Bula Record - Helm

Bula Record

Clorpirifós
10613
Helm

Composição

Clorpirifós 480 g/L

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão

Alabama argillacea (Curuquerê)

Batata

Agrotis ipsilon (Lagarta rosca)

Café

Leucoptera coffeella (Bicho mineiro)

Citros

Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha)

Feijão

Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde)

Maçã

Bonagota cranaodes (Lagarta enroladeira)

Milho

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Soja

Epinotia aporema (Broca das axilas )

Tomate

Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora)
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Frasco - 1L - Polietileno de alta densidade
Frasco - 5L - Polietileno de alta densidade
Bombona - 10L - Polietileno de alta densidade
Bombona - 20L - Polietileno de alta densidade

INSTRUÇÕES DE USO
RECORD® é um inseticida a base de CLORPIRIFÓS indicado no controle de pragas na parte aérea nas culturas de algodão, batata, café, citros, feijão, maçã, milho, soja e tomate rasteiro, para aplicação nas modalidades tratorizada e pivot central.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O número de aplicações varia conforme necessidade em casos de reinfestação da praga, assim como as doses mais altas devem ser aplicadas quando ocorrer maior intensidade no ataque das mesmas.
Algodão: Aplicar quando houver 2 lagartas/planta. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias a 14 dias.
Batata: Aplicar aos primeiros sinais de infestação da lagarta-rosca, com plantas cortadas junto ao solo. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias.
Café: Aplicar quando 20% das folhas estiverem atacadas. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 30 dias.
Citros: Aplicar no início do aparecimento da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por safra com intervalo de 15 dias.
Feijão: Aplicar no início da infestação, reaplicando quando necessário, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. Caso ocorra maior infestação, utilizar a dose maior.
Maçã: Aplicar no início da infestação, reaplicando quando necessário. Fazer no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 2 a 3 semanas.
Milho: Aplicar no aparecimento da praga no período após a germinação até 60-70 dias da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias.
Soja: Aplicar quando 20% das plantas estiverem com ponteiros ou meristemas atacados. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias.
Tomate: Aplicar assim que observar os primeiros sintomas de infestação das pragas. Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre através de pulverização da calda na parte aérea da planta, visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos.
EQUIPAMENTOS: PARA CULTURAS EM GERAL:
Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com pontas JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho, onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm².
PARA AS CULTURAS DE CAFÉ, CITROS, MAÇÃ E TOMATE:
Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Preparo da calda: agitar bem a embalagem do produto antes de colocar no tanque de aplicação. Primeiro adicionar água limpa no tanque até a metade, em seguida colocar o produto na quantidade adequada conforme controle a ser realizado (cultura/alvo), completando com água limpa até a quantidade de calda estabelecida para a aplicação.
Volumes de calda: Algodão, Batata e Soja = 300 L/ha; Café = 500 L/ha; Citros = 2.000 L/ha; Feijão = 200 a 400 L/ha; Maçã = 700 – 1000 L/ha; Milho = 300 a 400 L/ha; e Tomate = 800 a 1.000 L/ha.
Condições de aplicação: Velocidade de Aplicação: 4,5 km/h; Pressão: Utilizar a pressão adequada para proporcionar as vazões acima, de acordo com a recomendação do fabricante das pontas utilizadas. Realizar as aplicações nas horas mais frescas do dia, ou seja, no início da manhã ou final da tarde. Temperatura: < 30ºC; Umidade Relativa: > 50%. Outros equipamentos sugeridos para aplicação: equipamentos de irrigação tipo pivot central.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO COSTAL.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão, batata, café, citros, milho, soja, tomate: 21 dias
Feijão: 25 dias
Maçã: 14 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas por um período de 24 horas, ou até que a calda de pulverização esteja seca nas plantas. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso e doses recomendadas.
- Compatibilidade: Não são conhecidos casos de incompatibilidade com outros produtos para tratamento fitossanitário.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
• Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
• Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
• Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.