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Bula Sorba

Lufenurom
6019
Plurie

Composição

Lufenuron 50 g/L

Classificação

Inseticida Fisiológico
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Fisiológico

Algodão

Alabama argillacea (Curuquerê)
Heliothis virescens (Lagarta da maçã)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Batata

Phthorimaea operculella (Traça da batatinha)

Cana-de-açúcar

Diatraea saccharalis (Broca do colmo)

Citros

Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão)
Phyllocnistis citrella (Minadora da folhas)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Côco

Brassolis sophorae (Lagarta das palmeiras)

Maçã

Grapholita molesta (Mariposa oriental)

Milho

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Pepino

Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Pêssego

Grapholita molesta (Mariposa oriental)

Repolho

Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Soja

Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)

Tomate

Aculops lycopersici (Ácaro do brozeamento)
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)
Tuta absoluta (Traça do tomateiro)

Trigo

Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Tipo: Bag-in/box.
Material: Fibra de papel com bolsa plástica interna.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60; 100; 180; 200; 220; 400; 450; 500; 550; 600; 680; 750; 937,5; 1.000 Litros.
Tipo: Balde.
Material: Metal.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60 Litros.
Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60; 100; 180; 200; 220; 400; 450 Litros.
Tipo: Frasco.
Material: Plástico.
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0 Litros.
Tipo: IBC.
Material: Plástico.
Capacidade: 500; 550; 600; 680; 750; 937,5; 1.000 Litros.
Tipo: Lata.
Material: Metal.
Capacidade: 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 5,0 Litros.
Tipo: Tambor.
Material: Fibra celulósica.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60; 100; 180; 200; 220; 400; 450 Litros.
Tipo: Tambor.
Material: Plástico/Metal.
Capacidade: 100; 180; 200; 220; 400; 450 Litros.
Tipo: Tanque.
Material: Plástico/Metal.
Capacidade: 5.000; 18.000; 20.000; 25.000; 26.000; 28.000 Litros.
Tipo: Isotanque.
Material: Aço.
Capacidade: 5.000; 18.000; 20.000; 25.000; 26.000; 28.000 Litros.

NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o SORBA não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade). Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.

MODO DE APLICAÇÃO
Pulverização Terrestre: seguir os seguintes parâmetros de aplicação: O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:

- Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados); - Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico); - Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições Meteorológicas:
-Temperatura do ar: abaixo de 30ºC.
- Umidade relativa do ar: acima de 55%.
- Velocidade do vento: máxima de 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomenda-se o seguinte:
- Algodão, Soja e Trigo: Utilizar bicos de jato cônico vazio com um volume de água entre 80 e 200 litros/ha.
- Batata: Utilizar bicos de jato cônico vazio com um volume de água variando de 400 a 800 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura.
- Cana-de-açúcar: Utilizar bicos de jato leque ou cônicos com um volume de água ao redor de 200 litros/ha.
- Citros: Recomenda-se utilizar turbo atomizadores tratorizados, ou pistolas de pulverização com um volume de água de aproximadamente de 10 litros/planta adulta.
- Coco: Equipamento terrestre motorizado com jato atingindo a copa da planta. Fazer a aplicação de forma que haja uma boa cobertura da inflorescência e dos frutos em desenvolvimento. Volume de calda em torno de 5 litros/planta.
- Maçã: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados ou atomizadores costais, gastando-se um volume de calda entre 600 a 750 litros/ha, conforme o porte das plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação.
- Milho: Utilizar bicos de jato leque preferencialmente 8004. Para reduzir a perda de calda recomenda-se fechar os bicos que ficarão nas entrelinhas da cultura, deixando em atividade somente aqueles sobre as linhas da cultura.

Em condições climáticas normais usar volume de calda de 150 a 200 litros/ha aumentando para 300 a 400 litros/ha sob condições de seca e baixa umidade.
- Pepino: Utilizar bicos de jato cônico vazio com um volume de água variando de 200 a 600 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura.
- Pêssego: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados, ou atomizadores costais, com um volume de calda entre 500 a 1000 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura ou porte das plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação.
- Repolho: Utilizar bicos de jato cônico vazio com um volume de água variando de 100 a 300 litros/ha. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela calda de aplicação.
- Tomate: Recomenda-se também o uso de bicos de jato cônico com um volume de água entre 400 a 1000 litros/ha, conforme do desenvolvimento da cultura.

Pulverização aérea: seguir os seguintes parâmetros de aplicação:

Para as culturas do Algodão, Cana-de-Açúcar, Citros, Coco, Maçã, Milho, Pêssego, Soja e Trigo, SORBA pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas:
- Temperatura do ar: abaixo de 30ºC.
- Umidade relativa do ar: acima de 55%.
- Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Algodão, citros: 28 dias
Batata, cana-de-açúcar, coco, maçã, trigo: 14 dias
Milho, soja: 35 dias
Pepino, repolho: 7 dias
Pêssego, tomate: 10 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Nas culturas e doses recomendadas não apresenta qualquer efeito fitotóxico.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: ? Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado; ? Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; ? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; ? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; ? Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).