Bula Solara 500

acessos
Sulfentrazona
5905
FMC - Campinas

Composição

Sulfentrazona 500 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Seletivo condicional, Pré-emergência
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,8 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,8 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1,2 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 a 1,2 L p.c./ha - - Único. Não determiando. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,8 L p.c./ha - - Único. Nãi determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
1,2 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha - - Único. Não determiando. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Erva palha
(Blainvillea latifolia)
0,9 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,9 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,8 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
0,8 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,9 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1,2 a 1,6 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,9 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes, pré ou pós-emergência da cultura

INSTRUÇÕES DE USO:

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas.

MODO DE APLICAÇÃO:
SOLARA é um herbicida pré-emergente em relação às ervas daninhas, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo
pela gradagem. SOLARA, como todos os herbicidas, necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle de ervas daninhas.

Equipamentos de aplicação:
SOLARA pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou
tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min.), tais como:
Teejet leque 110.04, XR, Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
O espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 30 -50 cm.
Densidade de gotas: 40 -80 gotas/cm².
DMV(Diâmetro Mediano Volumétrico): 200- 300 micra.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não se aplica.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde
Humana (ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer "queimas" localizadas, onde houver
contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem
afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos,
poderá ocorrer leve clorose nas folhas, entretanto, estas recuperam-se, não havendo
prejuízos à produtividade.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas e disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBE 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e munincipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locai competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - telefone de emergência: (0XX34) 3319-3019
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução de embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

-TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.