Bula Mantis 400 WG

acessos
Abamectina
22117
CropChem

Composição

Abamectina 400 g/kg Avermectina

Classificação

Acaricida, Inseticida, Nematicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Não Classificado
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Nematóide das galhas
(Meloidogyne javanica)
1250 a 1500 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio, distribuir sobre as sementes de algodão e cobrir imediatamente com uma camada de terra
Nematóide das galhas
(Meloidogyne incognita)
1500 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio, distribuir sobre as sementes de algodão e cobrir imediatamente com uma camada de terra
Nematóide das lesões
(Pratylenchus brachyurus)
1250 a 1500 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio, distribuir sobre as sementes de algodão e cobrir imediatamente com uma camada de terra
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
45 a 54 g p.c./ha 800 L de calda/ha - Reaplicar após 10 dias, repetindo quando necessário, realizando no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar o tratamento logo após o início da presença de adultos, puncturas ou picadas e de minas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
27 a 36 g.p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Aplicar quando se verificar os primeiros sinais do aparecimento da praga
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
27 a 36 g p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar a pulverização quando a intensidade de ataque for de 20% de folhas minadas nas regiões chuvosas no período de Dezembro a Fevereiro
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
1,35 g p.c./100 L de água 1 a 10 L/planta - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar a pulverização de controle quando for constado 5% dos frutos examinados e quando for encontrada a presença de pelo menos um indivíduo
Ácaro purpureo
(Panonychus citri)
1,35 a 1,7 g p.c./100 L de água 1 a 10 L/planta - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar a pulverização quando em 20% das folhas examinadas for encontrado pelo menos um ácaro
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
1,35 a 1,7 g p.c./100 L de água 1 a 10 L/planta - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar a aplicação em pomares novos quando o talhão apresentar 10% de ramos com larvas vivas no primeiro e segundo estágio e no caso de pomares adultos quando 30% de ramos apresentarem larvas no primeiro e segundo estágio
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
20 a 27 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Iniciar o tratamento logo após a emergência da cultura, quando forem observados 25% das plantas com sintomas ou com presença de 20 ácaros por folha que equivale a aproximadamente 2 ácaros/cm2 e reaplicar após 10 dias
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
20 a 27 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Iniciar o tratamento logo após o início da presença de adultos, puncturas ou picadas e de minas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
13,5 g p.c./100 L de água 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Aplicar o produto quando se verificar o inicio da infestação, pois normalmente quando os sintomas se tornarem evidentes, os ácaros já não se encontram no local
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
13,5 g p.c./100 L de água 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Aplicar o produto quando 15% das plantas apresentarem de 6 (seis) a 10 (dez) ácaros e reaplicar após 10 dias
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Nematóide
(Helicotylenchus dihystera)
1250 a 1500 mL p.c./ha 300 L p.c./ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio, distribuir sobre as sementes de milho e cobrir imediatamente com uma camada de terra. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
36 a 40 g.p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Aplicar o produto quando forem encontrados os primeiros sinais de ataque da praga
Ácaro verde
(Mononychellus planki)
40 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar o tratamento logo após a emergência da cultura, quando forem observados 25% das plantas com sintomas ou com presença de 20 ácaros por folíolo que equivale a aproximadamente 2 ácaros/cm2 e reaplicar após 10 dias
Nematóide das galhas
(Meloidogyne incognita)
1500 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar o produto diretamente no sulco do plantio, distribuir sobre as sementes de soja e cobrir imediatamente com uma camada de terra
Nematóide das galhas
(Meloidogyne javanica)
1500 mL p.c./ha 300 L p.c./ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar o produto diretamente no sulco do plantio, distribuir sobre as sementes de soja e cobrir imediatamente com uma camada de terra
Nematóide das lesões
(Pratylenchus brachyurus)
1500 mL p.c./ha 300 L p.c./ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar o produto diretamente no sulco do plantio, distribuir sobre as sementes de soja e cobrir imediatamente com uma camada de terra
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
5,63 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Aplicar o produto quando forem encontrados mais de 2 ácaros vivos/cm2 em 10 folhas avaliadas, e reaplicar após 10 dias, repetindo quando necessário
Larva minadora
(Liriomyza trifolii)
5,63 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Iniciar o tratamento logo após o início da presença de adultos, puncturas ou picadas e de minas. Reaplicar após 10 dias, repetindo quando necessário
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
5,63 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Proceder a amostragem em 20 pontos do talhão, sendo cinco plantas por ponto de amostragem. Deve-se avaliar a presença de minas na terceira folha a partir do ápice ou galerias nos frutos das primeiras pencas. Iniciar a aplicação quando constatar 20 % de folhas minadas ou 1% dos frutos com furos
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
4,5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 28 dias. Iniciar a aplicação quando for encontrado mais de 10% da folhas infestadas até a metade do ciclo da cultura e 20% após este período
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
4,5 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 28 dias. Aplicar o produto quando for encontrado mais de 10% das folhas infestadas até a metade do ciclo da cultura, que equivale a 2 ácaros vivos/cm2 em 10 folhas avaliadas, e reaplicar após 10 dias, repetindo quando necessário

Tipo: Barrica
Material: Papelão
Capacidade: 1; 2; 2,5; 3; 4; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 50 kg.

Tipo: Big-bag
Material: Plástico
Capacidade: 20; 50; 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg.

Tipo: Bulk
Material: Metálico/Fibra/Plástico
Capacidade: 20; 50; 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000 kg.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 0,75; 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0 kg.

Tipo: Galão
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 30; 50 kg.

Tipo: Mini bulk
Material: Metálico/Fibra/Plástico
Capacidade: 20; 50; 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000 kg.

Tipo: Saco
Material: Alumínio/Polietileno/Metálico/Plástico/Papel/Poly-nylon(multifoliados ou não)
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 0,75; 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 50 kg.

Tipo: Saco(contendo sacos hidrossolúveis)
Material: Alumínio/Polietileno/Metálico/Plástico/Papel/Poly-nylon(multifoliados ou não)
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 0,75; 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0 kg.

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 0,75; 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0 kg.

Tipo: Tambor
Material: Metálico
Capacidade: 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 50 kg.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE
APLICAÇÃO
APLICAÇÃO TERRESTRE:
MANTIS 400 WG é aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados de barra
equipados com bicos de jato plano de uso ampliado como XR Teejet 80.02VS e bicos de
jato cone em cone da Serie X ou D como por exemplo XR Teejet 80.02; Teejet 110.02, D2-
13 ou similares. Os bicos regulados à pressão 35 - 40 lb/pol², deverão proporcionar gotas de
110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima de 40 gotas/cm². Evitar aplicação na
presença de ventos fortes (acima de 10 Km/hora), nas horas mais quentes do dia
(temperatura acima de 27º) e umidade relativa do ar abaixo de 50%. Para maiores
esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
Preparação da Calda: para melhor preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de
sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do
inseticida MANTIS 400 WG em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-
diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume
restante do pulverizador com água e aplique de imediato sobre o alvo biológico.
APLICAÇÃO AÉREA:
Uso de barra ou atomizador rotativo “micronair”.
Volume de aplicação: 20 a 40L/ha.
Tamanho de gota: 100 a 300 micrômetros.
Densidade mínima de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
Pressão de trabalho: 35 a 50 lb/pol2.
CULTURA PRAGAS
DOSE NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E
g i.a./ha g p.c./ha VOLUME DE CALDA.
ALGODÃO

Meloidogyne incognita
(Nematóide-das-galhas)
Meloidogyne javanica
(Nematóide-das-galhas)
Pratylenchus brachyurus
(Nematóide-das-lesões)
600(*)
500 – 600(*)
500 - 600
1500(*)
1250 - 1500(*)
1250- 1500(*)
Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio, distribuir
sobre as sementes de algodão e cobrir imediatamente com
uma camada de terra.
O volume de calda utilizado é de 300 litros/ha.
Efetuar apenas uma aplicação por ciclo da cultura.
MILHO

Helicotylenchus dihystera
(Nematóide-espiralado)
500 – 600(*) 1250 – 1500(*)
Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio, distribuir
sobre as sementes de milho e cobrir imediatamente com uma
camada de terra.
Usar a maior dose quando houver maior intensidade de
ataque.
O volume de calda utilizado é de 300 litros/ha.
Efetuar apenas uma aplicação por ciclo da cultura
SOJA
Pratylenchus brachyurus
(Nematóide-das-lesõesradiculares)

Meloidogyne incognita
(Nemmatoide-das-galhas)
Meloidogyne javanica
(Nematóide-das-galhas)
600(*) 1500(*)
Aplicar o produto diretamente no sulco do plantio, distribuir
sobre as sementes de soja e cobrir imediatamente com uma
camada de terra.
O volume de calda utilizado é de 300 litros/ha.
Efetuar apenas uma aplicação por ciclo da cultura
Largura da faixa de deposição efetiva: 18 a 20 m.
Altura de vôo: 2 a 3 metros do topo da cultura.
No caso de aeronave equipada com barra, usar bicos (pontas) cônicos D6 a D12, com disco
(core), ajustado no ângulo inferior a 45 graus.
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e
volatilização. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização
nas plantas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador
com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima
das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 h).
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o
uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante. Ele deve ser trocado quando o cheiro do agente odorante se fizer sentir com a
máscara posta ou quando o usuário começar a ter dificuldade para encher os pulmões
usando a máscara.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão
de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: TRANSFERIR RAPIDAMENTE A PESSOA PARA O SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA,
levando a embalagem, rótulo ou bula do produto. Esta formulação contém um agente emético, portanto não
controle o vômito em pessoas recém intoxicadas por ingestão até que o líquido vomitado se torne claro e
transparente, mas EVITE QUE O ACIDENTADO RESPIRE O PRODUTO VOMITADO, DEITANDO-O DE
LADO, COM A BOCA ABERTA. O corante e odorizante devem evitar que haja ingestão acidental do produto.
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente durante 15 minutos, no mínimo, com
água corrente, evitando que o líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um
serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
PELE: Se houver contato com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão neutro em abundância e
dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula
do produto utilizado.
INALAÇÃO: Em caso de inalação ou aspiração, procure local ventilado e dirija-se imediatamente para um
serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.
- INTOXICAÇÕES POR MANTIS 400 WG -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico AVERMECTINA
Classe toxicológica I – Extremamente tóxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Abamectina é uma mistura de avermectina B1a (80%) e avermectina B1b (20%), ambas
com propriedades biológicas e toxicológicas similares, e são produtos de fermentação
natural da bactéria Streptomyces avermitilis. Estudos em ratos demonstraram que a
Abamectina é pouco absorvida pelo trato gastrointestinal e é rapidamente eliminada do
corpo (2 dias), quase exclusivamente nas fezes (69 - 82 %) e não há evidência de
acumulação nos tecidos. É distribuída para os principais tecidos e órgãos, com vida
média de 1,2 dias. Com exceção da dose-dependência para níveis de resíduos nos
tecidos, o perfil Toxicocinética não é influenciado pelo nível de dose, sexo ou pelo
regime de tratamento. Mais de 50% do total de resíduos radioativos encontrados nos
tecidos (fígado, rins, músculo e tecido adiposo) correspondem à Abamectina, inalterada,
e, em menor proporção, aos derivados 24-hidroximetil e 3”-O-demetil. O derivado ß-alfahidroxi
foi presente em pequenas quantidades. A absorção pela pele é mínima (1%).
Mecanismos de
toxicidade
A Abamectina age principalmente nos canais de cloro controlados pelo ácido glutâmico
e secundariamente naqueles canais de cloro controlados pelo ácido gama-aminobutírico
(GABA), ocasionando um aumento no fluxo destes íons nas sinapses nervosas em
vermes redondos e na placa neuromuscular em artrópodes. Consequentemente, há
hiperpolarização das membranas nervosas, ocasionando paralisia e morte.
O mecanismo de toxicidade em humanos ainda não é bem compreendido. Nos
mamíferos, os canais iônicos mediados pelo GABA só estão presentes no cérebro e a
Abamectina atravessa dificilmente a barreira hematoencefálica em situações normais, o
que pode acontecer em casos de intoxicação com altas doses do produto; além disso,
os nervos e as células musculares dos mamíferos não apresentam canais de cloro
controlados por glutamato. Estudos realizados em ratos e camundongos indicaram que
a sensibilidade à toxicidade por Abamectina foi correlacionada com a perda de função
da Glicoproteína-P (P-gP), incrementando a susceptibilidade à neurotoxicidade. As
células que expressam altos níveis de P-gP têm taxas diminuídas de captação e
retenção de drogas e agrotóxicos incluindo os do grupo de Avermectinas, além de
interações medicamentosas diferenciadas.
Sintomas e sinais
clínicos
Toxicidade aguda: Nos casos de intoxicação por Abamectina em humanos, foram
observados os seguintes sinais e sintomas:
Intoxicação Sintomas e Sinais Clinicos
Leve Assintomática
Moderada Diarréia, náuseas, vômitos, fraqueza, sialorréia
Grave Coma, pneumonia aspirativa com insuficiência respiratória,
hipotensão, rabdomiólise, acidose metabólica, falha múltipla de
órgãos e morte.
Foi ligeiramente irritante após contato com a pele e olhos. Sintomas pouco frequentes
observados nas intoxicações por Avermectinas em humanos foram: convulsões, ataxia,
dispneia, dor abdominal, parestesias, urticária, coma, pneumonia aspirativa com
insuficiência respiratória e hipotensão.
Toxicidade crônica: Não é carcinogênico em humanos. Com base em estudos com
animais, a altas doses, há potencial de efeitos sobre a reprodução e o desenvolvimento.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o
paciente imediatamente.
Tratamento Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento: As medidas gerais são orientadas à remoção da fonte de exposição,
descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, prevenção de aspiração
de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os
olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora).
Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou
por intubação endotraqueal.
Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de
consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de
hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora). Dose: suspensão
(240 mL de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em
crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano.
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado. Deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter as vias aéreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de
ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria),
eletrólitos, ECG, etc.
• Hipotensão: infundir 10-20 mL/kg de líquido isotônico. Se persistir: Dopamina (5-20
µg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 µg/min; crianças:
começar com de 0,1 µg/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com Bicarbonato
de Sódio.
• Convulsões: indicado Benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 mg;
Crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-
4 mg; crianças = 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na
recorrência das convulsões em menores de 5 anos.
• Manter a internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição Inalatória Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto à irritação,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
ventilação. Trate broncoespasmos com ß2-agonistas via
inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral
Exposição Ocular Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
água ou solução salina a 0,9% à temperatura ambiente,
por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem,
encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta
com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente
para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamentos de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório
com o produto.
Contra-indicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
química.
Como a Abamectina estimula a atividade do GABA em mamíferos, é recomendado
evitar drogas que estimulem o efeito do GABA (barbitúricos, benzodiazepinas, ácido
valpróico, etc.), em pacientes com risco de estarem intoxicados pelo produto.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos efeitos sinérgicos em humanos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismo de Toxicidade no quadro acima.
Efeitos agudos:
DL50 oral para ratos: 200 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: superior a 2000 mg/kg
CL50 inalatória para ratos: superior a 0,281 mg/L de ar - 4 horas de exposição
Irritação Dérmica: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como
levemente irritante.
Irritação Ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como irritante.
Sensibilização Cutânea: o produto não causou sensibilização dérmica à pele de cobaias.
Efeitos crônicos:
Estudos crônicos realizados com ratos, os quais receberam Abamectina na dieta, não
revelaram efeitos crônicos adversos até o nível de 1,5 mg/kg/dia. A doses superiores a esta
(2 mg/kg/dia), foram encontrados sinais clínicos de toxicidade, porém não de
carcinogenicidade. Em ratos e cães, provocou incremento de peso, dilatação pupilar, perda
de peso, letargia, tremores e postura de decúbito. Quando camundongos foram alimentados
com Abamectina por 94 semanas, estes apresentaram dermatite e alterações na formação
de sangue no baço (machos), tremores e perda de peso (fêmeas).
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: Estudos em ratos revelaram severa
redução na taxa de fertilidade e concepção de fêmeas, diminuição do ganho de peso e da
atividade espermática em machos.
Embora as doses baixas de Abamectina, não foram observados efeitos sobre o feto ou no
embrião de ratos, camundongos e coelhos. Doses tóxicas maternas causaram: fenda
palatina (camundongos e coelhos), incremento no número de natimortos, diminuição da
viabilidade e peso dos filhotes e diminuição da lactação (ratos).
Mutagenicidade, genotoxicidade e carcinogenicidade: Estudos em animais não mostraram
efeitos mutagênicos nem carcinogênicos da Abamectina.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos
benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone
de Emergência: (51)3342-1300.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no
rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da
calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do
pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão
seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes
internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do
pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa
embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6
meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6
meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6
meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
É recomendável utilizar outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural,
Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível
e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o
inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes
estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil
dos inseticidas.
Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser
utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações
locais par o MRI.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro
do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.