Bula Pastor - Tecnomyl

Bula Pastor

acessos
2,4-D + Picloram
40918
Tecnomyl

Composição

2,4-D 406 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente ácido de 2,4-D 240 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente Ácido de Picloram 64 g/L Ácido piridinocarboxílico
Picloram-trietanolamina 103.6 g/L Ácido piridinocarboxílico

Classificação

Herbicida
1 - Produto Extremamente Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vara de rojão
(Tagetes minuta)
3 a 6 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. - Aplicar em qualquer época do ano para erradicação de touças (tocos de eucalipto na reforma de áreas florestais). Terrestre no toco: Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amor de cunhã
(Solanum rugosum)
6 L p.c./ha - 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Angélica
(Randia armata)
3 a 4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Aroeirinha
(Schinus terebinthifolius)
4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Arranha gato
(Acacia plumosa)
4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
6 L p.c./ha - 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
3 a 4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
6 L p.c./ha - 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Espinheiro, angiquinho
(Acacia paniculata)
4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Espinho agulha
(Barnadesia rosea)
4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Fedegoso
(Senna occidentalis)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Gervão branco
(Croton glandulosus)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
6 L p.c./ha - 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sidastrum micranthum)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sidastrum paniculatum)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Jacarandá de espinho
(Machaerium aculeatum)
3 a 4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Joá bravo
(Solanum aculeatissimum)
4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
3 a 4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
6 L p.c./ha - 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Waltheria indica)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Pata de vaca
(Bauhinia divaricata)
3 a 4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha
Poaia
(Spermacoce verticillata)
6 L p.c./ha - 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Unha de vaca
(Bauhinia variegata)
3 a 4 L p.c. / 97,5 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação ao ano. 1 dia. Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Pastagens:

Para pulverização foliar de qualquer tipo: Uma só aplicação, em época quente, com boa pluviosidade, onde as plantas a serem controladas estejam em intenso processo vegetativo. Para uma maior eficiência do produto, devem-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação: Temperatura máxima = 32ºC e Umidade relativa do ar maior que 60%.
Para tratamento de tocos e anéis: Aplicar uma única vez em qualquer época do ano. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse respeitar a época indicada anteriormente.
Obs.: Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente, para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular.
Para a redobra de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de redobra. Isso porque essa área foliar de redobra é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário.
Erradicação de touças de eucalipto:
Uma só aplicação em qualquer época do ano.

MODO DE APLICAÇÃO:

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL.

Pastagens

Aplicação aérea em área total:
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
• • Bicos: utilizar bicos de jato cônico vazio ou cheio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) 46 ou 56, com uma densidade mínima de gotas depositadas de 50 a 60 gotas/cm² e um DMV (VMD) entre 240 a 420 µm (micrômetros). Não utilizar bicos rotativos do tipo MICRONAIR ou similares.
• • Diâmetro de gotas: 240 a 420 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.
• • Números de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar entre 38 a 40 bicos, fechando sempre os bicos situados próximos as pontas das asas e três intermediários junto ao corpo (fuselagem) do avião, nas extremidades internas das asas. Manter em funcionamento os oito bicos originais existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e deverão ser posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.

NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrario reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas.
• • Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha
• • Altura do vôo: Sendo o vôo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, é recomendável para a segurança do vôo, melhor uniformemente e geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de vôo entre 8 e 10 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizados. A altura de vôo recomenda, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações climáticas locais que ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura do vôo.
• • Largura da faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA ou similares utilizar faixa de deposição máxima de 15 metros. Para aviões de maior porte, a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, e pela densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado.
• • Condições climáticas: qualquer que seja o equipamento de pulverização em uso durante toda a aplicação, deverão ser observadas as seguintes condições climáticas:

- Temperatura ambiente (local de aplicação): abaixo de 32ºC
- Umidade relativa do ar (local da aplicação): mínima de 60%
- Velocidade de vento entre 2 e 10 km/hora (0,5 a 2,8 metros/ segundo).
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
• • Prevenção de deriva:

- Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites metereológicos definidos acima;
- Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
- Nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2000 metros de plantas ou culturas sensíveis;
- Controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação. Interromper o serviço se houver mudança nessa direção.
Aplicação Terrestre – Trator com barra:
- Barra de 18 bicos – separação de 50 cm entre bicos.
- Bicos em leque, pontas 80.05, 80.06 e 80.08, malha 50.
- Pressão: 20 a 45 Ib/pol².
- Vazão: 200 a 400 L/ha.
- Velocidade do trator: 6 a 8 km/h.
- Tamanho da gota (grande): 500 a 600 µm
- Densidade da gota: 100 a 150 gotas/cm²

Aplicação Terrestre – Trator com Turbina de Fluxo de Ar:
- Largura de faixa: 12 a 15 cm.
- Vazão: 150 a 200 L/ha
- Velocidade do trator: 3ª marcha reduzida ou 1ª simples.
- Tamanho da gota: 100 a 200 µm.
- Densidade de gota: 50 a 100 gotas/cm².
Erradicação de touças de eucalipto:
Aplicar o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Utilizar pulverizador tratorizado. Aplicar na superfície do corte até o ponto de escorrimento.
NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem...........................1 dia

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda que é de no mínimo 24 horas após a aplicação. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
• • Não é fitotóxico às culturas indicadas dentro das doses e usos recomendados.

Outras restrições a serem observadas:
• • Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas hormonais, além da cultura do arroz quando a aplicação não é feita na época recomendada.
• • Caso PASTOR seja usado para o controle de invasores em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.

• • No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até a sua recuperação. Essa medida evita que os animais se alimentem de plantas tóxicas que possivelmente existam nas pastagens e se tornem mais atrativas após aplicação do produto.
• • Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. As aplicações por pulverização, tanto aéreas quanto por pulverizações costais ou manuais, só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
• • Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis, o equipamento que foi usado para a aplicação do PASTOR.
• • Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Utilize macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Precauções quanto a Saúde Humana

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

Precauções quanto ao Meio Ambiente

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

Não aplicável, trata-se de um Herbicida.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA

O produto herbicida Pastor é composto por 2,4-D e Picloram, que apresenta mecanismo de
ação das auxinas sintéticas, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).