Kandí
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Flazassulfurom
Registro MAPA:
35324
Empresa Registrante:
ISK |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Flazassulfurom | 250 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Seletivo, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÕES DE USO
KANDÍ é um herbicida seletivo sistêmico à base do ingrediente ativo Flazasulfuron, do grupo químico Sulfonilureia, indicado para aplicação na pré-emergência das plantas daninhas na cultura do Pinus, em pré e pós-emergência na cultura de cana-de-açúcar e em pós-emergência na cultura de café.
O herbicida KANDÍ deve ser aplicado a partir de 10 dias após o plantio da cultura do Pinus em área total sobre as mudas.
MODO DE APLICAÇÃO
Pré-Emergência
PINUS Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual aplicando-se em área total, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Utilizar volume de calda de 200 litros por hectare.
CANA-DE-AÇÚCAR - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal aplicando-se em área total, provido de pontas com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Utilizar volume de calda de 200 a 400 litros por hectare.
- O sistema de agitação do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Pós-Emergência
CAFÉ - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal aplicando-se em área total, provido de pontas com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Utilizar volume de calda de 200 a 400 litros por hectare.
O produto pode ser aplicado em área total, quando o café estiver em formação, pois o cafeeiro é altamente resistente ao produto KANDÍ.
CANA-DE-AÇÚCAR - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal aplicando-se em área total, provido de pontas com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Utilizar volume de calda de 200 a 400 litros por hectare.
No momento da aplicação, a cana-de-açúcar deverá estar com no máximo, 4 folhas.
A 2ª aplicação contra Cyperus rotundus (Tiririca) deverá ser feita em jato dirigido às plantas daninhas, evitando-se atingir as folhas da cultura.
Obs.: Seguir estas condições de aplicação e, em caso de dúvidas, consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes oeste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Não é recomendada a aplicação do KANDÍ em condições de seca ou de baixa umidade no solo. A aplicação do produto é recomendável em condições de alta umidade no solo, visando o controle mais efetivo das plantas daninhas.
Rotação de culturas: Não realizar o plantio de outras culturas antes de 180 (cento e oitenta) dias após a aplicação do KANDÍ. Observar que durante este período (180 dias) deverá ocorrer na área aplicada uma precipitação ou irrigação de no mínimo 500 mm.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto herbicida KANDÍ é composto por FLAZASSULFUROM que apresenta mecanismo de ação como Inibidores da acetolactato sintase (ALS) (síntese de aminoácido de cadeia ramificada), pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).