
Em estudos com ratos, verificou-se que a maior parte da hexazinona é excretada pela urina.
Exposições por períodos longos não diminui o rápido processamento e eliminação.
Menos de 1 % da hexazinona original foi detectada na urina e fezes; sendo encontrados quase que somente metabólitos. Não parece haver qualquer acumulação tecidual significante.
•Mecanismos de toxicidade:
Diuron:
Doses letais apresentam indicações de danos tóxicos ao fígado, rins, intestinos e cérebro.

Hexazinona:
Há pouca informação disponível acerca do mecanismo específico de toxicidade da hexazinona em humanos ou em outras espécies de mamíferos. Embora a hexazinona seja classificada como um herbicida pertencente ao grupo químico triazinona, a hexazinona é estruturalmente diferente e parece não ser toxicologicamente relacionada a outros agrotóxicos deste grupo.
•Sintomas e sinais clínicos:
Diuron:
Exposição Aguda
A) Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, estes agentes parecem ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos. Pode ocorrer metemoglobinemia em ingestões de grandes quantidades.
B) Caso sejam evidentes sintomas severos outros além da hemoglobinemia, deve-se suspeitar da ação alternativa ou adicional de algum outro tóxico.
Ocular
A exposição dos olhos pode resultar em irritação ocular.
Respiratório
Pode-se observar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado.
Cardiovascular
A depressão do SNC e hipoxemia podem ser observadas caso haja metemoglobinemia.
Gastrintestinal
Após ingestão, podem ocorrer náusea, vômito e diarréia.
Genitourinário
Alguns metabólitos podem causar irritação do trato urinário.
Hematológico
Foi observada sulfohemoglobina no sangue de ratos e cachorros aos quais administraram-se repetidamente altas doses de diuron, e em uma overdose de monolinuron em humano. A metemoglobinemia pode resultar de efeitos dos metabólitos de alguns herbicidas uréicos.
Dermatológico
Pode ser observada cianose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemia devida à absorção de quantidades excessivas desses agentes.
Pode ocorrer irritação da pele após exposição.

Hexazinona:
A hexazinona é pouco tóxica para mamíferos via oral, é praticamente não tóxica via dérmica, não causa irritação significante na pele ou sensibilização, mas pode causar sérios danos oculares. É ALTAMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. Formulações líquidas de hexazinona ocasionam efeitos corrosivos quando em contato direto com os olhos, podendo resultar em dano irreversível.
A toxicidade inalatória de hexazinona é muito baixa.
Efeitos devidos à exposição aguda podem incluir: irritação nos olhos, nariz e garganta, assim como náusea e vômito.
A hexazinona não parece causar efeitos no sistema imunológico.

Em estudos com animais, empregando-se doses muito elevadas, são freqüentemente observados: lacrimação, salivação, vômito, tremores, ataxia, fraqueza, diarréia e freqüência respiratória elevada e/ou dificuldade respiratória. Embora esses efeitos possam ser causados por neurotoxinas, não há indicadores específicos de neurotoxicidade. Esses efeitos podem ser secundários a outros, mecanismos de toxicidade. Não há dados para dizer que a hexazinona é diretamente uma neurotoxina. Em intoxicações menos severas, o sintoma mais comumente induzido pela hexazinona foi perda de peso.
Embora a hexazinona pareça ser absorvida muito mais lentamente através de exposições dérmicas (se comparado à exposições orais), os estudos agudos e crônicos disponíveis de exposição dérmica indicam que a hexazinona pode ser absorvida pela pele em quantidades suficientes para causar pelo menos sinais sensitivos de toxicidade,particularmente perda de peso.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
•Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico.
Diuron:
Exposição Oral
A) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
B) Descontaminação - Remova as roupas contaminadas e lave as áreas afetadas, incluindo o cabelo, com água e sabão;
C) O tratamento é sintomático e de suporte;
D) Metemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de azul de metileno a 1 % lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.

Hexazinona:
Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 19/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
Contra-indicações: Perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência, após a ingestão de compostos corrosivos ou hidrocarbonetos (alto potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinonas exibirem sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o bronco espasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
•Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
•Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos e notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 400 7505

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Experimentalmente em ratos, constatou-se que a HEXAZINONA (radiomarcada) fornecida via oral, foi rapidamente metabolizada por hidroxilação do anel ciclohexil e monodemetilação do grupo metilamino e eliminada entre o 3.° e o 6.° dia dos períodos de teste; Aproximadamente, 61% a 77% da molécula radiomarcada foi eliminada via urina e 20% a 32% via fezes. Praticamente toda a radioatividade foi recuperada nas primeiras 24 horas depois do tratamento. Níveis muito baixos de radioatividade (cerca de 0,2% da dose administrada) foram detectadas no trato gastrintestinal, pele, órgãos (coração, pulmões, fígado, baço, rins, cérebro, testículos ou ovários), músculos, gordura e sangue. Os maiores metabólitos na urina e fezes foram o 3-(4-hidroxicic1ohexil-6-(dimethylamino)-1-metil-1,3,5-triadine-(2,4(lH,3H)-dione)) e 3-(4¬hidroxiciclohexil-6-(metilamino )-1 ~metil-1 ,3,5-triadine-(2,4( 1H,3H)-dione)). Experimentalmente em ratos, constatou-se que o DIURON é bem absorvido pelo trato gastrintestinal e vias respiratórias. Estudos, sugerem que é perfeitamente metabolizado no fígado por n-dealquilação e hidroxilação, sendo o principal produto de sua metabolização o N-(3,4-dic1orofenil) uréia. É excretado em aproximadamente 72 horas, principalmente através das fezes (25%) e urina (75%), metabolizado ou de forma inalterada após uma breve permanência nos tecidos.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos de toxicidade aguda oral(ratos): DL50 igual a 5.000mg/kg de peso corpóreo e toxicidade aguda dérmica(ratos): DL50> 2.000 mg/kg.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Experimentalmente em ratos, constatou-se que a HEXAZINONA ocasionou diminuição do consumo de alimento e do ganho de peso, alterações nos peso dos órgãos, alterações hematológicas e bioquímicas, bem como, hepatotoxicidade, todos diretamente relacionados à dose. Não foi observado potencial oncogênico. Experimentalmente em ratos, o DIURON produziu uma leve anemia, aumento do tamanho do baço e elevação da atividade eritrogênica na medula óssea. Em cães, ocorreu perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea, aumento no peso relativo do fígado, e deposição de pigmentos nas células hepáticas.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

- Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES.
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A pelo
telefone de emergência: 0800-400-7505 e o Centro de Controle de Intoxicações (CCI): (Oxx43) 3371¬-2244.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água: interromper imediatamente a captação para o consumo humano e animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição).

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDA AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
•Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
•Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
•Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
•Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br). ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).