Bula Much 600 FS

acessos
Imidacloprido
13011
Albauch

Composição

Imidacloprido 600 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
450 a 600 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
450 a 600 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Tripes
(Frankliniella schultzei)
600 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
350 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 mL p.c. /m² - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Pulgão
(Aphis craccivora)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
600 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinados. Anterior a semeadura
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
800 mL p.c. /m² - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
400 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Percevejo barriga verde
(Dichelops furcatus)
350 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Pulgão
(Rhopalosiphum maidis)
400 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Tripes
(Frankliniella williamsi)
800 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Coró da soja
(Phyllophaga cuyabana)
100 a 200 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
70 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - Único. Não determinado. Anterior a semeadura

Conteúdo: 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5 ;4; 4,5; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 500; 1000 litros.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
MUCH 600 FS é um inseticida de ação sistêmica, do grupo químico neonicotinóide, que contém o ingrediente ativo IMIDACLOPRIDO 600 g/L, na formulação suspensão concentrada para tratamento de sementes, indicado para o controle de insetos nas culturas de algodão, amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja e trigo.

INICIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicação por ciclo: no máximo uma, antes do plantio.


MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes.
Tratamento via úmida: deve diluir a dose recomendada do produto em um volume não superior a 500mL de água por 100 kg de sementes. Para os tambores rotativos, misturar durante 3 minutos, para que ocorra uma perfeita uniformização do produto à superfície das sementes.

Equipamento de aplicação:
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes.

Lavagem do equipamento:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.



INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, Amendoim , Arroz, Aveia, Cevada, Feijão, Milho, Soja e Trigo...............................................(1).
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Como o produto é destinado para o tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as plantas tratadas.
Os usos do produto estão restrito aos indicados no rótulo e na bula.
O produto não pode ser utilizado em mistura com qualquer outro agrotóxico.
Para o tratamento as sementes deverão estar limpas, livres de poeira e outras impurezas.
As sementes tratadas não podem ser utilizadas para alimentação humana ou animal.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENCão AS INSTRUCÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUCÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agricola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUCÕES NA PREPARACÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das caças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUCOES DURANTE A APLICACAo:
- Aplique 0 produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de prote<ao individual - EPI: macacao com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das cal<as por cima das botas; botas de borracha; avental impermeavel; mascara com filtro mecanico classe P2; 6culos de seguran<a com prote<ao lateral e luvas de nitrila.

PRECAUCOES APÓS A APLICACÃO:
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacao, luvas e mascara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familia. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência, lenado a embalagem, rótulo, bula e /ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICACOES POR IMIDACLOPRIDO:
INFORMACÕES MÉDICAS

Grupo químico: Neonicotinóide.
Classe toxicológica: III - Mediamente tóxico.
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lumen intestinal. Da mesma forma, a eliminação e rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se como media 75% da excreção via urina e o restante via fezes, pela bile excretada. O pico de concentração plasmática e atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos : é alta e mais pronunciada em machos do que em fêmeas. Somente I entre 10 a 16% do composto parental é encontrado na excreta. O principal metabólito renal excretado e o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como os dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina. As duas maiores rotas de" metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido cloronicotínico, que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes; 2-; Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5.

Mecanismos de toxidade: Inseticidas neonicotinóides interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos. Devido a pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central nao são esperados em níveis baixos de exposição.

Sintomas e sinais clínicos A ingestão de imidacloprido pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados. Sintomas após exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluiram falta de coordenação, tremores, diarréia e perda de peso. Estudos crônicos com ratos mostraram que a tireóide é especialmente sensível ao imidacloprido. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos em animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares a intoxicação por nicotina. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvidos por via oral. A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinóides também pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser
corrosivos. Devem-se tratar os sintomas.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmarção da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento: Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte. Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão. Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos e, se necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se estiverem
presentes sinais ou sintomas de irritar;ção ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas.
Administre carvão ativado (240 ml de água / 30g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 9 em criangas (1 a 12 anos), e 1 9 / Kg em criangas com menos de 1 ana de idade. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarréia.

Contra-indicações: . A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos: Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0XX(19) 3758-8680

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: O produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, porém pouco por via dérmica e via
inalatória, sendo rápida e uniformemente distribuído nos órgãos e tecidos. As concentrações mais elevadas foram observadas nos órgãos de eliminação: fígado e rins.
Em ratos, o produto tem ação reversível sobre o sistema nervoso e observam-se efeitos sobre os sistemas respiratório e muscular.
A biotransformação ocorre principalmente em duas vias. A primeira através da oxidação da molécula, formando o ácido 6-cloronicotinico, que reage posteriormente com glicina para formar o conjugado ácido hipurico e, a segunda, pela hidroxilação do anel imidazolidina na posição 4 ou 5. O produto é eliminado rapidamente e de forma completa dentro de 48 horas após a aplicação, tendo como principal via de excreçãoo a urina.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
DL50 oral para ratos: > 300 e < 2000 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: > 4000 mg/kg
CL50 inalatória: > 5,817 mg/L de ar - 4 horas
Irritação Dérmica: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante a pele, causando leve a moderado eritema. A alteração foi reversível em 24 horas.
Irritação Ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante aos olhos, causando leve a moderado eritema. A alteração foi reversível em 24 horas.
Sensibilização Cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante a pele de cobaias.

Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):
Nos estudos realizados com ratos de laboratório durante dois anos, observou-se um retardamento no ganho de peso dos animais que receberam a dose máxima testada na dieta (900 ppm). Os ratos machos foram mais sensíveis que as fêmeas em relação a observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide. Quanto aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos
significativos. As doses sem efeito, foram 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos
machos.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material nao combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazens, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Tecnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- lsole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CONSAGRO AGROQUIMICA LTDA. -
telefone de Emergência: 0800-722-6001.
- Utilize equipamento de Proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em urn recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de PÓ QUÍMICO SECO (PQS), CO2 ou NEBLINA DE ÁGUA, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILlZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual-recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteudo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverizador, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens nao lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou noprórpio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devoluçao da embalagem em ate 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Para inseticidas, usar as frase abaixo
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).