Bula Klorpan 480 EC

acessos
Chlorpyrifos
7899
Nufarm

Composição

Clorpirifós 480 g/L Organofosforado

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar o produto quando for constatado mais de 25% de desfolhação em presença de lagartas, em qualquer fase da cultura
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
1,75 a 2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar quando forem constatadas 1-2 lagartas L1-L2/m²
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1,5 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar quando forem constatadas 10 lagartas/100 plantas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
1,5 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar o produto quando existir 5% de maçãs atacadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 21 dias. Assim que se observem os primeiros sintomas de infestação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1 a 1,5 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 30 dias. 21 dias. Aplicar no início da infestação com a presença do adulto na lavoura
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
1 a 1,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 30 dias. 21 dias. Aplicar o produto quando 5% dos grãos provenientes da primeira florada estiverem brocados
Cochonilha
(Planococcus minor)
1 a 1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar em pulverização foliar no início da infestação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 a 150 ml/100l de calda 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário, realizando no máximo duas aplicações. 21 dias. Aplicar no início da infestação
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
200 ml/100l de calda 400 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário, realizando no máximo duas aplicações. 21 dias. Aplicar no início da infestação
Psilideo
(Diaphorina citri)
100 a 150 ml/100l de calda 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário, realizando no máximo duas aplicações. 21 dias. Aplicar no início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,8 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, sendo o intervalo entre aplicações será em função da reinfestação. 25 dias. Aplicar no início da infestação quando aparecerem as primeiras pragas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar no início da infestação quando aparecer as primeiras folhas raspadas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações sendo o intervalo entre aplicações será em função da reinfestação. 13 dias. Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Em caso de reinfestação, reaplicar o produto realizando no máximo duas aplicações. 21 dias. Quando aparecerem as primeiras lagartas L1 -L2, fase vegetativa 7 lagartas/m fase reprodutiva 2 lagartas/m linear
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,25 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações sendo o intervalo entre aplicações será em função da reinfestação. 21 dias. Quando forem encontradas 20 lagartas/ metro linear de preferência nos primeiros estágios larvais
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,75 a 1 L p.c./ha 150 L p.c./ha - Realizar no máximo duas aplicações sendo o intervalo entre aplicações será em função da reinfestação. 21 dias. Quando forem encontradas 20 lagartas/ metro linear de preferência nos primeiros estágios larvais
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,75 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações sendo o intervalo entre aplicações será em função da reinfestação. 21 dias. Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,7 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações sendo o intervalo entre aplicações será em função da reinfestação. 21 dias. Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação

Volume líquido: 500 ml, 1, 5, 10 e 20 L. Bombonas de 100 L.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
EQUIPAMENTOS:
Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou simila procurando obter gotas de pulverizaçãVolume de calda, bicos, pressãoo com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima
de 40 gotas/cm2.
Pressão de 150 a 300 lb/pol2.
Velocidade de Aplicação: 4,5 km/h.
Temperatura: < 30°C
Umidade Relativa: > 50°/0
Outros equipamentos sugeridos para aplicação: aeronave agrícola equipada com GPS e barra
ou "micronair" e. através de equipamentos de irrigação tipo pivot central.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Algodão, café, citros, milho, soja e trigo 21 dias
-IBatata 21 dias
- Feijão 25 dias
- Pastagem 13 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Exposição inalatória: remover o paciente para o ar fresco e fornecer oxigênio, se necessário. Exposição ocular: lavar os olhos com água corrente durante pelo menos 10 minutos. Exposição dérmica: remover as roupas contaminadas e lavar as áreas afetadas com água e sabão em abundância. Exposição oral: por tratar-se de um concentrado emulsionável, que tem como veículo solventes orgânicos, não provocar o vômito. Encaminhar imediatamente o paciente ao serviço médico mais próximo. Caso seja possível fornecer carvão ativado na dose de 1g por quilograma de peso por via oral.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: O produto é absorvido por todas as vias, inalatória, dermal e oral. O mecanismo de ação tóxica do chlorpyrifos é por inibição da acetilcolinesterase. Uma única dose de chlorpyrifos radiomarcado, fornecida à ratos foi absorvida rapidamente e excretada na urina (90%) e nas fezes (10%). Os produtos excretados foram 3,5,6 - trichloro - 2 - pyridyl phosphate (75-80%), 3,5,6 - trichloro - 2 - pyridinol, e traços de material não metabolizado. No homem, 70 % da dose oral foi excretada na urina, com uma meia vida de 27 horas. Apenas 3% das doses aplicadas via dermal foram excretadas na urina, o que sugeriu uma mínima absorção dermal. A rápida eliminação do chlorpyrifos e seus metabólitos, sugerem uma acumulação mínima mesmo em repetidas exposições (Nolan et al.,1984).

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Em um estudo, grupos de 4 homens cada receberam tabletes contendo chlorpyrifos nas taxas de 0.014 e 0.03 mg/Kg/dia durante 20 dias ou mais e 0.1 mg/kg/dia durante 9 dias. Nenhum efeito foi notado na vitalidade, hematologia, análise urinaria ou bioquímica sanguínea. A colinesterase plasmática esteve deprimida no mais alto nível mas retornou ao normal em 4 semanas. A colinesterase eritrocitária não foi alterada em nenhum dos níveis fornecidos.(FAO/WHO 1973). Nenhuma toxicidade ou inibição da colinesterase eritrocitária foi notada quando seis voluntários receberam chlorpyrifos em uma única dose oral de 0.5 mg/Kg seguida de 2 semanas com aplicação de uma dose dermal de 0.5 ou 5.0 mg/Kg. Embora tenha ocorrido uma redução de 15% na colinesterase plasmática após a exposição oral, nenhuma alteração significativa foi obtida em decorrencia da maior dose dermal. As concentrações de chlorpyrifos no sangue nunca excederam 30 ng/ml em nenhum momento durante o estudo. Em estudos de longa duração em ratos (2 anos) , doses de 1 e 3 mg/Kg/dia produziram uma moderada depressão da colinesterase plasmática e eritrocitária. Num estudo de 2 anos com cães os resultados foram identicos. Todos os níveis de colinesterase retornaram ao normal prontamente quando a dosagem foi interrompida. Em galinhas, doses orais e subcutâneas não foram capazes de produzir neurotoxicidade.

EFEITOS COLATERAIS: Não se conhecem efeitos colaterais causados pelo produto.

DADOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS EM SERES HUMANOS: Trabalhadores, aplicando chlorpyrifos e ácido metilcarbâmico por pulverização, apresentaram diarréia e salivação excessiva dentro de 1 hora após a utilização do produto. Os sintomas da intoxicação por inibidores da colinesterase incluem, salivação e sudorese excessiva, diarréia, bradicardia, miose e secreção pulmonar aumentada, convulsões, coma e óbito. A colinesterase plasmática é muito inibida, porém a eritrocitária não sofre alterações importantes.

SINTOMATOLOGIA PARA CONFIRMAÇÃO DE DIAGNOSTICO EM CASOS DE INTOXICAÇÃO: Náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia , salivação excessiva (sialorréia) e sudorese. Apatia e fraqueza. Rinorréia e sensação de "aperto" no peito pode ocorrer , sobretudo em exposições inalatórias. Distúrbios da visão e visão turva, miose (pupilas puntiformes), lacrimejamento e dor ocular. Perda da coordenação muscular, fasciculações e contrações musculares. Dificuldade respiratória, hipersecreção brônquica, cianose, hipertensão. Crises convulsivas e coma. Morte primariamente causada por parada respiratória de origem central, paralisia dos músculos respiratórios ou ambos.

SINTOMAS DE ALARME: Paciente inconsciente, convulsionando, com pupilas mióticas, secreção pulmonar muito aumentada e bradicardia importante sugerem intoxicação muito grave pelo produto.

MEDIDAS TERAPÊUTICAS E ANTÍDOTOS: Os organofosforados são absorvidos por todas as vias (inalatória, dérmica e oral). Exposição Cutânea: retirar imediatamente às vestes, lavar bem a pele com água e sabão com especial atenção para regiões que possam reter o produto, como cabelos, axilas, umbigo, genitais, etc. Exposição Oral: em caso de ingestão de doses elevadas, realizar esvaziamento gástrico. Realizar lavagem gástrica com 8 litros de soro fisiológico por sonda nasogástrica. Após o esvaziamento gástrico, utilizar carvão ativado 50 a 100 g para adultos ou 1 g/kg de peso para crianças. Associar sulfato de sódio ou sulfato de magnésio na dose de 20 a 30 g para adultos e 250 mg/kg de peso para crianças. Atropina é o tratamento da intoxicação, na presença de sintomatologia colinérgica. Ministrar, por via endovenosa, Sulfato de Atropina. A dose usual para adultos é de 1 a 4 mg (ampolas de 0,25 ou 0,5 mg/ml) devendo ser repetida a cada 10 até 60 minutos, por várias horas, até a regressão da sintomatologia. A dose para crianças é de 0,01 mg/Kg (com dose mínima de 0,1 mg) nos mesmos intervalos. Além disto, ministrar Oximas (Contrathion), na dose de 200 mg E.V a cada 6 horas para adultos e 5 mg/Kg de peso para crianças. Entubação orotraqueal e ventilação mecânica podem ser indicadas nos casos graves. Corrigir distúrbios hidro-eletrolíticos e alterações metabólicas. Controlar, a intervalos regulares, a atividade das colinesterases plasmáticas e eritrocitária.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente - CLASSE II. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves. Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve se ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser em alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções: Piso pavimentado: coloque material absorvente (p. Ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, o CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas 3 (três) vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize as embalagens. As embalagens devem ser perfuradas de maneira a torná-las inadequadas para outros usos. Observe as Legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar as embalagens. Consulte o órgão Estadual do Meio Ambiente.

MÉTODOS DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: Para o produto em pequenas quantidades, misturá-lo a substâncias alcalinas para sua inativação. Sugere-se a adição de soda cáustica a 5%, deixando o produto em contato por um período de pelo menos 3 (três) horas para a completa reação, removendo as quantidades para um aterro sanitário construído de acordo com as normas da Legislação Estadual. Em grandes quantidades, recomenda-se a incineração em fornos aprovados pelo Órgão Estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes. Para a desativação do produto, contate a empresa e o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE O DESTINO FINAL DAS EMBALAGENS E DAS SOBRAS DE AGROTÓXICOS E AFINS: Antes de serem descartadas as embalagens de plástico ou metal devem ser enxaguadas três vezes e a calda resultante drenada no tanque de pulverização. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. As sobras do produto, após o processo de desativação, devem ser de igual forma enterradas em fosso para lixo tóxico. O local da construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do transito de pessoas e animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do produto. Abrir um fosso de 1 a 2 metros de profundidade, comprimento e largura não devendo exceder a 3 metros, de acordo com as necessidades. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração das enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Cobrir com lona ou plástico o fosso, enquanto não estiver completo. Antes de iniciar o uso do fosso colocar no fundo uma camada de pedra britada, calcário moído e cal virgem. Em seguida colocar o material descartado e cobrir com outra camada de cal virgem. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar Legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas de abrangência do PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS, consulte o órgão Estadual de Meio Ambiente.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto
alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência
a Inseticidas — IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Incompatível com caldas alcalinas.