Bula Meson 480 SC - Oxon

Bula Meson 480 SC

acessos
Mesotriona
38917
Oxon

Composição

Mesotriona 480 g/L Tricetona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 45 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, após o rebrote da soqueira (caso de cana soca) ou após a brotação dos toletes (caso de cana planta), estando a cana com até 8 folhas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 45 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, após o rebrote da soqueira (caso de cana soca) ou após a brotação dos toletes (caso de cana planta), estando a cana com até 8 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 45 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, após o rebrote da soqueira (caso de cana soca) ou após a brotação dos toletes (caso de cana planta), estando a cana com até 8 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 45 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, após o rebrote da soqueira (caso de cana soca) ou após a brotação dos toletes (caso de cana planta), estando a cana com até 8 folhas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, estando o milho com 02 a 04 folhas (V2 – V4)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, estando o milho com 02 a 04 folhas (V2 – V4)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, estando o milho com 02 a 04 folhas (V2 – V4)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, estando o milho com 02 a 04 folhas (V2 – V4)
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, estando o milho com 02 a 04 folhas (V2 – V4)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. É aplicado em área total em pósemergência das plantas daninhas e da cultura, estando o milho com 02 a 04 folhas (V2 – V4)

Conteúdo: 1 litro.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Pulverizar em uma única aplicação durante a safra da cultura. É aplicado em área total após a emergência das culturas indicadas e das plantas daninhas.

MODO DE APLICAÇÃO:

MESON 480 SC deve ser aplicado na forma de pulverização, através de tratamento em área total, com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costal ou tratorizado) nas culturas de milho e cana-de-açúcar ou aéreos (exclusivamente na cultura da cana-deaçúcar).

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de MESON 480 SC no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. O óleo mineral é adicionado como último componente à calda de pulverização, com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Na aplicação o volume de calda utilizado por hectare é de 200 litros.

MESON 480 SC deve ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados de barra. São indicados bicos de jato em leque, que formam ângulo de 110 graus, tais como Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet e ainda bicos de jato cônicos como Conejet, Fullijet ou similares. A pressão recomendada varia entre 20 e 40 libras por pol², obtendo-se tamanhos de gotas com VMD entre 420 a 520 micron. As gotas menores são indicadas para locais que não haja riscos de atingir as folhas de plantas econômicas por deriva. As gotas maiores possibilitam a formação de película com distribuição homogênea do herbicida sobre o solo.
É muito importante a contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar sobreposição das faixas de aplicação.
Evitar aplicação do produto na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h), nas horas mais quentes do dia (acima de 30o C) e umidade do ar abaixo de 70%.

APLICAÇÃO AÉREA:

Uso de barra ou atomizador rotativo “micronair”.
Volume de aplicação: 20 a 40L/ha.
Tamanho de gota: 100 a 300 micrômetros.
Densidade mínima de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
Pressão de trabalho: 35 a 50 lb/pol2.
Largura da faixa de deposição efetiva: 18 a 20 m.
Altura de vôo: 2 a 3 metros do topo da cultura.
No caso de aeronave equipada com barra, usar bicos (pontas) cônicos D6 a D12, com disco (core), ajustado no ângulo inferior a 45 graus.
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

Recomendações para lavagem (descontaminação) do equipamento de aplicação:
sempre use pulverizador limpo antes da aplicação do MESON 480 SC e certifique-se de que o mesmo esteja em bom estado. Após a aplicação do MESON 480 SC, remova
imediatamente todo o resíduo sólido presente no fundo do tanque do pulverizador.

Proceda a limpeza de todo o equipamento utilizado imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos solidificados nas paredes do tanque. A demora da limpeza do equipamento de pulverização, mesmo por algumas horas, pode implicar na aderência do herbicida nas paredes do tanque de pulverização, o que dificultará a limpeza completa do produto. Caso o pulverizador não tenha sido limpo adequadamente e vir a ser utilizado, os eventuais resíduos de produtos remanescentes poderão causar fitotoxicidade às outras culturas.

Para a limpeza (descontaminação) adequada, proceda da seguinte maneira:
1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado.
2. Enxaguar todo o pulverizador e circular água limpa através das barras, mangueiras, filtros e bicos.
3. Remover fisicamente os depósitos visíveis de produto.
4. Completar o pulverizador com água limpa.
5. Adicionar solução de AMÔNIA caseira - AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% DE AMÔNIA - na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água), agitar e circular todo o líquido através das mangueiras, barras, bicos e filtros.
6. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de
pulverização por 15 minutos e, em seguida, através das mangueiras, barras, filtros e
bicos. Esvaziar o tanque.
7. Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de AMÔNIA caseira (citada no item 5).
8. Repetir os passos 5 e 6.
9. Enxaguar com água limpa e, por no mínimo 3 vezes, todo o pulverizador, mangueiras, barra, filtros e bicos.
Limpar também tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação, inclusive o
material utilizado no enchimento do tanque. Adote todas as medidas de segurança
necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos de limpeza, de acordo com a legislação local.
Influências de Fatores Ambientais na Aplicação:
Umidade do solo: Aplicar o MESON 480 SC quando o solo tiver umidade suficiente para o bom desenvolvimento das plantas. Não aplicar o produto com o solo seco, principalmente se ocorreu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao estado de estresse por deficiência hídrica, pois tal condição irá comprometer a eficiência de controle com o herbicida.

Condições atmosféricas: As aplicações devem ser feitas com umidade relativa acima de 60% e temperaturas em torno de 25 – 30° C. As aplicações matinais, até as 10:00 horas, e à tarde, após as 15:00/16:00 horas, são as mais propícias para aplicação do produto, devido à melhor condição para absorção pelas plantas.

Orvalho/Chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação de chuvas ou orvalho muito intenso.
Ventos: Não aplicar com vento superior a 10 km/hora.
Ocorrência de chuvas: A incidência de chuvas, logo após a aplicação, interfere
negativamente na eficiência de controle, por acarretar a lavagem do produto. É necessário um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas, após a aplicação, para que o herbicida seja absorvido pelas plantas infestantes.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Milho: 60 dias.
Cana-de-açúcar: 45 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

-MESON 480 SC não deve ser aplicado nas condições de solos secos ou nas condições de persistência de estiagens prolongadas com as plantas infestantes no estado de estresse por deficiência hídrica.
-Não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois para o pleno funcionamento é necessário um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas ou irrigação após a pulverização;
-Não aplicar MESON 480 SC sobre plantas infestantes fora do estádio recomendado.
-O uso de inseticidas ou nematicidas fosforados e carbamatos pode aumentar o sintoma de fitotoxicidade de MESON 480 SC sobre o milho e a cana-de-açúcar. Aplicar esses inseticidas e/ou nematicidas 7 dias antes ou após a aplicação de MESON 480 SC, na cultura do milho ou na cultura da cana-de-açúcar.
-Não aplicar MESON 480 SC sobre variedades ou híbridos especiais para milho pipoca e milho doce.
-Após o uso de MESON 480 SC na cultura do milho ou da cana-de-açúcar, não plantar outra cultura na mesma área, dentro do período de 4 meses. Em caso de perda da cultura do milho ou da cana-de-açúcar, o replantio de milho ou de cana-de-açúcar poderá ser feito imediatamente após a aplicação do MESON 480 SC.

TOLERÂNCIA DA CULTURA / SELETIVIDADE:
Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, o MESON 480 SC se mostra bastante seguro para os híbridos de milho* e para as variedades de cana-deaçúcar no sistema de tratamento pós-emergente (da cultura e das plantas infestantes), através de pulverização em área total. Entretanto, pode ocorrer, na cultura do milho, um branqueamento inicial das folhas e uma pequena redução inicial de crescimento, mas a cultura retoma seu desenvolvimento normal em 2 a 3 semanas e não há efeitos negativos à produtividade. As plantas de milho são mais sensíveis no estádio de 2 a 3 folhas e se tornam mais tolerantes após.
*Na cultura do milho, antes de aplicar, consulte a "Lista de Híbridos e Variedades
Recomendadas para o tratamento com MESON 480 SC" que se encontra junto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:

-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto;
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

-Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia;
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entra na névoa do produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamentos de proteção Individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; viseira facial; touca árabe e luvas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

-Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do
intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI:
macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos
15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita
água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local
aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis.

INTOXICAÇÕES POR MESOTRIONA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico TRICETONA
Classe toxicológica Classe toxicológica III
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Estudos em humanos voluntários, após administração oral de
Mesotriona, mostraram um pico de tirosinemia dentro das 12 horas e
o retorno aos níveis basais em 48 horas, relacionados à dose. A vida
meia plasmática da Mesotriona foi de 1 hora. Uma proporção
significante da dose administrada foi rapidamente excretada
inalterada pela urina.
Estudos em ratos e camundongos mostraram que Mesotriona é
rapidamente absorvido, distribuído e excretado após administração
oral.
. Absorção: cerca de 60% da dose oral foi absorvida; a dose
absorvida pela via dérmica foi baixa (1%).
. Metabolismo: a dose absorvida não foi bem metabolizada
dependendo da espécie animal; o material não absorvido sofreu ação
metabólica pela microflora intestinal. A maior via metabólica foi a
hidroxilação do anel aromático. Houve evidência de clivagem da
diona e dos anéis aromáticos seguidos pela redução do grupo nitro
no trato gastrointestinal. Não houve diferenças no metabolismo e
excreção entre as espécies, o que poderia explicar as diferenças na
toxicidade para esta classe de compostos nas diferentes espécies
animais. Os metabólitos da Mesotriona: ácido 4-metilsulfonil-2-
nitrobenzóico (MNBA) e ácido 2-amino-4- metilsulfonil-benzoico
(AMBA) foram menos tóxicos que o produto original.
. Distribuição: as maiores concentrações tisulares foram vistas no
fígado e nos rins; após 72 horas da dose oral foi de (5-12)% e
aproximadamente 10%, após dose intravenosa.
. Excreção: a maior rota de excreção é a urina (55-67)% após
administração oral e aproximadamente 80% após administração
intravenosa; excreção fecal foi de (23-30)% da dose oral e de (2-7)%
da dose intravenosa. A excreção foi rápida com aproximadamente
(79-95)% da dose eliminada, em 72 horas.

Mecanismos de
toxicidade
O modo de ação da Mesotriona é por inibição da enzima phidroxifenilpiruvato
dioxigenase (HPPD). Nas plantas esta enzima está
envolvida na síntese de pigmento carotenóide que protege a clorofila da
decomposição pela luz solar. Em mamíferos, a HPPD age no catabolismo
da tirosina e explicaria, em parte, a ação toxicológica do produto. A
resposta tóxica à mesotriona parece ser dependente do nível da
tirosinemia.
A correlação direta entre tirosinemia ocular tem sido demonstrada. Os
estudos especiais em camundongos indicam que a tirosina se acumula no
humor aquoso e os cristais de tirosina são depositados na córnea quando
as concentrações plasmáticas excedem os 1000 nmol/mL. Os estudos não
demonstraram relação entre tirosinemia e os efeitos vistos no
desenvolvimento.
Uma outra enzima, envolvida no catabolismo da tirosina, a Tirosina
aminotransferase (TAT), contribui para as diferenças entre os níveis de
tirosina entre as várias espécies de animais e a sua sensibilidade à
Mesotriona. Devido a que a atividade TAT em humanos e camundongos é
relativamente alta comparada a dos ratos, estes últimos são mais sensíveis
aos efeitos da Mesotriona. Assim, acredita-se que os estudos em
camundongos são mais adequados para avaliar os riscos em humanos que
os conduzidos em ratos.
Sintomas e sinais
clínicos
Evidências disponíveis em humanos, referentes a casos de doenças
hereditárias que comprometem as enzimas envolvidas no catabolismo da
tirosina, não mostraram sintomas ou sinais quando os níveis de tirosina
foram menores que (800-1000) nmol/ml.
Foi conduzido um estudo em crianças portadoras de Tirosinemia Tipo I,
outro defeito hereditário de metabolismo da tirosina, as quais apresentaram
acúmulo de metabólitos que causam dano hepático e renal. O tratamento
com NBTC, um análogo químico da Mesotriona que causa completa
inibição do HPPD, em 200 crianças com esta doença, preveniu a formação
dos metabólitos da tirosina com estabilização das concentrações
plasmáticas da mesma, a doses menores de 800 nmol/ml. Cinco crianças
apresentaram efeitos transitórios menores, entretanto, não foi encontrada
clara evidência da associação com o tratamento.
Em 10 adultos normais voluntários foi administrado NBTC. Os níveis
plasmáticos da Tirosina variaram entre 1200-800 nmol/ml e não foram
observados efeitos adversos.
Em estudos com animais de experimentação tem sido observado:
Intoxicação aguda
Mesotriona possui baixa toxicidade oral, dérmica e inalatória. É leve irritante
ocular e dérmico, mas não é sensibilizante cutâneo.
Efeitos crônicos
Estudos crônicos mostraram que a Mesotriona causou incremento na
tirosina plasmática, opacidade ocular e incremento no peso do fígado e dos
rins, a doses mais baixas em ratos do que em camundongos e cães.
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: Mesotriona produz
diminuição do tamanho e da sobrevida fetal, hidronefrose bilateral e
redução/retardo da ossificação em estudos em ratos, coelhos e
camundongos na ausência de toxicidade materna.
Mutagenicidade, genotoxicidade, carcinogenicidade: altas doses de
Mesotriona causaram incremento na incidência de adenomas tireóideos em
ratas associado a incremento plasmático da tirosina. Não há evidências de
mutagenicidade.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte
de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias
respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento
sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os
olhos, pele e roupas contaminadas. O tratamento é o geral para
substâncias tóxicas.
Exposição Oral:
Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
. Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão. Em geral
não atua com metais ou ácidos.
1) Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de
água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes,
25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1
ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a
ingestão do agrotóxico.
2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram
ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é
comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele
pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o
procedimento é necessário.
. Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo
da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica.
1) Considere após a ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a
ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e
proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e
decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as
convulsões antes.
2) Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão
de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração);
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão
de quantidade não significativa.
. Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra
espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para
evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma
pessoa inconsciente.
. Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos.
. Irritação: observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a
possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal
ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou
queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão
do dano.
Exposição Inalatória
Descontaminação: remova o paciente para um local arejado. Cheque
quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e
corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por menos 15 minutos. Se a
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente
deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica
Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta
com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico se a irritação ou dor persistir.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
. EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambú) para realizar o procedimento.
. Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o
produto durante o processo.
Contra-indicações A indução de vômito é contra indicada devido ao risco de aspiração e
pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não relatados em humanos.
ATENÇÃO
As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de
Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de
Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Em estudos com ratos, a principal rota de absorção foi pela via oral (74-81%), sendo
as demais vias secundárias. Após 7 dias, menos de 0,8% da dose administrada
estava presente nos tecidos (principalmente no rim e no fígado) e carcaças, em
ambos os sexos. A azoxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na
formação de no mínimo 15 metabólitos. As duas principais rotas metabólicas foram:
hidrólise e conjugação com ácido glucorônico. Os metabólitos resultantes polares
foram excretados rapidamente. Em 48 horas, mais de (82-96%) da dose
administrada oralmente foi eliminada, principalmente pelas fezes (73-89%)e, em
menor proporção, pela urina (9-18%). Em um estudo, (57-74%) da dose
administrada foi recobrada na bile após 48 horas da administração, por gavagem, de
uma dose única de 100 mg/kg. Não houve eliminação pelo ar exalado.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral para ratos: 5000 mg/kg
DL 50 dérmica para ratos: superior a 2000 mg/kg
CL50 inalatória para ratos: superior a 0,325 mg/L de ar
Irritação dérmica: no estudo realizado em coelhos, o produto foi levemente irritante à
pele.
Irritação ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como
levemente irritante aos olhos.
Sensibilização cutânea: o produto não causou sensibilização dérmica à pele de
cobaias.
Efeitos crônicos:
Estudos crônicos mostraram que a Mesotriona causou incremento na tirosina
plasmática, opacidade ocular e incremento no peso do fígado e dos rins, a doses
mais baixas em ratos do que em camundongos e cães.
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento:
Mesotriona produz diminuição do tamanho e da sobrevida fetal, hidronefrose
bilateral e redução/retardo da ossificação em estudos em ratos, coelhos e
camundongos na ausência de toxicidade materna.
Mutagenicidade, genotoxicidade, carcinogenicidade: altas doses de Mesotriona
causaram incremento na incidência de adenomas tireóideos em ratas associado a
incremento plasmático da tirosina. Não há evidências de mutagenicidade.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
X - Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III)
-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento
no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de
água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

-?Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. -
telefone de Emergência: (51)3342-1300.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscaras com filtros).
-Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a
empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente
identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
-Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da
calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do
pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operaç��o três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão
seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes
internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do
pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6
meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6
meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte
o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários
anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos
resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento
herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de
plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como
cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes
modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e
possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.