Kanopus Pro
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Clorfenapir; Metoxifenozida
Registro MAPA:
28526
Empresa Registrante:
Helm |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Clorfenapir | 240 g/L | |
| Metoxifenozida | 80 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão, Não sistêmico, Acelerador de ecdise
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Spodoptera eridania (Lagarta das folhas) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Amendoim | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Enneothrips flavens (Tripes do bronzeamento) | veja aqui | |||
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Stegasta bosquella (Lagarta do pescoço vermelho) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Ervilha | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) | veja aqui | |||
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-caupi | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-fava | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-guandu | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-mungo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-vagem | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Grão-de-bico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) | veja aqui | |||
| Hedylepta indicata (Lagarta enroladeira das folhas) | veja aqui | |||
| Milheto | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Sorgo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 2 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 25 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 30 L |
| Lavável | Balde | Metálico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Balde | Metálico | Rígida | Líquido | 25 L |
| Lavável | Balde | Metálico | Rígida | Líquido | 30 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 25 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 50 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 60 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 100 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 200 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 220 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 100 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 200 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 220 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
KANOPUS PRO é um inseticida de ingestão e contato, não sistêmico e acelerador de ecdise indicado para o controle de pragas.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda:
Aplicação Terrestre: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade, ou então um volume que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com o agitador em movimento, adicionar o produto. Em seguida, complete com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização, mesmo por curto período de tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda por alguns minutos antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Aplicação Aérea: No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose recomendada para a cultura/alvo. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave, completando o volume do tanque com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
EQUIPAMENTOS:
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizadores costais, tratorizados ou autopropelidos com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa cobertura das plantas. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização a culturas vizinhas.
Aplicação aérea:
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “micronair”, sempre visando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada e/ou monitorada por sistema de navegação GPS.
Observação: A boa cobertura da superfície aplicada é fundamental para o sucesso do controle das pragas, independente do equipamento utilizado.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
• Temperatura ambiente igual ou inferior a 30ºC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência de ventos.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Cuidados na Limpeza do pulverizador:
Antes de aplicar KANOPUS PRO, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem com as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas sensíveis.
Antes de aplicar o KANOPUS PRO, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do KANOPUS PRO, deve ser seguido o procedimento de limpeza mais restritivo.
Limpeza/Lavagem do pulverizador:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.
Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas.
A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação vigente.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, aumentando o potencial de deriva. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com o alvo, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Não aplicar em presença de ventos fortes.
• Chuvas após a aplicação podem lavar o produto e pode ocorrer a necessidade de nova aplicação (verificar o comportamento das pragas).
• Quando usado nas doses, culturas e condições mencionadas, o produto não causa efeito fitotóxico para as culturas indicadas.
• Mantenha afastado das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após a aplicação do produto.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.
GRUPO 13 INSETICIDA
GRUPO 18 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida KANOPUS PRO pertence aos grupos 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton) e 18 (Agonistas de receptores de ecdisteroides - Diacilhidrazina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de seleção de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do KANOPUS PRO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário adotar estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 13 e 18. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar KANOPUS PRO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de KANOPUS PRO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do KANOPUS PRO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos dos análogos de pirazol e diacilhidrazina não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização dos produtos dos Grupos 13 e 18 quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).