Bula Penncozeb WG

acessos
Mancozebe
2004
UPL

Composição

Mancozebe 750 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Acaricida, Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
1,9 a 2,5 kg p.c./ha 15 a 20 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, visando uma boa cobertura das folhas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3,2 kg p.c./ha 600 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as mudinhas atingirem 5 a 20 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
3,2 kg p.c./ha 600 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as mudinhas atingirem 5 a 20 cm de altura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
200 a 250 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm²
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2,1 a 3,2 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 30 dias após a emergência das plantas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3,2 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Requeima
(Phytophthora infestans)
3,2 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as plantas apresentarem as primeiras folhas

Sacos de papel revestidos com polietileno: 10 e 25 Kg.
Saco de papel, plástico, polietileno ou metalizado: 10;15; 20; 30; 40; 50; 60; 75; 100; 200; 250; 500; 600; 750 g; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 4,5; 6; 8; 15; 25 kg
Tambor plástico: 250 kg
Tambor metálico: 20; 50; 100; 150; 200; 250 kg
Container: 100; 200; 500; 1000; 1.000; 1.200; 1.300; 1.500; 20.000 kg
Big-Bag: 100; 150; 200; 250; 300; 400; 500; 750; 1.000; 1.500; 2.000; 5.000 e 10.000 kg

INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURA: Banana, Batata, Citros, Feijão e Tomate.
Obs: 1 quilo do produto comercial equivale a 750 gramas do ingrediente ativo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Banana: iniciar as aplicações preventivamente, visando uma boa cobertura das folhas,
com intervalo de 7 dias nos períodos de maior incidência da doença.
Em condições desfavoráveis à doença e menor lançamento de folhas, poderá ser
prolongado o intervalo em dias. Realizar 04 aplicações por ciclo.
Batata: iniciar as aplicações preventivamente quando as mudinhas atingirem 5 a 20 cm
de altura, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar 04 aplicações por ciclo.
Citros: deve-se efetuar inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e
a cada 15 dias no inverno. Observar frutos, folhas e ramos, utilizando-se de uma lupa
com aumento de 10 a 12 vezes. O tratamento deve ser efetuado quando 10% ou mais
das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm2. Inspecionar frutos,
folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Realizar 03 aplicações por
ciclo.
Feijão: iniciar as aplicações aos 30 dias após a emergência das plantas, repetindo com
intervalos de 15 dias. Realizar 03 aplicações por ciclo.
Tomate: iniciar as aplicações preventivamente quando as plantas apresentarem as
primeiras folhas. Realizar 04 aplicações por ciclo.
MODO DE APLICAÇÃO:
Banana: as aplicações devem ser feitas em ultra baixo volume, utilizando-se das
seguintes opções:
1) Fazer uma diluição prévia do produto em pequena quantidade de água, adicionar
emulsionante na dose recomendada pelo fabricante e 5 litros de óleo mineral. Completar
com água até atingir o volume de 20 litros de calda por hectare.

2) Fazer uma diluição prévia do produto em pequena quantidade de água, adicionar
emulsionante na dose recomendada pelo fabricante. Completar com óleo mineral até
atingir o volume de 15 litros de calda por hectare.
-Equipamentos de aplicação:
Aplicação terrestre: utilizar atomizador costal motorizado ou atomizador canhão
modelo AF 427 bananeiro, observando sempre que seja feita uma cobertura total das
folhas.
Aplicação aérea com utilização de barra e bicos: usar bicos de jato cone vazio, do
tipo 05, com disco (core) nunca maior que 45 graus, espaçados a cada 20 cm. Pressão
na barra ao redor de 30 libras. Largura da faixa de pulverização deve ser estabelecida
por teste. A altura de vôo de 2,0 a 3,0 metros sobre a cultura; em locais onde essa
altura não for possível, fazer arremates com pulverizações transversais, paralelas aos
obstáculos. Ventos de 15 km por hora, sem ventos de rajada.
Aplicação aérea com utilização de atomizadores rotativos (Micronair AU 3000): usar 4
atomizadores. Ângulo das pás de 25 a 35°, ajustado segundo as condições de vento,
temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e
evaporação. Largura da faixa devendo ser estabelecida por teste. Altura de vôo de 3,0 a
4,0 metros sobre a cultura. Pressão conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante.
Batata, Feijão e Tomate: a aplicação deve ser feita em pulverização foliar a alto volume
e cobertura total. Utilizar bicos tipo cone ou equivalentes, com pressão aferida de acordo
com o tipo de bico/fabricante e tamanho de gota desejável.
Nas culturas da batata e feijão, deve-se utilizar equipamentos terrestres manuais ou
motorizados, sejam pulverizadores de barra ou costais.
No caso do tomate u~ilizar pulverizadores de barra, costais ou lança.
Volume de calda:
-Batata: 600 litros/ha
-Feijão : 400 litros/ha
-Tomate: 1000 litros/ha
Citros: Para o controle do ácaro da falsa ferrugem, o tratamento pode ser feito com
equipamento turbo-atomizador e/ou pistola. As aplicações devem atingir muito bem a
parte interna e externa das plantas.
Volume de calda: 2000 litros/ha, dependendo do porte da planta, até o ponto de
escorrimento.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Banana: 21 dias.
Batata e Tomate: 07 dias.
Citros e Feijão: 14 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CUL TURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde
Humana -ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: o produto não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado de
acordo com as instruções de uso recomendadas.
Compatibilidade: não aplicar com produtos de reação fortemente alcalina, bem como
com qualquer outro agrotóxico.

PRECAUÇÕES GERAIS:
*Uso exclusivamente agrícola.
*Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto
*Não utilize equipamento com vazamento.
*Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
*Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
*Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas.
*Não utilize equipamentos de proteção(EPIs) danificados.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
*Use protetor ocular (óculos ou viseira facial): - Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
*Use máscara cobrindo o nariz e a boca - Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
*Use luvas de borracha - Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
*Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
*Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos ou viseira facial, luvas de borracha, botas impermeáveis de cano longo, avental impermeável e máscara cobrindo o nariz e a boca com filtro apropriado.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO:
*Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
* Aplique somente nas doses recomendadas pelo fabricante.
*Não aplique o produto contra o vento ou nas horas mais quentes do dia.
*Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos ou viseira facial, luvas de borracha, botas impermeáveis de cano longo, avental impermeável e máscara cobrindo o nariz e a boca com filtro apropriado.
*Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto;
*Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO:
*Não reutilize a embalagem vazia.
*Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado longe do alcance das crianças e animais.
*Tome banho, troque e lave as suas roupas contaminadas separadas das demais roupas do restante da família ou de uso diário.
*Na lavagem das roupas contaminadas use luvas e avental impermeáveis.

Intervalo de Reentrada de Pessoas na Cultura e Áreas Tratadas: Recomenda-se não entrar na área tratada sem usar o EPI até o completo secamento da calda sobre a cultura.


PRIMEIROS SOCORROS:
*Ingestão: Em caso de ingestão, NÃO PROVOQUE VÔMITO, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
*Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
*Pele: Em caso de contato, lave com água corrente e sabão em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
*Inalação: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

SINTOMAS DE ALARME:
Por ingestão de grandes doses: náuseas, vômitos, dores abdominais.
Alteração nas provas de função hepática.
Exposição intensa por vias respiratórias: rinite, faringite, bronquite e síndrome parkinsoniana (manganismo).
Diagnostico Laboratorial: eletrólitos, urina I, função renal. Nas exposições ao Mancozebe, doseamento do manganês no sangue e na urina (níveis normais 20 a 80 pg/L no sangue e 1 a 8 pg/L na urina.
ANTIDOTO e TRATAMENTO:
Tratamento sintomatico e de manutenção. Não administrar atropina. Administração do EDTA calcio-sódio acelera a eliminação do manganês.

Mecanismos de ação, absorção e excreção para o ser humano:
Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o Mancozebe é metabolizado nos tecidos de mamíferos a ETU - etileno tiouréia, composto de significância toxicológica, cuja eliminação se dá em 4-5 horas; biodisponibilidade de 6,8% p/p. Absorção via oral de 50% em um período de 3-6 horas.
Pico de concentração de 1 a 2 horas; metabolismo extenso e rápida excreção (90% em 24 horas); nenhum potencial para bioacumulação. Concentração encontrada nos tecidos: < 4% da dose (principal órgão: tireóide). Via de eliminação:urina e fezes (50/50%). A maior parte da dose radiomarcada nas fezes não foi absorvida, uma vez que apenas 2¬8% foi encontrada na bile.
Efeitos Agudos e Crônicos:
Com base nos extensos dados existentes com animais de experimentação, o Mancozebe não oferece perigo de intoxicações agudas, danos genéticos ou de toxicidade na reprodução ou desenvolvimento abaixo dos níveis que produzem outros tipos de toxicidade nos adultos, ou de toxicidade sistêmica significante através da via dérmica. Não existe evidências de bioacumulação. A exposição repetida a altas doses afeta a tireóide, fígado e sistema nervoso em animais de laboratório. Os efeitos na tireóide e fígado são devidos à sua metabolização a ETU, que interfere na síntese dos hormônios da tireóide e induz de maneira relacionada com o stress, o crescimento do fígado. Estes efeitos são reversíveis quando a exposição é breve ou intermitente, porém, se prolongada, pode causar mudanças secundárias incluindo anemia e tumores na tireóide, pituitária e do fígado em roedores. Informações do mecanismo de ação disponíveis estabelecem um limiar para os tumores da tireóide e pituitária e indicam que nenhum dos tipos de tumores é relevante para a avaliação do risco dos níveis previstos de exposição humana.
Toxicidade para o homem: o Mancozebe possui baixa toxicidade aguda. É classificado pela OMS como ingrediente ativo improvável de apresentar perigo nas condições normais de uso. Entretanto, é considerado potencialmente irritante à pele nas exposições múltiplas.
Outros estudos indicaram que a exposição aos produtos formulados com o Mancozebe pode resultar em irritações do trato respiratório, olhos e pele. Também foi observado o desenvolvimento de alergia e dermatites de contato. Se grandes quantidades forem ingeridas (exposição intencional), os efeitos esperados são convulsões temporária e alterações do funcionamento da tireóide.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: Isole e sinalize a área contaminada. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a Empresa Registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da Empresa, visto que as medidas a serem adota das dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte a Empresa Registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambienta' competente.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

- Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.