Bula Sphere Max

acessos
Trifloxistrobina + Ciproconazol
8608
Bayer

Composição

Ciproconazol 160 g/L Triazol
Trifloxistrobina 375 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Mesostêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalos de 14 dias 30 dias Iniciar as aplicações preventivamente ainda na fase vegetativa, entre os 35 - 40 dias após a emergência da cultura ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas (mancha-azul). Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,25 a 0,4 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, na menor dosagem, com intervalos de 40 a 45 dias. Na maior dosagem, realizar 2 aplicações com intervalos de 60 a 80 dias 30 dias Realizar a primeira aplicação a partir de dezembro em lavouras adultas com alta carga pendente e com alto grau de enfolhamento, na menor dosagem. Na maior dosagem, aplicar no período crítico da doença
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
0,25 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 40 a 45 dias 30 dias Realizar a primeira aplicação a partir de dezembro em lavouras adultas com alta carga pendente e com alto grau de enfolhamento e no período crítico da doença. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 15 dias 30 dias Aplicar deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 15 dias 30 dias Aplicar deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria helianthi)
0,25 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 100 a 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 15 dias 20 dias Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de Mancha-de-alternaria. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 15 dias 15 dias Realizar a primeira aplicação de maneira preventiva, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas ou quando aparecerem os primeiros sintomas da Cercosporiose, caso a doença ocorra mais cedo. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 15 dias 15 dias Realizar a primeira aplicação de maneira preventiva, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas ou quando aparecerem os primeiros sintomas da Ferrugem-comum, caso a doença ocorra mais cedo. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum dematium var. truncata)
0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias 30 dias Realizar aplicações na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda aplicação no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 70 a 150 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo máximo de 14 dias 30 dias Realizar as aplicações de forma preventiva entre os estádios fenológicos R1 (início da floração) e R6 (vagens com granação de 100 % e folhas verdes). Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,15 a 0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias 30 dias Realizar aplicações na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda aplicação no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,15 a 0,2 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias 30 dias Realizar aplicações na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda aplicação no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,15 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 70 a 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 dias 30 dias Realizar a aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados os primeiros sintomas e repetir caso necessário, dependendo das condições climáticas e evolução da doença. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,25 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de no máximo 20 dias 30 dias Realizar a aplicação de forma preventiva ou a partir dos primeiros sintomas, até um máximo de 1% de incidência foliar. Observar as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,25 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 15 - 20 dias 30 dias Realizar a aplicação a partir dos primeiros sintomas da doença. Observar as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,25 L p.c./ha + 0,25 % v/v Óleo 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 15 - 20 dias 30 dias Realizar a aplicação a partir do estágio de alongamento ou a partir dos primeiros sintomas. Observar as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 % v/v

Frascos de polietileno de Alta Densidade (PEAD): 250, 500 , 900 ml e 1 Litro
Bombonas de polietileno de Alta Densidade (PEAD): 4,5; 5,0; 10 e 20 Litros
Tambores de polietileno de Alta Densidade (PEAD): 50; 100 e 200 Litros
Contentores intermediários para granéis de polietileno de Alta Densidade (PEAD): 500 e 1000 Litros

INSTRUÇÕES DE USO:

Sphere Max é um fungicida mesosistêmico aplicado nas culturas conforme nas Indicações de uso.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Café: Para o controle ao mesmo tempo de ferrugem e mancha-de-olho-pardo, e em lavouras adultas com alta carga pendente e com alto grau de enfolhamento, fazer 3 aplicações na menor dose (0,25 L/ha), durante o período crítico das referidas doenças. A primeira aplicação deve ser feita preventivamente em dezembro, na fase de "chumbinho" e, a partir daí, em intervalos de 40 - 45 dias deve-se repetir a segunda e a terceira aplicações. Para o controle específico da ferrugem em lavouras convencionais, podem ser feitas 2 aplicações na maior dose (0,4 L/ha), durante o período critico da referida doença. A primeira aplicação deve ser feita preventivamente em dezembro, na fase de "chumbinho" e a 2a. aplicação, de 60 a 80 dias após a primeira.
Cevada: Para ferrugem-da-folha e oídio começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento. A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas das doenças. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições climáticas propícias ao reaparecimento das doenças, realizar uma segunda aplicação.
Soja: Para o controle de crestamento-foliar e septoriose, realizar 2 aplicações, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a R3 (floração até a formação das primeiras vagens) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a maior dose em condições de alta pressão das doenças.
Para o controle de ferrugem da soja, a aplicação deve ser feita imediatamente após a detecção dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente, conforme as recomendações da Comissão Oficial de Pesquisa da Soja, quais sejam, sob condições climáticas favoráveis a doença ou se já houver ocorrencia de focos na mesma região. A dose maior deve ser utilizada em condições de alta pressão da doença.
Para o controle de oídio, a aplicação deve ser feita quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar da planta.
Para controle de antracnose, realizar preventivamente 2 aplicações, no início da fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R1 a R2 (floração plena) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos).
Trigo: Para controle da ferrugem-da-folha iniciar a primeira aplicação preventiva a partir dos primeiros sintomas, até um máximo de 1% de incidência foliar, e a segunda preventivamente de 20 a 25 dias após a primeira, fazendo uma terceira aplicação se necessário no reaparecimento dos sintomas.
Para mancha-amarela começar o monitoramento de doença a partir da fase de afilhannento. A aplicação deve ser efetuada a partir dos primeiros sintomas da doença, ou preferencialmente preventiva na fase de emborrachamento, reaplicando no reaparecimento dos sintomas ou de 15-20 dias após.
Para o controle de oídio iniciar as aplicações quando a incidência foliar for de 20 a 25% a partir do estágio de alongamento. Para cultivares muito sensíveis, aplicar no início dos sintomas.

MODO DE APLICAÇÃO:

A dose recomendada deve ser diluida em água e aplicada na forma de pulverização. Equipamento terrestre: pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado) ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série "D" ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade acima de 200 gotas/cm2.
Em soja recomenda-se o volume de calda de 200 L/ha. Em café, utilizando-se atomizadores, o volume de calda necessário é de 250 — 500 L/ha. Para pulverização com aeronaves agrícolas na cultura da soja, utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da serie "D" ou similar, com a combinação adequada de difusor (core), que permita a liberação e deposição de uma densidade minima de 80 gotas / cm2. Recomenda-se o volume de 30 — 40 L/ha de calda, altura de vôo de 2 — 3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15 — 18 m.
Em cevada e trigo recomenda-se o volume de calda de 200 L/ha. Para pulverização com aeronaves agrícolas na cultura da cevada e trigo, utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da serie "D" ou similar, com a combinação adequada de difusor (core), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas/cm2. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura de vôo de 2-3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 m.

Condicoes climáticas

- Aplicacao aérea :

Temperatura : < 30°C
Velocidade do vento : entre 2,0 km/h e 10 km/h
Umidade relativa : superior a 60%

- Aplicação terrestre :

Temperatura : < 30°C
Velocidade do vento : < 15 km/h
Umidade relativa : superior a 60%

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Café, Cevada, Soja e Trigo: 30 dias

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxidade para as culturas indicadas:
0 produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
Outras restrições a serem recomendadas: Não há.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES:

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇOES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI's) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medido de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha; avental impermeável; protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca, touca árabe e luvas de nitrila). r Manuseie o produto em local aberto e ventilado. ~

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha; avental impermeável; protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca, touca árabe e luvas de nitrila).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira facial, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.

Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável.
Não reutilize a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, botas de borracha e luvas de nitrila).

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medido de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Beba 1 a 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal. Se o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contrato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS


Grupo químico: Trifloxistrobina - estrobilurina Ciproconazol - triazol 1- Extremamente Tóxico
Classe toxicológica: I – Extremamente Tóxico
Vias de exposição: Oral e Dérmica
Toxicocinética: Trifloxistrobina: Estudos realizados em animais de laboratório mostram que cerca de 55-65% do produto ingerido, é absorvido pelo trato gastro-intestinal. O nível máximo de resíduos no sangue, foi alcançado entre 12-24 horas após a ingestão, não havendo diferença significativa na biodisponibilidade entre os sexos. Os resíduos decresceram pela metade dos valores máximos alcançados em 1 a 3 dias após.
O ingrediente ativo é metabolizado e excretado principalmente pelas fezes (cerca de 80% da dose ingerida nos machos e 65% nas fêmeas). O produto também é excretado pela urina (cerca de 10% nos machos e 25% nas fêmeas). A degradação do produto absorvido foi quase completa e independente do sexo e dose.

Mecanismos de toxicidade Sintomas e sinais clínicos Diagnóstico

Ciproconazol: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que a excreção foi relativamente rápida e a maioria da radioatividade apareceu em fezes como resultado da eliminação biliar.

Mecanismos de Toxidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
Piloereção leve, postura curvada, perda de peso.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.

Tratamento:
Não há antídoto específico. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do roduto e intensificar sua eliminação.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIA T – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN I MS) Telefone de Emeraência da emDresa: 0800-7010450

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Trifloxistrobina: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que cerca de 55-65% do produto ingerido, é absorvido pelo trato gastro-intestinal. O nível máximo de resíduos no sangue, foram alcançados entre 12 e 24 horas após a ingestão, não havendo diferença significativa na biodisponibilidade entre os sexos. Os resíduos decresceram pela metade dos valores máximos alcançados em 1 a 3 dias após.

O ingrediente ativo é metabolizado e excretado principalmente pelas fezes (cerca de 80% da dose ingerida nos machos e 65 % nas fêmeas). O produto também é excretado pela urina (cerca de 10% nos machos e 25% nas fêmeas).
A degradação do produto absorvido foi quase completa e independente do sexo e dose.

Ciproconazol: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que a excreção foi relativamente rápida e a maioria da radioatividade apareceu em / fezes como resultado da eliminação biliar. ~

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Estudos realizados com animais de laboratório foram observados diminuição na mobilidade, andar descoordenado, bradpnéia, diarréia e diminuição na reatividade, bradipnéia, narinas avermelhadas, incrustações avermelhadas nas narinas, respiração ofegante, mobilidade reduzida, piloereção, redução do peso corporal e hipotermia.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Trifloxistrobina: No estudo de longo prazo com doses de até 1500 ppm de ingrediente ativo administrado na dieta de ratos durante dois anos, observou-se redução no ganho de peso corporal bem como alteração no peso de alguns órgãos (fígado e rins) nas doses mais elevadas. Até a dose de 250 ppm, o que corresponde a 9,8 mg/kg para machos e 11,4 mg/kg para fêmeas, não houve efeitos relacionados ao tratamento. Não houve evidências de carcinogenicidade nos animais testados.

Ciproconazol: Estudos realizados em animais de laboratório a longo prazo mostraram aumento de creatinina, diminuição dos níveis de cálcio, esses efeitos foram reversíveis após o período de 4 semanas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente- IBAMA/MMA)

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxico em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe a disposição constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.

- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER CROPSCIENCE LTDA. - telefones de emergência: 0800-243334.

- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (para embalagens de 0,25 a 20 litros)

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

. Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguir os seguintes procedimentos:

Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

o armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o termino do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (para embalagens de 50 a 1000 litros)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto deverá ser feita através de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, alimentos, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
SPHERE MAX é um fungicida composto por Ciproconazol, pertencente ao grupo dos triazóis ou DMIs (Inibidores da Desmetilação C-14) e por Trifloxistrobina, uma estrobilurina, pertencente ao grupo dos QoIs (Inibidores da Quinona Oxidase). Esta combinação de diferentes ingredientes ativos faz parte de uma estratégia de gerenciamento de resistência.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem-asiática-da-soja, seguem algumas recomendações:
• Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e do Grupo G1 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva; • Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br.