Bula Mustang 350 EC

acessos
Zeta-cipermetrina
6107
FMC - Campinas

Composição

Zeta-Cipermetrina 350 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 5 dias. 15 dias. Botões florais com no máximo 10 % de danos
Curuquerê
(Alabama argillacea)
200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. 2 lagartas médias / planta e 25 % de desfolha
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 5 dias. 15 dias. Larva no estádio máximo de 2º ínstar
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
300 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. 10 % de infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
60 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Nos primeiros sinais de raspagem da folha
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
40 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Antes da inundação
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
60 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Aparecimento das primeiras minas e puncturas de alimentação nas folhas
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
100 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Aparecimento das primeiras minas nas folhas e revoadas de adultos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Nível de infestação atingir 20 %
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
30 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 5 dias. 5 dias. Logo após aparecimento da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
5 a 10 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 3 dias. Realizar aplicação no inicio da infestação
Psilideo
(Diaphorina citri)
5 a 10 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 3 dias. Realizar a aplicação no inicio da infestação
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha
(Maecolaspis joliveti)
120 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
120 a 150 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Praga no máximo até 2º instar
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/cova - 5 dias. 20 dias. Larva no máximo em 2º instar
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
80 a 200 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Estágio larval de 2º instar
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/cova 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Logo após o início da emergência da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cascudinho verde
(Megascelis aeroginosa)
150 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Aparecimento da praga ou dos primeiros sintomas
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
200 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - 5 dias. 15 dias. Larvas no estádio máximo de 2º instar
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. 20 lagartas / m linear ou 30 % de desfolha antes da floração e 15 % de desfolha após início da floração
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
100 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. 20 lagartas / m linear ou 30 % de desfolha antes da floração e 15 % de desfolha após início da floração
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
200 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Produção comercial: 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm / m linear. Produção de sementes: 1 percevejos adultos ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm / m linear
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
200 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Produção comercial: 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm / m linear. Produção de sementes: 1 percevejos adultos ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm / m linear
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
120 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 5 dias. 15 dias. Aparecimento dos primeiros adultos
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
50 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 5 dias. Ao atingir o nível de controle
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
70 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 5 dias. Ao atingir o nível de controle
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
150 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Fase emergência/afilhamento: 10 % das plantas apresentarem pulgões. Fase alongamento/emborrachamento: 5 a 10 pulgões / afilho. Fase reprodutiva: 5 a 10 pulgões / espiga
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
50 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Fase emergência/afilhamento: 10 % das plantas apresentarem pulgões. Fase alongamento/emborrachamento: 5 a 10 pulgões / afilho. Fase reprodutiva: 5 a 10 pulgões / espiga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Besouro verde
(Maecolaspis trivialis)
14,28 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. No aparecimento dos insetos

0,50; 1,0; 5,0; 10,0; 20,0; 50,0 e 100 L

INSTRUÇÕES DE USO:

MUSTANG 350 EC é um inseticida de contato e ingestão utilizado para controle de pragas.

CULTURAS / PRAGAS / DOSES:

Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”.

ÍNICIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas.

Cultura Número máximo de aplicações
Algodão 5
Arroz irrigado 2
Arroz 2
Batata 5
Couve 5
Cebola 5
Café 1
Feijão 5
Milheto 2
Milho 5
Trigo 5
Tomate 5
Soja 5
Uva 2

MODO DE APLICAÇÃO:

MUSTANG 350 EC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais (costais) e tratorizados (pulverizadores terrestres, atomizadores) e via aérea (aeronaves agrícolas).
Em todas as culturas realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
O produto deve ser aplicado sempre que se atingir o NC (nível de controle) da praga estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas).
Mantenha a lavoura inspecionada.
Ao pulverizar, procurar dar boa cobertura em toda planta.

ALGODÃO: Recomendamos utilizar o volume de calda de 200 a 400 L/ha, de acordo com a tecnologia de aplicação utilizada. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. Manter a lavoura inspecionada e utilizar o monitoramento de pragas (uso de armadilhas).
- Curuquerê: o controle deve ser efetuado quando houver 2 lagartas médias (2 cm) por planta e o nível de desfolha de 25 %. O número de aplicações pode variar de acordo com a infestação e o intervalo entre elas será em função da reinfestação.
- Bicudo: iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10%. São efetuadas no máximo 5 aplicações do produto, repetindo a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir 10% dos botões florais.
- Lagarta-das-maçãs: o início das aplicações deve ser baseado nos níveis de dano econômico (10% de infestação). O número de aplicações pode variar de acordo com a infestação e o intervalo entre elas será em função da reinfestação.
-Lagarta Helicoverpa: As aplicações devem ter intervalo máximo de cinco dias e a larva no estádio máximo até o 2º instar. Fazer no máximo duas aplicações.

ARROZ IRRIGADO: a aplicação deve ser feita antes da inundação. Não aplicar o produto sobre a lamina d’água. Aplicar o produto quando aparecerem os primeiros sinais de raspagem das folhas do arroz. Utilizar volume de calda de 150 a 200 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.

ARROZ DE SEQUEIRO: Aplicar o produto quando aparecerem os primeiros sinais de raspagem das folhas do arroz. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 150 a 250 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.

BATATA: para o controle de “Liriomyza huidobrensis”, utilizar aplicações com intervalo máximo de 7 dias. Realizar a aplicação no aparecimento das primeiras minas e puncturas de alimentação nas folhas. Para o controle de “Phthorimaea operculella” realizar a aplicação no aparecimento das primeiras minas nas folhas e revoadas de adultos. Recomendamos utilizar armadilhas de feromônio sexual da fêmea da traça, manejo fundamental para o controle desta espécie. Utilizar o volume de calda de 500 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.

COUVE: para controle da “Ascia monuste orseis” (curuquerê da couve) utilizar o volume de calda de 600 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. Pulverizar o produto sobre as linhas de plantio. Procurar cobrir todas as folhas das plantas no momento da aplicação.

CEBOLA: utilizar o volume de calda de 600 a 800 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. O ataque do trips é alto na fase inicial e os danos podem ser irreversíveis com grandes perdas de produtividade. Recomendamos monitorar a cultura na fase inicial e tão logo apareçam os primeiros insetos realizar aplicações em intervalos de 5 dias sobre cada linha da cultura. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.

CAFÉ: realizar a aplicação sempre que o nível de infestação atingir 20%. Utilizar o volume de calda de 150 a 200 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. Reaplicar se necessário.

FEIJÃO: Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. Ao aparecimento dos primeiros insetos realizar a aplicação. Manter a lavoura sempre inspecionada.

MILHETO: esta cultura é normalmente utilizada para a cobertura do solo no plantio direto e na grande maioria das vezes antecessora de grandes culturas (soja/milho/algodão). O produto deverá ser aplicado durante o ciclo da cultura visando o manejo da lagarta do cartucho (“Spodoptera frugiperda”) em 2º instar. Este manejo (MIP) possibilita um controle adequado da espécie para culturas que virão a seguir. Observar condições adequadas de aplicação como umidade relativa do ar e temperatura no momento da aplicação do inseticida. Utilizar o volume de calda de 150 a 250 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.

MILHO: Para a lagarta do trigo (“Pseudaletia sequax”), aplicar logo no início da emergência do milho. Para lagarta do cartucho, a aplicação deve ser em lagartas em estágio larval de 2º instar. Utilizar as menores doses para baixas infestações e doses maiores para altas infestações de “Spodoptera frugiperda”. Recomendamos utilizar o volume de calda de 150 a 250 L/ha e armadilhas para monitoramento no manejo da cultura milho. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.

-Lagarta Helicoverpa: As aplicações devem ter intervalo máximo de cinco dias e a larva no estádio máximo até o 2º instar. Fazer no máximo duas aplicações.

SOJA: utilizar o volume de calda de 150 a 250 L/ha, dependendo do estádio da cultura.
- Controle de lagartas: aplicar o produto quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração.
- Controle de percevejos na soja: realizar levantamentos populacionais a intervalos regulares a partir do início da formação das vagens. Áreas de produção comercial, fazer a pulverização quando forem encontrados 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear (ninfas a partir do 3º instar). Áreas de produção de sementes, fazer a pulverização quando a população atingir 1 percevejo adulto ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear.
- Controle de tamanduá-da-soja: ao aparecimento dos primeiros adultos (1) realizar a aplicação. Realizar aplicações seqüências com intervalo de 5 dias.
- Controle do cascudinho verde: realizar o controle no aparecimento dos primeiros sintomas (destruição das bordas das folhas ou raspagem) ou aparecimento dos primeiros cascudos. Reaplicar se necessário.

-Lagarta Helicoverpa: As aplicações devem ter intervalo máximo de cinco dias e a larva no estádio máximo até o 2º instar. Fazer no máximo duas aplicações.

TOMATE: aplicar o produto com volume de calda de 600 a 800 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. As aplicações para controle de “Neoleucinodes elegantalis” e “Tuta absoluta” devem obedecer ao intervalo de 7 dias, para controle adequado na cultura. Em geral o equipamento de aplicação é o pulverizador costal, mantê-lo sempre bem calibrado.

TRIGO: Recomendamos utilizar volume de calda de 150 a 250 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. Realizar o controle nas seguintes fases: fase que compreende a emergência ao afilhamento, quando 10% das plantas apresentarem pulgões. Na fase alongamento a emborrachamento realizar o controle quando as plantas atingirem 5 a 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando as espigas atingirem 5 a 10 pulgões/espiga. Realizar o monitoramento da lavoura.

UVA: aplicar com volume de calda de 800 a 1000 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. No aparecimento dos insetos realizar a aplicação. Realizar aplicações seqüenciais alternando princípios ativos.

MANDIOCA: Recomendamos utilizar o volume de calda de 150 a 250 l/ha. Não exceder 2 aplicações. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico de praga ou quando a situação for favorável ao ataque de praga. Aplicar no início da infestação. Reaplicar quando ocorrer reinfestação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Dias
Algodão 15
Arroz irrigado 07
Arroz 07
Batata 07
Couve 07
Cebola 05
Café 15
Feijão 15
Milheto 20
Milho 20
Trigo 15
Tomate 05
Soja 15
Uva 15

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não deve ocorrer reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupas protetoras.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade: Nas doses e usos recomendados, o produto não causa fititoxicidade.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

1)Equipamentos terrestres: (pulverizador manual (costal) e de barra, atomizadores) – tratorizados.
a)Bicos: bicos de jato cônico vazio. Todos os bicos de uma barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo da planta.
b)Pressão: 60-70 psi (costais) e 80-100 psi (equipamentos tratorizados). Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda-se usar bicos cônicos D2 ou D3; pressão de 80 a 100 lb/pol² e 200 a 400 L de calda por hectare.
c)Diâmetro e densidade de gotas: 100 a 200 µ de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm².
d)Faixa de deposição: Utilizar distancia entre bicos na barra de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem área com falhas ou excesso.
e)Condições climáticas para aplicações terrestres:
- Temperatura ambiente: máximo 28ºC;
- Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%;
- Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
- Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde).

2)Aplicações com aeronaves agrícolas
a)Bicos: bicos de jato cônico vazio ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm² com um DMV de 110-150 µ sobre o alvo desejado.
b)Número de bicos na barra: aviões IPANEMA (qualquer modelo): utilizar de 40 a 42 bicos, fechando de 4-5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação, os oito bicos sob fuselagem (barriga) e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Outros modelos de aeronaves: utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas.
c)Altura de vôo: 3 a 5 metros em relação ao topo das plantas.
d)Volume de aplicação: 10 a 20 L/ha. Vazões acima deste limite, utilizar somente bicos hidráulicos em substituição aos bicos rotativos tipo MICRONAIR.
e)Faixa de deposição: aviões IPANEMA ou similares: utilizar a faixa máxima de 20 m; aviões grandes: faixa de deposição não deverá exceder a 25 metros.
f)Condições climáticas:
- Temperatura ambiente: máximo 28ºC;
- Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%;
- Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
Para as culturas da cebola, café e couve, recomendamos adicionar espalhante adesivo não iônico à calda, observando a dose prescrita no quadro de instruções de uso.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada
aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação us ndo luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PIRETRÓIDES

Grupo químico: Piretróide
Classe toxicológica: II - Altamente Tóxico
Vias de absorção: Oral, dérmica e inalatória
Toxicocinética:
Absorção
A)Oral
Os piretróides são prontamente e rapidamente absorvidos oralmente, com ampla distribuição por todo organismo.
B)Dérmica
Geralmente os piretróides são absorvidos lentamente através da pele, o que geralmente previne a toxicidade sistêmica. Contudo, um depósito significante de piretróide pode permanecer ligado à epiderme. Os piretróides são altamente lipofílicos, passando através das membranas celulares; contudo, devido ao rápido metabolismo, a magnitude da toxicidade é amplamente diminuída.
Metabolismo
Os piretróides são rapidamente hidrolisados no fígado ao seu ácido inativo e derivados alcoólicos, provavelmente pela carboxilesterase microssomal. Também ocorre degradação e hidroxilação do álcool da posição 4', e a oxidação produz uma grande quantidade de metabólitos.
Há alguma estereoespecificidade no metabolismo, com os isômeros trans sendo hidrolisados mais rapidamente do que os isômeros cis, para os quais a oxidação é a mais importante via metabólica. Contudo os grupos alfa-ciano reduzem a suscetibilidade da molécula ao metabolismo hidrolítico e oxidativo; o grupo ciano é convertido ao aldeído correspondente (com liberação do íon cianeto), seguido por oxidação ao ácido carboxílico, suficientemente rápido para que ocorra uma excreção eficiente pelos mamíferos. Outras diferenças na estrutura química dos piretróides têm menos efeito na velocidade do metabolismo. Os padrões de metabólitos variam quando da administração oral ou dérmica em humanos. Por exemplo, após administração dérmica de cipermetrina (outro piretróide tipo II) a proporção de ácidos ciclopropano cisltrans excretados foi aproximadamente 1:1, comparada a 2:1 após administração oral. Essas medidas podem ser úteis na determinação da via de exposição.
Estudos em animais mostraram que a hidrólise de piretróides é inibida por agentes dialquilfosforiladores tais como inseticidas organofosforados.
Experimentos com galinhas mostraram que a toxicidade de piretróides (permetrina) também foi ampliada pelo brometo de piridostigmina e pelo repelente de insetos N,N-dietil-m-toluamida. Os autores levantaram a hipótese de que a competição dos compostos pelas esterases hepática e plasmáticas leva ao decréscimo da quebra de piretróides e jumento no transporte dos piretróides para os tecidos neurais.
Eliminação
Ocorre uma metabolização rápida por éster hidrólise, resultando em metabólitos inativos que são excretados principalmente na urina. Uma proporção menor é excretada inalterada nas fezes. Os piretróides são eliminados dos animais rápida e completamente.
Mecanismos de toxicidade: O sítio primário de ação dos piretróides no sistema nervoso dos vertebrados é o canal de sódio da membrana neural. Os piretróides causam prolongamento da permeabilidade da membrana ao ion sódio durante a fase excitatória do potencial de ação. Isso diminui o limiar para a ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma excitação repetitiva das terminaçôes sensoriais nervosas e podendo progredir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso.
A zeta-cipermetrina é um piretróide do Tipo II, ou seja, possui o grupo alfa-ciano. São mais potentes e tóxicos, podendo produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do potencial de ação e colapso na condução axonal.
A interação com os canais de sódio não é o único mecanismo de ação proposto para os piretróides. Os efeitos causados no SNC levaram à sugestão de ações via antagonismo do ácido gama-aminobutírico (GABA) mediado por inibição, modulação da transmissão nicotínico-colinérgica, aumento na liberação de noradrenalina ou ações nos íons cálcio; mas é improvável que um desses efeitos represente o mecanismo primário de ação dos piretróides.
Sintomas e sinais clínicos: Baseado nos sinais de toxicidade em mamíferos e invertebrados, os piretróides podem ser classificados em dois tipos: Tipo I e Tipo II (alfa-ciano piretróides).
Os piretróides do tipo II (ex: zeta-cipermetrina) têm mostrado produzir uma típica síndrome tóxica com ataxia, convulsões, hiperatividade, coreoatetose e salivação profusa.
Intoxicação Aguda:
Exposição Dérmica
Os sintomas mais comuns são: formigamento, prurido, eritema e queimação na face ou em outras áreas expostas. Esses compostos não são, em princípio, irritantes, contudo o efeito principal da exposição é a dermatite. A lesão usual é uma dermatite eritematosa moderada com vesículas, pápulas nas áreas úmidas e intenso prurido.
Exposição Ocular
Pode ocorrer irritação ocular com transitória, dano moderado ou severo acuidade visual e edema periorbi
lacrimação e conjuntivite da córnea, decréscimo da acuidade visual e edema periorbital.
Inalação
A inalação é a principal via de exposição, sendo a irritação das vias respiratórias o efeito tóxico primário. Após inalação, é comum ocorrer tosse, dispnéia moderada, rinorréia e sensação de garganta arranhada. Podem ser observadas reações de hipersenbilidade incluindo respiração ofegante, espirros e brocoespasmo.
Ingestão
Pode causar náusea, vômito e dor abdominal.
Toxicidade Sistêmica
Sintomas sistêmicos podem ser desenvolvidos após exposição de extensa superfície dérmica, inalação ou ingestão prolongada. Os sintomas incluem dor de cabeça, vertigem, anorexia e hipersalivação. A intoxicação severa não é comum e geralmente sucede ingestão considerável e causa comprometimento da consciência, fasciculações musculares, convulsões e, raramente, edema pulmonar não-cardiogênico.
Cardiovascular
Podem ocorrer hipotensão e taquicardia associados a anafilaxia.
Respiratória
Podem ocorrer reações de hipersensibilidade caracterizadas por pneumonia, tosse, dispnéia, dificuldade respiratória, dor no peito e broncoespasmo. Foram relatados casos raros de parada respiratória e cardiopulmonar.
Neurológica
Parestesias, dores de cabeça e vertigens são comuns. Exposição substancial pode resultar em hiperexcitabilidade e convulsões, mas é raro.
Gastrointestinal
Geralmente ocorre náusea, vômito e dor abdominal dentro de 10 a 60 minutos após a ingestão.
Dermatológica
Podem ocorrer irritação e dermatite de contato. Após exposição prolongada, também foi observado eritema semelhante àquele produzido por queimadura solar.
Imunológica
Após inalação, foi relatado broncoespamo repentino, inchaço das membranas mucosas da cavidade oral e da laringe e reações anafiláticas.
Podem ser observadas: pneumonia por hipersensibilidade caracterizada por tosse, altar ões respiratórias, dor no peito e broncoespasmo.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Efeitos do Solvente: O quadro clínico pode variar, em função do solvente utilizado na formulação. Este produto contém:
- Alquil benzeno C9 (hidrocarboneto aromático): Toxicocinética: estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes. Mecanismo de toxicidade: depressor do sistema nervoso central. Sintomas e sinais clínicos: a ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, vômito, diarréia, dor/queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, or de cabeça, tontura, perda da coordenação, inconsciência e coma.
Tratamento: 0 tratamento é de suporte e a maioria das exposições casuais
requer apenas descontaminação.
Não administre ou introduza leite, nata ou outras substâncias contendo gordura animal ou vegetal, pois estas favorecem a absorção de substâncias lipofílicas, tais como piretróides. Exposição Oral
A)Não há antídoto específico para envenenamento por piretróides. O tratamento é sintomático e de suporte e inclui o monitoramento para o desenvolvimento de reações de hipersensibilidade com alterações respiratórias. Forneça suporte respiratório adequado, quando necessário. A descontaminação gástrica geralmente não é necessária a menos que o piretróide esteja combinado com um hidrocarboneto. B)Reação alérgica leve / moderada: anti-histaminas com ou sem agonistas beta via inalatória, corticosteróides ou epinefrina. Severa: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, anti-histaminas, epinefrina (Adulto: 0,3 a 0,5 ml de uma solução 1:1000 aplicado de forma subcutânea; Criança: 0,01 ml/kg; 0,5 ml no máximo; pode repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, monitoramento do eletrocardiograma e fluidos intravenosos.
Exposição Inalatória
A)Remova o intoxicado para um local arejado.
B)Monitore para alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
A)Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 10 minutos.
B)Um anestésico tópico pode ser necessário para alívio da dor ou no caso de blefaroespasmos.
C)Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
D)Se os sintomas não forem solucionados após a descontaminação ou se for detectada uma anormalidade significante durante o exame, encaminhe para um oftalmologista. Exposição Dérmica
1)Remova as roupas contaminadas e lave a pele exposta com água e sabão.
2)Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
3)A aplicação tópica de vitamina E (acetato de tocoferol) é efetiva na melhora das parestesias que acompanham o contato com piretróides sintéticos contendo um grupo alfa-ciano e tem mostrado reduzir a irritação de pele se aplicada logo após a exposição.
Contra-Indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial
de aspiração.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA: 0800-343545 e (34) 3319-3019

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

ZETA-CIPERMETRINA é um piretróide do tipo II, ou seja, que possui grupo ciano substituído na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo II envolve um atraso na inativação do canal de sódio, levando a uma persistente despolarização da membrana das células nervosas, sem descargas repetitivas, provocando hiperexcitação de células nervosas e musculares.
A cipermetrina é bem absorvida após a administração oral em ratos e camundongos, sendo a urina a principal via de excreção (em torno de 80% da dose absorvida). Somente uma pequena quantidade do produto, na forma não hidrolizada foi encontrada nas fezes. E rapidamente biotransformada no fígado após a absorção, principalmente pelas enzimas esterases e oxidases.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos resultantes dos ensaios com animais (Produto Formulado): DL50 oral: machos/fêmeas - 137,50 mg/kg de peso corpóreo em ratos.
DL50 dérmica: machos/fêmeas - 722,22 mg/kg de peso corpóreo em ratos. CL50 inalatória: machos/fêmeas - 3,10 mg/L (exposição de 4 h) em ratos.
Irritação dérmica: irritação leve à pele de coelhos.
Irritação ocular: irritação leve na conjuntiva em coelhos.
Sensibilização cutânea: o produto formulado não foi sensibilizante a porquinhos-da-índia, embora o produto técnico tenha sido.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Em estudos subcrônicos e crônicos conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal órgão-alvo foi o sistema nervoso. A cipermetrina não se apresentou carcinogênica para ratos. Tumores alveolares foram observados em camundongos fêmeas, após exposição oral em longo-prazo, apenas na maior dose testada. Estudos conduzidos em células eucariontes (in vivo) e em células procariontes (in vitro) demonstraram que a zeta-cipermetrina/cipermetrina não apresentou potencial genotóxico.Também não foram observados efeitos teratogênicos nem efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento com zeta-cipermetrina/cipermetrina. Para todos os efeitos observados, doses seguras de exposição a zeta-cipermetrina/cipermetrina foram estabelecidas.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: Muito perigoso ao Meio Ambiente - Classe II
- Este produto é ALTAMENTE BIOACUMULÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquátic
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros nsetos benéficos.
- Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, os e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- Olocal deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- Olocal deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA — telefone de Emergência: (030C34) 3319-3019.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o titular do registro através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa titular do registro conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até IÁ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

•Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfiirando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separada-mente das embalagens não lavadas.
Oarmazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
Ousuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com ali medicamentos, rações, animais e pessoas. -EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Titular do Registro ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO

INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o titular do registro através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

-TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementado as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MIP) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais sobre MIP.