Bula Stimulate

acessos
Ácido 4-indol-3-ilbutírico+ácido giberélico+cinetina
3601
Stoller

Composição

Ácido 4-indol-3-ilbutírico 0.05 g/L Ácido indolalcanóico
Ácido giberélico 0.05 g/L Giberelina
Cinetina 0.09 g/L Citocinina

Classificação

Regulador de crescimento
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Regulador de crescimento
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
100 a 150 mL p.c./100L água - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 4 dias. Sem restrições. Aplicado a cada 4 dias, no período entre o transplante das mudas e a colheita.Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
15 a 20 mL p.c./kg de semente - - 1 dia. Sem restrições. Na semeadura.Optar pelas maiores doses: - Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura. - Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
250 a 375 mL p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. Estádio V3 (3° nó vegetativo) ou Estádio R1 (1° botão floral).Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Maturador
(Regulador de crescimento)
0,25 a 0,5 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No perfilamento.Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,4 a 0,6 L p.c./100 kg de sementes - - 1 dia. Sem restrições. Antes do plantio.Optar pelas maiores doses: - Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura. - Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,5 a 1 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No plantio.Doses maiores em cada cultura, deverão ser utilizadas: - Quanto menor for o espaçamento entre linhas; - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, conseqüentemente, a produtividade esperada
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
100 a 200 mL p.c./100L água - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 dias. Sem restrições. Pré-florada / Queda das pétalas / 30 dias após queda das pétalas. Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,5 a 0,75 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No sulco de plantio, antes da cobrição / 60dias após a brotação. Doses maiores em cada cultura, deverão ser utilizadas: - Quanto menor for o espaçamento entre linhas; - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, conseqüentemente, a produtividade esperada
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,25 a 0,5 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No perfilamento.Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,25 a 0,5 L de calda/100 Kg de sementes - - 1 dia. Sem restrições. Antes do plantio. Optar pelas maiores doses: - Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura. - Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,5 a 1 L p.c./ha - - 1 dia. Sem restrições. No plantio. Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
1 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 3 dias. Sem restrições. 3 aplicações no periodo de maior vegetação. Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,25 a 0,5 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. Estágio V4 (3º folha trifoliolada aberta). Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,5 a 0,75 L p.c./100 kg de sementes - - 1 dia. Sem restrições. Antes do plantio. Optar pelas maiores doses: - Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura. - Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
1 a 1,5 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No plantio. Doses maiores em cada cultura, deverão ser utilizadas: - Quanto menor for o espaçamento entre linhas; - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, conseqüentemente, a produtividade esperada
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,25 a 0,5 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. Estágio V4 (4º folha trifoliolada expandidas). Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,5 a 1 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No plantio.Doses maiores em cada cultura, deverão ser utilizadas: - Quanto menor for o espaçamento entre linhas; - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, conseqüentemente, a produtividade esperada
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
1 a 1,5 L p.c./100 kg de sementes - - 1 dia. Sem restrições. Antes do plantio. Optar pelas maiores doses: - Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura. - Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,25 a 0,5 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. Estágio V5 e V6 / R1 / R3. Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,25 a 0,75 L p.c./100 kg de sementes - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. Antes do plantio.Optar pelas maiores doses: - Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura. - Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,5 a 1 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No plantio.Doses maiores em cada cultura, deverão ser utilizadas: - Quanto menor for o espaçamento entre linhas; - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, conseqüentemente, a produtividade esperada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
500 a 750 mL p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 25 dias. Sem restrições. 5 aplicações,1ª:25 dias após transplantio demais:espaço 25 em 25dias. Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,25 a 0,5 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No perfilamento.Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,4 a 0,6 L p.c./100 kg de sementes - - 1 dia. Sem restrições. Antes do plantio. Optar pelas maiores doses: - Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura. - Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,5 a 1 L p.c./ha - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Sem restrições. No plantio.Doses maiores em cada cultura, deverão ser utilizadas: - Quanto menor for o espaçamento entre linhas; - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, conseqüentemente, a produtividade esperada
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
150 mL p.c./100L água - 5 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. v 1ª) brotação c/ 20cm; 2ª)bagas c/ 6 a 8mm; 3ª)7 dias após 2ª aplicação.Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: - À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. - Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. - Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo

Tipo de embalagem: GALÃO
Material: Plástico
Capacidade:1,5,10 e 20 L

Tipo de embalagem: Frasco
Material: Polietileno de alta densidade (PAD)
Capacidade: 250 e 500 mL

Tipo de embalagem: Contêiner tipo IBC
Material: Recipiente de plástico rígido e grade metálica
Capacidade:1.000 L

Tipo de embalagem: Tambor
Material: PEAD- Polietileno de Alta densidade
Capacidade:200 L

INSTRUÇÕES DE USO:
STIMULATE@ é regulador de crescimento vegetal, cujos ingredientes ativos ocorrem naturalmente na planta: CINETINA, ACIDO GIBERÉLlCO e ACIDO 4-INDOL-3-ILBUTíRICO.
Com as aplicações de STIMULATE@, o resultado prático esperado para as culturas de alface, algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, cevada, citros, feijão, milho, soja, trigo, tomate e uva é:
incremento no crescimento e no desenvolvimento vegetal;
maior enraizamento;
maior produtividade.
Isto porque os efeitos isolados dos reguladores são:

CINETINA:
induz o crescimento não somente através da divisão celular, mas através de alongamento celular;
promove o crescimento das gemas laterais e portanto interfere na dominância apical.

ACIDO GIBERÉLlCO:
determina o tamanho dos frutos;
promove a germinação, em algumas espécies, quebrando a dormência.

ACIDO 4-INDOL-3-ILBUTÍRICO:
participa do crescimento, principalmente pelo alongamento celular; retarda a abscisão de flores;
estimula o pegamento de flores sem fecundação; participa efetivamente no estabelecimento dos frutos; retarda a abscisão foliar;
induz a formação de primórdios radiculares.

Considerações sobre os intervalos das doses para aplicação:
- No Tratamento de Sementes (Algodão, Arroz, Cevada, Feijão, Milho, Soja e Trigo):
Optar pelas maiores doses:
Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura.
Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, conseqüentemente, a expectativa de produtividade.

- No Sulco de Plantio (Arroz, Cana-de-açúcar, Cevada, Feijão, Milho, Soja e Trigo):
Doses maiores em cada cultura, deverão ser utilizadas:
Quanto menor for o espaçamento entre linhas;
Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, conseqüentemente, a produtividade esperada.

Nas Pulverizações Foliares (Alface, Arroz, Café, Cana-de-açúcar, Cevada, Citros, Feijão, Milho, Soja, Trigo, Algodão, Tomate e Uva):
Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura:
À medida que aumenta a expectativa de produtividade em conseqüência do maior nível tecnológico de produção adotado.
Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo.

EQUIPAMENTO E MODO DE APLICAÇÃO:
- TRATAMENTO DE SEMENTES: utilizar, preferencialmente, máquinas específicas para tratamento de sementes, cujas instruções de uso são fornecidas pelos seus fabricantes. Se não houver disponibilidade dessas máquinas, poderão ser usados também: tambores rotativos excêntricos ou betoneiras.
Após tratadas, as sementes deverão ser armazenadas à sombra até o momento do plantio.

- NO SULCO DE PLANTIO: aplicar o produto, diluído em água, através de pulverização, no sulco de plantio, utilizando-se pulverizadores com bicos tipo leque (ângulo de 80° ou menor) fixados nas linhas de plantio das semeadoras (Arroz, Cevada, Feijão, Milho, Soja e Trigo) ou das cobridoras e/ou plantadoras, no caso da Cana-de-açúcar. O volume de calda a ser utilizado dependerá da vazão dos bicos e da velocidade do trator. Para isso seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo responsável.

PULVERIZAÇÃO FOLIAR:
a) APLICAÇÃO TERRESTRE (Culturas de Alface, Arroz, Cana-de-açúcar, Cevada, Feijão, Milho, Soja, Trigo, Algodão, Tomate e Uva): utilizar pulverizadores manuais ou tratorizados dotados de bicos tipo leque ou cônicos. O volume de calda a ser utilizado dependerá do índice de enfolhamento e da altura das plantas no momento da aplicação, bem como da vazão dos bicos e velocidade de trabalho. Para isso, seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo.

b) APLICAÇÃO TERRESTRE (Cultura de Café, Citros e Uva): utilizar pulverizadores tratorizados munidos de pistolas ou turbo-pulverizadores. Para a cultura do Café também pode-se utilizar pulverizadores manuais. O volume de calda a ser utilizado, dependerá do diâmetro ou tamanho da copa das plantas no momento da pulverização. Neste caso, seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo.

c) APLICAÇÃO AÉREA: através de aeronaves agrícolas, equipadas com atomizadores de tela rotativa ("Micronair") ou com barras dotadas de bicos adequados à cultura-alvo e/ou às condições climáticas no momento da pulverização.
Volume de calda: o produto poderá ser aplicado tanto a baixo volume (5-50 Uha) como a
ultra baixo volume - UBV « 5 Uha).
Outros parâmetros:
Altura de vôo: 3 - 4 metros do alvo a ser pulverizado; Temperatura do ar: até 2JO C
Umidade relativa do ar: mínimo de 55 %
Velocidade do vento: máxima de 10 km/h e mínima de 3 km/h.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: o produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses e épocas recomendadas.
Outras restrições: Não há.

PRECAUÇÕES GERAIS: Uso exclusivamente agrícola; Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto; Ao utilizar o equipamento de aplicação, verifique o seu estado de conservação; Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Distribua, prepare a calda e aplique o produto usando, sempre, os Equipamentos Individuais de Proteção (EPI) qualificados a seguir.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Para abrir, armazenar e descartar a embalagem use o Equipamento de Proteção Individual - você deve usar protetor ocular, luvas e botas de borracha. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Se houver contato do produto com qualquer parte do corpo VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Use macacão com mangas compridas - vestimenta protetora totalmente em algodão com tratamento de repelência a líquidos, sendo confortável e segura; botas e luvas de borracha. Evite inalar, cheirar, aspirar e ingerir o produto. Não aplique o produto contra o vento ou na presença de ventos fortes.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação até o término do intervalo de reentrada na área, que é até que o material aplicado esteja seco. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas de proteção, separadas das roupas domésticas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito e em caso de sintomas de intoxicação procure logo o médicolevando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos- atenção, é a via de risco: Lave-os com água corrente em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave-a com água e sabão e se houver irritação procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico. Inalação: Procure local arejado e se houver sintomas de intoxicação vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Tratamento deve ser sintomático e de suporte. Manter o paciente sob observação porque a quantidade de ingredientes ativos no produto final STIMULATE é mínima.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos. As baixas doses e a baixa toxicidade do produto não permitem a identificação da substância em ensaios com animais.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Exposição aguda: DL50 oral e a DL50 dermal, em ratos, é superior a 4000 mg/kg.; Causou apatia, nas primeiras 6 horas, recuperando a normalidade, após esse período. CL50 inalatória, em ratos fêmeas, é superior a 1200 ml/kg/l; Resultou em menor mobilidade, até 4 horas após a exposição, recuperando em seguida a normalidade. Irritação primária da pele, testada em coelhos, resultou em não irritante dérmico; Não ocorreu nenhuma irritação. Irritação primária dos olhos, estudada em coelhos, resultou em não irritante lesivo; Observou-se conjuntiva congestionada e discreta secreção ocular. Após 24 horas, o globo ocular estava normal. Exposição crônica: Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA: Centro de Informações Toxicológicas: 0800-170450 ou 0xx 11 5012-5311.Telefone da empresa 0xx19 3872-8288. PRÓ-QUÍMICA-ABIQUIM: 0800-11-8270.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é POUCO PERIGOSO ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto- siga as instruções da bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: isole e sinalize a área contaminada. Contactar as autoridades locais competentes e empresa. Utilize Equipamento de Proteção Individual EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções:

Piso pavimentado: coloque material absorvente (p.ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado com e recolha com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso contacte o fabricante ou o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: retire as camadas de terra contaminado, até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada.

Corpos d'água: interrompa imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, co2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas 3 vezes (tríplice lavagem) e a cada resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens. Observe as legislações estadual e municipal específicas. Fica proibido o enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos do produto contate a empresa e o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODOS DE DESATIVAÇÃO: o material a ser desativado deve estar recolhido em tambor metálico e adiciona-se água. O produto sofrerá decomposição microbiológica.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não associar a outro produto.