Bula Muneo - Basf

Bula Muneo

acessos
Alfa-Cipermetrina + Fipronil + Piraclostrobina
35118
Basf

Composição

Alfa-Cipermetrina 150 g/L Piretróide
Fipronil 225 g/L Fenilpirazol
Piraclostrobina 125 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida, Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
1,5 a 2 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio: realizar única aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura antes da cobertura dos tubérculos semente, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque)
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
1 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar duas aplicações conforme descrito na bula. Não determinado. Plantio: realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura antes da cobertura dos tubérculos semente, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque). Amontoa: fazer uma aplicação complementar no momento da “amontoa” (35 dias após a semeadura), dirigida para a base das plantas e cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo da cana de açúcar
(Sphenophorus levis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio: aplicar preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. Soqueira: Realizar a aplicação com equipamentos adaptados para esse fim, abrindo um corte diretamente sobre a soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo diretamente no rizoma da cana-de-açúcar
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio: aplicar preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. Soqueira: Realizar a aplicação com equipamentos adaptados para esse fim, abrindo um corte diretamente sobre a soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo diretamente no rizoma da cana-de-açúcar
Cupim
(Heterotermes tenuis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio: aplicar preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. Soqueira: Realizar a aplicação com equipamentos adaptados para esse fim, abrindo um corte diretamente sobre a soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo diretamente no rizoma da cana-de-açúcar
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio: aplicar preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. Soqueira: Realizar a aplicação com equipamentos adaptados para esse fim, abrindo um corte diretamente sobre a soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo diretamente no rizoma da cana-de-açúcar
Podridão-vermelha da cana
(Colletotrichum falcatum)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio: aplicar preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio. Soqueira: Realizar a aplicação com equipamentos adaptados para esse fim, abrindo um corte diretamente sobre a soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo diretamente no rizoma da cana-de-açúcar

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Efeito agregado: Utilizando o Muneo® de acordo com as indicações recomendadas pode ocorrer um efeito supressor em outras pragas como broca-da-cana (Diatraea saccharalis) e formigas (Atta capiguara).

Batata:

Diabrotica speciosa – Plantio: realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura antes da cobertura dos tubérculos semente, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 L/ha.
Amontoa: fazer uma aplicação complementar no momento da “amontoa” (35 dias após a semeadura), dirigida para a base das plantas e cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. As doses menores somente devem ser usadas em período de baixa infestação da praga/doença ou em áreas com histórico de baixa incidência dos organismos alvos.

Rhizoctonia solani – Plantio: realizar única aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura antes da cobertura dos tubérculos semente, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 L/ha.

Cana-de-açúcar:
Plantio: aplicar preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio.
Soqueira: Realizar a aplicação com equipamentos adaptados para esse fim, abrindo um corte
diretamente sobre a soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo diretamente no rizoma da cana-de-açúcar. Utilizar volume de calda de 150 L/ha. As doses menores somente devem ser usadas em áreas com histórico de baixa infestação.

MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda: o responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
• Aplicação Terrestre: seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a
sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura.
Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em
velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do
fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

• Aplicação com Equipamento Costal: para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de
preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS:

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas
temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas
temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com
previsão de geadas.

- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE:

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomendase a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.
Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado.
Encher novamente o tanque com água limpa. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa;
Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

RESTRIÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.
• Garantir que o produto seja totalmente incorporado ao solo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Batata ND*
Cana-de-açúcar ND*
*Não determinado devido a modalidade de aplicação

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Como a finalidade do produto é a aplicação no sulco, não há necessidade de observância de
intervalo de reentrada desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas
cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações
patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes e controle do ambiente
devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes possíveis, devemos associar as boas práticas agrícolas como:
uso racional de fungicidas, aplicação no momento, utilizar doses indicadas, fungicidas específicos
para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas
menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de
culturas, adubação equilibrada, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos,
culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.


INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se a inclusão de outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico,
etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGOS:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
? Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível.
? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
quando disponíveis, etc.
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
? Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas.
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
(SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.
org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C3 FUNGICIDA

O produto Muneo® é composto por Piraclostrobina, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores
do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, pertencente ao Grupo C3, segundo
classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

GRUPO 2B INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O produto Muneo® pertence aos grupos 2B e 3A (Bloqueadores de canais de cloro mediados pelo
Gaba e Moduladores de canais de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do
mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Muneo® como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
? Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 2B e 3A. Sempre rotacionar
com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
? Usar o Muneo® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
? Aplicações sucessivas de Muneo® podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
? Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do Muneo®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico dos Fenilpirazois (Fiproles) e DDT, Metoxicloro não deve exceder 50% do ciclo da cultura
ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
? Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Muneo® ou outros produtos do Grupos
2B e 3A quando for necessário.
? Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas.
? Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
? Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
? Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (www.agricultura.gov.br).