Bula Krovar

acessos
Bromacil + Diuron
938900
AMVAC

Composição

Bromacil 400 g/kg Uracila
Diuron 400 g/kg Uréias substituídas

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim angola
(Brachiaria mutica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim massambará
(Sorghum halepense)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Milhã
(Digitaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 60 disa. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Capim angola
(Brachiaria mutica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Capim massambará
(Sorghum halepense)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Milhã
(Digitaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na cultura a partir de 1 ano de idade

Barricas de papelão, sacos plásticos, metálicos, de papel, contendo 1, 5, 10, 20, 25 e 50 kg. Embalagens tipo "minibulk" e "bulk" metálicas, de fibra, de plástico contendo 100, 200, 300, 500 e 1000 kg. Sacos metálicos e de plástico contendo sacos hidrossolúveis de 100, 200, 300, 500 g e 1 kg.

Instruções de uso:

Modalidade de emprego: Krovar® é um herbicida apresentado na forma granulado dispersível para controle seletivo de plantas daninhas em pré e pós-emergência inicial nas culturas de citros e abacaxi.

É prontamente absorvido pelas raízes e através das folhas das plantas daninhas, mostrando ação de contato e residual. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo e microrganismos.

Culturas, Plantas Daninha, Dose: Vide seção "Indicação de uso/doses".

- Cultura, Dose, Número, Época e Intervalo:

Abacaxi: Realizar uma única aplicação em uma das seguintes epocas:

- Após o plantio: 2,0 a 4,0 kg/ha em pré emergência das plantas daninhas, sendo a dose de 4,0 kg/ha para áreas com alta infestação ou em pós-emergência inicial; ou
- Antes da diferenciação floral: 2,0 kg/ha nas entrelinhas com jato dirigido;ou
- Após a diferenciação floral: 2,0 kg/ha nas entrelinhas.

Nunca exceder a dose máxima recomendada. Áreas tratadas poderão ser plantadas com abacaxi um ano após a última aplicação. Em abacaxi-soca, aplicar 1,0 a 4,0 kg/ha apos a colheita e antes da diferenciação floral.

Citros: Aplicar em pré ou pós emergência inicial em pomar a partir de um ano de idade, evitando-se atingir folhas e frutos das plantas. Não aplicar mais que 4,0 kg/ha de Krovar® por período de 12 meses, conforme segue:

Tipo de solo Pré-emergência Pós-emergência
(kg p.c./ha) (kg p.c./ha)
Arenoso 2,0 - 3,0 4,0

Médio 3,0 4,0

Argiloso 3,0 - 4,0 4,0


Observações:

- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo após a germinação das plantas daninhas para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de folhas para o controle de folhas largas. As plantas daninhas devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
- As doses acima são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use proporcionalmente menos.
- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas daninhas com menor desenvolvimento e doses mais altas para plantas daninhas com maior desenvolvimento.
- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.

Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas daninhas e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.

- Modo/Equipamento de aplicação:

- Aplicação terrestre
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 à 50 lb/pol2)
altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas daninhas. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
tipos de bico: na pré e pós emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet); ou de jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.
volume de aplicação: 250 à 400 L de calda/ha em pré-emergência 350 à 800 L de calda/ha em pós-emergência.

Obs.: É necessário contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação. A critério do Engenheiro Agrônomo Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.

Preparo da calda

O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde, completando por fim o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Nota: antes da aplicação de Krovar® o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

Limpeza do equipamento de aplicação:

Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos as culturas posteriores.

1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

Recomendações para evitar a deriva:

Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e grau de infestão das plantas daninhas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação menores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma cobertura uniforme.

Orientação dos bicos: Direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra
Regule a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme, reduzindo desta forma a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos.

Ventos
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicações de um bom movimento vertical do ar.

Intervalo de segurança:

CULTURA DIAS

Citros 90
Abacaxi 140

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

Restrições de uso:

- Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
- A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos de no caso de citros deve ser determinada antes de se adotar Krovar® como prática.
- Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das culturas para as quais o produto está registrado.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação.
- Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
- Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com Krovar®.

PRECAUÇÕES GERAIS: Leia e siga as intruções contidas na bula. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boa. Mantenha a embalagem longe do fogo.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual, use luvas impermeáveis. Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, botas, avental impermeável e luvas impermeáveis e óculos ou protetor facial.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite a inalação ou aspiração do produto ou seu contato com a pele e olhos. Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto na presença de ventos. Não utilize equipamentos com vazamentos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Após a utilização de produto remova as roupas protetoras e tome banho. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado e em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Não reutilize a embalagem vazia. Obedeça o intervalo de reentrada.

PRIMEIROS SOCORROS: SE INGERIDO: Em caso de ingestão acidental provoque vômito, procure imediatamente o médico, levando o rótulo e a bula do produto. SE INALADO: Em caso de inalação procure local arejado e se houver sinais de intoxicação procure o médico, levando o rótulo e a bula ou do produto. CONTATO COM A PELE: Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave-os com água em abundância e procure um médico levando o rótulo e a bula do produto. CONTATO COM OS OLHOS: Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os com água em abundância e procure o médico, levando o rótulo e a bula do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Não são conhecidos sintomas típicos causados por intoxicação pelo produto. Em caso de ingestão, inalação, contato com os olhos e pele, proceder a um tratamento sintomático sob supervisão médica.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. O produto é excretado rapidamente pela urina e fezes, conforme indicam estudos de metabolismo com animais.

EFEITOS COLATERAIS: não se conhece efeitos colaterais, por se tratar de produto indicado para uso fitossanitário.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas e outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame siga as instruções: Piso pavimentado: recolher o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar ambalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: Recomenda-se a incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo orgão estadual responsável, equipados de câmara para lavagem de gases efluentes. Para desativação do produto, contate a Empresa e o Orgão Estadual de Meio Ambiente.

Informações sobre manejo integrado de plantas daninhas:

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.