Bula Paraquate Alta 200 SL

acessos
Dicloreto de Paraquate
5616
Alta

Composição

Dicloreto de Paraquate 276 g/L Bipiridílio

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Não sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Batata Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar - Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia.. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 1 dia. Pós-emergência das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes

Tipo: Balde
Material: PEAD/aço
Capacidade: 20,0 L

Tipo: Balde
Material: Plástico
Capacidade: 20; 25; 50 L

Tipo: Bombona
Material: PEAD/PET
Capacidade: 5,0; 10; 20 L

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 20; 25; 50 L

Tipo: Frasco
Material: PEAD
Capacidade: 1,0; 5,0; 10 L

Tipo: Frasco
Material: PET
Capacidade: 1,0; 5,0 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,5; 1,0; 5,0 L

Tipo: Tambor
Material: PEAD
Capacidade: 200 L

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
PARAQUATE ALTA 200 SL pode per aplicado através de aplicadores ou pulverizadores terrestres costais manuais, tratorizados e aeronaves agrícolas.
- Pulverizadores terrestres (equipamentos costais manuais e tratorizados):
Manter pressão constante entre 30 e 40 libras por polegada quadrada (207 e 276 quilopascal) e utilizar, no mínimo, 200 litros de solução por hectare para equipamentos tratorizados e 300 litros de solução por hectare para equipamentos costais manuais. Utilizar pontas jato plano (leque) da série 80 ou 110 com vazão de 0,3 a 0,4 galões por minuto (1,14 a 1,51 litros por minuto).
Nas culturas perenes e semi-perenes, fazer as pulverizações em jato dirigido à entrelinha e à projeção ia copa das culturas, sem atingi-las.
Fazer cobertura uniforme das plantas infestantes a serem controladas. Para preparo da calda de aplicação, adicionar a quantidade recomendada de PARAQUATE ALTA 200 SL no pulverizador, já contendo água — ao menos, metade do volume de água do pulverizador. Agitar e adicionar o espalhante adesivo aniônico/não-iônico na dose de 50 a 100 mililitros (ml) para cada 100 litros de solução. Completar o pulverizador com água e agitar a calda, antes de iniciar a pulverização
Obs.: Devido às características do produto e para evitar a deriva, não se recomenda aplicação de PARAQUATE ALTA 200 SL através de equipamentos costais motorizados nem através de aplicadores de gotas (controladas (CDA).
- Aplicação aérea (aviões e helicópteros):
Pontas: Usar sistema de pontas "Reglo-Jet" (laranja/marrom) ou pontas de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) de número 46, permitindo a geração e a deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV (VMD) de 280 a 350 p (micrômetros).
Nunca efetuar uma aplicação de PARAQUATE ALTA 200 SL com aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas do tipo MICRONAIR ou similares.
Número de pontas na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo,
utilizar sempre a quantidade de pontas na barra, fixados até 65 % do comprimento da mesma. Fechar adequadamente ou retirar as pontas nas extremidades próximas às pontas das asas.
Manter em operação as oito pontas originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo das pontas das asas.

Para outros tipos ou modelos de aeronaves, dispor as pontas de maneira a se obter uma deposição de gotas com a maior homogeneidade e uniformidade de distribuição na faixa de deposição. Utilizar somente as pontas que estiverem no máximo de 65% do comprimento das barras de pulverização.
Retirar ou fechar convenientemente as pontas inativas, não permitindo pingamentos ou vazamentos.
NOTA: o fechamento das pontas das extremidades das asas, não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas, ao contrário, evita o arraste do produto pelos vórtices de ponta das asas e sua dispersão inadequada.
Ângulo das barras de pulverização: Iniciar a aplicação com as barras de pulverização e as pontas em condições de umidade relativa do ar acima de 75%, com o ângulo de 135° em relação à linha de vôo da aeronave (o bico pulverizando na direção oposta à linha de vôo estará posicionado a 180°). Variar o ângulo da barra à medida que a umidade relativa do ar decresça observada pelo equipamento medidor e visualmente pelas gotas q e demoram mais tempo para sua deposição. As pontas 'Reglo-Jet" devem operar na posição vertical.
Altura de vôo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas na faixa de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou à cultura.

Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de vôo recomendada devera ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo das pontas, para manter o padrão de deposição e gotas recomendadas.
Não aplicar o produto com alturas de vôo inferiores a 3 m.
Volume de aplicação: Utilizar sempre volumes de 30 a 40 litros/hectare e pressão hidráulica entre 18 e 25 libras por polegada quadrada (124 e 172 quilopascal).
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
Temperatura ambiente: abaixo de 32°C;
Umidade relativa do ar: mínima de 60%;
Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h.
NOTA: As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto, avaliando periodicamente a indicação da umidade relativa do ar, sendo este fator o responsável direto pela continuidade ou interrupção do processo de pulverização
Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h, devido a possibilidade de ocorrência do fenômeno de inversões térmicas.
Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas, pois causarão perdas das gotas devido á ação das correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção),
Nota: Monitorar durante todo o processo de aplicação dos produtos, as condições climáticas, dando sempre major importância à umidade relativa do ar.
Obs.: Recomendações diferentes das acima são de responsabilidade do Técnico Responsável pela aeronave.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura: Banana, citros, manga:
Modo de aplicação: Pós-emergência da cultura.
Intervalo de segurança (dias): 1 dia

Cultura: Batata, couve, feijão, trigo
Modo de aplicação: Pós-emergência da cultura.
Intervalo de segurança (dias): Não determinado devido à modalidade de emprego

Cultura: Algodão, arroz,café, cana-de-açúcar, milho, soja
Modo de aplicação: Pós-emergência da cultura.
Intervalo de segurança (dias): 7 dias

Cultura: Algodão, arroz, batata, cana-de-açúcar, milho, soja
Modo de aplicação: Dessecação de culturas: em área total, antes da colheita. Na dessecação de batata, não usar espalhante e não aplicar quando a folhagem estiver murcha.
Intervalo de segurança (dias): 7 dias

Cultura: Seringueira
Modo de aplicação: Pós-emergência da cultura.
Intervalo de segurança (dias): UNA - Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 48 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação

LIMITAÇÃO DE USO:
Fitotoxidade para as culturas indicadas: PARAQUATE ALTA 200 SL não é fitotóxico às culturas quando aplicados nas modalidades e doses recomendadas.
PARAQUATE ALTA 200 SL é fitotóxico às culturas ou vegetações próximas, caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem, caules ou ramos. O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme a recomendação. Outras restrições a serem observadas: Não deve utilizar água com colóides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) para preparo da calda, pois pode reduzir a eficácia do produto.
PARAQUATE ALTA 200 SL não apresenta atividade residual. Ou seja, não controla plantas infestantes que germinam após o uso.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de protege° individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Produto extremamente irritante para os olhos e para a pele.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE À APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
Utilize equipamento de protege° individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA' e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitaR contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS:
Em caso de INGESTÃO: TRANSFERIR RAPIDAMENTE A PESSOA PARA O SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a. embalagem, o rótulo ou bula do produto. Esta formulação contém um agente emético, portanto não controle vômito em pessoas recém-intoxicadas por ingestão até que o líquido vomitado se torne claro e transparente, mas EVITE QUE O ACIDENTADO RESPIRE O PRODUTO VOMITADO, DEITANDO-O DE LADO, COM A BOCA ABERTA. O corante e odorizante devem evitar que haja ingestão acidental do produto.
Em caso de contato com os OLHOS: lave-os imediatamente durante 15 minutos, no mínimo, com água corrente, evitando que o líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
Em caso de INALAÇÃO ou ASPIRAÇÃO: procure local ventilado e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
Se houver contato com a PELE: lave-a imediatamente com água e sabão neutro em abundância e dirija-se imediatamente para um -serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.

Grupo químico: BIPIRIDILIO
Classe Toxicológica I —Extremamente tóxico

Vias de exposição: Pele e mucosas respiratória, ocular e digestiva.
Toxicocinética: O paraquate absorvido é distribuído, via corrente sanguínea a praticamente
todos os órgãos e tecidos do corpo, concentrando-se nos rins, fígado, cérebro e, em particular, nos pulmões. o pico plasmático ocorre de alguns minutos a 2h
após a ingestão.
O produto é rapidamente excretado pelos rins. De 80 a 90% é excretado nas primeiras seis horas e, quase 100%, dentro de 24 horas, na ausência de doença renal induzida por paraquate. No entanto, paraquate pode causar necrose tubular, a qual pode prolongar a excreção de 10 a 20 dias. Em caso de ingestão, a eliminação será feita pelas fezes, em até 7 dias.

Mecanismos de toxicidade: O catabolismo do paraquate pelo citocromo P450 provoca a formação de superóxidos que reagem com os lipídios celulares (peroxidação lipídica). Nos
pulmões, que constituem o órgão-alvo do paraquate, a ação dos superóxidos
resulta em modificações da permeabilidade da membrana celular e morte das
células parenquimatosas e endoteliais. Elas são acompanhadas, de alterações
oxidativas acumulativas em moléculas de colágeno e do desenvolvimento de
fibrose pulmonar irreversível.
A reconstituição do paraquate por um processo enzimático cíclico faz com que
a fibrose progrida, numa ação espontânea e independente do aporte de novas
Moléculas de paraquate. Tudo isto tem por conseqüência a asfixia progressiva
do intoxicado, que se agrava quando se fornece oxigênio ao paciente.

Sintomas e sinais clínicos: Efeitos clínicos dependem da dose e da via de absorção
Ingestão: Pode causar sensação de queimação na boca e na região retroesternal, náusea, vômito, dor abdominal e diarréia. Se o produto contiver uma agente emético, o vômito pode ser severo e repetido, e causar distúrbios eletrolíticos.
Em algumas horas, aparecem inflamação e ulceração na boca, garganta e trato gastrintestinal.
Pode ocorrer disfunção renal e hepática. Uma dispnéia se desenvolve em alguns dias, assim como uma fibrose pulmonar progressiva e massiva que causa, a morte em 2-4 semanas.
Em altas doses, a toxicidade muito mais severa e a morte pode acontecer em
24-48 horas por falência múltipla dos órgãos dos: perfuração esofágica, insuficiência renal aguda, arritmias cardíacas, convulsões e coma: Os sintomas gastrintestinais iniciais são parecidos, mas mais intensos, com considerável perda de fluido. A morte ocorre rapidamente, por asfixias, sem perda de lucidez.

Inalação:
O paraquate não volátil, mas a maioria das formulações líquidas contem um agente de odor desagradável que pode, ocasionalmente, causar náuseas e dor de cabeça. Em aparelhos de aplicado agrícola, as gotas costumam ser muito grandes para serem levadas pelo ar inspirado ate os pulmões. A inalação do paraquate pode resultar em ulcera no nariz e na garganta, e sangramento nasal.
Alguns casos de toxicidade sistêmica severa já foram reportados.
Via ocular: Respingos concentrados podem causar irritação ocular importante e perda
Extensiva do epitélio da córnea e da conjuntiva.
Áreas de ulceração apresentam um risco de infecção secundária. O edema da córnea pode persistir 3 a 4 semanas, com visão temporariamente nublada.

Pele: O produto concentrado é irritante para a pele e, se o contato for prolongado,
causa lesões dérmicas. A absorção pela pele alterada, pode levar a um envenenamento sistêmico e resultar em toxicidade grave.
A morte se dá por asfixia.

Diagnóstico: O diagnóstico se baseia essencialmente na anamnese e se confirma pelos
sinais clínicos.
O paraquate pode ser dosado no sangue e na urina e o nível sérico tem uma
correlação estrita com o quadro clinicos.

Tratamento: Instituição rápida para uma boa eficácia.
Lavar copiosamente pele e mucosa, se estas foram expostas.
Se houve ingestão, empregar Terra de Fuller ou, se não houver, carvão ativado, em suspensão aquosa a 15% (15g/100 ml), na dose de 1 a 2 g/kg de peso corporal. Em ausência desses quelantes e se o paciente ainda não reagiu ao emetizante, provocar vômito, evitando imperiosamente a aspiração do conteúdo gástrico que aceleraria o processo de fibrose- pulmonar. Manter hidratação e fluxo renal adequados. Hemodiálise e hemoperfusão podem
aumentar a eliminação. Reduzir a reação inflamatóriio pulmonar com corticosteroides. A utilização de compostos que previnam a formação de radicais livres, como vitamina C e a vitamina E, pode ser útil.
Não existe antidoto.

Contra-indicações: O aporte de oxigênio pode potencializar os efeitos do paraquate — só deve ser realizado nos casos em que a hipoxemia é limitante para a vida.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação SINAN / MSS
Telefone de Emergência da empresa: (41) 30719100

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratas = 500 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos = 2.937 mg/kg p.c.
CL50 inalatória < 0,0056 mg/L
Irritação dérmica em coelhos: Severamente irritante.
Irritação ocular: Severamente irritante.
Sensibilização dérmica: não causou sensibilização dérmica em cobaias.
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O paraquate sofre extensas reações de reduções e oxidações cíclicas. Após passar por uma redução a elétron livre nos tecidos, o radical livre resultante é rapidamente oxidado pelo oxigênio molecular ao composto original. Isto leva a uma excreção principalmente de paraquate não alterado após a administração a ratos.
Quando o produto radiomarcado foi administrado via oral em ratos, na dose de 250 mg/Kg, a analise de tecidos demonstrou a presença de pequenas concentrações de paraquate em todos os tecidos, com exceção do cérebro. As maiores quantidades foram encontradas no intestino grosso (3 a 13 pg/g), um nível um pouco inferior no intestino delgado (1,8 a 4,5 pg/g), o estômago e pulmões (1,0 a 2,4 pg/g), e no fígado e cérebro (< 0,20 pg/g). Após 7 dias depois de suspender a administração de paraquate na raça), o bipiridilio já não poderia ser detectado (<0,01 pg/g), em nenhum orgãoo analisado.
O produto marcado quando administrado por gavagem em dose (mica, em ratos, é eliminado, em sua maior parte da dose (93%), pelas fezes.


EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em estudos com animais de experimento que foram expostos a doses extremamente altas de paraquate mostraram sinais de perturbações neurológicas, como atividade motora diminuída, falta de concentração, ataxia e arrastamento dos membros (Clayton & Clayton, 1994).
Não houve evidência de carcinogenicidade em estudos com animais de laboratório.
Foram observados efeitos reprodutivos adversos em humanos e animais experimentais após ingestão de paraquate.
Estudo conduzido com ratos e camundongos via peritoneal, foram observados anormalidades especificas no desenvolvimento do sistema músculo esquelético; mortalidade pós-implantação também foi notável em rato e camundongo (RTECS, 1999).










MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.

-Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, dos e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e do mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUCOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVACAO E PREVENCAO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto com sua embalagem original sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento dos produtos vazados.
Em caso dos armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa Alta - America Latina Tecnologia Agrícola Ltda.- Telefone da empresa: (41) 3071-9100.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e bolas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavarem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
-sobre a boca do tanque dc pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem cm ate 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
•TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL
•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar 0ocomprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
•TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais c pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
•TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, alias a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos orgãos competentes.
•E PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO EA RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
•EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA F RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração cm fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5.TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6.RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (41) 3071-9100.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.